Amor Sincero e Nao Correspondido

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Sei escrever essa saudade

- sobrenatural -

Bem aqui no peito

De um jeito sem igual,

Só por este beijo fatal.



Sei remar entre os canais,

Em busca de você não é,

E nunca será demais...



O amor vira arte:

Literatura,

Conquista,

Cultura,

E semeia com ternura.



Sei amar, e sei ser cais:

De um novo ponto de partida,

Para que tenhas fé na vida...



O amor é um canteiro delicado

De finas tulipas

Que com jeito e trato,

Cabe poesias floridas

De uma poesia interminável

Desta primavera incontestável.



Sei também que o amor reforça a fé

Fazendo de nós uma fortificação,

Nos levando na mesma galé...

Inserida por anna_flavia_schmitt

O tempo a fio da espada,

A pena em prol da vida,

O olhar e a tua coragem,

A glória é feminina;

O teu passo faz revolução.

Carrega no peito um hino,

Vivendo para a tua Nação,

Luta por toda a gente,

Nunca busca a consolação,

Nasceu para servir sempre.



A existência é infinita,

Sobrevivente e atemporal,

E talvez indizível;

Um mistério que tem nome

- feminino -

Ainda por mim desconhecido,

Que soube sobreviver ao tempo,

E se escondendo no meio dele:

apresentou-se descoberto.



O futuro ainda menino,

Dorme nos braços do tempo,

Aguardando o crescimento.


O futuro como tudo,

Aprende com o passado,

Desgarrado dele,

Se constrói com amor,

- sobrenatural

Com intenção renovada,

Com todo o fragor do peito

Para que a vida valha a pena.



O futuro menino travesso,

Não teme os marechais,

Ele é filho das horas,

Ele é filho do tempo,

- avesso

Aos que tentam comandar

E roubar-nos toda a paz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Os segredos bailam

- docemente -

Nos ritmos das cascatas

- harmoniosamente -

As águas abrandam

- saborosamente -

A sede simplesmente

de uma forma espetacular.



Adornando como um colar,

- enfeitando lindamente

Com uma beleza de balbuciar,

As cascatas acariciam a terra,

que se pôs a [celebrar...



O cântico das cascatas

Dum jeito tão especial...,

A Natureza tão gloriosa

dando graças ao celestial.



O vento ao redor dos bosques

Acabou virando brisa,

E a carinhosa paz não acabou:

virou uma portentosa poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Liberdade em todas as letras

Embarcada numa viagem,

Gentileza de todas as rimas

Encarada como miragem.



Liberdade por todos os ares

Escrevendo a tua história,

Mergulhando nos teus mares

Eternizando a tua memória.



Livremente refazendo o céu

A poesia virou altar,

Um soneto feito de mel

Navegando de tanto rimar.



A curiosidade é tanta

Que é capaz de peregrinar,

E de pôr os pés em terras,

E por outros mares navegar.



A liberdade é tão audaz,

Exuberante e garrida,

Despreocupada de rimas

É capaz de fazer poesia,

Vestida de trinta e três estrelas.



A liberdade foi tão cheia de paz,

Que largou as malas,

Voou com as minhas letras,

E aos passos de mil peregrinas

Foi ao encontro daquilo que é capaz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tenho uma canção, uma rota

E a carta náutica

Até para decifrar:

a rota que me leve

para viver e te reencontrar.



Talvez eu não consiga chegar,

- não me importa!

Eu não vou sossegar jamais!...



Porque talvez eu não transmita

- segurança

Através do meu jeito de calar

E de seguir em frente,

Neste mundo descontente.

Eu tenho um jeito de me expressar

- diferente

Talvez não me perceba assim,

Eu falo diferente sim;

De um jeito que jamais esquecerás de mim.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Tenho o balanço das amendoeiras

(mãos extremamente macias),

Tempo para escrever poesias

(tenho muito o quê cultivar),

Tempo para ventar versos...,

(para espalhar o meu perfume)

E no teu íntimo penetrar.



Valsa em mim, não durma!

Balançam as amendoeiras,

Lá no meio da rua...,

Assim sendo infinitamente - tua,

Um acorde iluminado pela Lua

Ciente de que és o Sol e regente,

Das orquestras das orquídeas

Dos afetos sem perfídias,

Valsa em mim porque me toca

Algo mui sublime que plantaste

De tal forma que hoje rio à toa.



Tenho tempo porque tenho,

Tempo e o balanço

das amendoeiras,

O que há em mim,

tem tempo para tudo;

Tenho no pulso

O relógio do amor,

Para mim, o amor não passa

E não muda - nunca!



Brisa tão mansa,

Como a infância,

Doce esperança,

Mística cândida,

Sublime poética

De ser trigueira

E madrugadeira

Que balança

Como uma amendoeira.


A minha extravagância

Tão atemporal,

A minha loucura

Tão celestial,

Nascem do desafio

Tal como o vento

Cortante,

No oceano

A desafiá-lo,

Sou um mistério

Inteiro;

Nascido para te desatinar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A poesia tem

a leveza das espumas

Ela voa pelo ar

tal como as plumas,

A poesia vira tudo,

e até te [revira

Te fazendo novo

para amar incrivelmente.



O canto que vem

de dentro,

É fruto que ninguém segura,

É a natureza que

ninguém [furta];

Ela é expressão do

meu sentimento.



Ai, poesia!...

Tão perfumada,

Escrita tão plena,

e tão apaixonada;

Voltei a ser menina

em versos [simples,

Não menos belos e

não menos importantes.



O barulho do mar

é como o riso,

Ninguém consegue

prever,

E jamais conseguirá

[conter];

Ele é como o curso

do destino.



Ria bem alto,

mesmo sem

contentamento.

Alegre-se

[sempre],

afastando todo

o sofrimento,

A liberdade pode vir

a qualquer momento.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Lembre-se de mim, assim:

como margarida vestida de sol.

Lembre-se de mim, assim:

como um sorriso sem fim.



Recorda-te que passei,

e que o amor um dia foi lei.

Agora, tudo mudou:

o tempo - implacável - passou.



Contente-se com a lembrança

Que não dissipou, e não passou,

Recorda-te da borboleta mansa,

- repousada na tua mão

Eu que fui verso e virei canção

Para sempre no país do teu coração;

Serei a tua razão,

- inesquecível -

Lembre-se de mim assim:

como o teu amor celestial

E de todos o mais incrível.



Libertei-me do ninho,

Sou o amor que voa sozinho,

Libertei-te para não voltar,

Viver para me amar

É tua responsabilidade;

Deixe-me no meu destino,

Sou o curso do rio de volta

Para a vida e para o mar,

Assim na poesia estrelar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Nunca vi flores tão bonitas,

- todas bem perfeitas

Lindas flores infinitas,

- super perfumadas

Pareciam até pintadas!



Todas muito bem nascidas

Na cidade de Colinas;

Rodeada por cursos d'água,

Coroadas por cascatas,

Todas bem regadas!



Sim, nestes versos inventados,

Bem intencionados,

Para arrancar das colinas,

Mil sorrisos,

Para semear felicidade

No meu canteiro.



Se um dia eu vier ao encontro

Do teu povo,

Da tua cidade que é um jardim,

Eu seja reconhecida

Não como uma simples turista;

Mas como alguém que ama,

A sua gente e a sua cidade

Ainda quando os conhecia

Nos campos de flores e da poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Um peixinho colorido

em cima das conchas

brincando de faz-de-conta.

....


O pequeno bagre

bem parado

é feito de biscuit.

Inserida por anna_flavia_schmitt

As flores sobre o asfalto,

- suspiram

As emoções ao alto,

- inspiram

Multicores descrevem:

os amores secretos,

e os desejos indiscretos.



Em versos sinceros,

- imensuráveis

Não menos belos,

Censuráveis por uns,

- admiráveis

Por alguns...,

Curvados as boas letras

Para que não te esqueças.



Porque me descortinas,

Danço no meio da neblina,

Faço propositalmente rimas,

Canto de menina,

Bordado de senhora,

Cuidado de poetisa,

Passo de dançarina,

Sono de musa repousado

Desdobrado sobre as colinas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Pela minha letra fatal

Desabrocha mansamente,

Pelo meu verso imortal

Carinhoso simplesmente,

Realiza no meu corpo

O segredo dos teus lábios,

Abrigado na tua mente.



Pelo soneto perfeito

Escreva o teu destino,

Pela harmonia corpórea

Revelada secretamente,

Fruto particular da história

Silenciada pelo nosso beijo,

Inviolável ninho de carinho.



Pela minha poesia inesgotável,

Ora tecida em versos ricos,

Ora bordada em versos pobres,

Poesia santa, profana e condenável.



Pelo sonetista que nos vê - e crê,

Pela fé no amor inabalável,

Ora e desabrocha;

Vê e se enamora daquilo que é,

E o coloca para sempre como intocável.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A noite caiu desapercebida

De um jeito jamais visto

O luzeiro foi descansar

A Lua como a lamparina

Ilumina o altar da noite

De forma a fazer o céu gingar

Em companhia das estrelas.



A manhã surgiu desapercebida

De um jeito surpreendente

O luzeiro pôs-se a levantar

A Lua foi descansar

O luzeiro bem acordado

Surpreende o céu da noite

De forma a fazê-lo a se dissipar

E levar com ele todas as estrelas.



As moças sempre se encontram

Manhã, tarde e noite de mão dadas

Nestes versos mal escritos

As moças que mais parecem fadas

Estações da vida e dos tempos

Emoções que caem como chuva

Entre o céu e a terra - se apaixonam

Como certas brisas que se encontram

À beira do abismo bem em frente ao mar...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Recolhe o tempo dentro de ti,

Brinca com o tempo adentro,

Recoste sobre o meu ombro

E deixe o corpo falar de tudo.



Retire entre nós as espumas,

Deixe que nasça todas as luas,

Entregue-se aos sons das ondas

Para tomares ciência e as contas.



'Inverne-se' para o verão chegar,

Recrie-se para a paixão balançar,

Liberte-se de tudo o que te prende

E deixe livre só aquilo que sente.



Desce a aura rosa do céu,

Dando sorriso ao mar,

O Sol doce como mel,

- Assim resolveu se entregar

Durante as baixas temperaturas,

Ele resolveu rimar-se com o mar,

Aberto as boas loucuras de amor

Remando no oceano de tanto amar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Esculpindo

nas pétalas do tempo,

Desenhando

as carícias serenas,

Desejando agir

com maturidade,

Jogando bem longe

o momento

Para fazer de nós

uma eternidade.



Ventando madrugada

adentro,

Escrevendo até

a aurora florescer,

Despertando do sono

não dormido,

Poemizando de vez

até você aparecer

Para fugirmos

deste mundo esquisito.



A verdade que tanto

eu quero,

É a mesma que

eu carrego,

Venho porque

lhe tenho amor;

Eu por ti

jamais sossego.



Alentando da melhor

forma as horas,

Semeando ao vento

as mil floradas,

Que hão de irromper

muitos poentes,

Audazes entre nossas

frontes coladas,

Unidos nos nossos

abraços contentes.



A essência que

tanto eu quero,

É a mesma que eu carrego,

Venho com o mesmo amor,

Que de ti tanto espero.



Ventando tudo

que tenho para ventar,

Amando além daquilo

que ninguém

faz ideia do

que é amar,

Vou além de tudo,

supero o universo,

Só para provar

o quanto te quero;

e a medida de amar

sem medida,

Amar amando

a nossa história,

Vivendo para te amar,

Enfrentando toda

a inveja,

Só para viver

todo o amor

que houver nessa vida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Talvez eu seja a chave

Do seu maior segredo;

Talvez eu seja breve,

Na palma da sua mão.

Talvez me carregue

No jardim do coração.

Apenas um hibisco

De intenso vermelho,

A ser regado pela paixão.



Talvez eu seja sempre:

Repleta e não me cale.

Talvez eu seja a veia:

Da saudade de tudo,

Que sobra e sobrevive.



Talvez eu seja tua,

O tempo há de me dizer,

Ele irá me responder:

- Que valeu a espera

Desse amor sem limite.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A cor verdejante do mar,

O arrastar do olhar,

A rede prosseguindo...,

O pescador joga a rede,

A tainha ele foi pescar,

O mar espalha o canto,

A vegetação serena...

O Balneário se ilumina,

A vontade não é pequena.



A duna tão linda,

É fonte de vida,

Ela traz proteção,

É poema que segura

Toda a correnteza.



A festa tão bela,

Da Natureza,

Cada grão dessa areia

É pura beleza!

Expressão e vivaz certeza.



A hora está chegando,

O povo está esperando,

- a Festa da Tainha

É a festa barrasulense,

Do norte catarinense.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Nas minhas pétalas

tu te roças,

No meu beijo

que tanto procuras:

está o meu corpo

cheio de loucuras.



Não desvias,

porque tanto adoras

As minhas mão de fada,

sem farsa,

e minhas carícias

todas mimosas.



Nas minhas galas

tão pomposas,

No meu bailado

tão repleto de ginga:

assim seguem

as minhas malícias.



Não desvias,

porque tanto fazes

E por onde fazes

ser tua - toda;

e segue

em gestos audazes...



Não desvias -

porque escreves

O poema das mil fases;

Tu, só tu me trazes...



Não desvias

porque estão entregues

As devoções e as tuas

alucinações

Uma a uma, assim tu

me pertences...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Ao poeta Cruz e Sousa...





A poesia é interminável

Nasci Julieta infinita

Do nascer do Sol

Até o morrer dele

Filha de toda a inspiração

Cresci poética pelas mãos

Do negro que escreveu

No mar o soneto etéreo



A poesia é inefável

Nasci imperfeita, artista

Do tom da clave de Sol

Alçando a harmonia solene

Serva de cada excitação

Louca por tuas mãos

Feita das tuas linhas

Estrela suspensa

Que com brilho o mar ilumina



Cada vez que tu me olhas:

o teu olhar me arrebata, fulmina

Como as ondas do mar se integram

E tanto fazem com as espumas

Não que elas desapareçam,

Uma passa a pertencer a outra

- se revelam -

Assim é o mistério de amor

Que tanto me entrego...,

Passando assim a ser mais tua

Do que todas as nereidas desnudas

Que por ti passaram...

Contigo nos reúno, e nos possuo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Dos meus dulçores

róseos

E tão carinhosos

beijos,

Tu carregas

de mim

Os mais lindos

sonhos;

Eu sei que tudo

requer tempo,

Amar requer

amadurecimento.



Dos teus licores

flóreos

Nascidos

dos nossos beijos,

Tu me enlevas

mais do que mil peitos

Sendo eu a pupila

dos teus olhos,

O amor não precisa

de que sejamos perfeitos.



Dos meus

carinhos totais,

E minhas

delícias ternas,

Tu me carregas

de mim,

Eu moro

em você,

E você mora

inteiro em mim;

Assim somos

mil primaveras

Em todas estações

- sem fim.



Que sejamos unos,

Indivisíveis e corajosos,

Tu me levando na garupa

do teu cavalo

Protegendo para sempre

a tua donzela;

De todo o mal e da crueldade

desse mundo.

Inserida por anna_flavia_schmitt