Amizade Passado
sabe, as vezes só as vezes é bom se afastar de tudo e todos.
nem que seja por dia ou meses, e se conectar realmente em voce, nas suas coisas no seu mundo.
mas a perguntar que nao quer calar quem sou eu? pra ser sincera com voce, as vezes nem eu mesma sei quem sou, acho que existe varias versoes da Geovana de melo, claro umas versoes do passado ficaram pra tras a única coia que as vezes me sombra são as mémorias que as vezes parecem estarem vivas.
No caminho do amor, encontramos encantamento e esperança, mas também desafios que testam nossa resistência emocional. As decepções, as vezes parecem como nuvens passageiras, às vezes obscurecem o sol brilhante do amor que tanto desejamos. São essas decepções que nos lembram da vulnerabilidade inerente ao amar. Mas, eu gosto de pensar que é importante lembrar que cada desilusão carrega consigo uma lição valiosa. Elas muita das vezes nos ensinam sobre nossas próprias necessidades, limites e a importância de cultivar relacionamentos genuínos e saudáveis. Às vezes, o amor verdadeiro requer paciência, perdão e autoconhecimento. Enquanto meio que navegamos pelas águas turbulentas das decepções, podemos nos tornar mais fortes e mais sábios, prontos para abraçar um amor que nos eleva e nos completa verdadeiramente.
Então eu penso assim Enquanto amarmos, decepções irão surgir, faz parte do caminho. Enquanto nossos corações baterem, sempre teremos a necessidade de amar e ser amados. Não podemos privar-nos de viver algo incrível com outras pessoas por causa de desilusões de amores passados. Cada nova jornada é uma oportunidade de redescobrir o amor, de curar feridas antigas e de encontrar a felicidade que merecemos. Permita-se viver plenamente, pois o amor verdadeiro está sempre à espera de quem se arrisca a encontrá-lo
O que não daria eu...
Num dia sem data...
A sentar-me em uma mesa...
Com aqueles que um dia me amaram...
Hoje tenho os lábios secos...
Os olhos marejados...
E arde-me a cabeça...
Do tempo passado...
O presente é todo o passado...
E também é todo o futuro...
Prossegue a música...
Entra mais na alma da alma...
E a lembrança é que entristece...
Essa terra de ninguém...
Espreito então pelas janelas de outrora...
Coisas que sempre soube mas que nunca quis olhar...
Tal a sorte às cegas...
Da nossa existência...
Ter e não perceber o valor que tem...
Perder e então compreender...
Feliz é aquele...
Que sabendo o que tem...
Ama e não se enlouquece...
Quando tudo se vai...
E nada mais vem...
Sandro Paschoal Nogueira
Assim como um olhar apaixonado tem dificuldade em enxergar erro ou pecado, eu tento negar toda e qualquer vontade na sua direção. Você me levou várias vezes ao inferno dos sentimentos, me apresentou a dor na sua máxima extensão. Corro de reencontrá-lo, evitando que aquela maré de sensações volte a me invadir. Prefiro fingir que não me importo e continuar apenas a existir.
O que é a saudade? Seria um alívio para a dor ou um agravante que faz doer ainda mais? É cura ou uma crosta sobre uma ferida que, quanto mais tocamos, mais sangra?
Dizem que o tempo cura tudo, mas isso é uma ilusão. O tempo nos leva de volta a vários momentos: passado, presente e futuro. O passado é uma coleção de memórias – saudade, trauma, dor, e até mesmo a felicidade de momentos vividos.
O presente é uma incerteza constante, um viver no escuro, sem a segurança do que nos espera nos próximos segundos, minutos e horas. É caminhar por caminhos desconhecidos, esperando acertar, e questionar onde deveríamos ter agido de maneira diferente.
E o futuro? Ah, o futuro... É o desejo incessante de controlar como tudo será, se estivesse em nossas mãos. É a vontade de mudar a cada instante, de conhecer respostas que não temos para um passado que não deu certo. É a ânsia de fazer tudo perfeito, sem um ponto ou vírgula fora do lugar.
Talvez, se tivéssemos o poder de mexer no futuro, não teríamos um passado para recordar nem um presente para viver.
Isso passa
Os momentos ruins passam
como tempestades que se dissipam,
deixando o ar mais leve,
a alma mais suave.
Os momentos bons também passam,
escorrem pelos dedos
como areia fina,
mas deixam sorrisos na memória,
resquícios de felicidade.
As pessoas passam,
como estrelas cadentes
que cruzam nosso céu,
iluminando por um instante,
desaparecendo em seguida.
A gente passa,
somos apenas peregrinos
nesta estrada,
cada passo uma despedida,
cada dia, um novo começo.
E se estamos passando por algo,
é porque este momento há de passar.
E quando passar,
se torna lembrança,
ou talvez nem isso.
A única certeza é que quem fomos
nem sempre define quem seremos.
AGOSTOS
Ano após ano
A gente vai vivendo os agôstos
Na esperança de que os setembros
Nos tragam novos ares
E levem para algum lugar distante
A melancolia que nos sonda
Em cada entardecer sufocante
Dos dias de sêca
Ano após anos
A gente vai sobrevivendo
Carregando no olhar
As marcas daquelas tardes
E, em um de repente,
A gente estanca
Pode ser que exista mais passado
do que futuro a ser vivido
Nesse momento percebemos
Que é urgente afastar a melancolia
Para viver cada agôsto em sua plenitude
VALÉRIA R F LEÃO
Somos descendentes de sobreviventes de catástrofes. Ancestrais treinaram adaptação, cooperação, inovação, linguagem e memória. Essas habilidades moldaram nossa cognição genética.
Somos fruto de uma feroz seleção natural e temos grande influência na compreensão do tempo relativo às nossas posses.
Estamos evoluindo ai no seu bairro?
Sabe quando voce pensa que finalmente encontou o amor verdadeiro, e começa a fazer planos para sua vida inteira com esta pessoa, planos de casamento de mudança de vida e tudo mais, e quando o tempo vai se passando e você começa a se sentir menos amado e vem aquele pensamento que aquela pessoa não esta te amando mais, igual no começo de tudo, claro isso pode ser decepções ou traumas de relacionamentos que já se foram e o cruel passado que você não sabe se ensina ou se mata aos poucos, mas este cruel pensamento é igual a uma corda amarrada em seus pés passando por uma polia e amarrada em uma porta aberta, quando voce tentar sair pela porta a corda que esta no seu pé é puxada e a fecha te deixando preso dentro desta caixa chamada passado, e isso vai se repetindo toda vez que você tenta sair da caixa,
Então se voce esta preso no passado se permita sair desta caixa cortando a corda que esta em seu pé, se permitindo começar relacionamentos novos sem decepções, e com muita confiança no seu parceiro(a) e o mais importante em uma relação a chama do amor que nunca pode ser apagada.
Ass:paulo henrique
Data 18/08/2024
Seja água, não seja mágoa. Porque a água flui, se adapta e purifica; ela não guarda rancores nem se prende ao passado, ao contrário da mágoa, que estagna e corrói.
“As lições da vida que você se recusar a aprender se repetirá até que as realize, para evoluir precisa se comprometer a aceitar as mudanças e então deixar para trás o passado que não lhe cabe mais”
#bysissym
Cometi o erro de abraçar fantasmas,
aquele tipo de abraço que sufoca a alma.
Pedi perdão ao tempo, por nunca o ter deixado partir,
por prendê-lo demais, assim como prendo a fumaça do cigarro em meu pulmão, êxtase.
Vivi em um labirinto de memórias, onde cada curva me levava ao mesmo ponto: o que poderia ter sido? Corredores vazios, sussurros do passado.
Se soubesse antes o que sei agora, teria feito do amanhã o meu refúgio, a certeza da incerteza, cada novo dia uma forma diferente de ver as coisas, sem pressão, sem arrependimentos.
Mas aqui estou, um pouco mais cansado, um pouco mais sábio, e percebo, enfim, que o passado é um livro já lido, e o futuro, ah, o futuro é a página em branco onde eu posso finalmente escrever minha história.
Soltar a fumaça presa no pulmão, me libertar dessa ilusão.
Ecos de Um Momento
Foi breve como um sopro,
Um relâmpago no céu.
O tempo, cúmplice, corria,
Enquanto nossos corações ardiam.
Tocamos o infinito em segundos,
Beijamos o sol ao entardecer.
Nos olhos, o brilho de mil promessas,
Na alma, o desejo de nunca esquecer.
Intenso como o mar em fúria,
Avassalador, nos consumiu.
E num instante, como veio, partiu,
Deixando saudade, deixado vazio.
Mas em cada lembrança, um sorriso,
Um pedaço de nós, imortal.
E mesmo que o tempo nos afaste,
Esse amor será sempre igual.
Eternizado em um canto da memória,
Um capítulo que o coração guarda.
Rápido, mas profundo,
Inesquecível.
Ecos da Solidão
Na busca incessante por um raio de sol,
Ele se perde em labirintos de dúvidas e incertezas.
A felicidade, um sonho distante, quase inalcançável,
Transforma-se em uma sombra que o persegue incansavelmente.
Pequenos gestos de carinho são suas âncoras,
Mas cada toque é como uma gota em um oceano de solidão.
As feridas do passado, como cicatrizes abertas,
Machucam a alma, deixando marcas que não se apagam.
O coração pulsa com a dor da angústia acumulada,
Um eco que ressoa em cada canto da mente confusa.
O futuro é um mistério envolto em névoa,
E o medo do desconhecido consome sua esperança.
Anseia por liberdade, mas se vê preso em correntes invisíveis,
Cada desejo de voar se transforma em mais peso.
A mente é um campo de batalha onde dilemas morais surgem,
Entre fazer o que é certo e o que parece necessário.
O mundo grita por conexão, por sorrisos genuínos,
Mas ele esconde suas dores sob camadas de risadas vazias.
Rodeado por almas que também carregam suas cruzes,
Todos tentando ser fortes enquanto se afundam na escuridão.
Seu brilho, antes radiante, agora é apenas um lampejo,
Uma vela vacilante lutando contra a tempestade.
Os olhos refletem a tristeza acumulada,
E cada lágrima que cai leva consigo um pouco do fardo.
Com o peso aliviado pelo choro silencioso,
Ele se ergue novamente para encarar mais um dia.
O sorriso cinzento permanece no rosto cansado,
Mas dentro dele ainda há uma chama que não se apaga.
E assim continua a jornada entre sombras e luz,
Buscando no fundo da alma a coragem para ser livre.
Porque mesmo em meio à dor e à incerteza do amanhã,
Ainda há esperança de dias mais claros à frente.
Apetite de Amanhãs
Deus, em sua eternidade, não precisa de lembranças;
Nós é que forçamos o recordar.
O tempo, esse sábio que a tudo cura,
Desenha as marcas de quem somos.
Não há ferida que ele não toque,
E não há memória que ele não visite.
A conferência da saudade não nos deu a dádiva do esquecer.
No ensaio da solidão, guardo algumas dores enquanto ofereço sorrisos.
A saudade vem nostalgiar,
Recorda até as desnecessidades.
Bendito seja o inventor da memória,
Que nos dá o poder de reviver os dias,
De devotar a delicadeza
E discernir que a esperança é diferente da espera.
Olho para o passado, sim,
Mas tenho apetite de amanhãs.
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