Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue
Oh tempo que venera as mudanças de rotinas, literaturas cuja as páginas não respondem as dúvidas coletivas. Mas da poeira surgem as alegrias de um instante, onde uma página cativa os leitores estranhos. Entretanto surgem as arestas de um livro esquecido, onde a memorização se torna um aprendizado repentino. Versos que transcrevem os pensares longínquos, revelando um grande otimismo. E assim viram às páginas amareladas, chamando o interesse de várias gargalhadas.
Esforços físicos, mas que não foram realizados pelo físico. Atividades de intensidade variável, mas os esforços seguem um clima experimentado. Natureza de revelações surpreendentes, mas não se reconhece os parênteses. Distâncias percorridas em uma rotina, cuja as metas são competitivas. Porém não competimos pelo contato físico, mas sim pelas origens do empirismo.
Buscas pelas falas não exclusivas, mas encontram uma criatividade ilusionista. Mágica que condena uma crença, no passado de exigências infinitas. E transformam os períodos em imensas sintonias, das quais as sinfonias não ditam os ritmos de vida. Louvor de um período esquecido, e os interesses se tornam imperativos.
Felicidades transformadas,
mas momentos vividos no passado.
Atitudes distorcidas,
na era não vivida.
Conjunção de pensares,
no interior das vaidades.
Itinerário de longa trilha,
no MBA de várias vidas.
Humanidade que se reconstrói,
na fidelidade de vossos heróis.
Papéis sobre a mesa,
onde perdesse a selva da existência.
Roda roda e não gira, onde a trava do cronômetro pede pilha. Fraqueza energética, onde Li resolve um papel esquecido. Tabela de variações na natureza, mas esquecem do tempo vigente da própria natureza. Gestação não existente, onde os momentos se tornam presentes. Mas buscam a semelhança de Deus, acreditando nas crenças ruins. Confusão de homônimos terrestres, mas a prova só demonstra desgraças na Terra.
Visão modificada, mas as memórias não estão intactas. Dificuldades no reconhecimento pessoal, e cometem erros pessoais. Entretanto vasculham à natureza, afim de conquistar à própria natureza. Dança de acasalamento, mas o tempo demonstra outro relacionamento. Horóscopo de incertezas, mas ditam uma estrela. Brilho que reflete um carisma, na eterna vontade divina.
Obsessão de deficientes físicos, mas não são sentidas as incapacidades. Sensações de uma longa trilha, onde as moradas não apresentam vidas. Escolhem um grupo, mas à cultura não se torna relativista. Energia que se demonstra através dos corpos, mas as áreas estão instáveis. E assim seguem um caminho, cujo o passado foi desprezado.
Vida que se torna eloquente,
nas escolhas de vossos parentes.
Certezas não ditas,
onde a vida se torna perdida.
Caminhos não sentidos,
na espiritualidade de um espírito.
Moldam os pensares,
no livre-arbítrio dos pesares.
Mágoa profunda,
no tempo descrito das viúvas.
Tristezas irreparáveis,
nas emoções frustradas.
Momentos que seguem um enredo,
nas batidas de um peito.
Dizeres ao vento,
e encontram os espelhos.
Reflexos de um tempo,
onde o relógio segue um ciclo imperfeito.
Fotos passadas, mas as montagens são escancaradas. Tempo de interações verdadeiras, onde não apresentam mentalidade verdadeira. Consciências deturpadas, mas as crenças são doutrinaveis. Espiritualidade deficiente, e as histórias não são recentes.
Acreditam nos falsos relatos, mas os verdadeiros não são diferenciados. Viés de confirmação na eterna calúniação. Mas consideram uma literatura, cujo o artigo gera uma igualdade. Sociedade de erros contextuais, na esperança das espertezas normais. Mas o que seria normalidade, se a demência gera deficiências igualitárias.
Descritos de um antigo achado científico, mas as revisões bibliográficas não sugerem tais relatos. Escrevem os próprios idealismo, mas os conceitos não são distintos. Sonhos de um tempo adormecido, na esperança de acordarem no passado esquecido.
Mas pensamos nos sacrifícios diários, onde o tempo não se valoriza em meio as desgraças reveladas. Momentos que deturpam as mentes, na eterna vontade de uma realidade discrepante. Entretanto o planeta segue uma trajetória, cuja a coletividade nos revela outras sabedorias existentes.
Peguem um dicionário, mas não se atentem no passado. Época colonialista, mas a parte B apresenta palavras contemplativas. Mas seguimos para a letra P e procuras a letra A. Acharás tuas capacidades, na literatura de uma arte. Mas Leonardo Da Vinci nos mostra uma doutrina, mas duvidamos de Michelangelo. Questionamentos no papel almaço, mas as canetas estão gastas. Nota uma diferença em tuas escritas, e formam literatura/gramática esquecidas.
Desprezo irracional, cuja a moralidade não se transforma evolucionista. Inveja das máquinas, mas esquecem quem criou as próprias máquinas. Crenças deturpadas no meio ambiente, onde os comportamentos não são viventes. Lógica de uma contemporaneidade perdida, nas páginas antigas da vida.
Sentimentos de inveja, mas é abusiva à espiritualidade. Literatura desprezada, mas não se importam com a humanidade. Revoltas no período de encarnação, mas não aceitam a ressurreição. Negatividade difundida, nos contextos que moldam às vidas. Ateus e ateias que pagam as crenças, não pensando nas simpatias das próprias crenças.
Passeios pelo tempo perdido, mas o passado não se mostra com o próprio tempo relativo. Acreditam nos relatos, mas os contextos são caluniados. Histórias que distorcem uma realidade, cuja as ilusões são monetárias. Cobram as atitudes, mas os pagãs perdem as capacidades. Solos de incertezas produtivas, mas esperanças significativas nas mudanças de climas.
Requisitos de um artigo constitucional, mas à natureza não expressa o jornal. Prensas à todo vapor, mas os solos perdem um vapor. Instabilidade no ciclo da água específica, cuja a química corporal foi inespecífica. Molde de um tempo antigo, onde o ouro era subtraído. Mas o solo esquenta, pelo desespero de vossas vivências. Árvores que perdem suas raízes, mas produzem contextos. Falta de ar em um tempo vigente, onde a fotossíntese não foi suficiente.
Sinônimos que se conectam em um contexto específico, onde o tempo não se torna implícito. Uso de linguagens esperançosas, no passado de vossas motivações impróprias. Mas a hipnose se torna imperativa, na ganância emotiva. Desilusão no futuro, quando se altera as pedras evolutivas.
Ateus e ateias mas a Lua não faz guerra. Revolta das marés, mas o oceano não despreza o querer. Vontades sem justificativas, mas que refletem uma razão esquecida. Temporalidade nas escritas, mas o itinerário muda à vida.
Livros sobre condutas e éticas, mas a moralidade não se expressa. Pecados repassados por uma crença, mas vivenciados na rotina de uma sociedade. Seria à cultura uma forma de arte esquecida?
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