Aprendi que Nao Importa
"Viver no raso não é segurança, é um naufrágio em câmera lenta; só a profundidade nos salva da monotonia de existir."
"Minha alma não aceita batismos de conta-gotas; ou eu me afogo no que sinto, ou desaprendi a respirar."
Vivemos em uma estranha inflação emocional onde damos valor de ouro a palavras que não valem o cobre. Quando você permite que a opinião de alguém perturbe o seu sono, você está realizando a pior transação financeira da existência: está vendendo sua eternidade (o agora) por uma mercadoria estragada (o julgamento do outro).
A opinião alheia é um produto de baixo custo, fabricado em série na subjetividade de quem mal se conhece. Por que, então, você aceita pagar esse "cafezinho" com o capital mais escasso que possui: a sua lucidez? Quem muito se importa com o ruído da plateia acaba se tornando apenas um eco do que os outros esperam, perdendo a própria voz no processo.
O caos do outro é um empréstimo com taxas abusivas. Quando você tenta "explicar" sua vida para quem não quer entender, você está financiando o desequilíbrio alheio com os juros da sua ansiedade. É como tentar apagar o incêndio do vizinho usando o oxigênio que você precisa para respirar.
O seu coração não é uma praça pública; é um santuário. No santuário, não entra quem quer, entra quem é convidado. O ruído da plateia é passageiro, performático e, acima de tudo, irrelevante para a sua construção interna. O silêncio não é ausência de som, é a presença total de si mesmo.
"Desistir é silenciar a voz da esperança; continue, pois o eco da sua fé ainda não terminou de desenhar o amanhã."
"O cansaço visita o corpo, mas a fé blinda o destino. Siga, pois o que é seu não se perde no caminho, se molda nele."
"Não é teimosia, é convicção: onde o mundo vê um abismo, a fé enxerga a ponte. Continue atravessando."
Não fique ansioso com o amanhã. A incumbência dada por Jesus não inclui o amanhã (Mateus 6.34), pois, o Dia é sempre e somente Hoje!
