Amor e Ciúmes
Quem sou eu?
Sou vento, sou ar, sou céu, sou mar, sou amor, sou ciúme, sou ave, sou terror, sou dor, sou vaga-lume, sou noite, sou abismo, sou vale, sou cume.
O amor é livre, não admite ser julgado e não permite que o egoísmo e o ciúme, primos do ódio e da ganância, se aproximem.
O amor governa em um estado de alegria, felicidade e paz.
O amor é cego, a paixão é míope, e o ciúme, além da miopia, tem hipermetropia, astigmatismo e nunca dispensa os binóculos!
Más línguas ainda dizem que ele tem olhos verdes...
O ciúme dominador despreza um dos princípios mais elementares do amor: deixar o outro livre para partir quando quiser. Afinal, quem ama de verdade permanece por vontade própria.
O ciúme assemelha-se ao colesterol; no nível certo produz proteção, zelo, amor. No nível elevado o efeito nocivo é - abuso, ódio e morte do relacionamento,
Enquanto o ciúmes se traduzir em ego para a maioria das pessoas, não haverá de forma efetiva, o amor.
Nem sempre o amor derruba barreiras, muito menos segura pilastras abaladas com ciúmes tolos, desconfianças cegas, crenças nas maldades de boatos de invejosos, simplesmente caem e não se consegue mais reerguê-las.
As coisas que eu faço longe de você são as maiores provas de amor. A saudade, o ciúmes, os pensamentos, a curiosidade, e o medo de te perder.
