Amo essa minha Vida Louca
A cada segundo que passa, a dor aumenta, mais minha mente me atormenta, mais lágrimas reservadas, mais angústias acumuladas, mais uma vez caí nessa cilada chamada vida, onde viver é a armadilha e a solidão te vigia.
Parece que o tempo que eu estava "melhor", os sentimentos se acumularam e agora vieram todos e não param, não param de vir, não param de existir, não param de me persuadir, não param de me iludir, não param de seguir, não param de me fazer fingir, fingir que está tudo bem, por que afinal de contas no fundo ninguém liga como estou ou como vou ficar, mas simplesmente falam por formalidade, mas na realidade ninguém se importa de verdade, ninguém liga se irá chorar ou se matar, ninguém se importa, nada importa, não os culpo... Nem eu me importo mais, nem eu mesmo me importo comigo mesmo, não me importo se morrer hoje ou amanhã, mas diferente deles me importo como eles ficaram, gostaria eu acabar com tudo, e nem ver o futuro, nem mesmo ver o sol nascer mais uma vez...
Todos os pais mentem para seus filhos, e comigo não foi diferente, minha mãe passou muitos, mas muitos anos mentindo pra mim: durante minha infância, mamãe dizia meu olhinho de tandera vai tomar banho pra ficar mais lindinho, acorda meu zoin de jeep pra ir pra escola, não esqueça de colocar sua mascara, eu acordava feliz, mas algo me deixava triste toda vez que minha mãe iria passear ela me deixava trancado dentro de ksa, um dia criei coragem e consegui fujir de ksa, os vizinhos começaram a gritar socorro liga pro ibama que tem um bicho feio solto, foi quando eu cai na real, minha mãe mentia pra mim.
Se, para ganhar algum reconhecimento de intelectualidade, for necessário negar minha fé. Assumo com toda convicção minha completa ignorância.
Minha contribuição para o ato da misericórdia de Deus é a minha própria miséria. Miserável homem que sou. E, a Graça, me leva para as cordas do coração d'Ele...
Minha arma não tem a dureza do aço e seu coldre é de ossos. Não vai pendurada à cintura, mas é sublimemente mortal e nunca se separa de mim.
Meu ele não é mas
Ele pode ser dela, de outras.
Mas meu não mas
Digo e repito na minha mente, com um aperto no coração enquanto vejo ele olhar para um alguém que eu nem conheço. E depois voltar pra mim como se eu não tivesse sentimentos, como se meu coração fosse de pedra igual o dele.
- agridociei
No fundo, eu só quero mesmo é libertar minha alma,não quero ficar preso nessa ilusão, e pra todos invejosos que acharam que eu fui derrotado, meu deus eu sinto pena,por que vocês estão muito enganados.
"Seria egoísmo de minha parte se eu roubasse seu cheiro só pra mim e dele fizesse um jardim para em cada rosa sentir seu peerfume"
Saudade
A saudade tem vindo me visitar
Todas as vezes que ela bate em minha porta
Carrega teu nome, teu cheiro, as lembranças dos seus beijos.
Ela caminha acompanhada, anda carregada.
Trás consigo uma mala repleta de recordações.
Guarda o seu sorriso, seu olhar, os abraços que me dava
Quando em mim você grudava como se nunca mais fosse largar.
A saudade enche o meu peito, inunda meus pensamentos...
E por instante, mesmo distante, sou sua.
Quero matar o mteu desejo, me afogando nos seus beijos.
Quero sentir seu corpo tremer, sua boca gemer, suas pernas escorrer.
E naquele momento, sem me importar com o amanhã
Quero que seja minha, somente minha, completamente minha.
Daziella
Por você paro de rir,
Por você deixo de existir,
Por você eu abriria mão da minha felicidade pra ver você feliz,
Por você enfrentaria o mundo inteiro,
Seria capas de dar a ti a minha vida!
Tudo pra que você possa sorrir!
Queria poder te ajudar nesse momento !
Mas como não é possível!!
Vou vive com esse tormento.
Até que um dia me livrarei desse sofrimento!
Tudo pra ver você feliz
Eu quero você! Desaguando em minha saudade como um rio furioso. Transbordando minhas reservas de lembranças... Arrastando no poder de suas fortes correntezas, todas as tristezas deixadas por tua ausência todo esse tempo.
Banhar as margens secas do meu querer por ti. Florescer com tuas águas aprazíveis de carinho, as flores de emoção nos jardins dos meus olhos. E por fim, afogar-me em teus desejos e ressuscitar-me em teus deleites, em teus beijos fogosos, em tua avassaladora paixão. Embriagar-me-ei ao ouvir tua voz, oh sereia do meu mar QUERER. E irei até ti, me lançarei em teus braços protetores, e que o suor dos nossos corpos se amando, sejam chuva prolongada, submergindo o vale dos nossos medos.
Ao ler cada um destes parágrafos, saberás que tem teu sabor, o tempero das minhas palavras...
(Carf, 2017)
Autorretrato
De minha mesa vejo um homem escrevendo ansioso, ocioso e melancólico. Seu semblante lúgubre e sem harmonia é de uma criatura alheia a seu próprio universo. Com mãos trêmulas, traça seu drama pessoal sobre uma pequena toalha de papel. Sua escrita é serena e seu gesto tem a cor e forma da tragédia. A sensação que me ocorre no momento, é que estou diante de uma pessoa profundamente deprimida. De onde estou é possível perceber seu vacilante destilar e o advento de uma lágrima a rolar. O momento é delicado, por um mísero instante ele parece hesitar, olha para o horizonte, um olhar perdido, talvez esteja preso a um passado distante, quiçá deseja-o esquecer. Em súbito volta a rabiscar, como se algo o puxasse de volta a sua atividade febril. Através da sombra que se faz à meia luz, consigo visualizar a silhueta de sua mão a escrever, agora mais calmamente, como se estivesse tecendo cada verbo de uma composição. Talvez esteja construindo uma escrita subliminar, rabiscando seu tormento, sinto-me tocado por sua aflição. Proponho-me a imaginar sua amargura, o que realmente o move a agir daquela maneira? Não obstante, calmamente o homem se levanta, olha para o horizonte e pensa por um momento, em um gesto hesitante, gesticula uma súplica. Ele olha para trás, olha para sua mesa e permanece estático, logo, se vira e vem em minha direção. O homem passa então a meu lado, segue seu caminho a passos calmos, sem pressa e desaparece. Com tremenda sensação de euforia não resisti ao desejo sublime da curiosidade, e calmamente fui à sua mesa, ocasião em que pude ver o pequeno pedaço de papel e me deparei com o esboço de um homem extremamente triste, e a baixo uma descrição: "eis-me aqui; assim me sinto no momento"!
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