Apagar a minha Estrela
Menina, Amiga
Uma menina de olhos verdes
Uma menina que se tornou minha amiga
Uma amiga de olhos verdes
Uma amiga que me escutou quando precisei desabafar
Uma menina de olhos verdes tão lindos como o verde de um lindo jardim
Uma menina que posso chamar de irmã
Uma amiga com olhos verdes que me encantam
Uma amiga que sei que pode me trazer a paz quando eu precisar.
Uma menina de olhos verdes que esboçam a sua beleza em meu coração
Uma menina que acalma meu coração, alegra meu dia
Enfim uma menina, amiga.
Não tenho mais o tempo que passou mas tenho muito tempo pela frente.. Nada do que passou na minha vida foi tempo perdido: é tudo tempo passado, o que faz diferença é o que vai acontecer
Minha vida é uma simples repetição, mudam-se apenas as pessoas, pois as emoções são sempre as mesmas...
Ouvi um pensamento do Miss. Roberto Bueno que mexeu muito com minha mente que alguns países não precisam ser evangelizados e sim resgatados, pois já foram evangelizados.
É verdade estamos pregando para Crentes que estão descrentes e se esquecendo de países realmente necessitados do Evangelho Genuíno, mas por outro lado são países que necessitam de muito investimento financeiro e de pessoas dispostas, (e preparadas) mas o retorno é muito pouco de conversões e financeiro muito menos; por isso pregamos onde podemos ganhar membros descontentes de outras "igrejas" onde não necessitamos de muito conhecimento bíblico e sim de um bom discurso e pouco investimento para um bom retorno.
Estou cansado de pregar em Púlpitos, cansado de "igreja ou culto" de Domingo, Quarta e Sexta às 19:30 hs...só está faltando colocar no mural da "igreja" apos o culto viva a seu gosto; cansei de campanhas da vitória, a unção que faz a diferença...cansei de santidade imposta no púlpito e no dia a dia o mais forte vence, cansei de hinos que não Adoram o Criador e sim a criatura. "Agora é a sua vez de humilhar"...
Precisamos voltar urgentemente à simplicidade que a no Evangelho de Cristo.
E simplicidade não é falta de conhecimento e sim viver a graça como ela é.
Graça por graça. Pois pela graça somos salvos. Salvos da separação do pai celestial, e agora precisamos ser salvos da institucionalização religiosa.
Estamos mais parecidos com nossa organização do que com Cristo.
Que Deus nos ajude, pois o julgamento vai começar pela casa de Deus. I Pedro 4.17
Amorim, seu conservo.
Maio de 2011
Mulheres epiléticas
As mulheres da minha época estão confusas, quase epiléticas
Assombradas com a falta de ética
Com a correria frenética
Essa correria decadente, latente
Tudo porque inventaram uma história para a gente
Uma história de alguém que nunca estará presente
Alguém realmente inexistente
Desejo ardente de alguém, aquele ser que contaram para gente
Então, a gente reinventa a gente.
Minha força está na dor, na solidão, na saudade, no amor, no carinho, no desejo, no sonho que não existe mais, na certeza, na liberdade, na vontade.
Minha força está em ser realista, em acordar para o mundo e viver para a vida, está nas mentiras e nas falsas promessas.
Não posso exigir que tudo em minha vida seja perfeito,
mas posso exigir flexibilidade na minha maneira de ver as coisas.
Deleito-me na minha ignorância, sabendo que há verdades que eu não posso compreender. O que é intangível para mim nunca passará de suposições. Um certo dia, não neste mundo, o absoluto se mostrará e fará cair o relativo.
Se ainda não tenho um alguém pra passar todos os dias da minha vida.
Ao menos tenho várias que me dão a sensação de satisfeito em todas as noites.
Estava assustada nos últimos dias, uma moral despedaçada e minha identidade tão suja quanto meu corpo. Bizarro, meu futuro se perdia entre mesas de um bordel. Interligada entre couro x seda por um querer perigoso, frio na espinha, arrepio no corpo todo e aquilo que me arrancava um sorriso me dava junto à certeza que não ficaria para o final. Enganei-me! Não podia fazer mais nada, minha boca ardia, meu corpo tremia a cada golpe. Naquela noite não me vendi. Dei-me por inteira.
Combater com meus próprios sentimentos? Distraída por devaneios que assombravam minha mente, sem resultados, me perdia em perguntas sem respostas e memórias fotográficas. Talvez a história ficasse mais fácil! Não estava dando prioridade á mim e ainda forçava um sorriso torto.
- Alô? No silêncio, um suspiro aveludado. Não sabia se desmoronava ou me edificava, mas insisti: - A alguém ai? Nada suave, uma voz rude e nada siguinificativa pra mim:
- Valentina dessa! Alguém há espera.
