Amores e Desamores
Sou feita de versos e reversos, de encontros e desencontros, de amores, de desamores, de sorrisos e lágrimas, de saudade, lembranças...Sou um pouco vontade, desejo.
Sou o que posso e não posso, mas sou: Sonho !
Os sonhos não vem em vão; Ilusões nem sempre são ruins; Assim como o amor o desamor também faz sofrer; Tudo é muito simples,o complicado éter simpliciade.
Houve um dia em que todos os versos de amor fizeram sentido, houve outro em que todos os de desamor fizeram.
Hoje, fazem sentido aqueles falam sobre apreciar a bela leitura.
É difícil falar de amor, em meio a tantos desamores
É difícil reconhecer o amor, em meio a tantos olhos perdidos
É difícil receber amor, de quem não sabe o que ele é...
Vaidade é algo que passa
Não se diz isso do amor
Às roupas vêm as traças
E assim é o desamor.
Ao fim não se espera
Ninguém quer decepção
Vale muito quem esmera
E cuida do coração.
Ó tempo que tudo mudas...
Amores em desamores,
Luxúrias em paixões,
Alegrias em dores,
Conflitos em perdões
Ou aflitos em salvadores de fraca salvação...
Ternuras em obsessões,
Que viraram feijões
Porque algo cresceu e a coisa não se deu...
Casinhas em mansões,
Caminhadas em uniões,
Porque o amor uniu o que ainda ninguém viu...
E telas em pintores,
Mudos em tenores,
Pedras em corações
Ou gigantes em anões que perceberam...
Que o tempo não muda
O que é verdadeiro...
Nem as lágrimas salgadas e nem o vento faz meu rosto menos ou más velho, não a amor nem desamor que irá fazer meus sofrimento se conter, sinto dores no peito na carne e na alma, mas não irei sujeitar as humilhações que a vida me imponha, magias do amor me enfeitiçou apenas me causando dor, solidão noites frias é tudo que me restou, mas não irei pedir perdão ou dizer ao meu coração pedindo compaixão, sofrer é meu viver, mas vivo estou respiro o ar que ainda em meus pulmões resta, digo a mim ao deparar com a tristeza que em mim se alojou, posso até morrer triste e magoado, mas morrerei sabendo que um dia um amor verdadeiro já me quis, morro feliz porque a pesar de tudo morro sabendo que meu amor você não quiz
Fui sempre adolescente no amor, mas calejado pelo desamor. Não vi e não tive compaixão em meio a tantas paixões. Recomeço cada dia com a tortura dos amores que me fizeram de amantes. Amei só e só me vejo, entre tantos e tantos amores, apenas saudades me deixaram, saudades de amor, escrito Armando Nascimento.
Simplesmente
Simplesmente seja o amor no meio de tanto desamor.
O abraço que tira a saudade.
O sorriso que traz paz.
Seja o agora,
E não o depois.
Seja a flor do jardim.
Seja você também no fim.
O que seria da vida sem os amores e os desamores....o que seria da vida sem a alegria de um sorriso e sem a lagrima de uma tristeza ,seria tudo um vale sem graça e sem motivos ...Prefiro sentir, do que morrer sem ter isso !!
Estar vivo e sentir o frio e calor do amor e do desamor, pois a vida é uma surpresa que descobrimos a cada dia que passa.
MRS.
Dos amores e desamores que me visitaram
O primeiro — não foi bem-amado, mas necessário.
No segundo, tropecei às escuras, e ali me perdi.
O terceiro? Fagulha e incêndio. Do prazer ao desprazer, uma dança entre brasas.
O quarto, suor e paredes. Instinto sem enredo.
O quinto, breve ilusão com perfume de engano.
Do sexto, um pacto: conveniência, desejo e sedução mascarada.
O sétimo... ah, o sétimo. Teus olhos, a chave. Teus cabelos ao vento, tuas mãos — santo ofício do infinito.
O oitavo, desértico. Sem sal, sem açúcar. Um barco à deriva, explorado sem destino.
No nono, alquimia e êxtase. Fórmulas soltas no ar, afagos que me dissolviam no teu luminar astral. Ali, fui inteira.
O décimo, a queda. A conquista amarga, tua alma em desalinho — própria ao caos, imprópria à divindade.
Então veio ele — o que nunca se fez número, mas foi tempestade. Breve e explosivo, intempestivo e tempestivo. Nunca me esqueceste, pois era o que procuravas: tua chave do bem e do mal, tua colheita. O indígena dos teus olhos foi a única coisa que me fascinava. E mesmo não sendo eterno, foste ritual.
O décimo primeiro, aventuras secas. Mas vieram as águas. Yemanjá, tua onda me trouxe até aqui.
O décimo segundo? Distante, mas pontual — como um cometa.
E o décimo terceiro... será que virá? Teus olhos azuis e pequeninos me encantam. Mas há loucura nisso. E sei — és proibido para mim.
É muito difícil assustar quem já encarou a fome, a morte, a dor, o desamor, o amor, o esquecimento, a humilhação, a saudade, a justiça, a injustiça, a perda, a alegria, a fé, o medo e principalmente a estranha mania de ter fé na Vida.
