Amo meu Irmao
Desejo um Ano Novo
para a gente gostar
mais da gente,
da Família da gente,
da casa da gente,
dos vizinhos da gente,
da rua da gente,
da cidade da gente,
do estado da gente,
do país da gente,
do continente da gente
e do mundo da gente.
Feliz 2020!
Nessa Pátria conservadora e da família, todos querem casar e ostentar as suas alianças de ouro, mas ninguém se importa com os direitos humanos dos garimpeiros! Eita Nação da maldita hipocrisia!
Os invasores mataram
a família do cão de Dnipro,
ele sobre os escombros
da casa foi encontrado,
a guerra e a tirania
ainda não foram vencidas
porque a Humanidade é egoísta.
O cão de Dnipro sobre
os escombros da própria
casa muito mais honra
do que muitos humanos ele tinha,
pois um cão nunca envia
bombas para ninguém e isso diz
muito sobre até o dia-a-dia.
O cão de Dnipro tinha o nome
de terra ilegalmente ocupada,
o nome de Krym levava
e hoje a sua alma se fez infinita
para que a terra não seja esquecida:
ninguém conhece o tamanho
da dimensão mística da alma canina.
Os invasores e os descrentes
não gozam de sabedoria
e não têm ideia do tamanho
do poder da alma de um cão,
e se soubessem aprenderiam
a respeitar com devoção
de todo o coração ainda em vida.
A partida do cão de Dnipro
deixa para toda a Humanidade
a atemporal mensagem realista
sublime, necessária e infinita:
derrotar a guerra e a tirania
sempre será a sua urgência
enquanto tens o poder na tua mão.
A melhor maneira de se afastar da família é se envolver em um ativismo religioso. É oração na segunda, ensaio na terça, culto na quarta, visita na quinta, reunião na sexta, louvorzão no sábado e, no domingo, EBD pela manhã, ensaio do louvor à tarde e culto público à noite. E o relacionamento familiar vai morrendo em nome de Deus.
É dever do cristão pensar e agir de modo a servir sempre melhor a Deus, à família e à sociedade, conforme a Santa Bíblia.
No culto cristão, aprendemos quatro princípios importantes: honrar a Deus, valorizar a família, apoiar a igreja e respeitar Israel.
O legado
Aurélio era o mais velho dos irmãos, tornou-se arrimo de família.
Aos 16 anos trabalhava como ajudante numa oficina mecânica de máquinas agrárias.
Morava com sua avó paterna...e uma tia.
Seu pai era agricultor e morrerá ainda jovem.
Sua mãe já viúva... morava com os seus outros filhos.
Aurélio herdara do avó uma caixa de ferramentas de carpintaria e muito habilidoso fazia consertos em portas e janelas. Passou a fabricar mesas, tamboretes e bancos de igreja.
De ajudante a "Mestre" e, assim o chamavam...
Aos 27 anos viajou para São Paulo e realizou o Curso de Mecânica Agrícola Manutenção de Tratores e Colheitadeiras, tornou-se funcionário público.
Casou-se, teve filhos, os dois primeiros também se tornaram mecânicos.
O Mestre, além de muito capacitado era solícito e não media esforços para ajudar as pessoas, foi sempre indicado por realizar um serviço de excelência.
Repleto de verbos e lembranças, contava sempre suas histórias.. fazendo referências a diversas situações... umas engraçadas, outras nem tanto!
Aurélio...levantava todas as manhãs ...muito cedo e mesmo aposentado era sua rotina. No galpão construído por ele, no quintal de sua casa, expunha suas ferramentas...como uma coleção.
Pontualidade era uma de suas maiores qualidades, seus dias eram resumidos....entre o trabalho e a família. As vezes brincalhão outras vezes muito bravo..
Mesmo doente, Aurélio não perdeu sua vitalidade, seu senso crítico e sua imensa vontade ajudar. Fez muitas doações e, uma de suas últimas para o hospital onde fazia seu tratamento..
Era hora de parar... Aurélio sabia que, como uma máquina, tudo tinha seu tempo.
"Cultive o hábito de controlar o que fala quando em sociedade, como reage quando em família e o que pensa quando estiver só."
O sofrimento quando compartilhado une as pessoas e a família. Os mesmos sofrimentos unem mais do que as mesmas alegrias.
Você pode deixar um dia de acreditar no mundo, nas pessoas, em sua família, mas nunca deixe de acreditar em você,pois talvez nunca entenderam sua luta e seus sentimentos.
Lá estava ela, solitária, com medo, sem sono e sem nada para pensar. Então andando pela casa no meio da madrugada achou um de seus textos, algo se remoeu dentro dela, o papel foi pro lixo. E devagar e sem pressa ela vai para o seu quarto pega uma caneta e uma folha em branco, respira fundo e decide escrever, talvez um desabafo ou uma história inventada, ou também um amor inventado que trouxesse desejos inventados a tirasse de dentro daquele poço de saudades de algo que nem ao menos ela sabia exatamente do que poderia ser. E começou:
“Perdida em um mar infinito de desejos peço que me toque com seu olhar, que me leve pra longe de mim mesma, que me distraia com qualquer sorriso, que me faça ir a qualquer lugar com luz, peço que volte… Sua você sabe.”
De repente algo a travou. Ela jogou o papel no lixo, deitou em sua cama, se encobriu depressa e tentou entender o que estava acontecendo, ela não podia se lembrar, ela não queria lembrar, ela não queria aceitar que algo tão belo como o amor poderia ter feito aquilo com ela, era medo demais de aceitar, medo demais de aceitar, medo demais de se entregar a qualquer que fosse o sentimento, ela não queria sair dali e por alguns minutos conseguiu se sentir segura, mas bem depressa esse sentimento passou e ela chorou.
O dia amanheceu, ela abriu seus olhos e bem a sua frente havia uma rosa, bem vermelha com um cartão ao lado, no cartão estava escrito: “eu te amo, com amor e paixão seu, você sabe.” Ela, claro, sorriu. Logo percebeu que tudo não havia passado de um pesadelo, ela estava tão feliz.
Algumas palavras só entendem aqueles que sabem sentir o amor em poema, você sabe.
“Absinto nos canaviais”
Folhas de sabedoria,
Expande todo absinto...
Quão feitiço!
Tentações ao chão limpo.
Embriaga-se quem bebe...
Bebida de ler!
Água ardente de pele...
Contém chamas do prazer.
Canaviais... Esquentam!
Fogo ao açúcar a fazer...
Linhas temperadas que tentam,
Traz-me aos olhos prazer!
Absinto dessas terras...
Letras cursadas em punho!
Feiticeira de cheiro e ervas...
É a poesia que sinto em sonhos.
Momentos Errados… Pessoas Certas
Há momentos, situações tão erradas, quase mesmo que escusadas nas nossas vidas.
Momentos esses tão devastadores capazes de nos deixar completamente desamparados.
Momentos tão tristes que nos fazem pensar e repensar em tantas coisas que desnecessariamente fizemos, como nas tantas mil palavras inúteis, impulsivamente, proferidas.
Situações tão angustiantes que nos fazem duvidar, quase mesmo que questionar, a existência de tudo aquilo em que acreditávamos.
Situações essas tão negras, tão sombrias que tiram qualquer raio de luz, capaz de acabar com tamanha escuridão e acabar de vez com toda aquela nossa força que muitas vezes achamos inesgotável.
Sim, há momentos assim...
...mas também há pessoas certas que aparecem como que um anjo, como que um milagre nesses momentos tão errados!
Pessoas essas que só pela sua presença, nos fazem sentir mais aliviados do enorme peso que desabara nos nossos ombros.
Pessoas essas que só pela sua companhia nos fazem sentir menos sozinhos, menos perdidos nesse enorme turbilhão no qual a nossa vida se transformou.
Pessoas essas que só pelas suas palavras nos fazem voltar a acreditar nos sentimentos mais puros e lindos completamente perdidos no pesadelo que estejamos a viver.
Pessoas essas que só pelos simples gestos de carinho nos fazem trocar todas as lágrimas derramadas por um pequeno sorriso, mas tão cheio de esperança.
Pessoas essas que por serem quem e como são nos dão toda a força para contra as vicissitudes lutar e todas as batalhas da vida vencer.
Pessoas essas que fazem todo o sentido na nossa vida por serem tão certas, quase que uma bênção, nos nossos momentos mais errados!!
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