Ando

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Quero viajar mais leve, ando carregando muitas bagagens inúteis.

⁠(Des)entendida...

Como se diz lá nas nossas Minas Gerais
ando “disintindida” sobre a vida... da vida...
buscando apenas “sentir’ a sua grandeza e inteireza...

Tentando deixar fluir... fruir cada instante
com alegria e poesia...
buscando a sabedoria divina
na simplicidade profunda que funda a vida...

Uma literatura fundura candura...

sem duras penas...
apenas o encanto... o teu canto...
no nosso canto... um cantinho
cheinho de sedução e canção...

⁠Ando sobre uma linha tênue entre a solitude e a solidão, nem sempre consigo manter o equilíbrio necessário,
é frequente a oscilação, entretanto, felizmente, pendo mais, geralmente, para o lado saudável, algumas vezes, depende da situação.
A Solitude já é de casa praticamente, é bem vinda, sabe ser amigável enquanto que a Solidão é muito inconveniente, costuma aparecer na hora errada, então, apesar de eu gostar um pouco da sua companhia,
só posso aceitá-la no máximo como visita e que sua estadia seja breve
e que demore para voltar.
Busco ser resiliente e ter um comportamento sensato,
admito que esta situação não é fácil de lidar, mas não devo deixar de buscar,
pois, se Deus quiser, valerá a pena
cada momento equilibrado que eu puder alcançar.

Tudo bem, ando mesmo um pouco diferente e absurda, hoje adoro acordar cedo em segundas-feiras, cheia de ataques cardíacos.
(Espera, eu vou contigo)

Não ando de acordo com a moda porque não gosto de nada que acaba...

"Ando cansada de carregar culpas que não são minhas."

Acho que tem algo errado comigo. Ando me sentindo diferente.

É, agora eu ando assim. Assisto programas que não me interessam, faço coisas que eu não quero, ouço músicas que eu não gosto e frequento lugares que não são meus. Vivo outra vida, interpreto outro papel, e ponho mais maquiagem , tentando mudar tudo que eu sou pra ver se muda também as coisas que eu sinto. Mas pouco importa o quanto eu tente. Uma hora o programa acaba, a música termina e mais cedo ou mais tarde eu volto pra casa. Então eu limpo a cara e volto a ser eu mesma, sem roteiro nem rímel nem blush.

Ando desinformado! Pois, desde quando beleza, dinheiro e popularidade se tornaram mais importantes que caráter? Que sociedade!

Ando na fase dos nãos. Talvez eu não quisesse passar por isso, mas ainda não encontrei um atalho, um desvio qualquer que fosse, desse tal destino que nos é entregado sem qualquer opção de escolha. Odeio o destino, odeio não ter controle, odeio não poder escolher os dias sem compromisso, os encontros que poderiam esperar pelo momento certo. Acredito que Deus tenha feito um ótimo trabalho com o mundo, mas e eu? E o mundo com milhões de “eus” e “outros” que carrego dentro do corpo? E os dias em que chove e meu pneu fura a mais de 50km de casa? E os domingos tão pacatos em que não saio e nem ao menos consigo escrever? E os compromissos em que me atraso porque não consegui decidir por uma roupa? Eu penso sobre inúmeras coisas. Penso se da mesma forma que eu olho o céu procurando Deus, será que alguma vez Ele olhou para baixo me procurando? Será que Deus orou para seu Deus por mim? Que fé Deus tem em nós? Por que essa dolorosa fase dos nãos? Do meu não-sentir, não-pedir, não-ir, não-falar, não-acreditar, não-seguir, não-responder, não-suplicar. Não arrisco, porque eu não tenho mais nenhuma crença. Não duvido, porque até o perigoso pensar das dúvidas me incomoda. Não olhar, não retribuir um olhar que me fita com alguma esperança. Não ser recíproca, porque eu tenho tão pouca coisa para dar, para partilhar, embora que o outro tenha tanta miséria também, mas ter um monte de nãos na boca, nos gestos, no falar, não é ainda mais miserável do que qualquer outra coisa? Não ir, não estar pronta para os novos amores e amigos. Não cogitar uma mudança. Não dar a possibilidade de chegarem muito perto. Não dormir, ter medo do escuro. Não acordar, ter receio da luz que pode mostrar as marcas da minha face. Não responder, dizer uma besteira que me faça ainda menor, ainda mais negativa. Não mexer, não limpar, não se desfazer das cinzas que transbordam o cinzeiro, da poeira que se agarra com as unhas nos quadros da sala, da maresia que deixa o vidro da janela encoberto, das frutas que amanhecem por dias seguidos sobre a bacia na mesa, das manchas de café na camisola ou no chão do escritório. Não dizer não ao não. Me acomodar a essa vontade do não mudar, do não orar por qualquer salvação.

A imperfeição faz parte de mim, o que ando procurando ultimamente é simples, é apenas saber aproveitar mais as pessoas, descobrir uma maneira de viver diferente, pois o tempo passa e eu não quero me arrepender e nem lamentar o que poderia ter feito hoje.

O que se passa comigo? Nada se passa comigo. Eu ando muito bem obrigada. Talvez você esteja me estranhando, é porque eu mudei. Deixei de ser aquela pessoa sem vida e cheia de frescuras. Virei gente, aprendi a amar e estou aprendendo a perdoar. E estou aceitando os defeitos dos outros, não. Não estou aceitando, estou tentando conviver com eles, é completamente difícil pra mim, porque até onde eu sei, sempre fui uma pessoa difícil de lidar. Mas estou trabalhando nisso. Acho que finalmente me encontrei, encontrei o meu ponto de equilíbrio. As vezes me deixou abater por alguns comentários, mas olho no espelho e vejo que não preciso desses comentários, eu sei quem eu sou e o que eu quero, e isso pra mim basta.

Estou num momento de reflexão em minha vida, ando muito pensativa e varias coisas me vêem à mente, e com muitas delas nem sei o que fazer... mas sei que fazem parte de mim, pois adquiri no meu caminho.

Ando triste, ando inquieto, ando só, ando lento, me lamento e desatento no desatino de minha vida. Não sei se corro contra o tempo ou se o tempo corre contra mim, talvez seja só mais uma da vida, quiçá seja só mais uma desventura, dessas que se encontra por aí. Mas de certa forma deixo meu pensar aqui, formosa e pequena flor: Se daqui, minha cara, minh'alma se for, deixarei contigo um pedaço do meu amor, esse amor que deixei guardado, semeado, cultivado e cuidado para você.

Ando tão desacreditada nas pessoas. Toma conta mim um sentimento tão profundo de descrença. Ando ficando cada vez mais na minha. Cada vez mais arredia aos outros. Queria beber o tal chá de sumiço, sem ter data marcada para voltar.

"Ando me estranhando...
passei todos meus limites:
Anteontem liguei para mim mesma.
E não atendi, de medo de não me achar."

cheio de mim
ando meio
transbordando

Pior é que ando sentindo ciúmes de quem não é meu, mas acho que devia ser!

Senhor Deus, lavo as mãos para mostrar que estou inocente. Com os que te adoram, ando em volta do Teu altar cantando um hino de gratidão e falando de Tuas obras maravilhosas.

Ando tentando anular essa saudade com sorrisos,
Mas está difícil esconder tua ausência do coração
É quando o corpo sente essa necessidade de amar
E minha alma suspira baixinho tentando te encontrar
Vira tempestade, desarrumando todo o meu avesso
E eu! Eu chamo teu nome e finjo que você está aqui.