Amor Sincero e Nao Correspondido
O respeito á natureza é patriarca, é carro chefe, é amor singular que protagoniza a vida. Sem ele não não existe outros respeitos.
*Teu amor foi um tiro no escuro...
*Meteorito luzindo minha atmosfera...
*Venceu pelo impacto da emboscada...
*E pelo descuido de mim
A caça:
Eu leoa sem alcatéia, sem estratégia, mirei-te na emboscada, neste amor campestre, embrenha-me em ti, a quilômetros de mim.
O Amor que Permanece
Amar quando tudo vai bem é simples. Quando os dias são iluminados, as risadas vêm fácil e as palavras fluem sem esforço, o amor parece leve, quase natural. Nos momentos de festa, nas viagens inesquecíveis e nas celebrações, amar é um prazer espontâneo. Mas e quando os dias se tornam nublados? Quando o outro se perde dentro de si mesmo? Quando as palavras machucam mais do que acolhem, e os silêncios gritam mais alto do que qualquer conversa?
É nesses momentos que o amor se revela. O amor verdadeiro não se prova na euforia, mas na tempestade. Ele não depende da reciprocidade imediata nem da perfeição do outro. Ele escolhe ficar quando a razão diz para partir. Ele entende quando o outro não consegue se entender. Ele permanece mesmo quando não há nada para oferecer além da própria presença.
O amor real não exige dias ensolarados para existir. Ele floresce nas noites mais escuras, cresce nos terrenos mais áridos e resiste ao vento forte das dificuldades. Ele não se abala diante das imperfeições do outro, mas as abraça. Ele não desiste quando o caminho se torna incerto, mas caminha junto, mesmo sem enxergar o destino.
Porque amar de verdade não é sobre ter sempre borboletas no estômago. É sobre ter raízes profundas. É sobre ser abrigo, ser paciência, ser fortaleza. O amor que resiste ao tempo e às dores é aquele que não se esgota na dificuldade, mas se fortalece nela. É aquele que cuida, que suporta, que permanece.
Porque amar, no fim das contas, não é apenas sobre sentir. Amar é decidir. Decidir ficar, decidir compreender, decidir lutar, mesmo quando tudo parece dizer o contrário. Esse é o amor que vale a pena. Esse é o amor que transforma. Esse é o amor que, acima de tudo, permanece.
Por tanto tempo andei sem saber, o que era o amor. Me perdendo em desertos escuros, tentando encontrar a mais linda flor.
Fecho os meus olhos, tento ver onde está, não consigo encontrar, um caminho que me leve para luz, com certeza é la que ela está.
Quero sorrir, não mais chorar, fechar as feridas que parecem nunca parar de sangrar.
Levo você para onde quer que eu vá, do meu coração, jamais sairá.
O início de um novo tempo.
Eu sei que é amor quando chega a hora de te levar embora.
Só tenho vontade de ficar com você agora.
Apaixonei-me com seu jeito de ser.
Me conheci ao te conhecer.
Quero te mostrar a liberdade de poder viver um amor de verdade,
e justificar toda essa saudade.
Descobri que é no meu coração que você mora.
Não precisa mais ir embora.
"O amor quando e abundante, tem que saber distribuir aos poucos, pois uma grande dose de ingratidão pode até matar."
"O dinheiro nunca vai mentir pra você, e o amor nunca vai pagar suas contas. Então foque em dinheiro que jamais lhe faltará mulheres, foque em mulheres que sempre faltará dinheiro."
O amor é necessidade, estado de aparência, estética social. Amor é falta de segurança, é dependência, vácuo de si. Amor não é sentimento, talvez uma busca da satisfação das diversas carências do organismo e de suas peculiaridades. O amor é uma busca intensa da compreensão e do prazer, visto como aparências e necessidades, como rituais que exigem esforço recíproco entre dois e repetição contínua. A busca do amor ao outrem é uma exigência de prova, que não busca em si mesmo, “logo o amor não existe”. Buscar o amor próprio no alheio parece imprudência com as próprias certezas, não passando de umas fantasias, conto de fadas. Parece mais: o amor é uma falta de amadurecimento das emoções. Assim não existe prova de amor, apenas uma manipulação, poder de convencimento, e, quanto mais o: “eu te amo”. Muito mais o: “eu te preciso”. O: “você para as minhas necessidades”. O amor é um sinal de posse, poder egoísta, é um sentimento acima do senso de justiça. Assim foram criados por um meio: o amar. Sendo o mesmo meio: o Fim. (A. VALIM).
O amor está entre o céu e o inferno, situado entre os poderes de Deus criador da fortaleza e da ruína, uma fraqueza da pequenez humana, ao mesmo tempo em que não existe céu ou inferno, o amor é capaz de sobrepô-los.
Todo saber, toda a verdade é opinável, tão mal quanto o vício, ódio, amor e fanatismo, são produtos capaz de torna-los os homens imorais.
O poeta precisa de um desajuste, um amor indigente, um desejo nunca saciado e por fim mal correspondido.
