Aprende que Nao Importa o quanto Vc se Importe

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Odeio todos que se apaixonam. Odeio quem tem o prazer e se apaixona, sofre. ama. ri e aprende com aquele fim. ou com aquela nova parte de sua vida.


Tenho raiva pois nunca senti isso... Tenho raiva. Porque essas mesmas pessoas vivem dizendo que queriam ser arromânticos... Queriam não sentir. mas nunca se colocaram no lugar de quem é...


Não é que não sentimos ou nunca nos apaixonamos... mas temos tanta dificuldade. conhecemos milhares de pessoas, pessoas realmente legais... E nenhuma desperta em nós o famoso frio na barriga. O único frio na barriga que senti foi quando fui no maior prédio de São Paulo... e olhe lá.


No fim somos os melhores conselheiros, pois necessitamos estudar esse sentimento que para vocês vem de forma tão natural e frívola. vocês se apaixonam tanto... mas nunca vivem verdadeiramente.


Mesmo não me apaixonando... Eu tento fazer a pessoa feliz. não escondo a verdade, trato ela como deveria. Me deixo ir até o fim, para ver o que aquela pessoa pode me ensinar... Sem necessariamente precisar me torturar... E justamente por causa disso que não caio nas mãos de pessoas ignóbeis e espúrias.


Leve a vida como um arromântico... De forma leve e tentando de toda forma compreender os sentimentos do outro... A única diferença é que você vai ser um arromântico que se apaixona. (não são todos que levam assim, deixando bem claro).


No fim decidi mostrar o lado bom... Pois acho melhor ajudar na evolução do próximo do que apenas apontar o dedo julgando e atacando.

Aquele que aprende a viver simplesmente encontrou um caminho para as descobertas. Eu disse simplesmente? Ah, mas é tão difícil.

Aprende a te valorizar antes do fim. O amor sem compromisso acaba; o ódio vingativo, o orgulho, a vaidade, a ambição cega e a hipocrisia também acabam. Até a vida se esvai quando não há amor, respeito e dedicação para apaziguá-la.

⁠O inteligente aprende olhando aos arredores, tudo faz parte do aprendizado aprender onde estiver na escola da vida.

Escuta e aprende a lição até decorar: você pode estar machucado, doente, rastejando, mas ninguém vai se importar com a tua dor. A tua dor não dói em quem apenas observa. Machucaram você, ficaram as cicatrizes visíveis, porém ninguém vai enxugar as tuas lágrimas de dor.

Aquele que aprende a se deliciar com o manjar da completude nunca mais se contenta com migalhas.

A escolha é tua — e só tua — quando teu caminho ainda te representa.
Aprende, então, a nunca arrancar do outro o direito de decidir,
pois toda história, cedo ou tarde, retorna ao seu texto original,
e cada um será lembrado pelas escolhas que ousou ou negou permitir.

Você nunca aprende tudo de uma vez, e nem aproveita as aproveita as oportunidades que lhe aparecem de imediato. Sobre esta última — a oportunidade — ela está atrelada a aparência, ao choque primeiro dessa “oportunidade” e do meu Eu, que por causa da aparência o julga sem propriamente avaliá-lo, refleti-lo, quanto a sua importância; pode-se dizer que essa imediatez em negar o que possa ser importantíssimo, e/ou ter o entendimento de reconhecer-se como ignorante — tal como Sócrates — fruto da nossa vontade que direciona cada vez mais ao imediatismo, e também em pensar que nosso conhecimento está “acabado”, “finalizado”; de que já não temos nada a aprender; que a tecnologia mediante a ciência os tornou (homens) não somente deuses do conhecimento, mais ainda, tornaram-se baluartes, deuses da razão. Se existe um responsável por isso (ou mais de um), respondo com — a gênese cismática medieval e a modernidade. O que provará que essas reflexões se sustentam? O próprio tempo; haja vista em um exemplo comum, como quando pegamos um texto, um livro e pensamos em diálogo consigo mesmo — pensando: Por que não aproveitei mais esse texto? Por que não aproveitei mais essa aula? — isso significa algo que popularmente é dito; dizem que se tivessem isso a morte já o teria batido a porta e o levado: o arrependimento. É o arrependimento que nos leva a um tempo anterior junto a razão reflexiva, mostrando que somos ignorantes e ingratos.

E ai você cresce, amadurece a aprende que quando uma pessoa sai da sua vida é porque ela já cumpriu sua missão e finalmente compreende que nada é por acaso. Pessoas vão e vem continuamente nas nossas vidas, há aquelas que trazem paz, companheirismo, sinceridade, chegam para acrescentar e deixam uma marca impressa dentro dos nossos corações e há aquelas que chegam para nos ensinar algo, estão de passagem, às vezes nos decepcionam, nos ferem e depois sem explicação vão embora... Quando isso acontecer com você, não chore e nem pense que é o fim, mas sim que é uma resposta da sua oração: Livrai-me de todo mal, amém! (Priscilla Rodighiero)

⁠Fazendo a "lição de casa", é onde muito se aprende.

Liberte-se de tudo aquilo que já te fez mal , quando você aprende deixar passado no passado a alma se sente livre e leve.

O sábio aprende a dançar com o silêncio, porque sabe que há tempestades que só se vencem com a leveza de uma brisa.

Ele não se cala por fraqueza, mas porque entende que até o sol se esconde atrás das nuvens quando a tormenta não está pronta para a luz.

A vida nem sempre sopra ventos favoráveis,
mas o marinheiro sábio aprende com as tempestades. O caos lapida. A dor ensina.
Nada é desperdício no campo da alma.
Erga o rosto e siga — até que o vento se curve ao seu propósito.

Ler, certamente acultura e nos ajuda a decodificar o mundo, mas, a viver, só se aprende mesmo vivendo. Ninguém amadurece a partir de livros.

Demora, mas um dia a gente entende e aprende que a autocrítica ensina e o egocentrismo mima.

Quem sobrevive ao sufoco aprende a respirar até no caos.

⁠Os termos técnicos são indispensáveis até quando se aprende a teoria.
Após isso, a prática quem domina e a cria é você.

Minha felicidade nasce em silêncio dentro de mim; quem chega, aprende a caminhar ao meu lado.

A ansiedade grita, mas Deus sussurra; só há paz para quem aprende a ouvir o sussurro divino.

Lua e Sol


Ele é a lua,
silencioso, inteiro no mistério,
brilha sem prometer calor,
aprendeu a existir sozinho no escuro.


Eu sou o sol,
chego cedo demais,
ilumino sem pedir licença,
amo em voz alta,
aqueço até quando tenho medo de queimar.


Ele se esconde quando sente demais,
eu fico quando tudo aperta.
Ele aprende a sobreviver no silêncio,
eu transbordo porque sentir é o meu jeito de viver.


Às vezes nos encontramos no horizonte,
naquele instante raro
em que noite e dia se tocam
sem se ferir.
E ali… tudo faz sentido.
Mas logo o mundo gira.
Ele volta a ser lua.
Eu volto a ser sol.
Não porque não exista amor,
mas porque nem todo brilho foi feito
para permanecer no mesmo céu.
Ainda assim,
se um dia ele olhar para cima
e sentir saudade do calor,
vai saber:
eu nunca deixei de nascer.
E se eu olhar para o céu à noite
e vê-lo inteiro,
vou lembrar que nem toda distância
é ausência.