Amor Infinito
Criamos o fogo, a roda, a tecnologia que nos levou ao universo infinito, mas não conseguimos criar a paz e o amor entre nós mesmos
Que os deuses do infinito realize meu impossível pq o possível me depende fazer. Me mantém mortal sentimento imortal acondicionado sob esse mal de demônios idolatrados fracos e controlados por raios de luz guiados pelo que me seduz e deduz por aquilo que conspira ao anjo de adrenalina
Narrativa Inspirada no Conto Sufi.
Fragmentos do Infinito.
Conta um antigo conto da tradição sufi, atribuído a diversas escolas do Oriente Médio, que a Verdade em sua pureza integral desceu à Terra e os homens não puderam contemplá-la em sua totalidade. Para que não se perdesse por completo, Deus partiu a Verdade como se fosse um espelho, e lançou seus estilhaços ao mundo.
Desde então, cada ser humano carrega em si um pequeno fragmento desse espelho divino, refletindo uma porção da Verdade, mas jamais o seu todo. Aqueles que tentam impor seu pedaço como sendo a totalidade do espelho, sem reconhecer os fragmentos que os outros portam, caem na ilusão do orgulho e da cegueira espiritual.
“Entre o corpo e o infinito não há serenidade sem responsabilidade, nem harmonia sem esforço moral.
Agir com calma, compreender o outro, e converter as experiências em degraus de crescimento é o caminho seguro para a verdadeira paz. Essa serenidade não é passividade, mas sabedoria em ação: é a força de quem aprendeu a reagir com luz diante das sombras do mundo.
Entre o corpo e o infinito, o Espírito humano constrói sua eternidade. Cada gesto de cuidado, cada palavra de amor e cada pensamento de fé convertem-se em sementes que florescem no jardim da alma.
A educação moral, a comunicação consciente e a oração sincera são os três pilares de uma nova civilização mais fraterna, mais justa e espiritualmente desperta.
Que saibamos, pois, reencontrar o equilíbrio entre a matéria e o espírito, transformando o cotidiano em um hino silencioso de amor e progresso.
“A verdadeira paz nasce quando a alma aprende a conversar com Deus dentro de si.””
O ÚLTIMO SONHO E O CÂNTICO DO INFINITO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
"Foste tu quem me ensinou a coragem das estrelas antes da partida. Mostraste-me que a luz não se extingue com a ausência e que ela prossegue silenciosa mesmo quando a matéria silencia. Assim compreendi que a morte não interrompe o sentido. Apenas desloca o olhar para regiões mais profundas da consciência."
"No último sonho essa lição retorna com solenidade. A respiração torna-se curta não por medo mas pela vastidão do que se revela. O infinito não se impõe como mistério opressor mas como verdade acessível à alma desperta. Existir revela-se raro. Existir revela-se belo. Existir torna-se um privilégio ético e metafísico."
"Tentei pedir que tudo fosse dito novamente. Não por esquecimento mas porque certas verdades exigem repetição para serem inscritas no espírito. Quis escrevê-las mas não encontrei instrumento que comportasse tal grandeza. Há ensinamentos que não cabem na linguagem. Apenas na interioridade."
"O último sonho então se amplia. Ele une memória e cosmos. O universo deixa de ser vastidão impessoal e assume finalidade íntima. Tudo parece ter sido tecido para ser contemplado por um olhar consciente. Não por vaidade humana mas por correspondência tão íntima entre o ser e o todo."
"Nesse estado a psicologia encontra repouso. O eu já não se fragmenta em expectativas. Ele aceita sua raridade e sua responsabilidade. Filosoficamente o sentido não está em durar indefinidamente mas em ter sido capaz de perceber. Perceber a beleza. Perceber o outro. Perceber o infinito no instante."
"E se ainda fosse possível ouvir uma última vez essa verdade ela diria com voz serena que o existir é improvável e por isso mesmo sagrado. Que a consciência não é acaso mas chamado. Que o último sonho não encerra a jornada mas a coroa com lucidez reverente."
"Assim o espírito compreende que viver foi aprender a ver. E que ter visto com coragem ternura e verdade já constitui um feito épico diante do silêncio eterno do universo."
O ÚLTIMO SONHO E O CÂNTICO DO INFINITO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
"Foste tu quem me ensinou a coragem das estrelas antes da partida. Mostraste-me que a luz não se extingue com a ausência e que ela prossegue silenciosa mesmo quando a matéria silencia. Assim compreendi que a morte não interrompe o sentido. Apenas desloca o olhar para regiões mais profundas da consciência."
"No último sonho essa lição retorna com solenidade. A respiração torna-se curta não por medo mas pela vastidão do que se revela. O infinito não se impõe como mistério opressor mas como verdade acessível à alma desperta. Existir revela-se raro. Existir revela-se belo. Existir torna-se um privilégio ético e metafísico."
"Tentei pedir que tudo fosse dito novamente. Não por esquecimento mas porque certas verdades exigem repetição para serem inscritas no espírito. Quis escrevê-las mas não encontrei instrumento que comportasse tal grandeza. Há ensinamentos que não cabem na linguagem. Apenas na interioridade."
"O último sonho então se amplia. Ele une memória e cosmos. O universo deixa de ser vastidão impessoal e assume finalidade íntima. Tudo parece ter sido tecido para ser contemplado por um olhar consciente. Não por vaidade humana mas por correspondência tão íntima entre o ser e o todo."
"Nesse estado a psicologia encontra repouso. O eu já não se fragmenta em expectativas. Ele aceita sua raridade e sua responsabilidade. Filosoficamente o sentido não está em durar indefinidamente mas em ter sido capaz de perceber. Perceber a beleza. Perceber o outro. Perceber o infinito no instante."
"E se ainda fosse possível ouvir uma última vez essa verdade ela diria com voz serena que o existir é improvável e por isso mesmo sagrado. Que a consciência não é acaso mas chamado. Que o último sonho não encerra a jornada mas a coroa com lucidez reverente."
"Assim o espírito compreende que viver foi aprender a ver. E que ter visto com coragem ternura e verdade já constitui um feito épico diante do silêncio eterno do universo."
Te sinto batendo mais devagar, parece estar parando. O teu infinito está meio instável... O que está havendo?
Ouço teu grito mesmo em meio ao silêncio. Que lástima.
Eu sei que a culpa é somente minha... Me sinto patético. O que sou? Um bobo sentimental? Desde quando?
Desde sempre, eu acho... Chorar? Não, as fontes já se esvaziaram...
De que adianta fazer o melhor? Que valor tem? Nada... Zero...
Status. É isso, status... Personalidades duvidosas. Isso sim tem valor. É o que mais vende no mercado, os estoques zeram rápido...
As pessoas gostam de comprar mentiras...
Quem quer um infinito se não é apreciado? Melhor ser vazio e desejado... É um bom negócio...
Chega a ser cômico. E trágico.
Infinitos se acabam, se esvaziam... Cada vez mais escassos e raros. E quem liga? Ninguém... Vivem de aparências.
Mas eu ainda ligo e te aprecio. Então calma coração...
Mesmo que ninguém aprecie seu pequeno infinito... ⬇️
Transborde do que você tem de melhor... ↕️
Seja sempre intenso, não tenha medo e não se culpe por isso... ⬆️
Você é meu pontinho de paz, o que sinto por você é tal como o infinito do Universo, seu abraço me reinicia.
…fs
Re Pinheiro
Não medirei o desafio,
Alcançarei o azul do infinito,
Irei trazê-lo todo para mim,
Para vivermos esse amor tão bonito,
Porque de nós só persiste o que é divino,
Se não vens - te maldigo,
Se vens - te bendigo,
Como é gostoso ouvir os teus segredos ao
pé do meu ouvido - é um tremer doce e aflito.
Eu garanto à nós dois,
Que nunca sentimos nada parecido.
Quis deixar passar desapercebido,
Porque morria de medo de você não me querer.
Resolvi deixar percebido escrito com
Os raios de sol da tarde porque você
É bem mais do que a minha metade;
O teu calor me traz serenidade,
Cessa qualquer tempestade,
E invade todo o meu bem (querer)...
Porque o teu carinho, manso e malemolente,
- faz uma grande falta
Sem ele fico carente,
O meu pensamento fica ausente,
Abandono o mundo e saio do ar;
Fico pensando em mil maneiras de te
CONQUISTAR.
És o meu tato, o meu olfato, o meu paladar,
A minha visão e a minha audição;
Resolvi te entregar para sempre o meu coração.
Basta um só gesto incontido, O teu poder sobre mim é infinito, A êxtase que me provocas, Transforma o mundo ao redor num mundo muito mais bonito.
No ínfimo olhar,
Poeminhas soltos,
Levados pelo ar,
Sonhos intensos,
No infinito do amar.
No ínfimo olhar,
Sonetinhos amorosos,
Simples de declamar,
Desejos intensos,
No infinito do delirar.
No ínfimo olhar,
Versinhos caprichosos,
Temperados ao paladar,
Corações luminosos,
No infinito do esperar.
No ínfimo olhar,
Gemidinhos engolidos,
Loucos para transbordar,
Corpos ansiosos,
No infinito de tanto desejar...
Riscando o Universo,
Revelando o infinito,
Dançando e seguindo,
Soletrando o soneto
Ao pé do teu ouvido.
Escutando o coração
Batendo de excitação,
Escrevendo sou emoção
Nascida de um segredo,
Desobediente e sem medo,
Assumi: o teu amor cigano.
Afinando o teu arbítrio ao meu,
Divinamente se cumpre a profecia,
Feliz e ardente alegria (de ser tua),
Vestida de estrelas ou (de Lua),
Todinha em sentimento,
... Letra de revolução e ventania!
Sim, eu te tento - e te atento,
Doce é o meu exibir
Como a Lua dança para o Sol;
O teu silêncio me brinda,
Conheço o teu olhar de contentamento.
Sou convencida, e muito atrevida,
Abusada ao extremo...,
- curvilínea
Assim te experimento:
Noite e dia reverencio essa delícia
De ser tua sempre e aos poucos;
Ao sabor do destino e da vida.
Não vejo motivos para correr,
Não vejo motivos para não tentar,
Não vejo motivos para não te amar,
Não vejo motivos para não ceder.
Eia, pois, vencendo os limites
De provas em provas,
A gente se completa e se acorda
Na plenitude de amar,
O amor do jeitinho que nasceu,
Não há ambição, e sim secura
De matar a fome e a sede de ser meu
Do jeito que veio a Terra e Ele te fez:
Não temo a boa desfaçatez.
Tenho cara de sonsa e também de santa,
Sou uma verdadeira sem vergonha...
Navegando nas tuas águas
(ilimitadas)
Escrevendo o meu destino
(infinito)
Circundando a tua ilha
(exuberante)
Rodeando as 158 estrofes
(gloriosas)
Escutando o teu Hino...
Ramo de oliveira
No bico da pomba
Também é poesia
Sem se dar conta.
Encontrando nas areias
(paradisíacas)
Os beijos das sereias
- encantadoras -
Escutando as tuas lendas
(gregas)
Nas tuas vozes
(cipriotas)
Eu acredito, e confio
No desejo de paz duradoura.
Asa de poeta
No bico do verso
Rama poética
Você é parte do Universo.
Na tua gente escrita está
A poesia e o (mistério)
De cada Deus e sua musa
O cordão (etéreo)
Que faz o encanto cipriota
Viver para ser eterno.
Nas tuas ondas bravias
Nas espumas brancas
Desfeitas no (azul)
Recebam as linhas
Tecidas dos meus ventos
Vindos do meu (Sul).
Trago em mim o infinito,
O invisível talvez;
Porque me guardas em ti,
E bem dentro do teu peito.
Deixo em ti o divino,
- A liberdade certa -
Porque em mim guardo
O quê há de mais bonito.
Beijo espiritual em versos
O amável e vero;
Porque em segredo intenso
Eu sempre te [espero.
Corpo natural em chamas,
- Beijo frágil feito louça -
Corpo feito para morar
Sem nenhuma roupa.
Artesanato feito à beira mar,
Poesia de moça,
Declamada em voz rouca,
Para você 'amar'.
"" Como um sonho que viaja ao infinito,
solto meu grito,querendo te encontrar,
então me lanço em mares nunca navegados
e encontro em ti, porto seguro pra ancorar...""
“” De onde se vê o céu
Vê-se o infinito
E lá nenhum grito
Ecoará sem liberdade
Ainda que o vento traga você
As lembranças serão apenas saudades...””
