Aprende que Nao Importa o quanto Vc se Importe
A juventude é apenas ansiedade. Igualmente quando você não consegue esperar um açúcar derreter no café.
Se você não me disser a verdade, não tem como eu ajudar a minha metade. Se tem outro em meu lugar ou se você quer colocar, te deixo livre para viver. Não prometo te esperar, o coração vai cicatrizar e uma hora sei que vou te esquecer. Se era medo de me machucar, já tem meu perdão. Tá esperando o que?
"Hoje em dia há filhos que não escutam nem o pai e nem a mãe; damos conselhos e eles não estão nem aí, só Deus para ter misericórdia."
O medo provocador é o labirinto de catarse cinzelado pelo abismo, que não busca a nossa queda, mas nos força a queimar as próprias sombras para decifrar o enigma da força.
Reno Fioraso
Eu não vou embora.
Você pode abrir a porta .
E falar vai te embora.
Eu quero viver contigo.
Você sabe que a amo.
Qui sou teu amigo.
Me estende a tua mão.
Porque você é o meu mundo.
O amor mais lindo no mundo.
Meu reino de alegria.
Você é magia.
Não diz não.
Meu amor.
Quero estar do teu lado
Fundir nossos pecados
Unir nosso amor
Meu amor
ponte
Eu não vou embora.
Você pode abrir a porta .
E falar vai te embora.
Eu quero viver contigo.
Você sabe que a amo.
Qui sou teu amigo.
Me estende a tua mão.
Não me diz não meu amor. ⁸
Porque você é o meu mundo.
O amor mais lindo no mundo.
Meu reino de alegria.
Você é magia.
Não diz não.
Meu amor.
Quero estar do teu lado
Fundir nossos pecados
Unir nosso amor
Meu amor
Meu amor
Meu amor
Meu amor
Não me diz não meu amor.
A Verdadeira Vitória é Íntima
Não existe satisfação maior para a alma do que olhar para trás e perceber que vencemos um desafio que julgávamos impossível. O verdadeiro prazer de lutar não está em derrotar os outros ou em provar algo para o mundo, mas em superar os nossos próprios limites. Cada barreira material ou emocional que quebramos no dia a dia é um troféu silencioso que a nossa consciência conquista. Olhe para a sua trajetória com orgulho. Cada passo dado com esforço e dedicação aproxima você do seu verdadeiro potencial, transformando o cansaço da batalha na alegria da colheita.
Viaje, mas não para fugir
Sente-se sozinho, mas não para se esconder
Olhe, mas não para preencher
Veja, mas não para encontrar
reconheça, mas não para nomear
possua, mas não para reivindicar
Ame, mas não possua
maravilhe-se, mas não fique obcecado
Aspire, mas não alcance
ensina, mas não pregue
confie, mas não espere
desista, mas não desista
Pergunte, mas não para dar significado
observe, mas não julgue
conecte-se, mas não divida
pertença, mas não se encaixe
Deseje, mas não se satisfaça
individualize, mas não identifique
Paulo H Salah Din
Não sussurre no meu ouvido "só vivemos uma vez".
Nós não.
Vivemos infinitamente.
Eternamente,
Condenado a um "requintado para sempre".
Parece que o eu leva ao não-eu,
a mente aponta para a não-mente
e o sonho reflete de volta o sonhador.
No entanto, tudo acontece sem estrada, sem ponteiro,
e sem reflexo.
Quero dizer-te coisas,
mas tu e eu sabemos que
as palavras não passam de um fluxo de ar complicado.
Só o silêncio diz a verdade.
“Todos os caminhos levam ao lar.”
Verdade, mas não em um sentido linear, não como um meio para um fim.
O lar não é um destino encontrado no limiar do tempo.
A verdade é o reconhecimento sem caminhos do que é.
Não apenas um reconhecimento, mas simplesmente as gargalhadas existenciais que surgem quando a busca desmorona o sujeito buscador e o caminho se aniquila.
“Todos os caminhos levam a lugar nenhum” tem um tom melhor de verdade.
A maioria dos ensinamentos espirituais objetiva a verdade que o deixa preso na dualidade sutil de sujeito/objeto.
A mente o ama, pois é diviso em sua própria natureza.
Tudo o que ela faz é conceituar o absoluto.
Ele evoca um assunto de um acontecimento contínuo e diz
"este sou eu,
o resto não é"
como pegar uma onda do oceano ... fofo, mas impossível na realidade.
A maioria dos ensinamentos lança a ilusão de um caminho que obscurece o verdadeiro olhar do supremo e o deixa engolido pela inquietação envolvente da linearidade - a imitação da chegada.
E mais cedo cada caminho que você trilhar será deixado abandonado,
mais frequentemente julgado por tê-lo enganado.
Você então atesta seu caminho recém-descoberto.
"Esse é o novo caminho. Eu encontrei o caminho."
Então, por que ensinar?
não ensine.
Simplesmente compartilhe o que mexe com sua alma, humildemente.
Minha descrição favorita de um verdadeiro professor é transmitida pelas palavras de Laozi
“ele/ela ensina sem um ensinamento, para que as pessoas não tenham nada a aprender”
A verdade não precisa de caminho nem de ponteiro.
É o dedo e a lua, pois nunca houve distância entre sua existência aparente.
A verdade se manifesta em todas as coisas.
Mesmo objetos inanimados tentam nos revelar Deus.
Para saborear a verdade irrevogavelmente,
todos os caminhos ou a ilusão deles devem desaparecer,
toda conceituação deve ser abandonada,
... incluindo o mito do "eu".
Existe realmente um caminho certo
Ela deixa ir.
E talvez seja isso a coisa mais próxima de liberdade que existe: não confundir queda com morte. Não confundir mudança com derrota.
As folhas caem e ninguém pede desculpa.
O tronco continua.
E de algum jeito que ninguém explica direito, isso ainda é vida.
PARA QUE SERVE POESIA?
Dizem que poesia não enche a barriga.
E estão certos.
Também não troca o óleo do carro, não paga o aluguel atrasado nem impede que o mundo continue fabricando idiotas em série.
Mas experimente viver sem ela.
A vida vira uma fábrica. Um relógio. Uma fila. Você acorda, trabalha, sorri por obrigação, envelhece e morre sem nunca ter descoberto quem estava respirando dentro da sua própria pele.
A poesia é o que sobra quando todas as desculpas acabam.
Ela é o sujeito bêbado olhando a chuva pela janela e percebendo que ainda existe alguma coisa que dinheiro nenhum consegue comprar. É a mulher que ri no momento errado. É o velho cachorro esperando o dono voltar. É o silêncio entre dois amantes que já disseram tudo.
O mundo vive perguntando para que serve a poesia.
É a pergunta errada.
Ninguém pergunta para que serve um pôr do sol. Um beijo. Uma gargalhada. Um coração que insiste em bater depois de ter sido partido vinte vezes.
A poesia serve ao mesmo propósito de continuar vivo quando tudo ao redor parece empenhado em convencer você de que sobreviver já é suficiente.
E sobreviver...
Isso qualquer máquina faz.
Viver exige versos.
*DENTADA*
Te invadi.
Te ocupei.
Não foi guerra.
Foi convite.
A boca veio sem pedir licença
e assinou na pele o recibo:
estive aqui.
Com fome.
Não tem sangue, tem marca.
Roxo que vira amarelo,
depois some.
Efêmero como tudo que queima.
Ninguém bateu.
Ninguém prendeu.
Foi mordida de quem sabe
que a carne é fruta
e a noite é curta.
Não me venha com culpa.
Culpa é pra quem reza.
Aqui a gente devora.
Sem faca, sem garfo,
só dente e vontade.
A marca fica dois dias.
A lembrança fica dois anos.
A tensão não conta tempo.
Ela mora entre a pele e o lençol,
naquele lugar onde o arrepio
ainda não decidiu
se é medo ou se é mais.
Não foi castigo.
Foi assinatura.
Um carimbo de "estive viva"
num corpo que esquece rápido
mas que, por um segundo,
quis ser banquete.
E se amanhã não tiver nome,
pelo menos teve gosto.
E o gosto,
ninguém tira.
Houve um tempo em que ele acreditava que pisaria num foguete. Não porque gostasse de ciência. Porque toda criança precisa inventar um céu onde a vida pareça valer a pena. O foguete nunca foi um veículo. Era uma mentira bonita. Daquelas que se contam para não perceber cedo demais que o mundo costuma distribuir mais boletos do que milagres.
Depois vieram os quarenta.
A idade em que o espelho deixa de fazer gentilezas.
Ali ficou claro que nenhum foguete pisaria o quintal daquela casa. Restou o café frio, os bares de luz amarela, algumas mulheres que passaram como chuva de verão e amigos que aprenderam a sorrir para fotografias enquanto enterravam silenciosamente a própria fome de existir. Ele ainda procurava alguma coisa. Não sabia o nome. Chamava de sentido porque qualquer palavra menor pareceria covardia.
Agora vieram os sessenta e dois.
A essa altura, não dói apenas o corpo. Doem as expectativas que sobreviveram tempo demais.
Os dias se parecem com copos vazios esperando por uma bebida que nunca chega. Não é exatamente tristeza. É um cansaço antigo. Um animal velho dormindo no peito.
Às vezes, observa uma folha cair da árvore.
E sente um impulso ridículo de colocá-la de volta no galho.
Como quem pudesse devolver um casamento ao começo, uma amizade ao primeiro abraço, um pai à juventude, um amor ao instante em que ainda não conhecia a despedida.
Mas folhas não voltam.
Nem pessoas.
Nem o tempo.
Todo mundo merece um dia melhor, pensa ele. O problema é que ninguém ensina o caminho. Ensinam a produzir, competir, acumular, parecer feliz. Nunca a existir.
Durante muitos anos procurou sua rainha da beleza.
Não a mulher das revistas.
Essa morre quando a maquiagem encontra a primeira lágrima.
A rainha que procurava tinha outra anatomia. Beleza sentimental. Inteligência que abraça sem tocar. Capacidade de permanecer em silêncio sem transformar o silêncio em distância. Uma mulher cuja alma não estivesse à venda por curtidas, status ou conveniências.
Ainda procura.
Talvez ela também esteja perdida em algum balcão de bar, fingindo que o gelo do copo basta para resfriar a solidão.
Olha para antigos amigos.
Todos parecem brilhar.
Casas maiores.
Carros melhores.
Viagens.
Sorrisos impecáveis.
Mas ele já não acredita tanto na luz.
Aprendeu que existe um sol artificial iluminando a terra da normalização.
Lá, o verbo ser foi lentamente assassinado pelo verbo ter.
As pessoas compram identidades em prestações.
Vendem a própria autenticidade em troca de aprovação.
Sorriem como quem cumpre expediente.
Abraçam como quem assina um contrato.
A empatia virou artigo de luxo.
A delicadeza, uma excentricidade.
A verdade, inconveniente.
Talvez seja por isso que se sinta preso numa bolha.
De um lado, o mundo do faz de conta.
Do outro, um mundo real que quase ninguém parece querer habitar.
Nesse lugar antigo, os valores ainda tinham peso. A palavra ainda valia mais que uma assinatura. O afeto não precisava produzir conteúdo. A dor podia existir sem virar espetáculo.
Talvez o erro nunca tenha sido do mundo.
Talvez tenha sido nascer acreditando que honestidade seria suficiente.
Ainda assim, todas as manhãs ele acende um cigarro imaginário para conversar com as próprias ruínas. Serve um copo como quem brinda aos mortos, aos amores que não vieram, aos sonhos que explodiram antes da decolagem.
E continua vivo.
Não porque espere um foguete.
Nem porque a felicidade esteja logo ali na esquina.
Continua vivo porque existe uma estranha dignidade em permanecer inteiro quando tudo ao redor insiste em ensinar a arte de apodrecer por dentro.
Talvez seja isso envelhecer.
Descobrir que o mundo nunca prometeu salvação.
E, mesmo assim, recusar-se a chamar de vida essa enorme coleção de sorrisos emprestados
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