Amor Oriental
Amizade nasce parecido ao amor. Não existe amizade verdadeira ou falsa amizade. Ou há, ou não há amizade.
Amor de verdade não acaba, é puro, honesto e dedicado, não cabe mentiras e decepções, e quem ousa dizer que ama deve ter a certeza de que levará consigo um sentimento eterno.
O Amor – Poesia futurista
A Dona Branca Clara
Tome-se duas dúzias de beijocas
Acrescente-se uma dose de manteiga do Desejo
Adicione-se três gramas de polvilho de Ciúme
Deite-se quatro colheres de açucar da Melancolia
Coloque-se dois ovos
Agite-se com o braço da Fatalidade
E dê de duas em duas horas marcadas
No relógio de um ponteiro só!
Nem sempre o sangue garante afetividade amor e gratidão recebemos de quem sequer esperamos...Nem sempre há união pelo sangue, sentir é a coisa de pele, amar é a coisa de alma e coração!!
um poema na noite é boêmio,
um boêmio na esquina é um predador,
a lua é dos lobos,
o amor é dos bobos
e ninguém é de ninguém...
O amor não tem nada a ver
com a ordem social. E uma experiencia espiritual
mais elevada do que aquela do
matrimônio socialmente
organizado.
A essência mais íntima do amor é a doação. Deus que é amor dá-se à criatura que Ele mesmo criou por amor.
O amor nao é desconfiado, não faz testes, não engana, não se ausenta, não deixa sofrer, não machuca os sentimentos e não ilude o coração de uma pessoa...
O sorriso te quem ama é lindo, mas o sorriso de quem sofre por amor é belo e maravilhoso, pois apesar de estar sofrendo tem a capacidade de sorrir.
Creio que o amor... essas duas classes de amor que, como te deves lembrar, Platão define no seu Banquete, constituem a pedra de toque dos homens. Uns só compreendem um destes amores; os demais, o outro. E os que só compreendem o amor não platônico, esses não têm o direito de falar de dramas. Com um amor dessa classe não pode existir nenhum drama. «Agradeço-lhe muito o prazer que me proporcionou, e adeus.» Nisso consiste todo o drama. E no que diz respeito ao amor platônico, também esse não pode produzir dramas, porque nele tudo é puro e diáfano.
(Anna Karenina)
Se a memória simula esquecer os mortos, o amor, albergado no coração e sempre à espreita, a qualquer sinal açoita quem sobrevive às lembranças.
A palavra é retribuir.
Se for amor? Ame.
Se for desinteresse? Esquece.
Se te feriu, manda pra puta que pariu.
Amor não tem nada a ver com grandes gestos, ou a lua e as estrelas. É só sorte mesmo.
