Amizade Mar
A poesia é linda arte poética ,
indefinível, as vezes parece sem meta,
mas se verdadeira, não importa a métrica ,
seguirá entre curvas e retas
Atingirá o céu, terra e mar ,
sempre lançando sementes
e quem sabe, alguém irá aproveitar,
ficando muito contente !
TE DESEJO!
Te desejo VIDA. O SOL na manhã para te guiar.
Um BANCO na praça para dialogar.
Um BARCO de alegria para te levar.
Te Desejo !
Um SONHO de um menino.
O MAR para te espreitar. O VENTOpara te acariciar.
Te DESEJO muito AMOR!
Wilamy Carneiro
Uma vez que você tenha experimentado navegar, você caminhará por planícies e por montanhas, tomará caminhos sobre todo tipo de terreno, mas sempre voltará seus olhos para o horizonte em busca daquela brisa que vem do mar, porque lá você esteve e para lá seu coração desejará retornar.
Observe quantos obstáculos o rio precisa contornar para chegar ao seu objetivo.
Você sabe que o objetivo do rio é deságuar no mar e ele enfrenta e contorna todas as pedras que surgem em seu caminho, o seu proposito é tão bem definido, que ele é confiante no que faz, sabe o porque nasceu e por isso cumpre seu proposito com excelência.
Na maioria das vezes, um rio nasce depois de chuvas em regiões montanhosas. As águas do rio, que ainda está para nascer, escorrem pela superfície ou se infiltram no solo através dos espaços vazios entre as rochas, até encontrarem uma área impermeável, formando um lençol freático.
Outra aprendizado que o rio me ensina é que ele tem humildade para começar debaixo, ele sabe trabalhar em equipe, ele busca encontrar espaços vazios para preencher, mesmo o processo sendo doloroso ( ele se infiltra entre as rochas) e dar sempre o melhor de si, reconhece seu papel, sua importância, seu valor e não tenta ser maior ou melhor que o mar, pois ele sabe que é parte de todo o processo.
Ele sabe o valor de cada processo, cai do céu (ele poderia ser achar porque vem do alto) porém, ele humildemente encontra um extrato de rocha impermeável, forma um lençol freatico que pode estar a dezenas de metros de profundidade.
Com o TEMPO ele de tão pesistente vai desgastantando pela erosão a superficie que acaba surgindo brotamento das águas na superficie quando surge a nascente.
No percurso rumo ao mar ele encontra todos os tipor de terrenos até alcançar seu objetivo o MAR.
Portanto, não importa qual seja seu objetivo, existe um processo para você alcança-lo e eles seguem uma mesma logica: ter o proposito bem definido, ter clareza em sua meta, enfrentar obstaculos, persistir, ser humilde para começar debaixo, buscar espaços vazios que você possa preenche-lo, mesmo tendo que entregar mais, com o tempo vai elevando seus niveis, sempre caminhando em busca do objetivo que é chegar no seu mar.
Lembre-se que seu proposito será mais ecologico ser beneficiar muitas pessoas ao longo de sua jornada, assim como a água é cruscial para o mundo, você também é, pois você foi criado(a) pelo mesmo criador e ele não faz nada sem proposito. Encontre o seu mar !
belo fim de tarde
sob a ténue luz do entardecer...
sopram versos na brisa a me tocar...
quero teu sorriso agradecer...
e quarta-feira, voltar...
-- josecerejeirafontes
"Minha morada
Moro onde o amor se encanta, nas paisagens extensas,
nos lagos dourados , nas matas serradas, lindo arrebol,
pintura de Deus com raios de sol...
Moro onde o ar é mais puro, o vento é atrevido
e levanta o vestido que passa distraído
Moro onde as ondas ecoam, batendo nas rochas
querendo saltar, ou lambendo a areia que se
faz de dengosa mas se deixa levar ...
Moro onde a noite é mansa, cálida, aí faço pousada,
vou contando estrelas, ao som da viola,
Tanto pra amar, tanto pra escutar, vida esparramada..."
Não... o celular não vibrou
Nem o sol nasceu
O herói morreu
O poeta não se inspirou
A menina não sorriu
O ponteiro não andou
Não estamos em abril
Nem acredito no amor
Não? Não!
Eu nego a negação.
Homem do mar, pág. 58
OS CÃES DA MINHA PRAIA!
Entre tantos encantos da orla, tem um que me diverte: Os cachorros baldios da praia! São cães que já fazem parte do cenário praiano! Amigos, bonachões, livres a perambular pela calçadão.Correm nas areias, um petisco aqui, e outro ali e lá vã eles, Negão, Princesa, Soberano, Dórothi, e outros que não sei o nome, livres numa alegria da liberdade que não tem preço. São os "Capitães da Areia", com o devido respeito, e se me der licença, Jorge Amado! Percebo em seus olhares um certo ar de troça, quando veem algum coitado colega, passar preso à coleira, como se algum objeto, fosse! Durante suas conversas nas constantes reuniões que fazem sem hora marcada e na descontração do descompromisso,entre outros assuntos, vem sempre a baila, o que na opinião deles, é uma imaturidade dos humanos, sanar suas carências, automatizando "bichinhos de estimação"! Chego a acreditar, que em suas preces ao "deus" dos cachorros, está o pedido contrito,e aflito" de que" não nos deixeis cair na prisão de um apartamento,nos livre da mesmice da ração de todo dia, mas nos de o sagrado, e variado petisco, auaumém...
odair flores
Uma folha cai
e se perde no vento
e aguenta o seu tempo
enquanto cai.
Choram as lágrimas
sentem-se as dores em
pé ou sentado lá no sofá.
Tristeza que me assola
e me fere sem me aperceber.
Tristeza que me agarra
e me tentará fazer perder.
O Mar,
O meu refúgio preferido,
sentado na Rocha e observar,
sentir o cheiro a maresia,
poder chorar e saborear
o vento que me leva para o Mar…
A lágrima cai
a mão agarra e foge
perdida no seu tempo
enquanto cai.
O Sossego do Pirata
É seguro o que se espera
De uma bandeira no horizonte
Não se sabe o tratamento
Que se deve a quem se esconde
Se teus olhos não o creem
Caça forte a sotavento
Pois a alma ludibria
O corsário sem desdém
Cala fundo a sentença
Num suspiro de arrepio
Que com um tiro anuncio
O contar de "déiz" vintém
Sem tesouro o pirata
Singra mar e aflição
Mal sabe-se lá ele
O valor da tentação
Se seria afortunado
O sujeito desalmado
Perde todo o seu silêncio
Numa prosa desonrada
A vontade que te cerca
Qual donzela afeminada
Te seduz em boa espera
No "sem tempo" acalorado
Sabe-se pouco das histórias
De um louco arrupiado
Ao pirata só lhe resta
O sossego à mão lavada
L I B E R D A D E
Corremos atrás dela
e sentimos que devemos ter.
Mas nos esquecemos que pra isso
antes devemos "S e r".
Ser aquele que ao lado deixa o
telefone tocar,
enquanto aprecia o nascer do sol nas lindas ondas do mar.
Ser aquele que aproveita a vida de verdade
Que tem o coração como guia,
para "Ser" a própria Liberdade.
Nas ondas, sentindo em baixo dos meus pés, a correntes pela quilhas seguindo pela proporção juntamente de alegrias e satisfação. Quem surfa sabe.
Na àquele lugar especial você me abraçou, me perdoou, desde então com um aperto no peito estou, seu olhar sereno me emociona, seu sorriso me fascina, em meu rosto uma lágrima escorre, vou te procurar, estou disposto o mar me tornar para os seus pés tocar, contigo eu quero estar.
FEITO HOJE
E o perolado
Brilhantes
Seu Rio sem medo
Fez carnaval do outro lado
No palco, luz
Muda aqui a cor
Mas e a personagem?
Não há
É presente
Desse lado
Pro seu lado
Do seu lado pro meu
Não há tempo no espaço
Só laço
Do Rio sem braços
Que de cor, fica a mudar
E a alegria de saber
Que está de novo
O mesmo Rio
Com o mesmo perolado
Deu frio
Sem ar
Calor a chegar
Agora bobo
Esperançoso
Os rios se encontram
E em profundos perolados
Resiste de um lado
Corredeiras ainda não há
Descansa na beleza
O medo da correnteza
Rio retido
Contido
De encontro com a Mar
Suave
Edredom macio
Deito sem medo
Rio com cor
Só q sem margem está
Avança aos poucos
Corredeiras pequenas
Cheio de vida
Em lago vai chegar
Mas antes de calmo
Lançou-se a grandes corredeiras
Em meio a selva
Rio está
Contornando montanha
Mergulha no lago
Do lado
Rios ainda a misturar
E os perolados
Com luzes
Iluminados
Se aprofundam
Pra do melhor jeito ficar
Acende os holofotes
Eu não vou apagar
To aqui,
Vem aqui
Te abraço
Te abrigo
De risos
E piadas
Cara abobada
Jeito de transbordar
Rio
Num castelo me colocou
Mas eu príncipe não sou
Cavaleiro
Te protejo
Mesmo se não desejar
Me dá a mão
Não solto
Não quero soltar
Dança comigo
Canta só um pouquinho
Rios
Choros
Abraços
Fogo
De novo e de novo...
Te abraço sem medo
Respiro sem ar
Mas rios calmos
Estão longe do mar
Agora lago
Pacífico
Rico
Vivido
Sabe que Rio vai virar
De novo
Talvez cachoeira
Ou até uma bica d’água
Mas o Rio conhece as corredeiras
As pedras
Curvas que podem o destroçar
Só que sabe ser cascata
Ter suas cores em arco íris
Ver do alto as árvores
As aves
A beleza do perolado da íris
Ser lago
E um dia ser mar
Mar de tudo que há de bom pra ser
Pra você
Mas por enquanto
Vamos deixar
Rio andar.
“Quem toma uma decisão isenta de influência, age como as águas de um rio que não toleram ser comprimidas, mas obrigam suas margens a agirem como plateia no seu livre curso até o mar.”
“Abra as portas”
Abre as portas do seu coração
O amor esta querendo entrar novamente
Olhando o mar, olhando para o infinito.
Coração aflito.
Batendo acelerado, lembrando-se do passado.
Um amor não compreendido.
Só precisa de uma chance, de uma palavra.
O passado não volta, contenha essa revolta.
Numa calma vou me entregando as ondas. O azul do céu e claridade que incomoda meus olhos me faz perder os sentidos.
Meu sol, minha paz, minha brisa! És o som que tranquiliza os meus ouvidos, o mar de sentimentos bons!
Umbelífera
Todo naufrágio é desesperador até o momento em que propiciam as correntes que venhamos a explorar novos mundos. A nau tem vida curta; as riquezas que podem ser encontradas são perenes.
Questão de ótica.
É em águas rasas e calmas que o mar nos oferece o que tem de melhor.
Aster Mori
“Use luvas”, dizia ela ...
Mal sabia ela o quanto de mim
Ainda aprenderia com o espírito dela.
Não esperava ela, na doçura dela,
Ensinar que o ar não precisa sufocar,
Que a efêmera chama pode ser estrela,
Tal qual a tormenta que virou mar.
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