Aprende que Nao Importa o quanto Vc se Importe
Viver dói quando se vive em ordem e se sustenta a ilusão do auto-ódio. Não existe odiar-se: existe insatisfação com a própria linha do tempo. É preciso separar o todo do tudo para conseguir não se amar. Já que explicar dói, então é micro.
Não amar tornou-se impossível. Vivo por uma única razão: esse amor indigente. Preciso amar — e isso é verdade. Já não sei viver sem isso. Nada mais me oferece sentido ou direção se não houver um sorriso largo. Sou uma das pessoas mais tristes que conheço e, ao mesmo tempo, profundamente feliz. Porque é difícil amar a si mesmo; até o gesto de gostar de si ainda é amor dentro do amor, e quando não gosta também.
Não tenha medo de viver o futuro, prepare-se para ele sem permitir que a inteligência artificial faça você esquecer quem você é, um ser provida de inteligência emocional
O futuro não será para quem saberá tudo, mas para quem continuar disposto a aprender aquilo que ainda não sabe
"Lucidez não é perfeição; é permitir que o amor de Deus ilumine nossos passos e conduza nossa alma por caminhos que nos aproximem do bem."
Talvez eu só não saiba ficar
Aprendi a me curar sozinha, a engolir o que doía e a continuar como se nada tivesse acontecido. Mas, no caminho, também aprendi a me afastar.
Quando não estou bem, desapareço. Fecho portas, levanto muros e me escondo dentro de mim. Não porque não queira ninguém por perto, mas porque me acostumei a acreditar que preciso conseguir sozinha.
E, às vezes, a solidão que um dia foi proteção começa a parecer uma prisão.
Carrego dúvidas, inseguranças e medos que nem sempre consigo explicar. Sinto-me presa em um túnel, caminhando sem saber onde ele termina.
Ainda assim, continuo desejando.
Quero mudar, conquistar, viver e construir uma vida que faça sentido para mim. Mas, quando as coisas ficam difíceis, algo dentro de mim se apaga.
Eu desisto.
E depois me culpo por ter desistido.
Durante muito tempo, pensei que não queria o suficiente. Afinal, quem realmente quer luta, insiste e persiste. Então comecei a questionar tudo:
Será que sou superficial?
Será que nunca amei verdadeiramente os meus sonhos?
Será que, se quisesse de verdade, teria força para continuar?
Mas talvez eu esteja sendo injusta comigo.
Desistir não significa necessariamente não querer. Às vezes, significa ter medo: de falhar, de não ser capaz, de tentar novamente e sentir a mesma frustração.
Talvez eu recue não por falta de desejo, mas por ainda não saber lidar com a distância entre aquilo que imagino e aquilo que consigo fazer hoje.
Até coisas simples parecem enormes, como tirar a carta de condução. E então penso:
“Se nem isso consigo, como vou conseguir tudo o que sonho?”
Talvez eu não seja o obstáculo. Talvez seja apenas alguém aprendendo a permanecer quando o caminho se torna difícil.
Talvez eu não precise de mais força, mas de mais paciência comigo.
Posso querer e ter medo. Posso cansar, cair e parar para respirar. E, ainda assim, continuar desejando.
Persistir talvez não seja nunca desistir, mas aprender a voltar:
depois do medo,
da frustração,
de um dia ruim.
Voltar para mim.
Talvez a pergunta não seja: “Será que quero o suficiente?”
Mas sim:
“O que acontece dentro de mim quando aquilo que quero exige que eu acredite em mim?”
Talvez seja aí que eu precise começar: aprendendo, pouco a pouco, a não me abandonar sempre que as coisas ficam difíceis.
A verdadeira riqueza não se mede pelo ouro acumulado nos cofres, mas pelo peso das decisões que moldam eras e constroem o futuro da humanidade.
Não vão te aplaudir pela sua caminhada, mas se você tropeçar no meio do caminho, vai ser lembrado disso até o final da sua vida.
O poder absoluto não reside no controle dos recursos, mas na capacidade de transformar o impossível na matéria-prima do amanhã.
A fortuna que atravessa gerações não pertence àqueles que apenas a herdam, mas àqueles que ousam reinventá-la todos os dias.
A história não pertence aos que guardam tesouros, mas aos que transformam o valor em uma força inesgotável que molda a civilização.
Um império não se sustenta apenas sobre o brilho das moedas, mas sobre a solidez de um legado que desafia o tempo e ecoa por séculos.
Você não constrói um império de séculos buscando a aprovação das multidões, mas antecipando as necessidades delas antes que percebam que as têm.
Não existem avisos para os últimos momentos. Se houvesse, eu teria segurado o seu abraço por mais alguns minutos, teria ignorado o relógio e dito, com todas as letras, o quanto você era o centro do meu mundo. Mas a vida não oferece esse roteiro; ela simplesmente acontece e, às vezes, nos deixa para trás com as mãos cheias de "depois" que nunca chegarão.
Dói perceber que o que mais me machuca não é apenas a sua ausência, mas o silêncio que ficou entre nós. Guardei tanta coisa achando que o tempo era infinito, que teríamos outras manhãs, outros cafés e outras chances de consertar os erros pequenos. Agora, me vejo revisitando nossas memórias como quem tenta encontrar uma saída em um labirinto, procurando o instante exato em que eu deveria ter feito diferente.
Essa sensação de algo inacabado é um peso constante. É uma saudade que não tem para onde ir, um fim que não faz sentido porque não teve um ponto final, apenas reticências.
Escrevo isso não para pedir que volte, mas para libertar o que sufoquei aqui dentro. Quero que saiba que, mesmo no silêncio, você foi importante. Que cada palavra que deixei de dizer agora se transforma nesse desejo sincero de que você encontre paz, onde quer que esteja. Estou aprendendo a carregar esse vazio sem deixar que ele me destrua, transformando a falta do seu adeus na minha própria maneira de seguir em frente.
Não esqueça: a noite também vagueia quando um coração está ferido. Num coração ferido, um simples boato é capaz de derrubar um império.
Não temo o que ruge. Sou filho do silêncio que antecede o trovão. Eu tento apenas enxergar, no escuro, aquilo que me constitui, porque a noite já não me apaga nesse frio imensurável. Não peço abrigo ao mundo, pois sou feito da mesma matéria que o inaugura — sou, portanto, este mundo. Por isso, para mim, eliminar-se em nome da memória é apenas uma forma elegante de dizer que se suicidou.
Se você não tiver a coragem, e a ousadia de enfrentar seus medos, você será mais um, a dizer depois, eu podia ter tentado mais.
Não tenhas medo das coisas ruins do mundo, meu anjo. Eu vou te proteger com os meus braços e te dar segurança, porque tu és a pessoa mais importante para mim. Meu bem, nos dias em que te sentires muito sozinha e triste, lembra-te: eu estarei bem aqui, segurando a tua mão e limpando cada uma das tuas lágrimas.
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