Aprende que Nao Importa o quanto Vc se Importe
Deixe-me explicar o porquê não podemos dar conta do nosso inconsciente sozinho. Primeiro, imagine o seu inconsciente como a Lua e a sua consciência como à Terra, e imagine que o movimento físico de rotação seja igualmente similar ao movimento inconsciente-consciente das suas ações, nesse sentido, da Terra só podemos ver o lado aparente da Lua, bem como, sozinhos e ainda que nos esforçamos, só podemos ver o lado da superfície do nosso inconsciente, apenas a ponta do iceberg.Para alcançar o nosso inconsciente mais profundamente, precisamos de um meio que como homem através do foguete foi até a Lua para vê-la completamente, a análise leva você para o lado oculto que sua consciência por si só não consegue alcançar.
A maturidade cristã não se resume a acumular versículos, mas consiste em viver a Palavra; porquanto ler o cardápio nunca saciou a fome de ninguém.
Quem nunca deu sumiço em 134 milhões que atire a primeira pedra! Não vale pedra muito grande! Senão, o Rachadinha vira pó!
Uma vez tentaram exorcizar o falso mito, mas não deu muito certo! Os 3 exorcistas enviados foram: Kelmon, Malafaia e Epstein!
Se ninguém pudesse ver a minha vida, se ninguém pudesse me admirar, se não houvesse curtidas, elogios ou aprovação… eu ainda escolheria viver exatamente assim?
Idoso não é ser-se velho.
Idoso é aquele que tendo sobrevivido a todos os auges e desertos, vive alegremente a sua segunda juventude tendo em si uma criança sem idade.
Como não haveria de ser eu um lobo da estepe e um mísero eremita em meio a um mundo cujos objetivos não compartilho, cuja alegria não me diz respeito! Não consigo permanecer por muito tempo num teatro ou num cinema. Mal posso ler um jornal, raramente leio um livro moderno. Não sei que prazeres e alegrias levam as pessoas a trens e hotéis superlotados, aos cafés abarrotados, com sua música sufocante e vulgar, aos bares e espetáculos de variedades, às feiras mundiais, aos corsos, aos centros culturais e às grandes praças de esportes. Não entendo nem compartilho dessas alegrias, embora estejam ao meu alcance, pelas quais milhares de outros tanto anseiam. Por outro lado, o que se passa comigo nos meus raros momentos de júbilo, aquilo que para mim é felicidade e vida e êxtase e exaltação, procura-o o mundo em geral nas obras de ficção; na vida parece-lhe absurdo. E, de fato, se o mundo tem razão, se essa música dos cafés, essas diversões em massa e esses tipos americanizados que se satisfazem com tão pouco têm razão, então estou errado, estou louco. Sou, na verdade, o Lobo da Estepe, como me digo tantas vezes — aquele animal extraviado que não encontra abrigo nem ar nem alimento num mundo que lhe é estranho e incompreensível.
Não percamos tempo com quem não tem tempo para nós.
A sabedoria da idade traz-nos o silêncio e a consciência de nos sabermos sós e ínfimos.
É assim que nascemos, e assim havemos de morrer.
Vivamos pois, um dia de cada vez, uma hora, um minuto, um segundo e sejamos gratos por isso, porque daqui a cem anos, provavelmente ninguém nos recordará.
A pedra e o abismo.
Uma vez ouvi um conto, se verdadeiro ou não, não me interessa. Afinal de contas do que me adiantaria me interessar por algo que não impactará a minha existência? Por que dar créditos a questões que logo virarão uma névoa em minha mente? Mas...Mesmo assim, movido por um momento de fraqueza, irei compartilhá-lo.
Em um lugar distante havia um abismo, e a lenda era de que ele não tinha fundo. E por ser algo tão curioso, uma cidade em torno dessa atração nasceu, e não podendo ser diferente ela foi chamada de Abismolândia. Os moradores não exploravam o abismo, e impediam qualquer tentativa de exploração, até porque era interessante manter o mistério e o status do abismo sem fundo, o que era bom para a cidade. Afinal de que adiantaria um abismo com tantos metros de profundidade, pois se isso acontecesse seria somente um abismo qualquer. E é inegável que há lucro na perpetuação da ignorância.
Porém em um belo dia, um jovem morador da Abismolândia resolveu ir até a beira do abismo e lá de cima lançou uma pedra. Nada escutou. Lançou outra, e nada! Realmente o abismo parecia não ter fundo. Ficou admirado e, juntando mais algumas pedras, ligou para alguns amigos, e lá de cima ficaram arremessando as pedras no abismo.
A disposição dos jovens fazendo tal traquinagem acabaram por atrair mais pessoas, e estas começaram a jogar pedras no abismo. Cada pessoa arremessava sua pedra com alguma intenção, e ao agirem dessa forma acabaram por criar várias categorias de arremessadores. Havia aqueles que como em um poço dos desejos, faziam seus pedidos. Havia aqueles que disputavam quem arremessaria a pedra mais longe. Havia aqueles que se sentavam e ficavam filosofando sobre a queda aparentemente infinita da pedra. Afinal, não importava a forma e a motivação pela qual as pedras são arremessadas, e nem o porquê, o que importa é que todos estejam arremessando-as. E assim, pessoas de todos os lugares, se dirigiam até ao curioso abismo para lançar sua pedra (que nesse momento já era vendida pelos melhores pedreiros da região). E com o passar do tempo, o provável aconteceu. Um belo dia ao arremessarem uma pedra no abismo, passado um tempo, ouviu-se um baque surdo. Silêncio! Alguém gritou. Incrédulos atiraram outra pedra, desta vez maior. E o barulho se repetiu após alguns minutos.
O abismo afinal, tinha fundo! A novidade se espalhou pela cidade e o pânico entre os moradores foi automático. A cidade estava arruinada em sua reputação! Cochichavam uns. O abismo tinha fundo, logo, a propagação dessa ideia poderia ocasionar um colapso econômico e social sem precedentes previsíveis. Afinal toda a economia local, dependia da exploração de um abismo sem fundo. Reuniram-se os moradores e estes temendo o pior para aquela localidade tomaram atitudes para proteger a descoberta e decidiram que a partir daquele momento estava proibido atirar pedras ou qualquer outro objeto no abismo, visando protegê-lo (não porque tivesse fundo, mas porque era o mais ecologicamente correto a ser feito). O local foi fechado e isolado em nome da segurança dos transeuntes. Afinal de que adianta uma mentira se essa não pode ser sustentada? De que vale viver uma verdade se ela é destruidora dos sonhos de toda uma sociedade?
Mas tais ações tiveram consequências, e o povo itinerante, proibido de ir até o local do abismo, deixou de frequentar a cidade e os impactos ficaram visíveis.
Os moradores tinham que achar uma solução, e tentativas não faltaram. Vamos descer no abismo e cavá-lo mais, diziam uns. Vamos criar a lenda do monstro do abismo, para trazer curiosos e afastá-los ao mesmo tempo, diziam outros. Enfim as mais esdrúxulas ideias surgiram, mas nenhuma conseguia resolver o problema causado por eles mesmos. (faz parte da natureza humana criar problemas para depois tentar resolvê-los criando outros problemas)
Problemas somados a problemas acabam por gerar situações extremas que exigem decisões extremas. E aconteceu que um morador em tom de brincadeira disse: “Por que não vamos todos morar dentro do abismo? Vamos levar a cidade para dentro do abismo e seremos o povo que habita o abismo”. A ideia estranha ganhou adeptos, e assim aconteceu.
Hoje Abismolândia continua sendo uma atração, não pelo abismo, mas pelo povo que habita no fundo do abismo. (e toma-lhe pedrada)
O conto não se trata do abismo e muito menos da pedra. Pensadores, pensemos.
Massako.🐢
Não julgues ninguém pela voz que outros emprestam. Podes perder almas raras por causa de um murmúrio que nunca soube o que é amar.
É tudo um momento, não seja um jumento! Quem zurra é o burro, não seja um asno, esqueça a mula, vote no Lula!
DIA HISTÓRICO!
O Senhor da guerra foi vencido pela paz e amor! Trump não fez arminha, fez L de lulinha!
A verdadeira oração não se limita a pedir o que precisamos, mas se realiza quando Te entregamos tudo o que somos.
Rachadinha diz que não tem problema para conversar com EUA e China!
MENTIROSO!
Eles não falam com jumentos!
O único milagre que o falso Messias fez foi a facada sem sangue! Se bem que barata não tem sangue! Mito desmistificado!
O que é o amor?
Não sabe o que é o amor,
só conhece a dor.
A vida, nada generosa,
esqueceu-se de lhe mandar rosas.
Só lhe mostrou espinhos,
e segue ele seu solitário caminho,
deserto... nunca ninguém por perto.
Todas lágrimas derramadas,
todas as lágrimas choradas...
com a chuva misturadas
e ninguém notou nada.
A esperança... só por um átimo...
e sumiu, entre seus dedos...
desapareceu...
e no lugar deixou puro medo.
Vida sem amor, um silêncio profundo,
Um céu sem estrelas, vazio no mundo.
Caminhos desertas, corações sem cor,
Ecoa no peito o frio da dor.
Sem o toque suave que aquece a alma,
Falta o brilho terno, falta a calma.
Mas mesmo na sombra, uma luz a brilhar:
Esperança que um dia o amor vai chegar.
E ele é forte,
embora a dor quase não suporte,
segue... sabe que, no fim,
há um amor que a ele importe...
e, com ela, o doce fim de sua triste sorte.
Não, não tem graça
Não, não tem graça...
Você pinta meu céu negro,
de um negro mais negro que a escuridão
de uma noite eterna, que passa, que passa...
mas nunca passa.
No céu negro, nuvens pesadas se arrastam,
segredos sussurrados em rajadas de ventos que me sufocam...
silêncio sepulcral envolve minha noite em pesados véus,
o vento canta histórias misteriosas e graves.
Cada sopro é um toque, cada sombra, uma ameaça,
na vastidão escura, um manto de cansaço me arregaça.
E assim segue a terra, sem paz e em profundo mistério,
sob o céu que guarda o infinito etéreo... mas tenebroso e denso.
Não, não tem graça...
Você torna minha vida mais noite que a própria noite...
você passa
com seus açoites
é um vulto que passa
e por onde passa vai semeando desgraça.
Não, não tem graça..
Tá rindo do quê?
Da minha desgraça?
Olha que essa coisa passa.
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