Amor entre Almas
suas lagrimas são parte de uma pagina que foi escrita com meu sangue,
entre os devaneios de uma ilusão sem fim te amo tanto...
que os dias pararam no momento que acordei de um pesadelo...
sendo você meu único desejo entre a vida e a morte...
minha alma se consome em desejo...
calo me entre os espaços escuros,
minhas lagrimas são tão profundas,
que mundo parece não existir mais.
A arquitetura é um veículo de conhecimento, arte e técnica, ela estabelece uma comunicação entre lugares distintos e povos de épocas diferentes.
A arquitetura não só transcreve ideias mas cria marcos culturais e preserva a história viva em nossas mentes.
Detalhes da vida é comprar filé mignon e ao comer, ter fiapos entre os dentes, quando na verdade o filé mignon de tão macio, isso não deveria acontecer, ou seja, ser enganado sem perceber, comprar uma falsa ideia mesmo que sejam de detalhes imperceptíveis mas que se pensarmos bem, possamos notar.
Entre duas falas precisa haver uma pausa, um momento de silêncio, assim como existe entre a execução de duas melodias, inclusive para saborear cada uma, para aprecia-la o mais possível; no caso de falas o ouvinte precisa de tempo para exercitar o discernimento, uma vez que todos temos um critério de princípios e de valores aos quais buscamos ser fieis, inclusive, também, por questão de segurança da maneira de viver e de se conduzir na vida.
Se uma pessoa não concede tempo de reflexão a seu interlocutor, este ou esta acaba perdendo o interesse pelo diálogo.
Ninguém pode, em hipótese alguma, ser uma opção para alguém de entre tantas outras. Ou se é a única, una e inteira, ou não vale a pena ser-se absolutamente nada.
Rosa que murmura entre meus olhos,
e me faz chorar por apenas me amar...
calo me entre o destino cruel e sorrateiro...
diga me que me ama entre teus espinhos...
enquanto o sangue escorre minhas mãos
e o veneno teus espinho tira a vida ainda te amo.
Cá estou eu... Entre uma cachimbada e outra, entre uma correção de livro de inglês e outro, entre um escorregão ortográfico e outro, entre uma trilogia de livros e outros, entre um saboroso copo de vinho tinto e outro, entre frases de William Shakespeare e outros, entre a cruz e a espada de Saint James e outro.. entre filmes de 007 e outros.. entre a juventude e a velhice.. preso às lembranças dos anos de 1980,entre a filosofia & teologia, vou vivendo em verso e prosa os meus tenebrosos dias numa sociedade de "poetas mortos"... entre o amor e o ódio e as decepções do dia a dia.. no mito da minha caverna de Platão, na minha paixão platônica eu vou narrando o meu cotidiano cinzento e filosófico na presença do ocaso e na aurora boreal da minha alma, faço minha as palavras de Robin William em A SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS: Carpen Die - "aproveite o dia"
(Texto de minha autoria)
Existe uma sabedoria oculta na loucura; conhecimento dado a quem transita entre os dois mundos, sem ser detido pelo julgo alheio.
ENTRE O REAL E O SONHO
Ela anda pelas calçadas centenárias
devagar, lentamente, admirando os detalhes que tem cada prédio,cada canto, cada pedaço que lhe rodeia.
Ela sente no ar um quê de solidão, de saudade
É um sentimento que penetra pelos poros, se faz sentir
em seu olhar carregado de devaneio...
Ela anda pelas ruas e parece fora do tempo, está longe do agora...
Há um quê de sonho...
Aqueles paredões de pedras, os mirantes, os nomes de ruas, as escadarias, os becos e o ar de passado tão presente...
A língua que ela fala para si mesmo, em brincadeira, tem sotaque carregado do português falado em sua terra de origem, Portugal...
Ah "última flor do lácio", como és bela! Pensa em seu sonho que vê bem perto de si o poeta Camões...
Ela vai seguindo...
Rua do Sol, Praça João Lisboa, Rua de Nazaré, passando pela
Praça Benedito Leite, indo, indo, passando pelo Palácio dos Leões, chegando a Beira -Mar, Praia Grande, voltando pela Rua de Portugal, entrando e saindo por aquelas ruas onde o passado parece tão presente que não se sabe se estamos neste século ou em trezentos ou mesmo quatrocentos anos antes...
Ela ama esta cidade, não se pode negar...
Ela, se pudesse,se transportaria para o passado, e tentaria conhecer o Daniel de La Touche, mas também amaria ver e falar com Alexandre de Moura... Iria ver com certeza e adorar, os índios daquela época.
Ela continua andando, devagar, seu olhar cheio de luz do que passou...
O sol a pino, bate em seu rosto e ela se vê no tempo presente, mas o ar impregnado de saudades do que ela não viveu mas tão real como se a cidade lhe tivesse passado toda a sua história como sendo seu...
(10/06/2017)
Raimunda Lucinda Martins
O inimigo mais perigoso da verdade e da liberdade, entre nós, é a enorme e silenciosa maioria do meus concidadãos. Essa massa amorfa. É ela! Sim, agora já o sabem".
(Dr. Stockmann, o médico)
(Um inimigo do povo)
Pequenas coisas, minam sentimentos, vontades, desejos entre outras. Por isso aconteça o que acontecer, amanhã eu recomeço como se nada tivesse acontecido e só tomo providência qdo se torna algo frequente, do contrário nem vale a pena registrar.
