Aprende que Nao Importa o quanto Vc se Importe

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Por que quase todos os religiosos, acham que quem não é religioso, são todos ateístas?
Há pessoas que não seguem nenhuma doutrina religiosa, mas ama mais à Deus e o conhece, mais do que muitos que julgam e se dizem cristãos.


A religião, é um sistema doutrinário.


Quem conhece Deus de verdade, não precisa dela.


A bíblia é livre!! Todos somos livres.


Deus, não é religião, parem com isso.

Bons profissionais, fazem toda a diferença. Hoje, fui tirar meus pontos da cirurgia. Não senti nenhuma dor, o enfermeiro me distraiu conversando, contando histórias. Colocou um suporte para meus pés, não senti nenhuma dor, estava aflita e com os olhos fechados. Quando percebi ele já havia retirado sem eu perceber, já há alguns segundos. Caímos na risada, eu minha cunhada e ele.




Todo mundo havia relatado nos relatos que li, que quando foram foi retirar os pontos de hérnias, falaram que dói muito.


Acho que depende do profissional.

[19/3 14:55] Alinny de Mello: Não confio totalmente
[19/3 14:55] Alinny de Mello: Nunca se deve confiar totalmente em alguém

Uma vez ele me disse uma frase, "olha se fosse outro, não aguentaria não '


Tipo uma confissão silenciosa, depois desse episódio...

[19/3 14:24] Alinny de Mello: Se ela não tivesse ido
[19/3 14:24] Alinny de Mello: Não estaria louca hoje
[19/3 14:24] Alinny de Mello: A loucura dela começou em 2017
[19/3 14:24] Alinny de Mello: Tantos anos se intensificou
[19/3 14:25] Alinny de Mello: Ela passou a ser vista por mim, como um monstro... Como ele
[19/3 14:25] Alinny de Mello: Sei que ela sempre foi vulnerável
[19/3 14:25] Alinny de Mello: Mas, não justifica
[19/3 14:25] Alinny de Mello: Ela teve meios
[19/3 14:25] Alinny de Mello: Nunca quis
[19/3 14:25] Alinny de Mello: Ainda se tornou religiosa
[19/3 14:26] Alinny de Mello: Aí fodeu

[19/3 14:16] Alinny de Mello: Se ela não queria, ele agredia
[19/3 14:17] Alinny de Mello: Foram mais de 40 anos sofrendo tudo isso, por isso Enlouqueceu
[19/3 14:19] Alinny de Mello: Culpa do pai dela, que disse pra ela nunca separar, que casamento é pra vida toda.

A coitada inocente, sempre acreditou, que até mesmo sofrendo coisas horríveis, não devia separar.

Ela sempre me contou que era obediente ao pai dela, que ele morreu, mas tinha que honrar a memória dele, e nunca separar do velho...
[19/3 14:19] Alinny de Mello: Povo louco...

[19/3 13:14] Alinny de Mello: Eu não odeio o nosso genitor, mas todos os problemas das nossas vidas, inclusive os TOC'S... E, quem ele se tornou, foram culpa dele
[19/3 13:15] Alinny de Mello: Somos os mais velhos, nós tivemos os piores momentos que uma criança nunca deveria ter tido
[19/3 13:15] Alinny de Mello: Eu nunca quis imitar eles dois, nunca foram exemplos para mim, sempre soube quem eu precisava ser

Liberdade, privacidade! Não tem coisa melhor

Na vida, a gente não tem certeza de nada, só da partida, que ainda é incerta, porque não sabemos o dia, nem a hora.




Jesus falou isso, e todo mundo acha que se trata da volta dele, quando na verdade a metáfora se trata da morte.

[19/3 15:09] Alinny de Mello: Se a gente não tiver em paz e não for feliz por nós mesmos, ninguém vai conseguir fazer isso acontecer.
[19/3 15:10] Alinny de Mello: Eu já sou feliz.
[19/3 15:10] Alinny de Mello: Independente de tudo

Leiam sempre o dicionário, e verifique a palavra certa no Google, para não passar vergonha na Internet.

Na escola, eu era chamada de bruxinha, simplesmente porque eu não tinha recursos financeiros para ir bonita para a escola, era tudo doado pelas colegas da minha mãe. Então, eu ia vestida de menino, anos 90. Tudo muito difícil, era o que tinha. Raider do Seninha, blusa regata com carrinho da hot Wheels!! Bom, na adolescência, meu uniforme era camisa de vereador, com um número e um nome bem grandão!! Escrito NATAN! Era o que tinha pra usar. Quando fiquei jovem... Todos viraram meus amigos.

Eu saí de casa aos 16, não suportava mais tantas torturas.


Eu perdi muita coisa naquela época.


Mas, eu me orgulho de uma coisa!!


Eu mesmo aos 16 anos, de menor, sabendo que ela voltaria novamente se eu a levasse, resolvi confiar nela e contar sobre minha fuga.
Se ela quisesse, iria comigo e com meus 3 irmãos, para nunca mais voltar.

Minha tia, irmã dele pagou a passagem do meu irmão, porque o dinheiro não dava para todos.


19 de fevereiro de 2009!!


Sexta feira de carnaval!!


Chegamos em Teresina Piauí!!


Sem dinheiro, sem rumo, sem nada.


4 da manhã!! Esperamos o dia amanhecer na rodoviária.


Ás 6, saímos!!


Eu tinha 10,00 todinho. Comprei de lanche para meus 3 irmãos e dividi entre eles. Eu e minha mãe, ficamos com fome.


Éramos mais fortes na fome.

A meta era chegar na assistência social, que ficava no centro.


Mas, não tínhamos nenhum dinheiro.


E, era torcer para não estar fechada.


Retornamos, ao outro lado da avenida, pedimos carona no ônibus até certa distância.
Um motorista muito legal, entendeu a situação e pediu para que a gente entrasse.


Entramos, ele deixou a gente há pelo menos umas 2 horas de onde queríamos estar.


Mas, ao dar meio dia, perguntando todos que apareciam pela frente onde ficava o local, conseguimos chegar...


Avistei o segurança...

Eu demorei para entender que minha fé não precisava de moldura. Não era sobre pertencer a um templo específico, repetir palavras decoradas ou provar algo para alguém. Um dia percebi, quase em silêncio, que Deus não estava distante nem escondido atrás de rituais; Ele morava em mim. E quando entendi isso, algo dentro de mim ficou tranquilo, como se finalmente eu tivesse chegado em casa.

Não depender de religião não significa desrespeitar quem encontra Deus nela. Pelo contrário, cada pessoa tem seu caminho, sua ponte, sua forma de conversar com o céu. A minha foi mais silenciosa, mais íntima. Foi no meio das minhas dúvidas, das quedas, das noites em que eu conversava sozinha com o teto, que comecei a sentir uma presença que não precisava de intermediários. Era uma fé simples, quase cotidiana, como respirar.

Eu descobri que Deus aparece quando eu cuido de alguém, quando eu escolho ser justa mesmo sem aplauso, quando eu perdoo, quando eu me levanto depois de um dia difícil. Ele está nos gestos pequenos, nos pensamentos que tentam ser melhores do que ontem. Mora nas decisões que tomo quando ninguém está olhando.

E isso muda tudo. Porque quando a gente acredita que Deus vive dentro da gente, a responsabilidade também muda. Eu passei a olhar mais para dentro, a vigiar minhas próprias atitudes, a tentar ser um lugar bom para Ele habitar. Não perfeito, porque ninguém é, mas verdadeiro.

Hoje eu caminho assim: sem precisar provar fé para ninguém, sem carregar rótulos pesados, mas com uma certeza calma de que não estou vazia por dentro. Há uma luz ali, discreta, constante, que me lembra todos os dias que Deus não está longe. Ele está aqui, comigo, vivendo cada passo da minha história.

Enquanto eu ainda respiro, existe recomeço. Aprendi que a vida não espera grandes viradas de calendário; ela oferece pequenos começos todos os dias. Às vezes acordo com o coração pesado, outras com esperança nova, mas em qualquer caso ainda há caminho. Recomeçar virou um gesto simples: levantar, respirar fundo e tentar de novo. Não preciso que tudo esteja perfeito, só preciso estar viva. E enquanto houver fôlego em mim, haverá sempre uma nova chance de continuar.

A Bíblia não se oferece como um livro morto. Ela se comporta como um organismo simbólico. Suas histórias parecem simples à primeira vista, mas operam em camadas. Narrativas de pastores, reis, guerras, quedas, promessas, traições e redenções. Mas por trás da superfície histórica existe uma arquitetura psicológica e espiritual que continua se repetindo dentro de você e dentro de mim. Porque o jogo humano não mudou tanto quanto você gosta de imaginar. Mudaram as roupas, as ferramentas, os nomes. A estrutura interna permanece.


Quando você lê sobre o deserto, você não está lendo apenas sobre areia e calor. Você está lendo sobre períodos de escassez interna, sobre travessias sem garantias, sobre caminhar sem saber exatamente onde vai chegar. Quando você lê sobre o dilúvio, não é apenas água. É excesso. É saturação. É o colapso de um sistema interno que não se sustenta mais. Quando você lê sobre a cruz, não é só dor física. É confronto com limites, com escolhas irreversíveis, com o custo real de sustentar uma verdade até o fim.


E é aqui que o enigma começa a se aprofundar. Duas pessoas leem o mesmo trecho. Uma sente consolo. A outra sente confronto. Uma encontra esperança. A outra encontra acusação. Isso não acontece porque o texto é confuso no sentido vulgar da palavra. Acontece porque o texto funciona como um campo simbólico que ativa conteúdos internos diferentes em cada leitor e leitora. Ele não entrega respostas prontas. Ele provoca perguntas certas. E perguntas certas quase sempre incomodam mais do que respostas fáceis.

O fim chega para todos. Não como ameaça, nem como punição, mas como estrutura. Você nasceu dentro de um sistema que não pergunta se você concorda. Você entra, respira, aprende a nomear as coisas, cria vínculos, constrói significados, acumula memórias e um dia sai. Simples assim. Não existe versão alternativa da experiência humana que não termine. E isso muda tudo, mesmo quando você finge que não muda nada.

Deus teria deixado um manual. A Bíblia. Não como um livro de frases motivacionais ou promessas fáceis, mas como um mapa de funcionamento da condição humana. Um texto que expõe padrões, consequências, limites. Um manual que muita gente carrega sem ler e muita gente lê sem aplicar. E, segundo essa lógica, Deus ainda teria feito algo mais radical. Entrou no próprio jogo. Vestiu um corpo humano. Experimentou fome, cansaço, rejeição, medo. E jogou diante de todos. Esse humano foi Jesus.


Isso muda a leitura da existência. Porque se o próprio criador entrou no jogo e também teve um fim, então o fim não é falha do sistema. É parte dele. O problema não é morrer. O problema é viver como se não fosse morrer. O problema é adiar decisões essenciais achando que haverá tempo. O problema é gastar energia tentando construir uma imagem eterna dentro de um corpo provisório.


Você, homem ou mulher, não escapa dessa matemática. Não importa o quanto produza, o quanto acumule, o quanto seja amado ou odiado. O seu tempo aqui é finito. E isso não deveria gerar desespero, mas foco. A clareza de que cada dia é uma página que não volta a ficar em branco. Você escreve com ação ou com ausência. Ambos contam.


Quando você entende que ninguém além de um círculo muito restrito lembrará de você, algo interessante acontece. A necessidade de provar valor para o mundo começa a perder força. A pergunta muda. Deixa de ser como serei lembrado e passa a ser como estou vivendo agora. Não para aplauso futuro, mas para coerência presente.


Jesus não construiu legado no sentido comum. Ele não trabalhou para ser lembrado. Ele viveu aquilo que acreditava ser verdadeiro, mesmo sabendo que isso o levaria ao fim. E talvez seja aí que esteja o ponto mais desconfortável da história. A ideia de que o sentido não está em durar, mas em alinhar. Não está em permanecer, mas em atravessar com integridade.


Você vive em uma época obcecada por visibilidade. Likes, registros, arquivos, perfis. Tudo precisa ser documentado, compartilhado, validado. Como se o esquecimento fosse a maior tragédia possível. Mas o esquecimento é o destino padrão. O esforço para ser lembrado muitas vezes serve apenas para evitar a pergunta mais incômoda. Estou vivendo de acordo com aquilo que digo acreditar?


O fim chega para todos. Para o anônimo e para o reverenciado. Para o justo e para o injusto. Para quem construiu impérios e para quem mal conseguiu sobreviver. A diferença não está no fim, mas no percurso. E não no percurso externo, mas no interno. No modo como você lida com o tempo que recebeu.


Se Deus criou o jogo, o manual não promete vitória fácil. Promete sentido. Promete direção. Promete que viver com consciência custa, mas viver sem ela custa mais. Jesus não escapou do fim. Ele atravessou o fim. E isso redefine o valor da sua própria travessia.


Você não controla quanto tempo tem. Controla apenas como ocupa o tempo que passa. E isso não exige heroísmo histórico. Exige lucidez cotidiana. Exige parar de viver como se tudo fosse ensaio. Não é. É ato único. Sem replay.


Quando você entende que até o perfeito teve um final, você para de exigir eternidade de si mesmo. Para de adiar vida em nome de uma promessa futura que talvez nunca chegue. Começa a viver com mais presença, menos ilusão, menos teatro.


O fim chega para todos. E justamente por isso, cada escolha importa mais do que parece.