Amo minha Igreja
O que é "aceitar Jesus"?
Na visão dos crentes religiosos, aceitar Jesus é ir para a igreja, ser um frequentador assíduo, um estudioso de liturgias, um praticante de sacramentos, sacrifícios e dogmas. Um membro (voluntário-pressionado) das diversas funções da igreja-templo, e preferencialmente um fiel dizimista (afinal, alguém tem que pagar as contas do templo para ele existir).
Estes religiosos ainda estão presos no Velho Testamento (Torá), nas leis mosaicas, no sacerdotalismo judaico; processos e procedimentos impostos na época por Deus para, digamos, ensinar o homem a viver, até que viesse o modelo definitivo de homem, de filho de Deus, que é Jesus – o Messias, a quem toda a criatura deve ter como parâmetro.
Grande parte dos judeus ainda aguarda a vinda do Messias, pois não identificou o filho de Deus na humanidade, na humildade e no amor de Jesus, e por isso continuam focados nos ensinamentos do Torá, na pessoa de Moisés e na Lei escravizadora e condenatória.
Porém, para nós cristãos, o Messias já veio e nos deixou seu ensinamento, o Novo Testamento (o Evangelho), que não anula e nem altera de maneira nenhuma o Velho, apenas é mais abrangente (adota os gentios como o povo de Deus igualmente os judeus), nos apresenta a grandeza de Deus através da sua bondade, nos ensina a forma genuína e “livre” de viver o amor de Deus e nos dá uma nova chance de salvação através da Graça. Tudo isso porque Jesus se ofereceu como sacrifício – cordeiro - definitivo e eterno (eliminando de vez quaisquer penitências, inclusive o sacrifício de animais), cumpriu por todos nós a Lei (uma vez que é humanamente impossível viver o olho-por-olho e dente-por-dente, porque é humanamente impossível ser justo), rasgou o véu do templo (acabando com a hierarquia e a interdependência entre homens, já que somos todos iguais perante Deus), enfim, viveu e morreu para a reconciliação da humanidade com Deus, tendo como prova maior de sua condição messiânica a ressurreição. Tudo ocorreu conforme prescrito no Velho Testamento.
Tendo isto tudo constatado, por que alguns cristãos de hoje ainda vivem nos costumes do Velho Testamento? Por conta da herança da Igreja Romana, inicialmente formada pelos políticos romanos em concílio com os doutores da lei judaica da época de Jesus. Os mesmos que perseguiram e condenaram Jesus, sem reconhecerem que ele era o Messias. E apesar de hoje existirem diversas religiões denominadas cristãs e distintas em suas doutrinas, grande parte delas subsiste nos moldes dos templos mosaicos, com essa herança romana onde as práticas doutrinárias intercalam-se entre velho e novo testamento.
Pode-se dizer então que estes religiosos não aceitaram a Jesus? Em teoria, sim. E muitas vezes em prática também. Na verdade eles dizem que aceitam, até acreditam que aceitam, mas ainda vivem como os que viviam antes da vinda de Dele. E aí voltamos lá no início do texto, onde eu detalho o que é aceitar Jesus na visão dos crentes religiosos...
O que é, então, aceitar Jesus? Para responder esse questionamento de todos nós, só há uma forma: focar (somente) o Novo Testamento... Aceitar Jesus, genuinamente falando, é mais simples do que parece, porém mais difícil do que se imagina:
- Pela fé, mais simples do que parece, é aceitar sem duvidar (ainda que se questione para tentar compreender) que Jesus é filho de Deus, o único Senhor e Salvador, que morreu e ressuscitou para nos salvar e que ele e o Pai são um. Há coisas que não se pode compreender e aceitar isso é a fé necessária para aceitar Jesus. É o maior mandamento: amar a Deus sobre todas as coisas, de todo o coração, alma e entendimento.
- Pela obra, mais difícil do que se imagina, é doar sem olhar a quem, sofrer a dor do outro (e com o outro), ainda que este outro aparente (na nossa visão) não merecer alguma compaixão. É se entregar ao perdão, vivendo na humildade de quem sabe que não é mais do que ninguém e que nada é sozinho. Isto é amar o próximo como a si mesmo. Muitas vezes este amor é mais decisão do que sentimento, porque em muitas ocasiões somos “convidados” a fazer a obra por aqueles a quem não conhecemos, ou inclusive para aqueles a quem não temos apreço.
Jesus compilou os 10 mandamentos nos dois primeiros e aos seus apóstolos (os 12 da sua época) fez algumas solicitações com o intuito de disseminar o evangelho, sem se prender no “onde e quando”, apenas no “como”. O que isto significa? Que não há lugar e dia certo ou exato para ser cristão. Qualquer lugar e momento é o certo e o exato. O que importa é o cristão que somos a todo tempo, tendo os dois primeiros mandamentos de Deus regendo nossas ações.
Por esta razão que dizem que há mais cristãos fora da igreja do que dentro dela. Templos limitam, sugestionam, condicionam. Porque na verdade a igreja de Jesus não é um lugar, e sim pessoas. Não são tijolos e cimentos, são corações e almas. Pessoas reunidas em qualquer lugar, que estejam ali em nome do Senhor, lá Ele estará. Seja numa reunião familiar, entre amigos, no trabalho... Não necessariamente em oração, mas principalmente em envolvimento com boas obras, com atitudes que notoriamente sejam bons exemplos para qualquer um, algo que vale a pena ser copiado por quem vê. Principalmente: Ser cristão aonde menos se espera, em situações que te force ser o contrário, pois o cristão genuíno é aquele que o é não sendo influenciado nem enquadrado por um sistema que o obrigue a ser.
Muitos esperam milagres sobrenaturais para terem suas experiências com o Espírito Santo. Praticam ritos, usam títulos, placas, Dons do Espírito (nem sempre reais) e são crentes nas ocasiões em que possam vestir suas túnicas sacerdotais e assim mostrarem alguma autoridade.
Outros vivem diariamente seus milagres através dos Frutos do Espírito, como humildes servos que não se deixam corromper pelo mundo (apesar de viverem nele), sem uso de microfones, holofotes, palcos e “couvert artístico”, com as vestes que cobrirem o corpo, tendo autoridade numa vida de retidão e servidão desinteressada.
E quem diz que ser cristão é ser abençoado, próspero, feliz e vitorioso, nada entendeu do evangelho. Como disse Jesus: no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo! Ele venceu o mundo não com uma bela mansão, carro importado e roupas de marca, mas sim a vitória espiritual, do amor, venceu as tentações da carne, não se deixou corromper, transcendendo sua experiência humana. Se tivermos bom ânimo, Nele poderemos vencer o mundo também.
Não há mais lugar santo. Não há mais pessoas sagradas. Não há mais ritos e dízimos.
Deus não precisa de nós. Nós é que precisamos Dele.
Deus não está ao nosso serviço. Nós é que estamos a serviço Dele, servindo uns aos outros.
Ser cristão é aceitar a Jesus. Aceitar a Jesus é pegar cada um a sua cruz e segui-lo. Segui-lo é tentar caminhar conforme seus passos, de acordo com as próprias dificuldades e imperfeições. Sempre perguntando: Em meu lugar, o que faria Jesus? Nem tudo conseguiremos, nem sempre conseguiremos, mas nos manteremos tentando.
Sobre religião, eis a que Deus aceita como genuína:
A religião que Deus, o nosso Pai, aceita como pura e imaculada é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo. (Tiago 1:27)
Todos os dias nas igrejas, nos programas evangélicos de TV os crentes rogam para que Deus cure os enfermos, alimente os esfomeados... Parece-me que Deus gosta mesmo de contrariar as expectativas. Os pastores fingem acreditar, e Deus finge existir.
Ao meu irmão
Quando revemos nossa casa, agora,
andamos encantados pelos cômodos,
ficamos longo tempo no jardim
onde – meninos levados – brincávamos.
E de todos os outros esplendores
que pelo mundo afora conquistamos,
nenhum mais nos alegra nem agrada
quando o sino da igreja faz-se ouvir.
Calados repisamos velhas trilhas
cruzando o verde terreno da infância:
e elas no coração tornam-se vivas,
grandes e estranhas, como um belo conto.
Mas tudo o que estaria à nossa espera
já não há de ter mais o puro brilho
de outrora – quando, ainda rapazolas
no jardim caçávamos borboletas.
Escravidão do berço ao caixão
Não adianta sair do sistema religioso e continuar com a mente de escravo: a senzala , o chicote , o pelourinho...Continuam disciplinando aqueles que nasceram predestinados ao cativeiro; ou seja, a princesa Isabel continua rubricando a Lei Áurea na testa dos imbecis; sendo que, Constantino e Lutero,eufóricos, às margens do Ipiranga , aplaudem Vossa Alteza e recebem o título honorifico de dizimistas fiéis sem nunca terem dizimado.
O que ensinar aos nossos filhos, doutrina cristã ou doutrina do amor? O Cristo / Messias ensinou a doutrina do amor. Entretanto, a doutrina cristã é paradoxal ao que o Cristo ensinou,visto que, tal catecismo, ensina a doutrina e liturgia cristã centralizada no ventre do homem; já o Cristo ensinou o amor ao próximo. Portanto, fica ao seu critério.
Gosto de pensar que em algum lugar Ele vigia, Ele me acompanha. Por vezes tão perto que posso sentir. Permite coisas que eu não entendo, mas está aqui, esteja eu sofrendo ou feliz, Ele está comigo. E eu mesmo sem entender Seu plano pra mim, vou vivendo em busca do melhor que posso ser e do melhor que posso dar. A Igreja e os bons amigos que fiz me sustentam nessa caminhada de altos e baixos.
As pessoas religiosas hoje, na sua grande maioria, não estão preocupadas em buscar a Jesus Cristo, mas, procuram uma igreja que esteja em acordo com as suas necessidades.
É impossível para muitos hoje em dia poder enxergar um grupo de pessoas reunindo-se simplesmente em o nome de Jesus Cristo, para elas, se faz necessário um nome humano para denominar o grupo. Com certeza, esse pensamento jamais passou pela mente de Cristo.
Está para se entender o motivo pelo qual "aceitamos" e muitos frequentam igrejas onde seus "pastores " não tem graduação, pós graduação e nem conhecimento de grego e hebraico, são péssimos na oratória, ou quando bons falam abobrinhas para a Igreja rir e etc. Mas,nós, para concorremos a uma boa vaga, temos que ser graduados e pós graduados, ter inglês, espanhol, mandarim, etc ,ser fluente em pelo menos delas, de preferência o inglês. Nossos professores tem que ser mestres, nossos médicos devem ser especialistas e estar entre os melhores e ser referência na área, nosso contador deve ser expert no segmento de nossa empresa, e etc... Nosso (a) funcionário (a) para nível auxiliar deve ser graduado. E por ai vai...
Eu poderia falar muito mais, mas creio que basta!
A Base do reino de Deus na terra é a verdade!
O Espirito santo trabalha com a verdade.
A bíblia traz em seu conteúdo a verdade, pois " A verdade vos libertará" (João 8:32)
A Bíblia trata a verdade como primeiro passo para uma conversão sincera... Se a verdade te libertará... isso significa que você está preso, mas preso em que? na mentira.
Com a mentira perdemos o temor, não conseguimos discernir o que é bom, o que é ou não de Deus.
Diz a Bíblia em João 8:43,44:
"Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra.
Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira."
Quem fala a mentira está se auto condenando, declarando assim que não serve ao Deus da verdade (pois não há como adorar a dois senhores ao mesmo tempo. ler: Mateus 6:24) enfim. Os seus atos mostrarão a quem você tem servido.
O Evangelho não pode ficar estático. Ele tem os pés empoeirados por andar entre a comunidade, no cotidiano, lá onde a vida acontece e o Amor de Deus realmente precisa estar.
Se tirarem os absurdos, os casos passam a fazer sentido! Isso vale para os grupos clássicos: família, igreja e escola.
A doutrina de Jesus, desde seu início encontrou resistência nas pessoas que a ouviram. Muitos de seus seguidores foram perseguidos e até mortos. O ensino de Jesus em um primeiro instante parece fácil e bonito, mas quando analisado em profundidade impõe muita renúncia a quem se dispõe a segui-lo. O próprio Cristo falou dessa resistência em sua parábola do semeador. A semente foi lançada em todos os tipos de terreno mental e espiritual. Parte da semente foi jogada entre os espinheiros que representam os cuidados do mundo; depois de germinada os cuidados do mundo sufocaram a planta e ela morreu. Outra parte caiu em terreno pedregoso: a semente germinou, mas porque não havia terra suficiente a planta morreu, quando vieram os raios do sol. Apenas uma pequena parte caiu em terreno propício à germinação da semente, ao crescimento da planta e a consequente produção de frutos por ela. Por outro lado, Paulo apóstolo, autor do primeiro documento do novo testamento, desde o começo de sua pregação no primeiro século, não deixou de alertar à Igreja nascente que a nossa verdadeira pátria não se encontra aqui, mas no céu. E que os cristãos não se acomodassem às coisas do mundo. Dessa forma a Igreja está no mundo para transformar os seguidores de Jesus em novos Cristos que a exemplo de Cristo se proclamou como "a luz do mundo" e esses seguidores também devem ser luz para o mundo. O que vemos nos dias de hoje? Um movimento contrário: o líder espiritual - o papa -, trazendo para dentro da Igreja tudo o que a Igreja em seus quase dois mil anos de existência condenou como algo pernicioso e incompatível com a santidade que deve ser a meta do cristão. Vemos um papa preocupado em combater o efeito e não a causa do que poderia ser considerado mal. Vemos um papa dando claras mostras de simpatia pelo ateísmo e pelo comunismo, chegando ao ponto de preferir o ateu ao católico que se porta com hipocrisia. Ora, o católico, mesmo que se porte de forma hipócrita em certos momentos, é superior espiritualmente falando ao ateu que não crê em Deus. Se não crê em Deus, muito menos em Jesus que se disse Filho de Deus. O católico - se acha tempo para ir à Igreja, no fundo acredita em Deus e por tabela em Jesus. Como escrevi no começo, a palavra de Jesus não é de fácil digestão por quem a ouve e muitos se revoltam ou ouvem apenas aquilo que lhes interessam. Se nos dias de hoje, muitos seguidores do Papa se declaram como fãs dele, devemos concluir que o Papa não está pregando o Evangelho verdadeiro de Jesus como todos os seguidores de Jesus anteriores ao Papa o fizeram. Ainda bem que a Igreja não é uma empresa, pois se fosse estaria a caminho da falência. Nenhuma empresa sobrevive com o próprio diretor presidente falando mal dela. O papa denigre desde os dirigentes espirituais da Igreja até os fiéis que vão à missa. Mas a Igreja não acabará. Nem o ensinamento verdadeiro de Jesus será contaminado pelo ensinamento falso do papa atual.
Quando for orar, seja reto e direto, não seja repetitivo, seja simples, não é a duração,mas o que tem no coração.
Amor ao próximo! Será que as pessoas estudam ou trabalham tanto, para esse fim ou para ficarem ricos?
A salvação eterna não está em pessoas ou objetos, estruturas ou denominações, mas em Jesus Cristo somente.
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