Amor Textos de Luis Fernando Verissimo

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⁠Em nossas vidas, somos como a lua , temos fazes. Tem dias que estamos cheios e brilhantes , outros novos e crescentes e existem tempos de escuridão , períodos minguante. Ávida nós apresenta muitos desafios e todos eles com o potencial de nós derrotar. Por isso nunca inverta as ordens dos fatores, pois a inversão das ordens altera o produto. E a ordem é esta : Diante de Deus de joelhos, e diante dos problemas de pé.

Inserida por luiz_fernando_33

⁠⁠Posso dizer que nós e as plantas temos muito em comum, principalmente as criadas em ambientes controlados. Se não formos regados e adubados com boas energias, podados, poderemos não florescer e, consequentemente, não dar frutos, o que significa que começamos a morrer aos poucos por dentro.

Inserida por fesasou

Hoje estou me permitindo escrever sobre este cansaço indivisível, sobre minha falta de tempo, sobre a desordem que se instaurou em minha vida. Por trás disso tudo, o mais perigoso espreita: a grande traição que estou cometendo, todo dia, comigo mesmo. Porque escrevendo assim, para sobreviver, não escrevo o que me mantém vivo – outras coisas que não estas.

Caio Fernando Abreu
O melhor de Caio Fernando Abreu. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015.

Nota: Trecho da crônica Querem acabar comigo, publicada no jornal O Estado de S. Paulo em 29 de abril de 1987.

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Inserida por pensador

A gente tem tantas memórias. Eu fico pensando se o mais difícil no tempo que passa não será exatamente isso. O acúmulo de memórias, a montanha de lembranças que você vai juntando por dentro. De repente o presente, qualquer coisa presente. Uma rua, por exemplo. E a rua não é mais a mesma, demoliram o edifício. As ruas vão mudando, os edifícios vão sendo destruídos. Mas continuam inteiros dentro de você. Chega um tempo, eu acho, que você vai olhar em volta sem conseguir reconhecer nada.

Inserida por thamynf

Minto. Sei, sim. Não é de repente, é mais aos pouquinhos que acontece. Difícil explicar, mas vai dando uma coisa de você não ver mais direito nem as coisas nem as pessoas que estão à sua volta. Você vai acostumando com elas, assim como acostuma com uma cadeira, uma mesa, um fogão. Quando tudo começa a ficar igual todos os dias e você, sem perceber, começa a se movimentar como quem liga o automático e, feito robô, apenas faz coisas, sem sentir o que está fazendo – bem, para mim é porque está na hora de dar o fora. Aí a gente muda. Se não dá para mudar de cidade, muda de casa, muda de rua, de bairro (cá entre nós: massa mesmo seria poder mudar de planeta). Não há nada mais estimulante do que ver ruas e pessoas pela primeira vez. Você tem que fazer um superexercício para conseguir descobrir os jeitos particulares delas se comunicarem – sim, porque tudo isso tem um jeitinho particular. Você é novo. A maioria das pessoas que conheço vive muito desatenta de estar vivendo: elas parecem tão acostumadas com as coisas que estão em volta que é como se estivessem dormindo.

Inserida por taynacabrall

Depois os dois se abraçaram e se deram beijos nas duas faces e como duas pessoas que não se vêem há muito tempo atropelaram perguntas como: por onde é que tu anda, criatura, ou exclamações como: mas tu não mudou nada, ou reticências tão demoradas que as filas chegavam a deter-se um pouco, as pessoas reclamando e uma hesitação entre mergulhar nas gentes entre um beijo e um me telefona qualquer dia e ficar ali e convidar para qualquer coisa, mas um medo que doesse remexer naquilo, e tão mais fácil simplesmente escapar que chegou a dar dois passos. Ou três.

Inserida por ClauAlema

Te amar é uma aventura, e como eu já disse eu gosto. Se depender de mim eu faria tudo para fazer de você a mulher mais feliz deste mundo, te carregaria em meus braços e quando eu estiver cansado tiraria da minha fraqueza a força para não te deixar cair. Estou aqui simplesmente pra te dizer que te amo, e que você é a inspiração do meu viver.

Inserida por Hey

É preciso cuidado com o arisco, senão ele foge. É preciso aprender a se movimentar dentro do silêncio e do tempo. Cada movimento em direção a ele é tão absolutamente lento que o tempo fica meio abolido. Não há tempo. Um bicho arisco vive dentro de uma espécie de eternidade. Duma ilusão de eternidade. Onde ele pode ficar parado para sempre, mastigando o eterno. Para não assustá-lo, para tê-lo dentro dos seus dedos quando eles finalmente se fecharem, você também precisa estar dentro dessa ilusão do eterno.

Inserida por nathyb

A VIOLÊNCIA no Brasil prospera porque existem pessoas que crê fortemente que tem o poder e acham que possuem discernimento para defender quem nunca teve a idéia de discernir pela própria Vida. Usando de Hipocrisia diária para se elegerem defensores dos mais desprovidos. Assim defino Direitos Humanos no Brasil.

Inserida por PoetaFernandoMatos

Quando os filhos crescem.
Há um momento na vida dos pais em que eles se sentem órfãos. Os filhos, dizem eles, crescem de um momento para outro. É paradoxal. Quando nascem pequenos e frágeis, os primeiros meses parecem intermináveis. Pai e mãe se revezam à cata de respostas aos seus estímulos nos rostinhos miúdos.
Desejam que eles sorriam, que agitem os bracinhos, que sentem, fiquem em pé, andem, tudo é uma ansiosa expectativa. Então, um dia, de repente, ei-los adolescentes. Não mais os passeios com os pais nos finais de semana, nem férias compartilhadas em família. Agora tudo é feito com os amigos.
Olham para o rosto do menino e surpreendem os primeiros fios de barba, como a mãe passarinho descobre a penugem nas asas dos filhotes. A menina se transforma em mulher. É o momento dos voos para além do ninho doméstico. É o momento em que os pais se perguntam: onde estão aqueles bebês com cheirinho de leite e fralda molhada? Onde estão os brinquedos do faz-de-conta, os chás de nada, os heróis invencíveis que tudo conseguiam em suas batalhas imaginárias contra o mal?
As viagens para a praia e o campo já não são tão sonoras. A cantoria infantil e os eternos pedidos de sorvetes, doces, pipoca foram substituídos pelo mutismo ou a conversa animada com os amigos com que compartilham sua alegria. Os pais se sentem órfãos de filhos. Seus pequenos cresceram sem que eles possam precisar quando. Ontem eram crianças trazendo a bola para ser consertada. Hoje são os que lhes ensinam como operar o computador e melhor explorar os programas que se encontram à disposição. A impressão é que dormiram crianças e despertaram adolescentes, como num passe de mágica. Ontem estavam no banco de trás do automóvel, hoje estão ao volante, dando aulas de correta condução no trânsito. É o momento da saudade dos dias que se foram, tão rápidos. É o momento em que sentimos que poderíamos ter deixado de lado afazeres sempre contínuos e brincado mais com eles, rolando na grama, jogando futebol.
Deveríamos tê-los ouvido mais, deliciando-nos com o relato de suas conquistas e aventuras, suas primeiras decepções, seus medos. Tê-los levado mais ao cinema, desfrutando das suas vibrações ante o heroísmo dos galãs da tela. Tempos que não retornam a não ser na figura dos netos que nos compete esperar.
Pais, estejamos mais com nossos filhos. A existência é breve e as oportunidades preciosas. Tudo o mais que tenhamos e que nos preencha o tempo não compensará as horas dedicadas aos espíritos que se amoldaram nos corpos dos nossos pequenos para estar conosco. Não economizemos abraços, carícias, atenções porque nosso procedimento para com eles lhes determinará a felicidade do crescimento proveitoso ou a tristeza dos dias inúteis do futuro.
A criança criada com carinho aprende a ser afetuosa. A mensagem da atenção ao próximo é passada pelos pais aos filhos. No dia-a-dia com os pais eles aprendem que o ser humano e seus sentimentos são mais importantes do que o simples sucesso profissional e todos os seus acessórios. Em essência, as crianças aprendem o que vivem.

Mãe, quando eu comecei a escrever esta carta, usei a pena do carinho, molhada na tinta rubra do coração ferido pela saudade.

As notícias, arrumadas como perólas em um fio precioso, começaram a saltar de lugar, atropelando o ritmo das minhas lembranças.

Vi-me criança orientada pela sua paciência. As suas mãos seguras, que me ajudaram a caminhar.

E todas as recordações, como um caleidoscópio mental, umedeceram com as lágrimas que verteram dos meus olhos tristes.

Assumiu forma, no pensamento voador, a irmã que implicava comigo.

Quantas teimas com ela. Pelo mesmo brinquedo, pelo lugar na balança, por quem entraria primeiro na piscina.

Parece-me ouvir o riso dela, infantil, estridente. E você, lecionando calma, tolerância.

Na hora do lanche, para a lição da honestidade, você dava a faca ora a um, ora a outro, para repartir o pão e o bolo.

Quantas vezes seu olhar me alcançou, dizendo-me, sem palavras, da fatia em excesso para mim escolhida.

As lições da escola, feitas sob sua supervisão, as idas ao cinema, a pipoca, o refrigerante.

Quantas lembranças, mãe querida!

Dos dias da adolescência, do desejar alçar vôos de liberdade antes de ter asas emplumadas.

Dos dias da juventude que idealizavam anseios muito além do que você, lutadora solitária poderia me oferecer.

Lágrimas de frustração que você enxugou. Lágrimas de dor, de mágoa que você limpou, alisando-me as faces.

Quantas vezes ouço sua voz repetindo, uma vez mais: “tudo tem seu tempo, sua hora! Aguarde! Treine paciência!”

E de outras vezes: “cada dia é oportunidade diferente. Tudo que você tem é dádiva de Deus, que não deve desprezar.

A migalha que você despreza pode ser riqueza em prato alheio. O dia que você perde na ociosidade é tesouro jogado fora, que não retorna.”

Lições e lições.

A casa formosa, entre os tamarindeiros assomou na minha emoção.

Voltei aos caminhos percorridos para invadi-la novamente, como se eu fosse alguém expulso do paraíso, retornando de repente.

Mãe, chegou um momento em que a carta me penetrou de tal forma, que eu já não sabia se a escrevera.

E porque ela falava no meu coração dorido, voei, vencendo a distância.

E vim, eu mesmo, a fim de que você veja e ouça as notícias vibrando em mim.

Mãe, aqui estou. Eu sou a carta viva que ia escrever e remeter a você.

Entre as quadras da vida e as atividades que o mundo o envolve, reserve um tempo para essa especial criatura chamada mãe.

Não a esqueça. Escreva, telefone, mande uma flor, um mimo.

Pense quantas vezes, em sua vida, ela o surpreendeu dessa forma.

E não deixe de abraçá-la, acarinhá-la, confortar-lhe o coração.

Você, com certeza, será sempre para ela, o melhor e mais caro presente.

Pois Quero.

Quero te beijar como o sol beija o horizonte.
Quero te amar como a areia ama o Mar.
Quero te tocar como as raízes das arvores tocam a terra.
Quero me deitar ao seu lado como as sombras se deitam no chão.
Quero te Iluminar como a Lua faz.
Quero te cobrir como o lençol.
Te proteger como o maior dos Escudos.
Quero te ver viver como a vida.
Te ver cair pelo fracasso.
Te levantar como amigo.
Te beijar como amor.
Te amar como seu.
Ser seu como a Vida.

quando aquela noite caiu, até mesmo o céu chorou. Uma estrela riscou as constelações como se procurasse uma resposta. "faz um pedido".
Espero que ache a resposta. Espero que me encontre no meio do silencio de mil anos luz. E quando me encontrar eu estarei te esperando, assim como nuvens esperam o inevitável momento de chuvas.
Quando aquela lagrima cair, serei a chuva a reduzir-lhe o choro e a confundir a dor.

Hoje em dia os homens não são mais galantes, eles galanteiam somente por trás de seus aparelhos de comunicação.
o olhar nos olhos se perdeu.
o medo do não, protegido por uma via que não deixa transparecer a vergonha e a falta de jeito.
os versos copiados e colados de uma pagina nesse imenso mar navegante por fibras óticas ou surfantes de ondas...
ondas que não tem água e nem sal, nem mesmo é influenciada pela lua.
ondas de internet móvel que nos aproximam dos distantes de nos distanciam dos próximos

⁠FELICIDADE A DOIS

Se querem a felicidade a dois
não casem pela aparência –
esta é como bijuteria:
com o tempo perde o brilho...

Se querem a felicidade a dois
não casem por interesse –
pois se a dificuldade vem e demora,
a afetuosidade logo vai embora...

Se querem a felicidade a dois,
pra toda vida, e da cor do arco-íris,
se assumam pra um cuidar do outro,
que só assim, serão mais felizes!

No término, jurei te esquecer
Quando namorou, jurei deixar para lá
Quando noivou, jurei jamais tentar
No final não tive palavra
E tudo que prometi, não consegui realizar.
Se não consigo o que quero em mim
Imagine o que quero em você.
Serei um eterno infeliz
Afinal, tentar pra quê?
Pra sofrer ou me iludir no que pode acontecer?
A verdade e que já foi
E eu não aceito te perder.
Não aceito e nada farei
Não tem o que fazer
Pois seu amor, eu nunca mais terei."

~ Sempre dê créditos ao autor quando compartilhar o texto. É o correto e justo. Gabriel Henrique de Oliveira Nascimento. Página do facebook: Romance&Sadness ~

Inserida por GHON

"É impraticável tentar continuar
Nesse labirinto
Todos os caminhos me levam a te amar.
Não sei se era o que queria, afinal lutar pelos sentimentos não é tarefa fácil.
Porém ainda mais difícil
É te esquecer.
De manhã, ao anoitecer
Minha mente faz rebelião
Ao tua ausência perceber.
Se ela deixasse, eu seguia minha vida
Mas como não deixa, só me resta tentar
Por mais que digam não
Por mais que digam pra desistir
O sentimento no meu peito não me permite mentir.
Nada posso fazer, apenas sentir
E no meu peito, teu espaço continua aqui
Não cabe outra peça
No que foi feito para ti."

~ Sempre dê créditos ao autor quando compartilhar o texto. É o correto e justo. Gabriel Henrique de Oliveira Nascimento. Página do facebook: Romance&Sadness ~

Inserida por GHON

Já se tornou clichê
O tempo passa sem você
Pra mim, ele parou
Pra você, continuou
E nesse fuso horário
Continuo atrasado
E o meu calendário
É o mais demorado.
Quando penso que já foi
Só começou
A dor e a tristeza
O meu corpo dominou
Peço a Deus
Faço uma oração
Para que não me afogue em depressão.
Pois a solidão já é demais
Castigo maior, creio que não há!
Peço que volte, e eu volto a chorar.
Foi tão rápido, ainda mais cruel
Eu só queria alguém
Que se importasse com o meu bem
E não quisesse uma folha de papel
Que caísse do céu
Pra só desenhar e depois me descartar."

~ Sempre dê créditos ao autor quando compartilhar o texto. É o correto e justo. Gabriel Henrique de Oliveira Nascimento. Página do facebook: Romance&Sadness ~

Inserida por GHON

""Por mais na lama que alguém possa estar, sempre terá algo para oferecer e sempre existirão pessoas interessadas nesse algo. Quem te conhece por inteiro é Deus. Pessoas que querem te conhecer pelo que és, são poucas. Na verdade sabemos quem é quem e quais os papéis que também assumimos, só que ignoramos por própria conveniência"

~ Sempre dê créditos ao autor quando compartilhar o texto. É o correto e justo. Gabriel Henrique de Oliveira Nascimento. Página do facebook: Romance&Sadness ~

Inserida por GHON

"Ao anoitecer
Me lembro de você
Escuridão é a morte
E eu só penso em morrer.
É que pra mim não faz sentido
Continuar vivendo e respirando
Você era meu ar
E já está me abandonando.
Apesar das desculpas, você podia ficar
Mas pra não ser feliz, é melhor que vá.
Só podia ter evitado, toda essa confusão
Você se precipitou nas palavras
E destruiu meu coração.
Um depois, um após
Como faço pra escrever
Uma linda nova história?
E desfazer os nós.
Parece que nunca foi recíproco
E eu continuo te amando
Você nem liga mais,
Já está até noivando.
Mas parabéns pra você
Pois como diz a música
Um nasce pra sofrer
E sofrendo eu vou vivendo
Quem sabe um dia aí
Eu descubra como faço pra poder voltar sorrir"

~ Sempre dê créditos ao autor quando compartilhar o texto. É o correto e justo. Gabriel Henrique de Oliveira Nascimento. Página do facebook: Romance&Sadness ~

Inserida por GHON