Amor no Tempo Maduro- Carlos Drumond de Andrade
A gente perde tanto tempo discutindo e lamentando aquilo que não foi que esquecemos de fazer acontecer o que ainda pode ser.
Viajante
A vida é instante.
É passado, é presente, é futuro.
É tornar-se maduro.
É ser, do tempo, um viajante.
“ De Carlos á Mysie por muito tempo tentando esconder o que realmente sinto, o desejo de tela em meus braços só multiplicava a cada dia, pensava que se eu escondesse isso talvez você podesse ser só minha, más esse foi o meu maior erro pois quando eu tentei realmente falar tudo que sentia a você; sempre tinha alguém pra estragar, só que ao passar do tempo eu estou amadurecendo, é está quase chegando a hora de você e eu termos a nossa própria história.”
O Valor do Tempo
Carlos cresceu ouvindo que riqueza era sinônimo de contas bancárias gordas, relógios caros e viagens para destinos exóticos. Por anos, ele perseguiu essa definição com afinco: horas extras, madrugadas em claro, fins de semana sacrificados. Quando finalmente alcançou o tão sonhado "sucesso", algo parecia faltar.
Num sábado ensolarado, sentado à beira de sua piscina, ele viu João, seu vizinho, passar com uma bicicleta velha e um sorriso largo no rosto. Curioso, Carlos o chamou para conversar.
— João, você nunca quis ter mais? Uma casa maior, um carro melhor? — perguntou, enquanto segurava o copo de um uísque caro.
João riu, tranquilo, e respondeu:
— Ter mais? Tenho tudo que preciso. Sou rico do meu jeito.
Carlos franziu a testa. Como alguém que morava numa casa modesta, sem luxo algum, poderia se considerar rico?
— E como você define riqueza? — desafiou.
João olhou para o céu e, depois, para Carlos, com serenidade.
— Ser rico, meu amigo, é ser dono do meu tempo. Posso pedalar pela manhã, tomar um café com calma, ouvir os pássaros, ver minha família crescer. O tempo é a moeda mais preciosa, e eu gasto a minha com o que realmente importa.
Naquele instante, algo em Carlos mudou. Ele, que tinha tanto dinheiro e tão pouco tempo, percebeu o quão caro havia sido o preço de sua "riqueza".
YakuzaMoon § JWC Autism
Às vezes um amor verdadeiro acaba por besteiras.
Por orgulho de dizer "perdão".
Ou por insegurança para demonstrar o que sente.
Por isso é sempre importante arriscar cada degrau. Saber sempre dizer "eu te amo", sem exageros, mas com sinceridade e entrega.
Levei um tempo pra entender, por ser complicado ou por eu ser mais burro do que imaginava, que ela não precisava que nenhum idiota, que nenhum príncipe encantado a salvasse. Queria dizer a ela que, apesar de saber que não podemos ficar juntos, sempre vou amá-la loucamente.
Mas Carlos queria realmente saber se, no fundo, eram mais felizes esses que se dirigiam só pela razão, não se desviando nunca dela, torturando-se para se manter na sua linha inflexível, secos hirtos, lógicos, sem emoção até o fim…
Carlos, que falta fazes aqui! Que saudade eles têm de ti, com teus contos sobre os colibris. E que nostálgico é relembrar o que tu fizestes aqui. Desculpe o meu egoísmo, de hoje não te deixar ir.
Carlos meu amigo, eu sempre te lembrarei! Nos mesmos desencantos, que trazem em teus versos encantos, nos prantos que eu beberei.
POR AÌ (Autor: Carlos Henrique R. de Oliveira)
Fale que fui andar por aí
para espairecer a mente
sonhar caminhando
em silencio, com a mente a pensar.
Sentar em algum bar
as vezes é preciso
ou em qualquer lugar
com corpo presente e o pensamento vagar.
Vou por aí
onde o redor não vejo,
e é dentro de mim o enxergar
por aí a pensar.
Depois vou pra casa
e termino esta conversa ao deitar
até pegar no sono e encerrar
um dialogo comigo mesmo
em particular.
Enfrentar as tempestades
Nas esquinas, onde a coragem se faz presente, para que possamos enfrentar todas as tempestades, sejam com
trovões, ou não...
Temos, então, a capacidade de nos reerguermos
e enfrentarmos as arestas da vida com toda a intrepidez, que, a nós, é doada...
esquinas, onde a coragem se faz presente, para que
possamos enfrentar todas as tempestades, sejam com
trovões, ou não...
Temos, então, a capacidade de nos reerguermos
e enfrentarmos as arestas da vida com toda a intrepidez, que, a nós, é doada...
Marilina Baccarat de Almeida Leão, escritora brasileira, no livro
"Vértices do Tempo"
UMA QUESTÃO DE TEMPO
Eu fico olhando
O tempo passando
Eu fico pensando
O tempo passando
Eu fico esperando
O tempo passando
Eu fico sonhando
O tempo passando
Até quando?
Até quando?
Até quando?
Não responda.
Estou só divagando.
E o tempo passando,
Passando, passando...
O tempo é sábio e maduro. Nos ensina que, com o tempo, temos de ser sábios em aproveitá-lo e maduros a decidir o que com ele podemos ganhar.
