Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue
A banca
(Mauro 1Evaristo)
Qualquer pessoa precisa ter em mente
Seja ator, coach, atleta ou influencer
A banca não importa como vence
Já quem perde se destrói simplesmente.
Qualquer pessoa precisa entender
Mesmo que ganhe a banca vence
E até que tentam do contrário convencer
Atores, coaches, atletas ou influencers.
Toda pessoa ao acordar
(Água em jejum pra despertar)
Ponha uma mensagem na mente
Evite em qualquer valor jogar
Pois o risco existe nitidamente
Porque a banca sempre vence.
feradapoesia.blogspot.com
"Se a sua fé precisa de teorias da conspiração e especulações de bastidores para fazer sentido, o seu problema não é falta de conhecimento, é falta de fundamento na Palavra viva."
"Se a sua teologia precisa de um livro rejeitado pela história para fazer sentido, talvez o problema esteja na sua teologia, não na história."
MUSA DE UM POETA LOUCO!
Um poeta precisa de sua musa
que inspire os seus versos
e transpire todas.emoções.
O poeta é viajante imaginário
que sonha com sua princesa
e beija como um lendário
no perfil de sua tosca fotografia
para entregar pra ela um rosário
sem rumo e sem destinatário.
Seu amor latente noite e dia
Talvez até mesmo sem solução
Um poeta precisa da ilusão
sentir o perfume dela pelo ar
enquanto rolam suas lágrimas
mesmo que ela o desconheça
mas ele precisa de sua musa
para compor assim a sua poesia
Quem sabe termine um dia
como uma bela melodia
entoando nos ouvidos dela.
Ele carrega uma forte ilusão
mesmo fantasias na contramao
aflorando dentro do peito
presença tornando revelação!
Seu sorriso, seus cabelos
seu corpo solto no tempo
onde usa toda imaginação
para desenhar entre palavras
O brilho dos seus sentimentos.
Nas asas ele chega até seu mundo em delírios
descrevendo e formulando sonhos
Na vida mostrando assim
------ a musa desse poeta louco!
"vida x azar: a gente precisa acertar o tempo todo, o azar só precisa acertar uma vez."
Edson Ricardo Paiva
Selecione as amizades que precisa caminhar cotidianamente, pois nem sempre elas são verdadeira a ponto de ajudar nas adversidades da vida...
Muitas vezes os influenciadores para o mal caminho não vão comparecer nem para jogar os 3 punhados de terra fúnebre, imagine fazer algo
para favorecer enquanto têm vida.
✝️ A mulher nasce com grande valor social, mas o homem precisa provar o seu valor construindo uma vida digna de referência.
📖 Gênesis 1:27
Aquietai o vosso coração, tudo que a Tempestade de Fora precisa — é saber o tamanho do Deus que vive nele.
Tenha fé, aquietai o vosso coração!
Porque, por mais que os ventos lá fora pareçam berrar tragédias e anunciar derrotas, eles, nada sabem sobre o tamanho do Deus que se levanta aí dentro.
A tempestade só mede forças com o que vê; nós, porém, só caminhamos sustentados pelo quanto cremos.
Aquietai o vosso coração!
A fúria do lado de fora só precisa descobrir que, dentro de cada um de nós, habita um Deus que não se intimida com ondas, nem se retrai diante de trovões.
Ele não entra em pânico, não se atrasa e nem negocia Sua soberania.
Aquietai o vosso coração!
Porque quando o interior se alinha à paz que vem do Alto, o exterior perde o direito de comandar o medo.
E a tempestade — por maior que seja — percebe enfim que jamais poderá derrotar um coração onde Deus faz morada.
Aquietai-o, portanto — não porque tudo está calmo, mas, porque Aquele que vive em nós, é infinitamente maior do que tudo que ousa rugir lá fora.
Assim seja, amém!
No jogo democrático, quem precisa diminuir, demonizar ou desumanizar o outro para sustentar uma opinião, pode — também — acreditar que a única ideia válida seja a dele.
Mas há um vício muito silencioso neste jogo: quando alguém precisa diminuir, demonizar ou desumanizar o outro para sustentar uma opinião, já não está defendendo ideias — está protegendo certezas.
E toda certeza que não suporta a existência do contraditório passa a exigir exclusividade, como se o debate fosse ameaça e não fundamento.
É nesse ponto que a democracia deixa de ser arena de escuta e vira palco de monólogos.
Não se argumenta para convencer, mas para calar.
Nem se discorda para construir, mas para anular.
Quem acredita que só a própria opinião é válida, não busca diálogo; busca submissão.
E onde a divergência é tratada como inimiga, a democracia não perde só o tom — perde o sentido.
Tem dias que a gente precisa esperar nossa alma reencontrar o corpo.
Há dias em que seguimos funcionando por inércia, enquanto algo essencial em nós ficou para trás.
O corpo cumpre agendas, responde a estímulos, atravessa compromissos; a alma, porém, ainda caminha devagar, tentando compreender o peso do que sentiu, do que perdeu ou do que ainda não conseguiu dizer.
Nesses dias, é preciso muita paciência.
Não como quem desiste, mas como quem respeita o próprio tic-tac interno.
Esperar a alma encontrar o corpo é aceitar que nem toda ausência é fraqueza e que nem todo silêncio é vazio — às vezes é só recomposição.
Quando enfim se reencontram, não há alarde.
O passo volta a fazer sentido, o olhar se assenta no presente, e o respirar deixa de ser apenas um reflexo.
Até lá, caminhar mais lento também é uma forma de cuidado.
Porque viver não é apenas estar de pé; é estar inteiro.
Há dias em que o corpo deita e a alma dorme de joelhos.
Quem entra numa disputa sem a honesta intenção de vencê-la, nem precisa de outro adversário.
Porque, antes mesmo do primeiro embate, já há uma rendição silenciosa em curso — não ao oponente, mas à própria covardia disfarçada de prudência, ao medo travestido de estratégia, à vaidade que prefere parecer justa a ser verdadeira.
Disputar sem querer vencer é, no fundo, querer preservar uma imagem, não conquistar um resultado.
E há algo de profundamente contraditório nisso: quem entra para não vencer também não entra para aprender.
Fica suspenso num território estéril, onde não há entrega suficiente para evoluir, nem coragem bastante para transformar.
Apenas participa — como quem assiste à própria vida da arquibancada, fingindo que está no campo.
A intenção de vencer, quando honesta, não é sinônimo de esmagar o outro, mas de se comprometer com o melhor de si.
É colocar em risco as próprias certezas, testar limites, aceitar o desconforto da possibilidade de falhar.
Quem não quer vencer, na verdade, não quer se expor a esse processo — e, por isso, já escolheu perder, ainda que nunca admita.
No fim, o adversário externo torna-se irrelevante.
A disputa real sempre foi interna: entre o impulso de crescer e o conforto de permanecer o mesmo.
E, nessa arena, não há empate possível.
Ou se entra inteiro, cheio de vontade de ganhar, ou já se saiu derrotado antes mesmo de começar.
Quem precisa subir o tom para invalidar ou sustentar opinião, pode acreditar em qualquer coisa, menos que tenha opinião para sustentar.
Talvez porque a verdadeira convicção não precise gritar — ela se sustenta no silêncio firme de quem compreende o que diz.
O volume, muitas vezes, não é força: é disfarce.
É a tentativa desesperada de preencher, com intensidade, aquilo que falta em consistência.
Curioso como, em tempos tão saturados de certezas, o diálogo se tornou território hostil.
Não por faltar palavras, mas por sobrar imposição.
Há uma diferença muito profunda entre compartilhar uma ideia e defendê-la como se fosse uma identidade.
Quando alguém se confunde com a própria opinião, qualquer discordância deixa de ser debate e passa a ser ataque.
E é nesse ponto que o tom sobe.
Não para esclarecer, mas para proteger.
Não para construir, mas para vencer.
Como se uma conversa fosse uma disputa, e não um encontro.
Quem se atreve a dizer que o outro “não está preparado para uma conversa” muitas vezes diz muito mais de si do que do outro.
Talvez essa seja a forma mais nojenta e sorrateira de se apoderar da razão.
Porque conversar de verdade exige algo raro: disposição para ouvir sem imediatamente reagir.
Exige maturidade para admitir que talvez — só talvez — exista algo fora do nosso campo de visão.
Quem sustenta uma ideia com honestidade e serenidade jamais precisa calar o outro.
Não precisa desqualificar, rotular ou elevar a voz.
Porque entende que uma opinião forte não é aquela que se impõe, mas aquela que resiste ao confronto sem perder a coerência.
No fim, talvez a questão nunca tenha sido sobre estar ou não preparado para a conversa — mas sobre estar disposto a ela.
E isso implica um risco que muitos evitam: o de perceber que não sabemos tanto quanto imaginamos.
E, ironicamente, é justamente aí que começa qualquer opinião que realmente valha a pena ser sustentada.
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