Aprende que ser Flexivel
"Mesmo triste, mesmo magoada, mesmo sem motivos, tente SORRIR, pois seu sorriso pode ser o motivo de alegria de alguém"
Errar faz parte, mas o segredo está em voltar, ser e organizar e
tentar novamente, com mais experiência e calma.
🦉📖
Poema I
Suprassumo pensar
A alma — ah, a alma
ora templo, ora caverna,
sonho de ser eterna,
conturbada ou calma.
Sussurrava e gritava
entre lágrima e pranto,
fino e suave manto,
porque alma ela era.
Não só carne,
nem só memória —
mas a fragrância do espírito.
Não só escrita,
nem só história —
mas a essência em um abismo.
A alma — ah, a alma.
Pensamento IV
O que criamos nós?
Se o chuveiro imita a chuva,
se a lâmpada finge ser sol,
se o tecido sonha ser pele —
o que criamos nós?
Se a roda é vista da lua,
se domamos o galope com fogo,
se voamos como pássaros,
ou pairamos como libélulas —
o que criamos nós?
Copiamos. Adaptamos.
Ajustamos o mundo à nossa imagem.
Chamamos isso de invenção.
Mas no fim, manipulamos.
Pensamento VIII
"Ora, empresta então teu saber; pois, ao contrário da moeda, que ao ser dada subtrai, o entendimento, ao ser dividido, multiplica."
"A árvore se revela pelo fruto"
Pode até ser azedo mas é saudável
Disse a goiabeira ao limão
Tem bicho dentro cuidado
Não coma goiaba do chão
"Para ser feliz e próspero basta falar com Deus por 10 minutos todos os dias e não passar mais que 10 minutos sem falar com Deus"
"Se advogo em causa própria, um dia devia ser para a vida, enfim, até antes do fim do meu caminho onde sempre se acaba às ilusões"!
"Às vezes desperto vazio e sem ventilação de pensamentos"; um vazio é uma carência, disfarçada de missão do esquecimento... certas vidas nunca teve ninguém!
Digo a vida: "vou tirar deste lugar e levar para viver comigo... o meu sorriso de agora vem do orgulho de ser eu, se minha paz vem de dentro de mim mesmo"!
"Devo aprender a me amar, no silêncio e no caos... estou em paz agora, com quem sou agora"!
Ser autêntico não significa ser alguém descolado, inteligente ou famoso. Significa ser você sem filtros ou máscaras. Misteriosamente e de maneira magnética pessoas começarão a se envolver com você quase que irresistivelmente. Portanto não aceite imitações. Seja você mesmo sempre!
Misericórdia e compaixão são duas palavras de suma importância que o ser humano precisa cultivar, assim como a empatia e as demais palavras que nos torna humano.
Quando ficamos presos num ambiente que não nos pertence, o nosso ser busca forma de se libertar. O ser humano nasceu para ser livre em diversas formas, tudo que prende a espécie torna-se pequeno diante a quem nasceu para ser livre. Essa liberdade talvez sequer saiu do papel, muitos chamam de utopia e outros de fantasia, quimera... e assim somos livres o suficiente para tornar o inimaginável em realidade.
“O Infinito em Fragmentos”
Não quero ser um. Quero ser todos. Quero sentir como o místico sente Deus, como o pagão sente a carne, como o engenheiro sente a precisão dos números. Quero contradizer-me, porque na contradição habita a totalidade. Ser coerente é ser parcial. É escolher uma porta e fechar todas as outras. Eu quero atravessar todas as portas simultaneamente, mesmo que para isso precise me estilhaçar em mil pedaços.
Inventei-me vários. Não por loucura, mas por necessidade metafísica. Como poderia um só homem conter o universo? Como poderia uma só voz cantar todas as canções possíveis? Então fragmentei-me. Fiz de minha ausência de centro a minha obra-prima. Onde outros construíram identidades sólidas como fortalezas, eu construí um arquipélago de ilhas que nunca se tocam mas pertencem ao mesmo oceano.
Há aquele que nega o pensamento e vê apenas o que existe. Há o que exalta os deuses antigos e a beleza sensorial do mundo. Há o engenheiro das palavras, frio e preciso. Há o que escreve mensagens cifradas sobre ocultismo e hermetismo. E há eu, que não sou nenhum deles e sou todos ao mesmo tempo, o maestro invisível de uma orquestra onde cada músico toca uma partitura diferente.
Sentir tudo de todas as maneiras. Não é dispersão. É ambição máxima. É querer ser o universo experimentando a si mesmo. Cada emoção possível, cada pensamento concebível, cada filosofia imaginável - tudo isso precisa ser vivido, sentido, expresso. Não posso me limitar a ser católico ou ateu, monárquico ou republicano, clássico ou moderno. Preciso ser todos esses e seus opostos, porque a verdade não está em nenhum deles mas na soma impossível de todos.
Os outros escrevem o que sentem. Eu sinto o que escrevo. Ou melhor: invento quem sinta o que preciso expressar. É uma fraude? Talvez. Mas é a fraude mais honesta que existe. Porque reconhece que toda identidade é ficção, todo “eu” é personagem, toda coerência é máscara. Eu apenas tive a coragem de admitir que sou teatro, e de fazer desse teatro a minha verdade.
Não tenho biografia. Tenho bibliografias. Não tenho psicologia. Tenho dramaturgia. Minha vida não está nos fatos que vivi mas nas vidas que criei. Enquanto outros buscam encontrar-se, eu me perdi propositadamente em todas as direções possíveis. E nessa perda encontrei algo maior que qualquer identidade individual poderia oferecer.
A unidade do ser é uma prisão confortável. “Conheça-te a ti mesmo”, diziam os gregos. Mas e se não houver um “ti mesmo” para conhecer? E se formos apenas potência pura, possibilidade infinita que se trai cada vez que escolhe uma forma? Preferi não escolher. Ou melhor: escolhi todas as escolhas, habitei todas as possibilidades.
Minha ausência de identidade fixa não é falha. É método. É filosofia encarnada. É a prova viva de que podemos ser mais que nos permitem ser. Que podemos explodir os limites do eu e nos espalhar por todos os eus possíveis. Que podemos fazer da multiplicidade não uma doença, mas uma arte.
Serei lembrado? Talvez. Mas por quem? Pelo sensacionista? Pelo heteronímico? Pelo ortónimo melancólico? Por todos e por nenhum. Porque minha obra não é o que escrevi. Minha obra sou eu - ou melhor, a ausência de mim transformada em constelação de presenças.
Sentir tudo de todas as maneiras. Viver todas as vidas. Morrer todas as mortes. Ser nenhum para poder ser todos.
Esta é a única identidade que aceito: a de não ter nenhuma.
E assim me tornei múltiplo, para que na multiplicidade coubesse o universo inteiro.
Pessoa: o nome perfeito para quem escolheu ser todas as pessoas possíveis.
Já se foi o tempo em que meu coração era casa que cabia todo mundo porque achava que ser querida era ter muitos amigos,mas hoje acredito que ter poucos porém verdadeiros é manter o coração sempre arrumado sem bagunças,hoje está tudo limpo ,feliz e bem arrumado,apesar que de vez em quando pode entrar alguma sujeira mas dou um jeito e limpo,hoje estou tendo mais sabedoria para escolher quem eu quero na minha vida.Chega de bagunça.
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