Amor de Praia
"as ondas beijam os lábios da praia, e eu indiferente a tudo vislumbrava o amor no distante horizonte."
Marcas
Escrevi na areia da praia palavras de amor
e o mar as levou.
Escrevi no pó do tempo o meu sentimento
e o vento guardou.
Marcou-se uma era na ampulheta dos sentidos.
Mar, tempo e vento se juntaram,
se uniram.
Desnudaram-me a alma,
mostraram meus sentimentos,
banharam-me em águas puras.
Fiquei nua perante o tempo e a quem o vento secou.
A era cobriu-me dos mais finos véus,
o vento penteou meus cabelos,
enquanto cantava no meu ouvido
aquela melodia de amor escrita no tempo.
Palavras que o mar levou,
o tempo guardou
e o vento cantou.
Aprontaram-me para ti…
Fizeram de mim senhora de um tempo
escrita no vento que a vida marcou.
S'Sc
Espírito Cintilante
Senhor.
sinto o Teu perfume no ar.
sinto o teu amor nas flores...
na areia da praia,na brisa do vento....
no por do sol,é como um rio...
que corre para o mar.!
sinto o teu perfume na chuva,na neve...
nas rosas e orquídeas.!
Queria ser uma sereia para viver no mar.!
Sinto o teu amor,como amo o mar.!
Amo-te,Adoro-te e creio.!
Deitados na areia da praia,o vento canta uma linda canção e as estrelas iluminam o amor que sentimos para que tudo isso seja eternizado em nossos corações...
Águas do mar, benesse do Senhor, que banham os pés às margens da praia, um banho de amor que encoraja o caminhar, o poder de alguns instantes que prontamente rejuvenescem a alma, então, o semblante fica sorridente, demonstrando um sorriso grato, alegre com uma emoção entusiasmada, uma luz de fogosidade entre as nuvens e o mar, cores delicadas, uma pintura admirável, sem molduras e de muita vividade, que perdurará viva na mente como uma lembrança rara de uma rica simplicidade usufruída intensamente.
A ESSÊNCIA DO AMOR
Toda vez que tinha uma desilusão corria a praia, era muito mais fácil para André entender a imensidão do mar que a essência das pessoas, e imaginar que aquilo tudo era gratuito, imaginar que um Ser superior com sua generosidade infinita armazenara ali tantas oferendas... e assim era frequente suas idas à praia; no entanto nada era traumático, nada que deixasse marcas indeléveis, diante daquela imensidão qualquer problema tornava-se ínfimo, mesmo com aquela forma de pensar de que amor é arrimo da dor ou a dor arrimo do amor, era assim. Mara, sua primeira paixão de adolescente, a que recebera os primeiros bilhetes, com frases e desenhos de paixão, preferira o rival das gincanas e torneios colegiais; mas depois vieram namoros firmes e noivados desfeitos, todos superados depois de algum tempo, então um dia olhava as fotos, relembrava os momentos, rebuscava os detalhes e ria dos resquícios de felicidade; a vida era uma aventura que tinha que ser vivida. Uma agrura ou outra, alguns arranhões, mas era só; algumas doses de vinho, um livro, um pouco de solidão, alguns poemas. e tudo ficava no arquivo das lembranças, catalogado com muitos aprendizados. era um caminho ou muitos caminhos, um labirinto que nos levaria aonde, o universo que nos compõe compõe o universo propriamente dito. não cometeria os mesmos erros, e pensando assim parecia policiar-se de um prisma adjacente e estratégico, mas não era bem assim, ou pelo menos não era funcional diante de um universo de emoções; se pudéssemos definir André numa única palavra essa palavra seria sensibilidade, era uma pessoa suscetível então o que doía em alguém próximo doía nele, o que encantava, uma bela atitude lhe fascinava assim aconteceram
Outras paixões; ansiedade, medo, insegurança, mas não era um martírio, nem era um jogo, ou era? detalhava os traços, a forma de falar, sorrir, olhar, tudo lhe fascinava no alvo de suas emoções, mas nada tanto como um pouquinho de timidez; um rosto feminino espantado era irresistível. mas quem inventou a paixão? com certeza Marylin Monroe naquela famigerada foto, tentando abaixar a saia do vestido por causa de um vento inconveniente, tenha inventado a paixão para a metade da população masculina contemporânea e quiçá para a parte da modernidade lésbica, o que se insurgia como um pecado, mas quem não pecaria por paixão?
Alguma coisa no passado incomodava.. sempre haveria algo no passado a incomodar mas já aprendera a conviver com isso. era sempre algo mal resolvido, algo que deixara de dizer ou fazer, e isso às vezes lhe salvara, outras o condenara; principalmente a conviver com essa sensação, alguma coisa no passado...
A Central do Brasil estava como em todas as segundas- feiras, todos apressados; ninguém se via, ninguém se percebia, muitos se esbarravam; muitas mãos estendidas, olhos suplicantes e não eram só os olhos dos pedintes, no entanto descrevia o amanhecer como como uma aquarela divina; o romantismo é leviano a ponto de ignorar o inferno que queima a essência no interior humano; nossas canções de exílios morreriam de vergonha diante de olhos tão infelizes, mas diante da beleza quem não se torna leviano. A hora de entrar no trem era um suplício, era a sua supercarga de stress diária, mas ao juízo final, aquilo provavelmente contaria como atenuante para a remissão de seus pecados. O trem sacolejava num serpentear como se tentasse despertar muitos que voltavam exauridos de mais uma batalha do cotidiano; as casinhas subiam o morro desordenadamente, às vezes perigosamente como uma maquete mal elaborada; André num rompante de filosofia, comparou tudo aquilo com a alma humana e murmurou pra si mesmo: "diante da necessidade até a desordem se harmoniza." alguém colocou algo na sua mão explicando uma necessidade, era um dos muitos vendedores de coletivo, uma das muitas desarmonia social; afora isso tinha cantores, poetas, filósofos, pintores e todos juntos estavam ali como uma plateia passiva, assimilando ou não, participando ou não, indiferentes ou não; mas ali era o teatro real, a realidade crua na peça do cotidiano. André Jogou uma cédula ainda úmida, afinal vinha da praia, no chapéu que se encontrava na mão de um jovem que declamara um poema que falava na essência do amor, seu destino era a próxima estação: Olinda, e seu espetáculo pausava ali para recomeçar no dia seguinte, depois daquele resto de ocaso que lhe faria refletir sobre a essência do amor
Seriamos mar, praia, nudez
o conjunto perfeito,nas redes do amor
acaso a saudade não fosse presente
e nós não fôssemos apenas
recordações...
Até uma pétala vira mar
Com o tamanho do amor,
Nem na Praia de Tambaú
Navega-se sozinho...
Dá para ver lá da vista
Do Picãozinho,
Quando se trata de amor
Não se deve amar sozinho.
O vento abanando a minha
saia de renda,
Nasci prenda com alma de
Paraíba,
Carinhosa e arretada
Como uma boa nordestina,
Sou o Rio São Francisco
Se encontrando com o mar.
Água de coco, água de beber,
Assim é o nosso querer;
Não vamos nos perder,
Águas de cheiro a se reencontrar,
O amor sempre irá se renovar,
Nos vejo lá da vista do Picãozinho
Esperando o sol raiar...
À beira da praia, sentado na areia,
Vejo as águas, vivas, que dançam em volta de uma sereia
Brilhante horizonte que acorrenta o meu olhar
Se eu seguir a linha do sol eu vou te encontrar?
O vento que transcorre no meu rosto incolor
Canta canções perfeitas, perfeitas pra quem chorou
O brilho está por aí, minha alma desbotou
Já tentaram me pintar, mas a tinta não secou
Se meu anjo decidisse vim tentar me ajudar
Pediria suas asas pra o mar atravessar
Não tenho barco, não tenho braços que consigam aguentar
A cada dia que passa mais distante você está.
Ela precisa descansar.
Descalçar os pés e caminhar na areia da praia.
Ela precisar se arrumar.
Organizar os pensamentos e sentimentos que tiram o sono.
Ela precisa transbordar.
Esvaziar o suficiente para se encher do que que faz bem.
Ela precisa amar.
Apreciar cada detalhe de sua própria história.
Lauren, doce estrela no céu a brilhar,
Com seu sorriso, faz o mundo dançar.
Na praia, o vento canta sua canção,
Lauren é magia, é pura emoção.
No jardim, entre flores a desabrochar,
Seu nome ecoa, difícil de não amar.
Lauren, luz que jamais se apaga,
No coração de todos, eternamente se alaga!
M.U
Pra Que...
Pra que praia, se eu posso me bronzear no brilho do seus olhos, pra que montanha russa se eu posso me divertir ao seu lado, pra que cobertor se eu tenho o seu abraço, pra que seguro se você é quem me protege todos os dias, pra que palhaço se é você quem me faz sorrir, pra que mundo se meu mundo é você!
Tu é forte e intensa
Como as ondas do mar
Que vem beijar a areia escura
Na beira da praia, na beira da vida.
Sentir o teu baque, o teu beijo e toque
É o que move
Esse corpo movediço.
Como foi contemplar teu intenso azul?
Como foi inalar teu gosto de (a)mar?
Sorte!
Foi no teu mar revolto
Que tive a sorte de me encontrar.
As ondas vinham
Beijar a praia
O sol brilhava
De tanta emoção
Um rosto lindo
Como o verão
E um beijo aconteceu
Estou precisando fazer da areia da praia travesseiro para as dores da alma e ouvir a música que vem do mar para encobrir o barulho do caos que está aqui dentro.
Uma sala simples de uma casa na praia pode virar qualquer lugar do mundo quando estamos do lado de quem nos faz bem.
A pessoa que eu mais amo sou eu mesma. Olha, se eu pudesse correr pela praia para os meus próprios braços eu correria.
(Jackie Burkhart)
AREIA DA PRAIA
(Edson Nelson Soares Botelho)
Areia da praia com seus mistérios e silêncio
Esconde tantas aflições e momentos felizes
Mistério do mar que a beija e se vai sem dizer adeus
Levando consigo todos os mistérios do amor
Mistério do vento que acaricia e quase enlouquece
Levando a verdade e deixando a saudade
Mistério do sol que aquece e no infinito desaparece
Dizendo que o amor só acontece uma vez
O amor não é de origem humana
Ele vem do Céu e quem ama primeiro
Espera ser correspondido com o passar do tempo
Todos participam da alegria e do sofrimento
Amar e ser amado não acontece com todos
A lei do amor impressa no coração foi criada por Deus
