Apatia
Às vezes, você está tão desanimado, tão sem energia que parece que não aguenta dar mais um passo. Nessas horas é que você precisa ser mais forte ainda, cansaço não é sinônimo de fracasso e exatamente por já ter lutado tanto é que você não pode desistir. Continue!
A espera da vida, passou despercebido.
De olhos fechados, tentando enxergar o brilho cintilante, morreu cego.
Viver é entender que a vida não é destino, é caminho.
Eu já me revoltei contra o silêncio. Já dei muitos tapas na ignorância. Já lutei contra a inércia. Nunca entendi a apatia. E me recuso a aceitar a submissão.
Tudo que exige ALGUMA disciplina é visto como chato pelo indolente, o acomodado que racionaliza a inércia, a justifica.
Oi, como você está? (TRL)
- 😶 (R) [esse silenciar é para não lamentar] significa que está péssimo.
- Como foi seu dia? (R)
- Foi bom, e o seu? (TRL)
- 😶 (R) [...]
- Senti saudades de você hoje (R)
- Eu também, você já faz parte do meu dia (TRL)
- Posso te escutar? (R)
- Desculpe, não vai dar (TRL)
- Tudo bem... [💔😢] (R)
- Fique bem (TRL)
- Você também (R)
... A partir daí só aumentou a dor...
Não é todo dia que estamos dispostos, felizes ou com ânimo, mas pensar positivo é preciso. Crer no melhor, no nosso melhor, é necessário.
Então, bota um sorriso no rosto, e ainda que não consiga fazer isso, saiba que tudo o que você está passando irá, de um jeito ou de outro, melhorar.
Fé na batalha!
@keylak.holanda
Não é o ódio. O contrário da palavra amor é a indiferença. Em uma sociedade indiferente como a nossa prefiro ser antônimo.
Se você está insatisfeito(a) ou não concorda com algo à sua volta, porém não faz nada a respeito, provavelmente o CONFORMISMO te dominou. Assuma o papel de PROTAGONISTA da sua vida!
Não seja murcho
Conheço muitas pessoas que vivem de projetos, sonhos e fantasias. Mas na hora de realizar adiam, sempre, por mais um dia.
As oportunidades surgem, mas tem sempre um problema que a limita, seja a falta de grana, a indecisão, ou a falta de coragem, mas em geral são apenas uma desculpa vazia.
Pessoas mais ou menos se contentam com a média, com o "todo mundo" e adoram um "tanto faz". Não vibram, não lutam, apenas sorriem amarelo e adiam a vida um pouco mais.
Gente murcha não faz festa, não brinda, não sua, não grita, não briga, não chora, não arrisca. Mas reclama baixinho da falta de graça com que leva a própria vida.
Não seja uma pessoa murcha.
Bruno Fernandes Barcellos
Psicólogo Clínico - CRP:05/39656
Atendimento para adultos e idosos.
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Calma
Mergulhei numa calma esquálida,
muda,
inodora,
insossa,
pálida...
No enterro dos sentidos,
vi espectros de sonhos perdidos,
pilhados,
massacrados,
arruinados,
esquecidos...
Com o féretro das emoções, cerrou-se o dom.
Morreu o ruim e morreu o bom.
À escuridão perdeu-se o tom.
E o silêncio trouxe o som,
o gemido,
o grito,
o apito
ultrassônico
da criança
reprimida.
O oposto de felicidade talvez não seja tristeza. Talvez seu oposto seja própriovazio deixado por não senti-la. A tristeza, ainda que tristeza, ocupa o espaço deixado pela felicidade. Talvez o oposto de felicidade seja a apatia de não sentir.
Administrar a indiferença de algumas pessoas é quase impossível. Conviver com pessoas apáticas é cansativo e sobrecarrega o meu emocional. Como não posso controlar isso, afasto-me.
Uma forma eficaz e perigosa de lidar com a dor é o esquecimento: A princípio parece que funciona muito bem! Mas aí nascem os vícios como uma ferramenta de fuga da própria identidade.
Com o tempo de tanto fingir que a dor não era algo comigo, eu perdi a minha personalidade.
Nesse processo de despersonalização o meu comportamento se deformou de um jeito que me tornei alguém que nem me reconhecia...
Um estado de apatia crônica!
A indiferença pode nós conduzir a uma jornada muito perigosa!
Pensamentos viciam mais do que qualquer droga.
"Brasa"
Sinto? Talvez sim.
Mas não como antes.
Havia um fogo em mim,
onde cada emoção era álcool.
Bastava um toque —
e eu explodia em chamas.
Belo, mas perigoso.
Foi assim que me afoguei em fantasias,
jogando horas do meu vasto dia
em cenários que não existiam.
Romance era refúgio
(e cárcere também).
Depois, veio o silêncio.
A dor me acordou.
E o fogo… virou brasa.
Hoje, é morno.
Quase não aquece,
mas também não queima.
Estranho.
Talvez necessário.
Talvez... uma saída, proteção.
Mas sinto falta, confesso
da melancolia que me fazia poesia,
da música suave ao apreciar a vista na janela,
do cheiro da chuva,
da beleza quieta do mundo.
Agora, meus olhos molham,
mas não choram.
A lágrima não escorrega
ela apenas sussurra.
E algo, dentro de mim,
a seca.
No começo, temi.
Temi virar pedra.
Temi nunca mais sentir.
Mas talvez...
seja uma lição.
Nem sempre a vida é sentimento.
Às vezes é fé.
Às vezes é razão.
Às vezes é só... viver.
Viciada em fugas
mundos paralelos de doçura.
Mas um dia doeu tanto,
que eu fui embora dali pra sempre.
Desde então,
sinto tudo mais leve.
Até demais.
Deveria doer.
mas só pesa.
E o medo volta:
e se eu não sentir nunca mais?
Mas talvez...
só talvez...
sentir de forma calma
também seja amar, também seja sentir.
E há esperanças
uma brasa, ainda queima de maneira escaldante
quem sabe torne-se eu novamente uma amante?
dessa vez, sem impulsos
sem extremos.
Tentar acordar alguém no sofá é inútil; a pessoa apenas se vira e volta a dormir. E seria pior ainda dançar no sofá. A vida não foi feita para o comodismo e a apatia. A vida foi feita para ser vivida, e de preferência não adormecida.
A incerteza nos obriga a abrir os olhos e os demais sentidos, o que nos faz parar de avançar às cegas ou movidos pela inércia ou pela apatia.
"Você já se sentiu invisível? Um borrão, turvo e opaco que não é notado.
Solidão, desinteresse, monotonia, cansaço.
O mundo continua girando e eu só queria parar.
Às vezes queria correr pra longe, um lugar novo, em busca de algum sentimento, alguma emoção. Outras só queria deitar e dormir.
Minha melhor alternativa tem sido enfiar a cara nos meus livros. Me transportar por eles para outros universos, viver suas vidas, suas aventuras e sentir. Sentir qualquer coisa diferente do nada que vem crescendo dentro de mim.
Apatia, fome de não sei o que, sono, tanto sono.
As distrações são momentâneas, os medos vêm e vão, o sorriso tenta fincar raízes, mas falta terra firme. Meu mundo já foi colorido mesmos no meu pretinho básico. Nos meus tons pastéis tinha um arco-íris lindo, hoje já nem sei se reconheço um."
Iasmin Borges
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