Amor entre Pessoas que Nunca se Viram

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⁠A Morte é um Diálogo entre
O Espírito e o Pó.
“Dissolva” diz a Morte — O Espírito “Senhora
Tenho uma Ideia melhor” —

A Morte duvida — Impreca desde a Cova —
O Espírito se vira
Só deixando — como prova —
Um Casaco de Argila.

Inserida por Gaybow

⁠Máquina do tempo

Saudade é um doce desassossego
Que mora entre a lembrança e a
Vontade de voltar no tempo.

Inserida por silmaranogueira

⁠”Um dia começa, outro termina. E entre o nascer e o pôr, vivemos tudo o que somos capazes. No fim, não é o tempo que importa, mas o que fizemos dele.”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠I. Entre a luz que revela e a sombra que protege
Nem toda luz é revelação. Há claridades tão intensas que cegam. Desnudam o que ainda não está pronto, queimam o que germinava em silêncio. E há sombras que não escondem, apenas resguardam. Guardam o que é semente, não o que é ruína.
Vivemos entre clarões e penumbras, mas o medo nos ensinou a preferir a luz mesmo quando ela fere. Aprendemos a temer a escuridão como se fosse sempre ameaça, mas esquecemos que nela repousa o mistério, e é no mistério que a alma respira. A noite, quando acolhe, não sufoca. Ela sussurra verdades que o dia, apressado, ignora.
A luz exterior muitas vezes ofusca a centelha interior. E a escuridão, por vezes, é o caminho necessário para reencontrá-la. Há silêncios que só se escutam no escuro. Há encontros que só acontecem longe da luz pública, no íntimo do não dito, do não visto, do que permanece em suspensão.
A sabedoria não mora na claridade constante, mas na dança entre os polos. Saber acender a própria luz sem negar a sombra é o princípio da lucidez. Reconciliar-se com o escuro é devolver à alma sua capacidade de habitar o tempo sem medo do invisível.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠I. O fio invisível entre a razão e o abismo
Há um fio quase imperceptível que separa a sanidade da loucura. Ele não é feito de lógica nem de evidência. É tecido em silêncio, por forças que a consciência não domina e o juízo não decifra. Às vezes firme, às vezes tênue como névoa, esse fio nos atravessa. E todos nós, em algum momento, já o sentimos estremecer.
A sanidade é frequentemente confundida com controle, previsibilidade, coerência. Mas há loucuras que são apenas formas radicais de sentir. Sentir demais. Sentir o que o mundo não suporta nomear. Sentir o que escapa às categorias da razão domesticada. E há insanidades que nascem não do caos, mas do excesso de lucidez, quando a realidade se mostra em sua nudez crua e insuportável.
Nem toda loucura é ruína. Algumas são defesa. Outras, travessia. Há quem precise se despedaçar para sobreviver à rigidez do que é dito normal. E há quem se esconda atrás da sanidade como quem se fecha numa prisão segura, mas estéril.
A lucidez não é ausência de delírio. É a capacidade de dialogar com ele sem se perder. De acolher o que se rompeu sem rejeitar o que ainda sustenta. De habitar a própria mente como um território sagrado, mesmo quando os mapas falham.
No fundo, talvez sejamos todos dançarinos à beira do abismo. E o que nos salva não é o equilíbrio perfeito, mas a graça com que aprendemos a cair e voltar.

Inserida por drleonardoazevedo

“⁠Entre o excesso de pensamento e o transbordar da emoção, a angústia se forma. Nem sempre nos fere, mas sempre nos inquieta. Saber lê-la é saber-se.”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim”
(por Leonardo Azevedo)

4.
Entre o silêncio de Deus e o clamor dos homens, eu sigo com a alma em ruínas e a mente em labaredas.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim”
(por Leonardo Azevedo)

10.
Entre a loucura e o vazio, escolhi a lucidez.
Ela não consola, mas me mantém de pé.

Inserida por drleonardoazevedo

⁠“Entre o peso da matéria e a leveza do espírito, reside o equilíbrio do ser.”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠“Há uma diferença entre ocupar um espaço e habitá-lo com sentido. Entre estar vivo e, de fato, viver. O valor de qualquer ideia reside naquilo que se realiza.”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠“Somos peças movidas por mãos invisíveis num tabuleiro onde a regra é obedecer. E entre jornadas vendidas e desejos induzidos, resta-nos o eco de uma pergunta: para onde nos leva essa dança silenciosa entre servir e consumir?”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠Entre o trabalho que sustenta e o que consome a alma, existe uma linha tênue chamada escolha ou renúncia.

Inserida por drleonardoazevedo

“⁠Desfaço, pouco a pouco, os grilhões da vaidade e caminho descalço entre as sendas das ideias e os templos dos ideais.”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠”Cada vez mais, percebo que a vaidade me prendia. Hoje, penso com mais liberdade entre ideias que nascem e ideais que persistem.”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠“O otimismo se assemelha à inocência. A realidade nos faz transitar entre o ceticismo e o pessimismo e, mesmo que o resultado seja positivo, negativo ou o esperado, não nutrimos sentimentos exacerbados. A realidade nos solidifica.”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠“Ser otimista é natural, mas a realidade nos ensina a equilibrar expectativas. Entre ceticismo e pessimismo, aprendemos a reagir com moderação, tornando-nos mais resilientes.”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠“Entre sombras e luz, a alma traça sua jornada, encontrando profundidade no abraço de ambos os extremos.”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠”Meus devaneios caminham entre o sagrado e o sombrio, entre o lirismo e o abismo. São ecos da alma que desconhece prisão.”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠”Entre a existência vazia e a morte real, talvez a mais cruel seja aquela que mantém o corpo e silencia a alma.”

Inserida por drleonardoazevedo

⁠“Entre o saber e o suportar, habita a verdade insuportável.”

Inserida por drleonardoazevedo