Amor entre Pessoas que Nunca se Viram
Quem nunca teve um amor à distância, que não se aproxima, não toca, não envolve. Que reveste-se de fantasias e de idealização. Amando um ser que vc idealiza perfeito, detentor de todas as boas qualidades e sem máculas. Um amor que distancia-se da realidade e, como foge do real, mistura-se com o mundo do sonho e da fantasia.
Nunca acredite que a paixão se vai com o chegar da morte, mas o amor renasce em cada esperança no coração de quem vivo está.
Nunca me escondi direito
Nunca disfarcei bem
Esse foi meu desarranjo
E agora oculto seu amor
Mesmo sendo inevitável
"Basta olhar pra entender
O amor que eu sinto por você
Nunca amei alguém assim
Só sei que quero você pra mim"
Lembranças do que foi,
mas se estou presente...
não percebes meu amor,
que nunca fiquei ausente;
ficarei sempre contigo,
como parte de mim mesma.
Nosso amor é como destino,
de versos e peixes...
como este...
que consegues pescar
com as mãos...
meu pescador de ilusões...
Todo dia morre um amor!
Todo dia morre um amor.
Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina.
Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos.
Morre em uma cama de motel ou em frente à televisão de domingo.
Morre sem beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com gosto de lágrima nos lábios.
Morre depois de telefonemas cada vez mais espaçados, cartas cada vez mais concisas, beijos que esfriam aos poucos.
Morre da mais completa e letal inanição.
Todo dia morre um amor.
Às vezes com uma explosão, quase sempre com um suspiro. Todo dia morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria que na prática, relutemos em admitir.
Porque nada é mais dolorido do que a constatação de um fracasso.
De saber que, mais uma vez, um amor morreu.
Porque, por mais que não queiramos aprender, a vida sempre nos ensina alguma coisa.
E esta é a lição: amores morrem.
Todos os dias um amor é assassinado.
Com a adaga do tédio, a cicuta da indiferença, a forca do escárnio, a metralhadora da traição.
A sacola de presentes devolvidos, os ponteiros tiquetaqueando no relógio, o silêncio insuportável depois de uma discussão: todo crime deixa evidências.
Todos nós fomos assassinos um dia.
Há aqueles que, como o Lee Harvey Oswald, se refugiam em salas de cinema vazias.
Ou preferem se esconder debaixo da cama, ao lado do bicho papão.
Outros confessam sua culpa em altos brados e fazem de penico os ouvidos de infelizes garçons.
Há aqueles que negam, veementemente, participação no crime e buscam por novas vítimas em salas de chat ou pistas de danceteria, sem dor ou remorso.
Os mais periculosos aproveitam sua experiência de criminosos para escrever livros de auto-ajuda, com nomes paradoxais como "O Amor Inteligente" ou romances açucarados de banca de jornal, do tipo "A Paixão Tem Olhos Azuis", difundindo ao mundo ilusões fatais aos corações sem cicatrizes.
Existem os amores que clamam por um tiro de misericórdia: corcéis feridos.
Existem os amores-zumbis, aqueles que se recusam a admitir que morreram.
São capazes de perdurar anos, mortos-vivos sobre a Terra teimando em resistir à base de camas separadas, beijos burocráticos, sexo sem tesão.
Estes não querem ser sacrificados e, à semelhança dos zumbis hollywoodianos, também se alimentam de cérebros humanos e definharão até se tornarem laranjas chupadas.
Existem os amores-vegetais, aqueles que vivem em permanente estado de letargia, comuns principalmente entre os amantes platônicos que recordarão até o fim de seus dias o sorriso daquela ruivinha da 4a. série ou entre fãs que até hoje suspiram em frente a um pôster do Elvis Presley (e pior, da fase havaiana).
Mas titubeio em dizer que isso possa ser classificado como amor (Bah, isso não é amor. Amor vivido só do pescoço pra cima não é amor).
Existem, por fim, os amores-fênix.
Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência, dos preconceitos da sociedade, das contas a pagar, da paixão que escasseia com o decorrer dos anos, da mesa-redonda no final de domingo, das calcinhas penduradas no chuveiro, das toalhas molhadas sobre a cama e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas a cada fim de dia e perduram: teimosos, belos, cegos e intensos.
Mas estes são raríssimos e há quem duvide de sua existência.
Alguns os chamam de amores-unicórnio, porque são de uma beleza tão pura e rara que jamais poderiam ter existido, a não ser como lendas.
E é esse amor que eu quero viver com você,
PARA SEMPRE!!!
Nota: Versão adaptada do "Pequeno tratado sobre a mortalidade do amor", de Alexandre Inagaki: Link
...MaisNunca deixe cair uma lagrima por um amor
que só te enxerga Quando esta solitario !!!
lembre-se que é tolice amar quem nos despreza
Mais tolice ainda despreza quem nos ama !
Se o dinheiro servisse para comprar o Amor,os pobres nunca o conheciam, e não haveria ricos infelizes.
O amor é uma caixa de surpresa...
Nunca sabemos o que realmente a outra pessoa pensa...
Ah! Se o amor fosse fácil de compreender...
Seria tão fácil gostar e não sofrer...
Mas sofremos para apreender que a vida não e fácil...
E que o amor um dia virá...
-Eu não acredito não
Que voce esqueceu de mim
Nunca pude imaginar no fim do nosso amor
Eu gostava tanto assim
Voce gostava muito mais de mim
Refrão
Agora eu não sei não,eu não sei não,eu não
Agora eu não sei não,eu não sei não,eu não sei não
Voce me diz não
Se é verdade
Que o primeiro
Não se esquece jamais
Eu devo estar escondidinho
No seu coração
Voce não me olha mais
Nem me dá mais
Atenção
Acho que perdi
Oseu amor
E não sei mais onde encontrar
Como é complicado
A gente amar
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namoro amigo ja aconteceu isso comigo
nunca se saber quando chegar o amor para qualquer pessoa que seja ate mesmo seu melhor amigo
mais olhe nunca perca as esperanças pq esse amor é como uma estrela que nunca deixar de brilhar nem mesmo tendo lutas e sim temos que corre atras para nunca deixar de brilhar
