Amor Sincero e Nao Correspondido

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Olhaste para trás e percebeste que eu

fui a primavera em tua vida,

Lembraste que nunca deixei-te,

mas sempre fui a favorita;

Olhaste para frente sem me ver,

as tuas mãos nada podem,

e sequer um pouco tocar-me.



Relembraste que és verão,

e sentiu vontade de resgatar-me:

a primavera que não passa

Reclamaste no peito o amor

que nunca mais recebeste,

Relembraste que sou flor

digna de poesia, canção e louvor;

e ainda sente falta de embalar-me.



Estende os braços nas Alturas,

- sem a minha presença -

Mil inquietações viram loucuras,

- sem a minha foz -

A tua boca reclama as securas,

os teus lábios criam rachaduras,

Permaneço forte dentro de ti,

os meus ledos são teus segredos,

Sou o tempo rugindo no peito,

o amor vadio e imperfeito,

A primavera com todas as cores

trazendo novos tons ao outono,

O triunfo de um amor inteiro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Bendigo os momentos de imensidade

perdidos nas vielas da intensidade,

entretidos nos mais tórridos momentos

varridos por nossos afastamentos;

Embora, o tempo é incapaz de afastar

o amor fixado como flecha no peito,

Demasiado é o amor que não tem jeito

vivendo no estreito [silêncio...,

Amor demais é assim mesmo:

- Não existe amor perfeito

Bendito é o meu direito de te amar!...



Nos meus versos de tanta adoração,

Vou aquietando a alma em chamas

Nos passos dados pelo [coração].



Nas minhas doces e gentis canções

Vou flutuando em glorificação

Nas intensas formas das emoções.



Nos meus pensamentos de amor

Vou escrevendo a memória

Os meus poemas virarão história.



Virando a página, seguindo em frente

abrindo o caminho para a felicidade:

- Abri as asas da liberdade em voo solo

rimando por toda a [eternidade],

Tenho flores nos braços, companhias boas

dos poetas e os meus versos de saudades.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Para romper fronteiras valentes:

se fazem necessários e precisos

inevitáveis beijos quentes...,

Fecha a porta delicadamente,

são com as quatro paredes

é que fazemos o paraíso...,

Se não estás preparado:

- É melhor que não me leia!...



Para possuir veredas tranquilas:

se fazem necessários mistérios,

e imprescindíveis corpos ferventes;

Ama o amor imensamente,

são com todos estes beijos

que aumentamos os desejos,

Se não podes assumir:

- É melhor que só me leia!...



Porque me lendo aumentarás:

a sua loucura por mim,

o seu desejo e a paixão;

Certamente, amarás a mim

mais do que se pode imaginar,

Amando-me ao ponto de me ter,

Tendo a segurança que jamais

- Irei de esquecer

Por causa deste amor não irás

jamais por outra se interessar,

O amor aconteceu sem a gente

imensamente perceber!...

Inserida por anna_flavia_schmitt

A lembrança chegou

com a chuvarada,

Abraçada ao oceano,

com a maré mexida,

com a areia molhada,

e com a alma lavada.



A tempestade bradou,

com os raios de metais,

Resoluta e decidida,

que não volta atrás,

que não pensa em você,

e que não te quer mais.



A lembrança surgiu

com os mil perfumes,

Acobertada pelas nuvens,

com o mistério da fé,

com um grande plano,

e derrubando totens.



A liberdade poética

com as suas asas,

Certa das tuas cismas,

que ignora detalhes,

que determina caminhos

e que aceita as tuas sinas.



A temperança não me deixa

com os seus perfumes,

Ainda destes versos morrerás

com todos os ciúmes,

Sentindo os lamentos,

Com o teu peito em mil rebentos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Fostes além do imaginário

oculto na noite escura,

Varri todas as brumas,

escrevi o nosso rimário

nas flutuantes espumas.



Persiste em mim pleno,

revelado e prateado;

Casto como a sonata

tocando-me nas cordas

d'alma livre e apaixonada.



Viestes além do meu querer

escrito nas estrelas,

Gentil como o luar

beijando-me à beira mar,

bem no meio do anoitecer.



Porque este versejar dança

nos braços da abolição,

Sorri para Castro Alves,

gaba-se de ser constelação

a ocupar inteiro o teu coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Posso olhar pelo buraco

Da fechadura do tempo,

Posso ouvir pelo recado

Da ternura misteriosa,

Deixaste-me garrida

Do amor pelo amor,

E por todo o amor pio;

Devotado sempre à ti:

Sofri, chorei e resisti.



Transformei a ausência

- tua -

Na mais fina vestimenta

Poesia intimista perfeita,

Para ser flecha no peito,

Com versos luxuriosos,

Cheios do meu veneno

Doce, delicado e sublime,

Para um peito impávido

- forte -

Para que flecheiro acerte,

E nunca mais ele cicatrize.



Posso amar muito além

Do destino e da espera,

Posso romper algemas

De tudo o quê te prende,

Deixaste-me em privação

Do amor fervente,

Da paixão pela paixão,

E por toda a paixão terna;

Eternizada na íris da mente:

Você me amará para sempre.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A minh'alma jamais se deixa

capturar - sou livre para amar,

A minha'alma nasceu livre,

e por isso sou a tua poesia...,

O amor da sua [vida]...,

e isso ninguém pode negar.



A poesia escrita intensa

é a dos loucos amores,

Desenho com todas as cores,

pinto a sua pele com a cor

Que vier a me [inspirar]...,

A minh'alma tu bem enaltece,

o perfume que ninguém esquece,

Ele só você bem conhece,

o rumo a se enveredar.



A minh'alma não cede nunca

a oportunidade de remar,

A minh'alma é embarcação

e emoção à beira mar....,

O amor nela [reside]...,

e ele ninguém pode despejar.



A poesia do mistério bailado,

e que nunca será desvendado.

É essa poesia a te convidar

para preencher a tua vida toda.

Para você amar e ser [amado]...,

e fazê-lo sempre sorrir à toa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Devo-lhe imensamente tantas:

os risos, os gozos e os prantos

Tenho-lhe na minha alta conta:

não me perdi na tua ausência

Temos uma história para contar:

- não sei no que vai dar

O importante que venhas inteiro,

e eu seja o teu amor derradeiro.



Augusta e profunda sintonia,

- Aprendeste que és poesia! -

Suprema glorificação que tua alma

- exibe -

Amar-me em pensamento sublime.



Canto-lhe o meu soneto enluarado:

casto, sublime e apaixonado

Tenho-lhe em letras proibidas

escritas por todos os poetas,

Temos todas as noites para virar:

- revoadas para alçar

O emocionante você já entendeu:

és impávido e sempre serás meu.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A sua pele me deslumbra,

Ela tem a cor que tanto faz

Falta na minha pele,

A sua luz me 'domina'...,

Ela tem o tom que fascina

E me convida à luxúria...


Eu escolhi por ela me render

Sob sua 'guarda protetora';

Quero contar as estrelas

Na tua companhia sedutora.


A sua luz sublime na penumbra,

Ela vem da tua alma (capaz)

Intensa de manter-me nua...,

Ao modo de me tirar as letras,

No meu eu te declarar em poemas,

E assim desenhar mil esquemas,

No teu corpo com todas estrelas...



Eu escolhi por ela me prender,

Sob a tua égide me suspender,

Quero as tuas alegrias realizar,

E ser a tua cantiga de sonhar.



Eu escolhi acima de tudo:

Ser o teu forte sentimento

E devastador como mar...,

Que sabe ser oceano de amar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Soltei os meus cabelos ao vento

Iguais aos seus olhos castanhos,

Contei os beijos tão [esperados].



Ambiciosa receberei um dia de ti

Mais do que uma declamação:

Uma rosa e uma [canção]...



Espero que você tenha gostado

De ter estado aos meios cuidados,

Quero você sempre ao meu [lado].



Ainda terei você de vez comigo,

Deste mundo bem protegido...



Pode ser até alucinação:

Quero ser poema e a sua paixão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Na poesia nada é pecado,

A fantasia ela se permite,

E transforma a distância

No paraíso encantado...,

Na poesia não há limite;

A alegria vem pela noite,

E madruga bem cedinho

No teu sublime sorriso...



A tua pele é um convite..!



Na poesia que vem de mim,

A sinfonia ela se permite,

E transforma os versos

No mais lindo convite...,

Na poesia que se permite,

À espera do teu abraço,

E também pelo teu beijo

No meu aurirosado regaço...



A tua boca é um fetiche...!



Na poesia que vem com o tempo

A carícia ela reverencia,

E movimenta orante o mundo,

No mais perfumado intento...,

Na poesia que gira tudo,

À espera da vinda do astro,

E convém pela recompensa

No meu recanto íntimo...



A tua cor é da cor de Afrodite...!



No teu parto cheio de luz,

À beira da água doce,

Com as rimas de mar,

Com o teu cheiro de mato,

És um manso regato;

O teu oceano é de amar,

És poeta da cor corada:

- A tua poesia me trouxe.

E fez de mim fêmea domada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Da minha janela eu fiquei

Em busca daquelas histórias

Que só eu sei contar,

Fui em busca do luar...

Eu fiquei assim a te esperar,

De olho na janela para te ver,

Do jeitinho que irás pousar;

No soneto madrigal irei festejar

De bruços irei escrever:

Para o poeta se deleitar.



No céu flutuando eu subi

Em busca da luz da lua

Que provoca o delirar,

Fui em busca de você,

Eu estou a premeditar,

De olho na tua despreocupação,

Do teu trigueiro versejar,

No meu abraço a te abraçar,

De boa e sensual coreografia

Estou aqui para te provocar...



Do céu avistado o luar

Em busca do teu beijo,

Que chegou para excitar,

Fui em busca do segredo,

Do teu lindo versejar

Que bem parece (rede)

De pescador lançada no mar;

Aqui estou subindo pelas paredes,

Pronta para a gente namorar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Pude observar a [dança]

- do sol e do luar -

No oceano de amar,

Para seguir a luz

De quem me ama...,

E de mim nunca se cansa.



Destarte, posso tanto,

- em segredo -

Sagrado com afeto,

Espalhar este canto.



Pude passar a tarde

- de sol e luar -

A observar o mar,

Imaginando você em cena,

Ditando poesia suave,

E um sussurrar com [arte].



Evidente, nesta poesia

- intimista -

A deslizar nas areias

Palmilhando as conchas,

Para tomares conta,

E para quando abraçares:

- Roubares o meu beijo

Deslizando no canteiro

Escrevendo poesias boêmias

Com as pétalas das gardênias.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O vento fazendo música

com as águas do mar,

O vento trazendo o desejo

com a vontade de beijar,

O vento carregando a onda

sobeja retocando na areia,

A carícia em rebento

percorrendo a alisar,

A música que eu compûs,

e você ainda não ouviu;

A poesia misteriosa nasceu

de uma conversa que surgiu.



Sim, deste contentamento

da onda do mar beijando

as areias e tocando a canção

do vento - divino carrilhão;

São letras de chamamento

convite para tocar as estrelas

Nas noites de plena excitação.



Sim, do apelo poético ondino

da rosa a desabrochar no verão,

Provoquei-te a curiosidade menina

a olhar este rimário de dama despida,

Como se olha através da fechadura

A cada verso de paixão uma loucura:

- Escrevo para você cair em tentação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Por eu te querer querendo,

No rimar, vou te desejando,

Aos poucos te dando pistas,

És a maior das [conquistas...,

Por eu te querer (amando),

No olhar, vou me despindo,

Aos poucos te revelando,

És o meu coração [batendo...,

Por ser grande e (tremendo).



Porque tu'alma é um [roseiral,

E tens a cadência dos (cometas).



Porque te fiz este [verso lirial,

E das cores de (mil estrelas).



Porque teu jeito é [genial,

E tens as asas das (borboletas).



Por eu te amar amando,

No remar, eu vou 'chegando',

Aos poucos sigo acariciando,

És a poesia verdadeira, e não lenda,

Assim, seduzes-me tu pelas fendas;

Em riste e com todas as pompas:

Tu vais se rendendo - aconchegando!...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Desejo o teu humano apego

- em segredo -

Dar-te-ei o meu aconchego.



Domino a tua sacrossanta

- chama -

Canção que me acalanta.



Danço no orvalho da manhã,

- em secreto -

Tomo o beijo sabor de maçã.



Determino a carícia sublime

- saboreio -

Do teu corpo não faço regime.



Direciono com altivez tremenda

- enleio -

Nas tuas partes a luxúria intensa.



Devoto à você sem reserva,

- em discreto -

Versejar como semente na terra.



Ditoso pensador tremendo,

- em sonho -

Faço-te o meu território ocupado

Porque a tua fragância veio no ar,

Ela me fez voltar a sonhar...,

Porque sempre apreciei tudo

E muito mais do que o olhar

É capaz de alcançar e aspirar...,

Eu hei de te escrever aos poucos

No formato de meus versos loucos,

Tudo, tudo, tudo, o quê aprecio,

Perfumando o ar de romantismo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Se eu posso ser poesia:

- desabrocho em [flor]

Se eu posso ser tua:

- escrevo versos de amor.



Se eu posso ser fascínio:

- viro o melhor sabor

Se eu posso ser [rio]:

- deságuo no teu mar.



Se eu posso ser aurora:

- posso ser [poente]

Se eu posso ser noite:

- viro luzeiro presente.



Se eu posso ser tua:

- andarei nua no paraíso

Se eu posso ser mistério:

- viro logo um mar feitiço.



Porque me deito em ti

Meu sonho de amor,

És meu solo sagrado.

Aprecio tudo o quê te atrai,

O quê perfuma o ar...,

Aprecio tudo o quê te traga,

Transformando em contentamento:

as manhãs, tardes, noites

Transformando a madrugada

em poesia de versos esplêndidos,

Cintilando em cada um o romantismo

Puro, sublime e necessário;

Que me torne a mulher do teu agrado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O som deste poema é auto

de confissão de uma paixão,

A viola é a haste de letras

tão irisadas quanto doídas,

A vida poderia ter nos unido

de tanto que nos amávamos,

Os versos que saem em todos

os tons e o peito que alto

Se declara culpado por não

ter os desafios por ti enfrentado.





Bailarina da minha dor,

Poetisa sem rima,

Concubina da Literatura,

Declaro ao Universo:

- Eu te pertenço, ainda sou tua!



Profetiza de um amor,

Fiel sem pastor,

Colombina sem Pierrô,

Declaro ao Inferno:

- Eu vencerei a pena com louvor!...



O tom que grita este poema e auto

de confissão deste coração,

É viola que cairá nas mãos

do violeiro amado,

O exílio que te forçaram

nunca fará de ti um amor

Esquecido e deste peito apagado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

É noite no Balneário dos poetas,

aqui cruzam as estrelas nas letras.

Os nossos dias são cheios de poesia,

daqui nascem cantos de revolução.

Balneário onde as poesias pousam

- como tranquilas gaivotas -

A vida deu mais do que mil provas:

o destino segue o curso do coração.



É noite no Balneário dos poetas,

[Balneário de intensos poemas!...

Os dias regam as doces palavras

que hão de ser para sempre lembradas.



É noite no Balneário dos poetas,

noite repleta de claridade...

Noite para dizer o suficiente:

- Deixe-me viver em liberdade!-



É noite no Balneário dos poetas,

para saudar o girar dos astros.

Tenha-me em sua lembrança,

mas não siga os meus passos.



É noite no Balneário dos poetas,

para dizer que: - Eu escrevo por arte.

Leia-me por inteira...,

não me procure, e não me queira.



É noite no Balneário dos poetas,

para dizer que: - Eu te amei por um triz!

O Universo não nos quis,

aceite o traçado do destino, este é o caminho!



A minha poesia arderá para sempre,

porque sou movida à paixão.

A vida já deu mil mostras...,

que Ele escreve certo por linhas tortas;

Deixe-me no Balneário dos poetas,

a perder-me nas ondas do mar,

escrevendo livre nas areias:

poesias feitas de renda - e inteiras!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Somente entende quem tem peito,

E com ele fielmente escreve.

O destino imperfeito

É governado pela chama Celeste.


Compreenda que tudo tem jeito,

E com Ele tudo entra no trilho.

O Amor é perfeito,

É luz em nosso caminho...



Somente entende quem ama,

E por amor sofre, nunca reclama.

O impedimento não apagou a história,

É com ele que se tempera a chama.



Contando com as horas ao nosso favor,

Escrevendo poesia para esconder

- a minha dor -

De ter deixado para trás o nosso amor.

Inserida por anna_flavia_schmitt