Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
Paciência é a perseverança em relação a algo, como uma resposta, situação ou o intervalo entre a lagarta, o casulo e a borboleta.
P a c i ê n c i a
Obra prima do Criador, essa arte mais que sensível
Bela flor de bem me quer, a mais rara entre as criaturas
Seu nome é Maravilha,
Mas pode chamar:
Mulher
Guio-me pelo tempo entre o Céu e a Terra, sou a própria forma de Vida misteriosamente Mística...
Sou eu, a Noite!!!
Separo-me, porém, de ti; já passou o tempo. Entre duas auroras, me iluminou uma nova verdade. Não devo ser pastor nem coveiro. Nunca mais tornarei a falar ao povo; pela última vez falei com um morto.
"Entre os berros e as armas, entre a fome e a ganância alastrada, entre rachados edifícios dos saberes, erudições desmoronadas e a competitividade respeitada, que a guerra, nunca seja uma opcão para justificar nada."
Mudei-me na quinta-feira passada, às cinco da tarde, entre névoa e tédio. Fechei tantas malas em minha vida, passei tantas horas preparando bagagens que não levavam a parte nenhuma, que aquela quinta-feira foi um dia cheio de sombras e correias, porque quando vejo as correias das malas é como se visse sombras, partes de um látego que me açoita indiretamente, da maneira mais sutil e mais horrível.
Entre a cruz e a espada, do fato proposto, caminhos podemos seguir: por um lado tende a ser aquilo que desejamos por intuição, e pelo outro, aquilo que achamos desejavel por decisão.
Não sabemos definir o nosso si mesmo, mas sabemos que ele está lá e que o distanciamento entre nós e ele é angustiante.
Não acredito em equilíbrio entre medíocres... Acredito na irracionalidade predominante, especialmente no paganismo... E quanto à esse conceito é completamente irrelevante, enquanto definido por pagãos.
Entre o verde das folhas e o azul do céu há uma imensidão de cores para serem descobertas! Abre a tua mente para as receberes.
Caminhei pelas ruas e calçadas...
Entre dias e madrugadas...
Lua em companhia...
Noites quentes...
Noites enluaradas...
Estradas prateadas...
Conheci salões cinzentos...
De muitos risos...
Poucos alentos...
Muitas loucuras...
Tantas tolas fantasias...
E no espanto do menino...
Em que tudo descortinava ...
Pude ver algumas monstruosidades...
De mentes inacabadas...
Almas vazias...
Grandes gargalhadas...
Bocas úmidas...
Que taças e copos tudo absorvia...
Perdi querendo encontrar...
O que nunca esteve por lá...
Nada contava nem tinha nome...
Eras de breu...
E o réu era eu...
Era tão fácil ser feliz ...
Mentirosas propostas ouvi...
E no sabor do vinho me corrompi ...
Hoje ainda não sei como caminhar nas ruas...
Sem estar...
Em ruas que ficaram para trás no tempo...
Sem estar ...
Esperança que aprendi com as ruínas...
Triste e lamentável fado...
Hoje...
Paz cultuo...
Na lembrança desse banco...
Aqui sentado...
Sandro Paschoal Nogueira
A gargalhada
Como é bom dar uma gargalhada
Entre amigos fazendo palhaçada
Quebrando o gelo para conversar
Ou para o estresse se dispersar
Ela vem de dentro de você
O diagrama controla o ar em você
Num ritmo envolvente de inspiração
Sincronizado com o movimento de expiração
As vezes vc fica ser ar de tanto gargalhar
Seja de uma queda de se esparralhar
Ou de um momento de euforia contagiante
De felicidade entre seus participantes
Ela pode ser gaiata ou abobalhada
Assim com sinistra ou avacalhada
Não tenha vergonha de sua gargalhada
Cada um tem a sua a ser compartilhada
Se você deseja criar algo que vale a pena com a sua vida, precisa traçar uma linha entre as demandas do mundo e as suas próprias ambições.
