Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue

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"É muito bom ouvir: 'Te amo, te tenho como filho', mas gostoso mesmo é viver isso no dia a dia."
José de Arimatéia Silva Uchôa

Preocupado comigo mesmo, repito Pré Ocupado
Preocupado comigo apenas, repito Pré Ocupado
Estou preocupado comigo mesmo, repito Pré Ocupado

“Pensar livremente exige liberdade até mesmo daquilo que pensamos.”

Carlos Eduardo Balcarse

“Pensar por si mesmo começa quando deixamos de acreditar automaticamente até em nós mesmos.”

Carlos Eduardo Balcarse

Valorize todos os seus recursos. Ande mesmo em passos lentos. Logo a vitória virá.⁠






Shalimar Farias da Silva

Mesmo que um determinado professor ou professora tenha quatro diplomas, ou seja, embora possua pós-doutorado. É preciso humildade e paciência quando os estudantes pedirem orientação ou ajuda, pois todo professor de excelência já foi um "reles" estudante.

Evite ao máximo falar eu te amo para uma namorada ou namorado do mesmo sexo ou do sexo oposto. Fale que gosta muito da pessoa. Você não precisa amar alguém para se relacionar. Se você quer trocar afeto, é o suficiente para ter um relacionamento afetivo saudável.

Caminhe mesmo em passos de tartaruga e tenha constância nos seus objetivos.

Mesmo que uma criança ou adolescente cometa um crime bárbaro. Ninguém pode defini-los como psicopatas, pois ainda não possuem a personalidade formada por completo. O termo correto é transtorno de conduta, que pode se estender ou não na vida adulta.

O prestígio faz professores pós-doutores escreverem duas teses ou mais, mesmo recebendo um salário igual ao de docentes doutores. Leva pesquisadores a desenvolverem pesquisas de excelência, fazendo escritores criarem frases, pensamentos e livros de renome.

FIGNER E D. PEDRO II — A LINHA HISTÓRICA DO FONÓGRAFO

Antes mesmo de Frederico Figner se tornar uma das figuras decisivas da história da gravação sonora no Brasil, D. Pedro II já havia demonstrado interesse pelas novas conquistas da tecnologia. O Imperador acompanhou, ainda na década de 1870, as primeiras demonstrações do fonógrafo no país e, em 1878, autorizou-se a introdução comercial do invento de Thomas Edison em território brasileiro.

A trajetória de Figner cruzaria essa história alguns anos depois. Em 1889, ainda nos Estados Unidos, ele conheceu o fonógrafo em San Antonio, no Texas. Fascinado pelas possibilidades comerciais do aparelho, iniciou uma trajetória que o conduziria ao Brasil. Em 1891, desembarcou em Belém com fonógrafos, cilindros e acessórios; percorreu cidades do Norte e do Nordeste realizando demonstrações e, no ano seguinte, chegou ao Rio de Janeiro, onde se estabeleceria definitivamente.

A aproximação histórica entre Figner e D. Pedro II, portanto, não deve ser entendida como uma relação pessoal, mas como a convergência de duas trajetórias na introdução e consolidação de uma mesma revolução tecnológica. D. Pedro II esteve entre os primeiros brasileiros a acolher com curiosidade e interesse as experiências relacionadas à reprodução do som; Figner, posteriormente, transformaria aquela novidade em empreendimento permanente, levando-a ao público, desenvolvendo o comércio de aparelhos e gravações e, mais tarde, criando a Casa Edison.

Existe, nesse percurso, uma curiosa passagem de bastão entre duas épocas: o Imperador que assistiu, maravilhado, ao nascimento de uma tecnologia capaz de conservar a voz humana e o imigrante que, anos depois, ajudaria a transformar essa maravilha científica em prática cotidiana no Brasil. A história de ambos se toca, assim, não necessariamente pela intimidade dos homens, mas pela história de uma invenção que modificaria para sempre a relação entre memória, música, voz e tempo.

AS FLORES NASCEM MESMO SOBRE OS SEPULCROS.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
Há dores que chegam silenciosamente.
Não quebram portas.
Não anunciam despedidas.
Apenas entram.
Sentam-se dentro do peito.
E começam a transformar a alma em um inverno sem aurora.
Foi assim com certas perdas.
Primeiro veio o vazio.
Depois o eco das lembranças.
Depois aquela sensação insuportável de caminhar entre pessoas enquanto uma parte inteira do espírito permanecia enterrada em algum ontem inalcançável.
Existem lágrimas que nunca descem pelos olhos.
Elas descem pela existência.
Transformam o modo de olhar o céu.
O modo de ouvir músicas.
O modo de tocar objetos antigos.
O modo de suportar a própria noite.
E durante muito tempo pensamos que jamais iremos sobreviver à ausência.
Porque há pessoas que se tornam estruturas internas.
Elas não ocupam somente espaço em nossa vida.
Elas sustentam partes inteiras de nossa sensibilidade.
Quando partem, o mundo perde equilíbrio.
As manhãs tornam-se pálidas.
As madrugadas parecem corredores infinitos.
E o coração passa a respirar como uma casa abandonada coberta de poeira e memórias.
Mas existe algo que a própria dor ensina lentamente.
Nenhum amor verdadeiro desaparece completamente.
Ele muda de forma.
Aquilo que antes era abraço torna-se lembrança.
Aquilo que antes era voz torna-se presença invisível.
Aquilo que antes era convivência transforma-se em permanência espiritual dentro da consciência.
E então compreendemos algo profundamente humano.
As pessoas que amamos não vivem apenas ao nosso lado.
Vivem dentro daquilo que nos tornamos depois delas.
Há uma espécie de eternidade escondida no afeto sincero.
Por isso algumas lembranças doem tanto.
Porque ainda possuem vida.
Contudo, até os jardins devastados pela tempestade conhecem novamente a primavera.
Mesmo depois do luto.
Mesmo depois das noites insones.
Mesmo depois das despedidas que pareciam destruir completamente a alma.
A esperança retorna devagar.
Não como euforia.
Não como esquecimento.
Mas como uma pequena luz humilde atravessando as frestas da escuridão.
E um dia percebemos que já conseguimos olhar o céu sem chorar imediatamente.
Conseguimos ouvir aquela música sem desmoronar por inteiro.
Conseguimos recordar sem morrer junto da lembrança.
A cicatriz permanece.
Mas já não sangra da mesma maneira.
Porque o tempo não apaga o amor.
Ele apenas ensina o coração a carregar a saudade sem transformar-se em sepultura.
E talvez seja esta a maior dignidade da alma humana.
Continuar amando.
Mesmo depois da dor.
Continuar acreditando.
Mesmo depois da ruína.
Continuar florescendo.
Mesmo tendo conhecido profundamente o inverno.
Porque algumas flores mais belas da existência nascem exatamente sobre os sepulcros que imaginávamos eternos.

"Toda educação verdadeira começa quando o espírito aprende a governar a si mesmo antes de pretender governar o mundo."

"A serenidade é a arte de permanecer inteiro mesmo quando a vida se fragmenta."

“Um amigo verdadeiro conhece nossas tristezas e mesmo assim escolhe ficar.”

"O egoísta vive cercado de si mesmo. E essa é a mais silenciosa forma de solidão."

"Quem nunca dialogou com a própria tristeza conhece apenas a superfície de si mesmo."

⁠Antes, éramos "EUs", Criamos Laços
Agora, somos "Nós"
Dividindo um mesmo espaço,
Nosso "Nós" não deve ser um Nó
que enforca os nossos "EUs"
Somos resultado de uma Soma,
Não de uma Anulação
Tanto "Nós" quanto "EUs"
Merecem a nossa Atenção.

Um simples ⁠aperto de mão,
mesmo sem palavras,
havendo honesta intenção,
pode conter valiosas falas
que exigem uma atenta percepção,
uma atenção recíproca demonstrada
de duas vidas que se apresentaram,
uma aliança estabelecida,
expressando "você não está só,
pode contar comigo, não desista"
ou ainda podendo celebrar
uma reconciliação do aperto
que havia se tornado nó
e quando resulta no amor,
aquele sincero ato
ganha mais valor
e passa a ser
um belo e forte laço.

⁠Um rico encanto para os olhos
na sobriedade de uma bela rosa
que mesmo na penumbra da noite, tem um primor que é notório e profusamente cativante.

Admiro suas pétalas de curvas graciosas,
a vivacidade que traz na sua essência,
atributos delicados e muito preciosos como um afago
da natureza.

Sendo assim, um tom de romantismo
que esbanja naturalidade
que gera um pouco de equilíbrio
diante de tanta instabilidade,
logo, saber contemplar é preciso
pra fazer a si, um ato de bondade.