Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue

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“O universo não parece vazio. Parece pedagogicamente organizado para a evolução do ser.”

"O silêncio não é ausência de som, mas o espaço onde todas as vozes do universo podem ser ouvidas."

"A morte não é o fim da história, mas o momento em que ela deixa de ser escrita por nós para ser lida por todos os que nos amaram."

"A verdade pode ser solitária. A falsidade é sempre acompanhada do não sei o quê."

RECOMEÇAR COMO ATO DE SOBERANIA DA CONSCIÊNCIA.
A história interior do ser humano não se organiza como uma linha reta e previsível. Ela assemelha-se muito mais a um percurso de avanços, quedas, reflexões e reconstruções. Cada existência revela-se como um processo contínuo de aprendizagem moral e psicológica. Nesse contexto, a ideia de recomeçar não deve ser compreendida como um simples gesto circunstancial, mas como uma faculdade profunda da consciência. Recomeçar é uma manifestação da liberdade interior do espírito.
Do ponto de vista filosófico, a capacidade de reiniciar um caminho representa uma das expressões mais elevadas da autonomia humana. O indivíduo não está condenado a permanecer eternamente vinculado às decisões do passado. A consciência possui a faculdade de examinar a própria trajetória, reconhecer erros e estabelecer novas direções. Esse movimento constitui aquilo que a filosofia moral compreende como retificação do agir.
A reflexão introspectiva desempenha papel fundamental nesse processo. Quando o ser humano recolhe-se ao exame de si mesmo, ele inicia uma operação silenciosa de análise da própria conduta. Tal exercício exige coragem psicológica. É necessário admitir equívocos, reconhecer limitações e perceber as consequências das próprias escolhas. No entanto, essa lucidez não deve conduzir à paralisação da culpa. Ao contrário, deve converter-se em energia de transformação.
Sob a perspectiva psicológica, o recomeço está intimamente ligado à capacidade de ressignificação da experiência. Os acontecimentos dolorosos ou os fracassos não possuem um significado fixo e imutável. A mente humana possui a extraordinária aptidão de reinterpretar o vivido. Quando essa releitura ocorre com maturidade, aquilo que antes parecia apenas derrota passa a revelar-se como fonte de aprendizado e amadurecimento.
O sofrimento, nesse sentido, frequentemente funciona como um laboratório moral da alma. Não é o sofrimento em si que engrandece o indivíduo, mas a maneira como ele é compreendido e assimilado. Quando o espírito decide não permanecer prisioneiro da amargura, inaugura-se uma nova etapa de desenvolvimento interior. Recomeçar significa libertar-se do peso psicológico da estagnação.
Essa atitude exige disciplina mental e serenidade reflexiva. O ser humano que decide reconstruir-se precisa reorganizar os próprios valores. Precisa revisar hábitos, modificar padrões de pensamento e fortalecer a vontade. O recomeço não é um evento instantâneo. Ele é um processo gradual de reconstrução da identidade moral.
Nesse percurso, a esperança exerce uma função estruturante. A esperança não deve ser confundida com uma expectativa ingênua de que tudo se resolverá sem esforço. Trata-se, na verdade, de uma disposição interior que permite ao espírito perseverar mesmo diante das dificuldades. Ela atua como uma força silenciosa que sustenta a continuidade da caminhada.
Sob a ótica espiritual, a possibilidade de recomeçar revela um princípio essencial da evolução do espírito. A existência não se limita a uma sequência de erros irreparáveis. Cada experiência representa uma oportunidade de crescimento. A vida oferece constantemente novas circunstâncias nas quais o indivíduo pode aplicar o aprendizado adquirido.
Assim, o recomeço não é uma fuga do passado. Ele é uma reorganização consciente da própria história. O passado permanece como memória e como lição. Contudo, deixa de exercer domínio absoluto sobre o presente. A consciência madura transforma lembranças em fundamentos de sabedoria.
Há momentos em que o ser humano acredita ter perdido todas as possibilidades. A decepção, o fracasso ou a culpa podem produzir a sensação de que o caminho terminou. Entretanto, a experiência histórica demonstra exatamente o contrário. Muitas das mais notáveis reconstruções humanas nasceram em circunstâncias de profunda adversidade.
A grandeza moral não reside na ausência de quedas. Ela manifesta-se na capacidade de levantar-se novamente com maior lucidez. O indivíduo que compreende essa verdade começa a perceber que cada recomeço amplia sua maturidade psicológica e sua sensibilidade ética.
A vida, portanto, não deve ser vista como um tribunal implacável que condena definitivamente o erro humano. Ela assemelha-se muito mais a uma escola espiritual na qual cada etapa oferece novas oportunidades de aprendizado. O verdadeiro progresso interior nasce quando o indivíduo decide assumir responsabilidade pela própria transformação.
Recomeçar, em sua dimensão mais profunda, significa afirmar a soberania da consciência sobre as circunstâncias. Significa reconhecer que a história pessoal não está concluída enquanto houver disposição para aprender, corrigir e prosseguir.
E toda vez que a consciência humana decide erguer-se novamente, algo silencioso e grandioso acontece no interior da existência. O espírito redescobre que ainda há caminho, ainda há horizonte e ainda há possibilidade de tornar-se melhor do que ontem.

" O texto explica que o mundo espiritual não pode ser representado com exatidão por meio de desenhos ou mapas materiais, pois sua substância é formada por elementos fluídicos e mentais. "
Do livro: Cidade No Além.

SEJAS ANTES.
Se desejas ser amado,não espere pelo outro,ame.
Se anseias carinho, não cobre sem o dar.
Se anseias a gentileza, não amargure a tua e nem a vida do outrem,isto apenas espanta cada vez mais os que pretendem pedir tempo.
Se buscas ser compreendido, não negue a ponderação e a compreensão,cada um possui a sua capacidade ideai para a existência atual.
Se a vida tem te ofertado espinhos isso não nega peremptoriamente a existência das rosas.
Tens se sentido perseguido,continue então sempre na dianteira seguindo os passos de Jesus,os malevolentes acabarão então por chegar até o mestre através de você.
Julgas que tudo esta perdido, não te detenhas em julgamentos é momento de voltar de onde parou e recomeçar mais lívido.
Se a doença chegou até ti como assaltante,mostre-a que nada ela tem para levar de ti a não ser o que es pelo bem que praticas.
Parecem-te pesadas as cargas que surgiram?Recordas que são cargas e podes muito bem não levá-las todas de uma só vez. Cada passo, uma distância a menos.
Levantam falsidades quanto a tua vida? Procure Jesus que também não escapou das mesmas,se as mesmas não fazem justiça quanto à tua consciência.
Sentes que o abandono dos que julgavas amigos e irmãos te batem a porta, entre em tua casa íntima em ti mesmo e ainda que chores,converse com Deus.
Sempre que abrirem-te chagas em mentiras sobre o que realizas,abençoa as mesmas com serenidade agradecendo e dando graças por serem mentiras.
Sempre meus filhos na terra ou na erraticidade existirão os pobres de espíritos que investem contra tudo que fala do bem,mas a ti, tão somente a ti cabe a decisão a tomar;preferindo se lançar no pântano das lamentações a sentir-se o mais infeliz dos seres ou continuar na caminhada que empreendestes em nome da evolução pessoal que direcionam tantos outros irmãos infelizes à paz que tanto buscas.
Não olvides que podemos aparentemente nos mostrar vencidos,contudo não pairem sombras em nossa convicção de que o mundo vem sendo ha milênios guiado por aqueles que se fizeram o menor dos menores e mesmo que não mais aceitos pela terra,foram e são abraçados pelas graças dos céus.
Pelo Espírito: Catarina Labouré / Irmã Zoé .

A NECROSE SILENCIOSA DA ALMA.
Morre lentamente o ser humano que já não contempla a aurora como um milagre cotidiano. Morre quem desperta sem gratidão, quem atravessa as manhãs como um espectro automatizado, incapaz de perceber que cada raio solar constitui um testemunho da continuidade divina da existência. Há uma forma de sepultamento que antecede o túmulo. Ela ocorre dentro da consciência. Ela se instala nos territórios invisíveis da sensibilidade anestesiada.
Morre lentamente quem esqueceu de olhar as estrelas na noite anterior. Quem já não ergue os olhos para o firmamento perde gradativamente o senso de transcendência. O céu noturno sempre foi um dos maiores tratados metafísicos da humanidade. Civilizações inteiras compreenderam a pequenez humana diante da vastidão cósmica. Quando o indivíduo deixa de contemplar o infinito, passa a viver encarcerado nas estreitas muralhas do imediatismo material.
Morre lentamente quem não mais se encanta com a magnificência da natureza. Quem atravessa florestas sem reverência, quem observa rios sem assombro interior, quem pisa sobre a terra sem reconhecer nela o laboratório sublime da criação divina. A natureza não é mero cenário biológico. Ela é pedagogia silenciosa da Providência. Cada árvore ensina resistência. Cada estação ensina renovação. Cada flor revela que a delicadeza também constitui força.
Morre lentamente quem já não encontra beleza em si mesmo. O autoabandono emocional corrói a estrutura psíquica com intensidade devastadora. O amor-próprio equilibrado não é vaidade. É reconhecimento da dignidade espiritual que habita a criatura humana. Quem se odeia gradativamente destrói os alicerces interiores da esperança. Quem não se permite ajuda fecha as portas da própria regeneração.
Morre lentamente quem se transforma em servo dos hábitos petrificados. Quem percorre eternamente os mesmos caminhos mentais, emocionais e existenciais, recusando-se a experimentar novos horizontes da experiência humana. A estagnação da alma produz uma espécie de mumificação psicológica. O indivíduo permanece biologicamente vivo, mas espiritualmente imóvel. O medo da mudança converte-se em cárcere invisível.
Morre lentamente quem faz da distração superficial o centro absoluto da própria vida. Quem substitui reflexão por ruído constante. Quem abandona o diálogo profundo consigo mesmo para entregar-se inteiramente às dispersões hipnóticas do mundo moderno. A consciência necessita de silêncio para amadurecer. Sem introspecção, o espírito enfraquece-se.
Morre lentamente quem permanece infeliz em sua vocação e ainda assim não move uma única força interior para transformar a própria realidade. A resignação passiva jamais foi virtude. O conformismo diante da infelicidade representa uma das formas mais perigosas de renúncia existencial. Sonhos sufocados tornam-se sepulturas íntimas.
Morre lentamente quem vive aprisionado à reclamação incessante. Quem transforma a própria linguagem em instrumento contínuo de pessimismo. A palavra possui profunda força psíquica. O pensamento repetido estrutura estados emocionais permanentes. Quem apenas amaldiçoa a chuva, o calor, o destino ou a própria sorte passa a habitar atmosferas mentais de autodestruição silenciosa.
Morre lentamente quem abandona projetos antes mesmo de iniciá-los. Quem teme errar mais do que deseja aprender. Quem deixa perguntas sufocadas pelo orgulho e respostas aprisionadas pelo medo. A ignorância não constitui vergonha. Vergonhosa é a recusa deliberada ao crescimento intelectual e moral.
Morre lentamente quem já não agradece. A gratidão é uma das mais elevadas expressões da lucidez espiritual. A criatura ingrata obscurece a percepção das bênçãos que a cercam. Pais, filhos, amizades, oportunidades, afetos, reconciliações e até mesmo as dores educativas da existência constituem patrimônios invisíveis da alma.
Morre lentamente quem não sorri para uma criança. Quem já não percebe o sublime mistério do nascimento humano. O olhar de um bebê ainda carrega vestígios de eternidade. Existe uma pureza metafísica nos primeiros instantes da vida que desmonta os orgulhos endurecidos da maturidade enferma.
Morre lentamente quem já não abraça. Quem não beija. Quem não acaricia. Quem desaprendeu a linguagem silenciosa do afeto. O ser humano necessita de vínculos emocionais tanto quanto necessita de alimento e respiração. A ausência de ternura resseca as regiões mais delicadas da afetividade.
Morre lentamente quem adota filosofias permanentes de desesperança. Expressões como “o mundo não tem mais jeito” revelam frequentemente uma desistência íntima diante da própria responsabilidade moral. Civilizações não se regeneram por discursos pessimistas, mas pela transformação individual de consciências despertas.
Morre lentamente quem acredita que o fim de um amor representa o fim absoluto da capacidade de amar. O amor verdadeiro não se reduz à posse emocional. Amar é potência da alma. É faculdade expansiva do espírito. O coração humano permanece capaz de reconstrução enquanto ainda houver sensibilidade.
Morre lentamente quem jamais se dedica à felicidade alheia. Quem não reparte. Quem não consola. Quem não serve. A existência exclusivamente centrada em si mesma degenera em aridez emocional. A criatura humana encontra significado profundo quando se transforma em instrumento de amparo para outros seres.
Evitemos, portanto, a morte em doses suaves. Respirar não basta para caracterizar a plenitude da vida. A verdadeira vitalidade exige consciência, esforço moral, discernimento e transcendência interior.
Estar vivo pressupõe ação consciente e não mera reação instintiva. A reação impensada frequentemente nasce dos impulsos inferiores da personalidade. A reflexão, ao contrário, representa uma das mais elevadas expressões da maturidade psicológica e espiritual.
Estar vivo implica examinar-se continuamente. Não para cultivar culpa mórbida, mas para desenvolver autoconsciência. Quem se analisa com honestidade descobre possibilidades profundas de renovação interior. A reforma íntima constitui uma das maiores tarefas da existência humana.
Estar vivo significa carregar entusiasmo autêntico. A própria palavra entusiasmo deriva do grego “entheos”, expressão que significa “ter Deus dentro de si”. O entusiasmo verdadeiro não é euforia superficial. É a convicção silenciosa de que a vida possui finalidade superior, mesmo em meio às tribulações mais severas.
Vivo para que o sol encontre significado em sua própria claridade. Vivo para que a chuva purifique não apenas o ar, mas também os territórios ocultos da alma fatigada. Vivo para que o amor transborde sem exigir justificativas utilitaristas, porque o amor legítimo dispensa condições para existir.
Vivo para florescer jardins que talvez jamais verei completamente. Toda bondade sincera multiplica-se invisivelmente nas estruturas morais da humanidade. Nenhum gesto elevado perde-se no universo.
Vivo cada dia como realidade irrepetível. Nem o primeiro. Nem o último. O único. O instante presente constitui a matéria-prima sagrada da existência.
A morte mais perigosa não é a biológica. É aquela que apaga lentamente a sensibilidade, a esperança, a coragem, a contemplação e a capacidade de amar.
“Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a Lei.”
Marcelo Caetano Monteiro .


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Dizem que o amor mais difícil de ser superado é aquele que não foi vivido.

Hoje a gente bebe por tudo aquilo que a gente guarda e que não serve para mais nada, a não ser para machucar.

“O maior limite do ser humano não está no mundo ao seu redor, mas na visão que ele tem de si mesmo. Quem enxerga pouco, acredita que o mundo é pequeno. Quem ousa ampliar sua visão descobre que sempre existiu um caminho além dos próprios limites.”

Silêncio é um sintoma que não pode ser negligenciado, nunca.

Sobre originalidade

Demétrio Sena - Magé

Se existe algo que me incomoda é não ser original. Ter uma ideia, desenvolvê-la cheio de mim, expor o produto e depois descobrir que alguém já tivera essa ideia. Mesmo não sendo plágio, e sim uma ideia semelhante, é incômodo para um sujeito besta como eu, ter uma ideia semelhante à de alguém.

Recentemente achei que tive uma ideia genial, na composição e edição de um trabalho fotográfico. Compus um cenário, fotografei, editei caprichosamente com ferramentas de aplicativo fotográfico e fiquei todo bobo. Não demorei a descobrir que alguém já tivera essa ideia. Com cenário e fotografia diferentes, mas a mesma ideia. Isso me frustrou bastante; retirei a publicação, que não me causaria problema, pois não era um plágio, mas não ser original na própria ideia mexe profundamente com os meus brios.

Não consigo entender quem se orgulha de repetir uma fórmula de projeto. Eu me torturo com isso. Mas existe pior: não consigo aceitar que alguém se orgulhe de um plágio (mudar o processo de uma obra já existente e chamar de sua). E existe pior ainda: simplesmente expor a obra de alguém sem citar a autoria. E bem mais grave, expor e assinar o próprio nome. Achar-se com a prerrogativa de se tornar o dono/a dona dessa obra.

Existem as coincidências (compor, pintar, fotografar, escrever algo semelhante), mas precisamos ter o hábito de desconfiar de nós mesmos, quando algo nos incomoda no que fizemos. Há grande chance de uma coincidência ou "plágio coincidencial". Retirarmos uma postagem será fácil, depois de pesquisarmos (ao desconfiamos de nós)... mas como fica, se fizermos um livro, uma exposição de artes em local público, com um ou mais plágios, por termos ligado o "que se dane" ao percebermos algo estranho em uma de nossas obras?

Sim; existem as coincidências ou os "plágios coincidenciais". Mas tem que haver a consciência do certo, errado, adequado, inadequado, antiético, ético ou criminoso. Quem vive de "cometer coincidências", e por isso as normaliza, não se policia, torna-se plagiador ou copiador costumaz. É um pulo.
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Respeite autorias. É lei

Uma ÚNICA VIDA não pode ser justa pois que, ao trazer a questão para as “n” circunstancias boas ou ruins, que cada ser humano passa, fica evidente a desigualdade para que ocorra a Justiça Divina, pois que esta, sendo superior à dos homens, não pode usar de dois pesos e duas medidas. Isto requer que todos passem por circunstância semelhantes.


Sebastian Striquer

“Muitas vezes, vemos as coisas como elas parecem ser e não como elas realmente são.”

“Apesar de ser uma poderosa ferramenta, a razão humana não é absoluta: pode gerar dúvidas, confusões ou interpretações equivocadas. A mente, ao invés de abarcar a amplitude da realidade, muitas vezes se fecha em pequenos espaços conceituais.”

“Entre Reikianos, as diferenças não devem ser maiores que a fraternidade.”

Ser feliz não é ter as melhores coisas, é fazeres das que tens as melhores, transformando o que conseguires adquirir nas mais lindas.


21/09/26

O abandono não é por querer ir e sim por ser abandonado em querer ficar.

"Esse ser completo que é o ser humano não pode funcionar de forma harmoniosa quando seus componentes estão em conflito."