Amor Impossivel por Causa da Distancia
Você.
Colírio aos olhos cansados,
Mel aos lábios amargos,
Batidas ao coração que estava parado,
Céu azul em dia nublado.
Lua que brilha ao anoitecer,
Sol que nasce ao amanhecer.
Vida em mim chama-se você,
Mulher, rainha, dona do meu querer.
Sereia que vem a praia enfeitar,
Pássaro que baila elegantemente sobre o ar.
Menina, com raios de luz,
Estrela guia que o meu mundo conduz.
Brilhe sobre mim, brilhe estrela amada,
Mostre-me teu caminho sol da alvorada.
Tão logo, estarei em ti e estarás em mim,
E seremos o infinito, uma historia de amor sem fim...
Harmonia.
Folhas em branco, páginas sobre o chão,
História no começo, escrita no coração,
Para mim a vida se tornou uma linda música afinada,
Tornou-se a mais bela orquestra refinada.
Porque tu resgeste comigo essa bela canção,
Regeste os tons mais quentes amada sedução,
Graças a ti, nasceu em mim uma nova sinfonia,
Cuja os tons são suaves e gravez de total harmonia.
És bela amada, e teus beijos são solo de violão,
Teu sorriso é amor nascente, minha doce emoção,
Tuas notas notas são sedutoras, teu corpo é quente,
Tua vóz é som de arpa que ressoa em minha mente.
Meu sonho é tocar contigo pra toda nação,
Cantar e mostrar ao mundo que é mais que paixão,
Serei teu noivo, teu músico, teu poeta, ó minha flor,
Serei teu amado, teu sorriso, serei teu, meu grande amor.
Grito de Alerta! - Posse na ACADIL
Dediquei esta fala, parte da Saudação ao Patrono da cadeira 20, Poeta Luiz da Silveira Moraes, da ACADIL, por ocasião da minha posse naquela Academia de Letras, no último dia 17 de maio, como forma singela de agradecimento ao seu legado, ao seu exemplo vivo de humanidade.
Senhoras e senhores,
Não direi que não estou à altura, ou não mereço este título de acadêmico da ACADIL. Não compete a mim o julgamento de meu trabalho ou minha conduta.
Porém não vejo este título, ou qualquer outro título, ou qualquer outro cargo, como algo que me coloque em posição superior aos meus semelhantes, ou em posição de destaque.
Muito pelo contrário, qualquer título, ou função pública ou privada, nos mostra, tão somente nos mostra, a responsabilidade que temos para com nosso próximo, por termos sido aquinhoados com diferentes dons, por atuarmos em diferentes áreas do conhecimento.
E é sobre esta responsabilidade que quero lhes falar.
O Brasil e o mundo vivem um momento ímpar, e perigoso, muito perigoso, da história da humanidade.
O princípio da autoridade democrática se esvai e valores como dignidade, trabalho, honra, estudo, disciplina, respeito ao semelhante, ao bem público, à propriedade material e intelectual, respeito à criança e ao jovem, direito de ir e vir, gratidão (ah! A gratidão), valores perseguidos e abraçados pelo Luiz, por toda uma vida, foram substituídos pelos valores materiais.
Simples assim!
Os interesses menores, que nos voltaram para nossos próprios umbigos, nos tornaram céticos, como diz o Chaplin em seu discurso.
Vou além, nos tornaram amargos!
Lendo os escritos do Luiz, e refletindo sobre isso, a resposta a que chego é que, devido a tanta propaganda, nas mais diferentes esquinas da vida, passamos a valorizar a casca, não o interior; passamos a nos deter no contentor, não no conteúdo; passamos a comprar pacotes, não presentes; passamos a dar valor às grandes festas, não às singelas reuniões de amigos; passamos a levar para casa o discurso, não o foco da questão; passamos a comprar o livro pela capa, não pelo escritor ou pelo que escreve; passamos, enfim, a ficar no supérfluo, não nos aprofundando na alma da pessoa que nos fala.
Se a foto sair bem no Facebook, tá de bom tamanho...No “face” estão as perguntas e as respostas...
Perdidos nesse emaranhado de ilusões que construímos para nós mesmos, passamos a ver valor nas pessoas “saradas”, homens e mulheres; a ver como companheiro ou companheira ideal, a pessoa que se enquadre no “padrão” que nos foi vendido durante toda uma vida.
Usamos de todas as artimanhas, malhação, emagrecimento, operações das mais diversas, tingimentos e fingimentos, mas não saímos do quadrado!
Assim, “nos enquadramos” em uma Sociedade que se esqueceu como Humana, que se esqueceu como reflexo de um ser maior, bondoso, incrivelmente gentil, incrivelmente amoroso, eterno em sua sabedoria.
O que era para ser complemento passou a ser o principal, e o principal ficou esquecido em um canto de armário, cheio de poeira e teias de aranha, pedindo, clamando, por limpeza e arrumação, voltando, assim, as coisas aos devidos lugares.
- Não sou contra as coisas que nos dão mais conforto, proporcionam momentos diferentes, renovam a alma para a semana, não sou contra a evolução que conquistamos a tão duras penas.
Discordo, e com um bom discordar, veementemente, do valor que se deu ao complemento.
Vivo também a boa vida, sonho também o bom sonho, amo também o bom amar, danço também a boa dança, mas tudo a seu tempo.
Uma vida segura é construída de realidade, de leitura séria, de estudo, de trabalho, de “jogo duro”, de responsabilidade, de honra, de gratidão, não de fantasia!
Para que possamos ter o complemento, precisamos construir o principal.
Perdidos em nós mesmos esquecemos nossas origens, esquecemos que fomos feitos com o que há de melhor no Universo – Espírito, Filosofia, Sentimento e Matéria, um apoiando ao outro na medida certa, e no momento certo.
Esquecemo-nos de que o amor sublime deve ser o condutor de nossas ações, deve ser o condutor da forma como educamos nossos filhos, e do exemplo que damos a eles.
Esquecemo-nos que Educação não é a imposição de nossos conceitos, não raramente ultrapassados, mas sim, a arte de se colocar no lugar do outro, de caminhar ao lado, para compreender a fala e as necessidades do educando.
Não estamos mais acostumados à bondade, à gentileza, e deveríamos;
Não estamos mais acostumados ao “deixa prá lá”, ao perdão, que nos redime e eleva. Isso é fundamental!
E não estamos mais acostumados à felicidade que, quando alcançada, nos mostra o que é a vida, de fato, nos mostra o que é SER HUMANO.
Esquecemo-nos do que é ser amigo, mas amigo de fato!
E, infelizmente, nos esquecemos dos verdadeiros amigos, nos esquivamos do afeto, nos esquivamos da alegria de uma conversa interminável, de um afago, de um sorriso, de uma dança com a pessoa querida, de uma visita, um almoço com os “velhos”, um convite para um passeio...
“Que correria!”, “Precisamos ver”, “A gente se vê por aí”, “Nos falamos pelo face”, “Não tenho tempo!”, são as frases mais pronunciadas.
Distraídos, preocupados com o pacote, esquecemos o interior e o que há de melhor no ser humano.
E o ser humano pode ser incrível, se prestarmos a devida atenção, pode proporcionar infinitas alegrias, se nos deixarmos levar pela infinita alegria.
Se formos além do supérfluo encontraremos nosso tão desejado oásis, no meio deste deserto construído à nossa volta.
Depende de nós seguir, ou não, a estrela que nos levará a este oásis do qual vos falo.
A vida, afinal, é feita de escolhas, e podemos escolher a felicidade, podemos tentar enxergar além desta névoa que nos tem impedido de ver a luz de um novo dia, nos mantendo sempre no ontem...
Escrevi, já há alguns anos, que “a razão da existência humana é amar”. Continuo acreditando nisso!
Nascemos para o amor, para a felicidade que nos proporciona este amor, manifestado em suas mais diferentes formas, vertendo o divino para o humano.
Meus filhos, minhas noras, minhas netas e meus amigos aqui presentes, a vida é muito curta, muito mesmo. O que não vivermos hoje, o que não amarmos hoje, o que não entregarmos de corpo e alma hoje, não nos será possível repor amanhã.
O amanhã guarda seus próprios segredos!
Nossos idosos, nossas crianças, nossas mulheres e nossos homens, precisam deste humano.
Nosso país, e nosso mundo, precisam de nosso trabalho, e de nosso grito de alerta, para que as coisas voltem aos devidos lugares.
É preciso, e urgente, que voltem!
A partir deste momento, esta será minha missão como acadêmico!
Deus os ilumine e guarde, a cada dia, e em todos os dias de suas vidas.
Obrigado!
AS MÃOS
As duas mãos
talhadas como irmãos,
entrelaçadas,
casadas,
unidas,
erguidas,
nas orações,
são, penso ao vê-las,
creio, ao erguê-las,
dois corações.
E no labor
lançadas,
acasaladas,
são o amor,
amor fecundo
e construtor
renovador
do Mundo!
Uma Mulher de Valor
Este texto é uma homenagem à Professora Maria Ângela Pimentel Mangeon Elias , uma mulher especial, que encanta a todos com sua graça, sua vitalidade, sua força de vontade e sua determinação em construir um mundo melhor, e, principalmente, em nos mostrar, a cada dia, e em todos os dias de sua existência, que isso é possível. Parabéns à nossa querida Professora neste dia em que completa mais um ano de encantadora existência.
Uma mulher de valor
Não é aquela que só nasceu para ser mãe
Ou irmã, ou companheira, ou amante, ou educadora
Uma mulher de valor tem tudo isso em sua bagagem
E mais outro tanto, guardado em seu coração
Em um coração que, normalmente, não pulsa
Deixa, com serenidade, o sangue fluir
Indo e voltando, como um rio
(Grande ou pequeno, afinal, todos os rios são iguais)
Como um rio que vai e volta...
Vai e volta...Sempre volta, na sua forma de voltar
E sempre tem serenidade em suas águas
Embora, por vezes, suas aguas pareçam revoltas
Uma mulher de valor é assim, uma mistura perfeita
Um amálgama entre o humano e o divino
Entre o santo e o não santo, entre o espírito e a matéria
Uma mulher de valor é atraente, naturalmente
Não precisa de subterfúgios, não precisa de salamaleques
Naturalmente se apresenta, e naturalmente encanta
Vive naturalmente, compreendendo que a vida é uma passagem
Só uma passagem, uma ponte, entre o hoje e o amanhã...
Não vive o passado, não olha para trás, não se distrai
Segue em frente, sempre em frente, nada a detêm, nada!
E leva consigo todos que querem atravessar a ponte
Todos que querem conhecer o futuro
Todos que querem estar ao seu lado neste futuro
Uma mulher de valor...
Encanta-se com cada novo dia, com o nascer da aurora
Louva a cada novo dia, encanta-se com a vida, com as flores
E com os inúmeros jardins da vida, aqui e acolá
Encanta-se tanto que chega a fazer parte deles
Tornando-se uma flor, tornando-se uma flor-mulher
De um valor inestimável, de um encanto contagiante
De suave perfume...Tornando-se mulher!
Meiga, angelical, doce, próxima, parte de cada um de nós
E nós todos a amamos, como amamos tudo que é belo, divino
Nós a amamos, muito e muito!
Afinal, o valor está em toda mulher, não é mesmo?
Em cada uma com suas particularidades
E nesta, em especial...Ela é especial!
....
SOMOS NECESSÁRIOS
Todos nós somos necessários,
somos verdadeiros responsáveis,
por cumprirmos com os nossos
deveres.
Somos necessários...
no amor, família, no trabalho
e em todos os lugares,
que nos dizem respeito.
Somos necessários...
no mundo, para cumprirmos
com a nossa parte.
Zelar de toda a natureza
e dos nossos semelhantes,
com o devido respeito
e consideração...
somos necessários
para praticar ao que é bom...
Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)
Quem sou eu?
Eu? Quem sou eu, anjo ou demónio
Eu? Quando nasci, nasci inclinado
Como todas as pessoas que nasceram
Inclinadas para o mal, e pelo pecado.
Mas, por ser uma pessoa tão especial
Deus me deu asas para voar…
Asas brilhantes, de branco puro,
Da mais pura claridade, luz.
Com o passar do tempo, eu cresci
Finalmente cheguei ao nível E, porem
O meu objectivo era chegar ao nível A
A s minhas asas já estavam crescendo.
Ao longo do tempo, olhei uma rapariga,
Uma rapariga que me encantou por completo
Com a Sua beleza, seu corpo, sua pele…
Eu fiquei totalmente enfeitiçado por ela,
Apaixonado, louco, totalmente maluco, cego.
Porem como estava cego, eu não me reparei para ela,
Para as asas que ela possuía, asas de um dragão,
Língua de uma serpente, olhos de réptil,
cabelo de uma medoza,
E possuía a voz da águia, o que não era normal
Não num ser humano, ou era um monstro ou uma
bruxa, bom eu não sei o que é, mas eu sei que
tal coisa assim, não é um ser humano,
Pois estas coisas eu não às tinha visto.
Mesmo a minha frente, eu não conseguia ver
Era encanto a primeira vista, o amor
penetrava-me no sangue, no corpo, nos olhos
No pensamento, em tudo…
Tudo que via de mal nela convertia-se
Em amor perante os meus olhos castanhos
O amor guiava-me a voar com ela
Mas ela não podia voar, porque as suas asas
Não foram feitas para voar no céu
Mas sim, para encaminhar os anjos do céu trazendo-os
Do céu, para mergulhar no fundo deste poço, cortando as asas dos anjos…
E eu sabendo disso, o que fui fazer?
Dei a minha vida para ter a vida dela
Deixei de ser imortal para ser mortal
Abdiquei-me de tudo, da minha vida e das minhas Asas
Deixei na mão dela o meu coração que perdi
Para poder estar com ela, com o passar do tempo
Acabei por me arrepender de ter feito tudo
Isso por uma pessoa que não me mereça
Uma pessoa, um monstro sem coração
Como isso é possível?! É possível, uma vez que
A pessoa não quiser viver mais, logo quer
Dizer que está morto e os mortos não tem coração,
Se o coração não bate é porque não existe coracao
E eis-me aqui recebendo o castigo de Deus
Por o ter traído por uma víbora
Que me deixou amaldiçoado até agora
Não sei o que fazer, estou perdido na escuridão
Houve um dia que naquela escuridão apareceu
Uma luz, mas acabei por a perder, ainda tinha
Esperança de ter as minhas asas de volta
E de poder voar como nunca tinha voado.
Elas estão a crescer, por fim fui perdoado
Porque eu perdoei…
Agora estou com cautela a tira-la da escuridão
Já estive perto da morte
Agora vou ajuda-la a encontrar a luz
Para que junto possamos voar
Notei isso depois de ser despertado pelos meus amigos
E relato isso porque neste momento
Ela esta a repetir tudo de novo
By HEIDARI
Se tua fé for fraca, não te preocupes pois no Maximo, não haverás de ter nem imaginação para desejar algo em meio a vida mas... Se o teu amor for grande, esse sim te levara a lugares dos quais imaginação nem uma seria capaz de supor.
O valor das coisas é avaliado pela raridade das mesmas, para concordar com essa verdade basta lembrar o preço que Jesus pagou pelo amor; Tudo que é raro, sempre vai custar caro.
Algumas pessoas dizem que deva ser os homens, outras, afirmam categoricamente que são as mulheres que teen a obrigação de cultivar o amor. Por não acreditar que esse sentimento seja uma obrigação mas um dever empenhado pelo exercício, penso que a responsabilidade de faze-lo, sempre recairá sob aqueles que mais amor teen a dispor.
Minha intenção não foi a de profanar teu coração para criar magoa, mas a de nele empregar-me, para produzir o amor.
UM chamado Marllon estava fazendo uma viagem pelo Mundo,
então eu passei pelo deserto, e la eu encontrei uma lâmpada mágica....
eu a esfreguei, só que a lâmpada era diferente...
o gênio me dava as opções de desejos...
ele disse: você escolhe o amor com uma garota chamada (...????)
dinheiro...
ou vida eterna?
MARLLON BRUNO: Eu pensei e disse: Amor!
( Com Firmeza No Pedido)
O Gênio pergunta: porque o Amor???
MARLLON BRUNO RESPONDE EM FORMA DE OUTRA PERGUNTA: Porque o Dinheiro sem o Amor!?
MARLLON BRUNO CONCLUI: E pra que a vida eterne se eu vou viver sem a pessoa que Amo?...
REFLEXÃO DA HISTÓRIA...
"O mais importante que eu aprendi foi que com o amor, eu posso viver o bastante pra ser
feliz, e não preciso ter todo o dinheiro do mundo, só preciso de você ao meu lado...
Ass: Marllon Bruno)
sabe o sol ? então... Deus boto ele lá pra que ninguém pude-se chegar perto e qualquer tentativa de qualquer ser seria inútil; sabe o mar ? Deus nos deu um limite até ate onde podemos ir... sabe pq eu to falando isso ? porque embora eu posso esconder o que eu sinto por vc nunca poderei me escode de vc, até mesmo se eu tentasse... a vontade de tiver é muito maior do que vc pode imaginar
Preciso concertar o relógio de meu coração pois à muito tempo, os ponteiros estão parados apontando na mesma direção e com tudo, venho desapontando minha evolução... Necessito urgentemente de um bom relojoeiro.
Oito dias sem você.
Oito dias sem você é estar na luz do sol e não sentir o calor,
Estar embriagado de paixão e não dar amor,
É padecer sob a noite e a escuridão,
Pular de uma aeronave sem um paraquedas nas mãos.
Oito dias sem você é estar à beira da morte, sem respiração,
Tentar sentir o pulsar, mas ter parado o coração,
É chorar pela saudade e rir por desespero,
Sentir falta de tudo, comer comida sem tempero.
Oito dias sem você é agonizar com um sapato apertado,
Sentir tocarem o interior do umbigo e ficar desesperado,
É notar que a minha vida está ausente,
Não ter por perto meu mais valioso presente.
Oito dias sem você é estar preso em um oceano de aflição,
Ver uma lança afiada transpassando o coração,
É metade de mim que aqui não está,
Minha melhor metade que de saudade vai de me matar.
Oito dias sem você é ser criança e não rir,
Ter vida mansa, mas não ter alegria que outrora estava aqui,
É estar de regata no centro polar,
Sentir a falta de força, o cheiro de morte e não dizimar.
Oito dias sem você é musica sem instrumento,
Amar sem sentimento,
É choro sem lágrimas, tempo que não passa,
Ausência que dói, brinde sem taça.
Oito dias sem você é dança sem movimento,
História sem fatos, filosofia sem pensamentos,
É corpo sem vida e vida sem alma,
Sorriso sem dentes, teatro sem palmas.
Oito dias sem você é saudade que não tem fim,
Poema falando sobre meu amor que está longe de mim,
É existir no nada, sem céu, sem chão,
Tentar viver sem as carícias que dão vida ao meu coração.
