Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue

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Antes de agredir com palavras ou ações, lembre-se que o silêncio e a indiferença também machucam!

Hoje é dia de seu aniversário

Sonhos, fantasias são intenções da realização
Então sonhe com a quimera do coração
Com a força que tem o amor
Goze da alegria do presente que é viver
Sorria mais, ame mais, tenha mais prazer
No olhar amigo, no abraço fraterno
Que mais este aniversário,
seja em suas lembranças eterno
Com que lhe é caro,
aquelas na cumplicidade refréns
PARABÉNS!

Feliz aniversário!

⁠Eu sei que dói quando você fecha seus olhos e finge que tudo está bem.

Memento, homo, quia pulvis es et in pulverem reverteris. (Lembra-te, homem, de que és pó e ao pó voltarás.)

Disfarço timidez admirando o chão.

Da alma nobre somente o tempo altera o rosto. Porém é típico dos canalhas uma face para cada circunstância!

NÔMADE

Venho de longínquas terras, do mar
Peregrino no cerrado, místico errante
Em busca do meu eu, de me achar
E neste chão novo, fui caminhante

Assim, no encanto eu fiz o instante
No olhar e no coração, sob o luar
E na diverso do sertão inconstante
O fascínio me ensinou como amar

E neste aroma delicioso sonante
De vagante ao pouso, pus a ficar
Nos dias felizes aqui tão distante

Trouxe no peito o nômade sem par
Formosa vontade no bem suplicante
Cá aterrando no horizonte deste lugar

© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, junho
Cerrado goiano

⁠Quando você perde tudo assim, você também aprende como é forte. Você aprende a lutar.

Aqueles frutos maduros que teu vizinho colhe às vezes a cantar, na certa custaram-lhe trabalhos penosos de alguém que sabia que nunca em sua vida os colheria, mas que nem por isso os deixou de plantar.

No fado eu invento
Tento sonhos em rima
As trovas meu alento
O leitor minha estima
É desafio é energia
Motivação esgrima
Espelhado na poesia

Luciano Spagnol

ESPAÇO VAZIO (soneto)

Há ilusão seca tão desfolhada
No apertado do amor ignorado
Nas lágrimas no olho chorado
No vento de uma dor soprada

Assim, tão só e tão esgotado
Com a alma ao vento, levada
A revelia, e sem mais nada
O olhar vai ao chão, atado

Só se vê silêncio no peito
Sem rima, sem poesia, leito
Apenas o ritmo com arrepio

E neste tal suspiro tão sujeito
Que fala, respira, tira proveito
A emoção é um espaço vazio...

© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, julho
Cerrado goiano

CIDADE SORRISO

Em minha memória, uma saudade
Dos tempos de outrora, um aviso
Daqui fui, aqui voltarei, realidade
Uma mineira cidade, cidade sorriso
Onde sempre fui, territorialidade
De minha alma, aqui sou indiviso...

Neste um universo, versa a beleza
Gente de minha história, de contos
Em um recital duma incrível pureza
Poesia nas velhas cadeiras, pontos
Seresteiros cheios de doce certeza
Nada ali é pequeno. São confrontos!

© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, junho
Cerrado goiano

Os argumentos do ateísmo são tão absurdamente fabulosos, que eles me deixam mais convicto da existência de Deus do que um dia inteiro de leitura bíblica!

O limite dos meus interesses é o sofrimento que eu possa causar!

Quem nunca se ofuscou com a lua, principalmente quando a gente se pega esquecido e subindo, como ela nos atalhos do céu.

Quem tem o coração prostrado perante Deus jamais se permitirá ajoelhar-se diante dos ídolos!

Para tornar a realidade suportável, TODOS temos de cultivar intimamente algumas pequenas loucuras.

⁠Tenho a sensação de que cada minuto é lento e transparente como vidro. A cada minuto que passa, vejo uma fila de infinitos minutos, à espera. Por que ele foi aonde não posso ir atrás?

Confesso que o único medo de arrependimento que o futuro possa me reservar consiste naquilo que por Deus, ontem e hoje eu deixei de fazer!

13 de outubro

fisioterapeuta,
doutor do movimento,
auxílio na dor, no alívio atento
mãos que redigem manobra, alento
ao aflito: regente, especialista, insistente...
perito da saúde, do amparo, da evolução
profissional presente no socorro da superação.
Feliz dia!

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano