Amor entre Almas
O vento sussurra atravessando por entre as árvores
Pássaros fazem um balé no ar
O sol que prontamente invade o céu
Se esconde nas nuvens deixando a chuva lavar…
Quando não conseguir ver a luz
Não entre em pânico
Para vencer as turbulências
Só é preciso enxergar com o coração
E continuar andando…
Eu fingia pra conseguir ser.
Até me dar conta,
De que enquanto eu fingia,
Eu era.
Então eu finjo.
Eu finjo pra ser.
Pra ser.
Entre o final da noite e o início do dia, existe um tempo intermediário que poucos conhecem.
Há de se madrugar vê-lo.
Adoro sua voz embargada pelo sono de manhã, seus pensamentos confusos entre sonho e realidade, e o seu cheiro de homem entre os lençóis... beijo de bom dia!
Se o jardineiro me encontrar entre as 100 mil outras rosas ele que me regue, mas me regue sem sentimentos. Minhas pétalas estão já repletas de águas ausentes.
E cada toque
Foi em delírio
O gosto de corpo quente
À flor da pele
Dois corpos unidos
Duas almas separadas
Alguns amores
Nasceram pra ser amantes
E não eternos.
Entre a tristeza e a raiva, prefiro a raiva porque ela leva à ação e não ao comodismo. O problema é que a raiva passa, mas as coisas que fazemos por causa dela não.
Fiz uma analogia entre o violão e a empresa.
O violão é um instrumento excelente que tem suas partes em harmonia, são elas: caixa, braço, cordas, etc., como também a empresa precisa estar em harmonia com seus colaboradores, setores, espaço físico, etc.
As letras da palavra VIOLÃO nos remetem a princípios que toda empresa deve ter como base para o seu sucesso.
Hoje, eu entendo a diferença entre gostar de alguém ou usar esse alguém pra coçar seu ego. E nem to falando de amor, porque não cheguei nesse ponto ainda. To aprendendo o que é gostar agora. É tão verdade isso que os mais velhos repetem massivamente, sobre gostar de si mesmo antes de gostar de outra pessoa. Porque quando você não entende o amor próprio, é tudo desequilibrado. Você gosta mais da pessoa do que ela de você; ou gosta mais dela do que de si mesmo. A clássica desarmonia. E nem vou mencionar o fato de alguém, muita vezes, gostar de você e você não dar a mínima importância, porque entraria no mérito: atraímos aquilo que somos e fazemos. Gente doente só atrai gente doente. Problema atrai mais problemas. Ou aquele lance do carma (pra quem acredita) porque eu acredito na justiça divina. Hoje, eu vejo a diferença entre "esse não deu certo, próximo" para "eu não mereço essa situação, vou dar um tempo pro coração". Quando você gosta de si mesmo, é difícil se conformar com qualquer coisa que não seja pra você.
Agradeço...
À incompreensão daqueles que não compreendo.
Àqueles que apagam as luzes das quais eu ainda não acendi.
Àqueles que sorriem de frente e, ao primeiro passo, apontam-me armas.
Àqueles que nunca conversaram comigo, mas idolatram a minha imagem e tiram suas próprias conclusões.
Aos esperançosos, porque são aqueles que mantêm o caos das esperas.
Aos otimistas, porque são eles que, na primeira frustração, mudam seus pontos de vista.
Aos que olham a alma alheia e baseiam a vida do outro na sua, inclusive, generalizam-na.
Aos que vislumbro no cotidiano e que, com a distância, desconheço.
Aos que se aproximam com interesse e logo desencantam... (...)
Aos que navegam, pois há portos.
Aos felizes, pois há momentos que não cabem em palavras e, muito menos, em denominações... (...)
Àqueles que apontam sem ver, concluem sem pensar, insistem em conceituar.
Aos falsos humildes, pois, em algum momento, vão demonstrar sua pretensão.
Aos ricos, que só ostentam e que se desmoronam em suas fragilidades.
Aos pobres, porque percebem os valores e significados.
Aos ignorantes, porque se acomodam em seus quadrados e preferem a cegueira, a respirar o insuportável saber do outro, ou a sua própria capacidade de ver além dos seus preconceitos.
Aos pseudo-amigos, porque em suas ausências consegui ver os que importam. (...)
Aos do bem, aos do mal, pois só assim saberei a diferença.
Aos que partem, porque me levam onde nossos pés não alcançam.
Aos que ficam, porque me ensinam a continuar. (...)
De tudo algo se tira. Tudo é muito, nada é pouco.
Os extremos me deturpam a visão e continuo agradecendo à vida, porque só assim é possível olhar para as minhas marcas e reconhecer que sou humana.
Fragmentos do livro: Entre Pausas e Reticências, pág 111.
Aqui jaz um território vago, espaços um pouco mais que nada, ou talvez um tanto que nem saberia descrever. O que há, não é. O que é, não fica. Foi...Fui!
Se tivesse de escolher entre a alegria e a tristeza, não trocaria as tristezas do meu coração, pelas as alegrias do mundo inteiro.O que tenho em meu coração só a mim pertence e é minha historia !!!E não se muda uma historia vivida ,apenas se ama ,e eu amo minha historia e minha vida !!!!
