Amigos que Morreram
Os livros morreram. Ninguém mais os lê. A vida se passa na futilidade de uma tela. Os livros viraram alimento para as fogueiras. Descansem em paz junto com a educação.
Muitos morreram para que a Educação pudesse esclarecer, preparar, instruir, despertar, refletir, raciocinar, estimular, analisar, aplicar, questionar,... porém, vejo a cada dia a Educação alienar, silenciar, sentenciar, marginalizar, ignorar, escravizar, desvalorizar, assassinar milhões todos os dias. Está na hora de reagirmos!
Temos muitos que morreram e deixaram uma profunda saudade, não da pessoa em si mas daquilo que ela encarnava. O luto é por uma era inteira;
O mundo selvagem
Os cawboys morreram e as velhas historias se foram, apenas uma luz da nova anarquia, pode resolver os problemas da terra, um estrato, uma esfinge ou um Deus qualquer, para que possa, nos salvar, porque sempre vivemos em mundo selvagem.
Nos anos 70 eu não havia nascido, muitos morreram. chego a conclusão que minha ausência naquela época, e minha presença hoje não valerá nada para quem vai nascer daqui 100 anos. Hoje estou aqui, amanhã? não sei, somos apenas um grão de areia em um planeta chamado terra!!!
Todos os sacrifícios todos foram em vão nossos companheiros morreram por nada nossas vidas são sem significado vamos morrer assim como todos
Não não iremos nossas vidas e vidas de companheiros tem sentido pois suas vidas estão em nossas memórias faremos algo que mudará o mundo e todos conheceram e agora pelo que acreditamos avançaremos pelo que acreditamos ou seguimos e no último suspiro encontraremos com que gostamos seguimos e amamos
Romanos morreram com fé em seus deuses. Hoje em dia, tratamos sua religião como mitologia. Será que morreremos acreditando em alguma divindade para, no fim, termos nossas crenças tratadas como apenas histórias de um povo antigo? Será que somos nós os certos? Quem pode afirmar que os deuses antigos não existem? Quem pode afirmar que o nosso Deus existe, um livro que foi modificado por centenas de anos pra chegar em nossas mãos hoje, uma crença passada de geração em geração? E se Jesus existiu, mas não como vimos, mas de formas realistas, sem previsões, sem ressurreição, e sim alguém que sabia demais ou que sumiu por um tempo e voltou? Ou nada disso aconteceu e isso foi inventado muito depois das histórias contadas, pra trazer esperança pras pessoas? É isso que a religião traz hoje, esperança, esperança de que, algum dia, chegará uma salvação, que esse deus possa me ajudar ou que ele ajude aqueles que têm fé nele. Posso não acreditar, mas admiro quem consegue, tchau.
Não há recompensa e nem condenação, para os que já morreram, sem antes haver julgamento. Para ter julgamento, será necessário haver ressurreição, através da qual a consciência será despertada.
Só porque o céu está coberto por nuvens e relâmpagos, não quer dizer que as estrelas morreram.
A. Cardoso
No cemitério estão os mortos que já morreram; outros que vão demorar a morrer. Ainda há os que jamais morrerão: seus feitos construíram a eternidade e serão sempre lembrados.
A pior morte para um homem que se diz cristão
é morrer para si mesmo,
enquanto muitos já morreram por Cristo.
Conclusão de um comentário que eu recebi, referente a 9 jovens, que morreram numa ação militar, no baile funk, em São Paulo:
Se você é negro (mesmo que você se considere branco, tem sangue de negro correndo nas veias e é pobre), morador da favela: - não saia de casa, pois você corre o risco de passar pelo lugar errado, na hora errada e acabar sendo assassinado pela polícia (polícia pobre, negra, e até morador da favela, subordinada pelo sistema para obedecer as ordens que vem de cima para baixo).
vocês já morreram de amor?
quantas vezes?doeu?
estaria disposto a morrer novamente?
quantas vezes mais?
ou vocês já cansaram?
querem morrer mais,não querem?
eu quero, eu vou,eu tô morrendo!
Ando me sentindo mal do estômago.
Acho que minhas borboletas morreram eagora elas estão apodrecendo eapodrecendo tudo em mim.
Os valores e a moral de um povo morreram junto com os bons costumes e foram enterrados pela ignorância no grande túmulo do passado.
