Amigos Nao Precisa ser do Mesmo Sangue

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Poema não é só falar, é pensar, guardar,
amar, sonhar.


Poema no sangue, nas noites de luar,
com versos que eu nem sei explicar,
e pra que explicar? sendo que é só ler, e
pensar


''Oque esse poema tem pra me falar?''

Ha...Se acha que vou desistir esta enganado,
eu sou sangue quente, não gosto de perder
uma luta, posso me machucar, cair, ralar o
joelho, mais eu não me dou por vencida, sei
o que quero e onde quero ir. E a melhor parte,
eu sei que você também não quer que eu desista.

Não é apenas beleza, é algo divino,
É o sangue que molda o próprio destino.
Uma prece em forma de mulher e de luz,
Que carrega o amor em seus braços de mãe...
E com um sorriso de quem sabe, enfim,
Que ser mãe é ser guerra, jardim e começo sem fim.⁠


------------=- Eliana angel Wolf

Somos herança… mas também ruptura.


Carregamos no sangue histórias que não escolhemos: medos antigos, crenças silenciosas, padrões repetidos como ecos de quem veio antes. A hereditariedade nos molda, nos inclina, nos sussurra caminhos mas não nos aprisiona. Porque há algo além.


Somos também o resultado das experiências que nos atravessam. Cada dor, cada escolha, cada queda… tudo esculpe camadas sobre o que já existia. Mas ainda assim, isso não nos define por completo.


Há uma centelha mais profunda: a consciência que observa tudo isso. Aquele ponto interno que percebe os padrões, questiona as origens e decide se vai repetir… ou transcender.


Não somos apenas reflexo. Somos também o espelho que pode se quebrar.


Existe em nós a capacidade de negar o destino imposto, de desafiar a própria natureza herdada. Onde muitos veem identidade fixa, há, na verdade, potencial de reinvenção.


Ser humano não é só carregar o passado.
É ter a ousadia de recriar a si mesmo, mesmo sabendo de onde veio.


E talvez a pergunta mais honesta não seja “quem somos?”
Mas sim: até onde estamos dispostos a ir para deixar de ser apenas o que fomos programados para ser?

"A nobreza não se herda no sangue, mas cultiva-se no discernimento entre o que é fácil e o que é certo."

Alicerce e Sangue
​Há um laço que não se explica em palavras,
Que nasce no silêncio do ventre e ecoa na alma,
Uma força antiga, feita de renúncia e entrega,
Que sustenta o meu mundo e me traz a calma.
​Teu amor não é apenas porto, é a própria corrente,
É o sangue que corre, a memória que fica.
Em cada gesto teu, sinto a vida presente,
Nessa entrega constante que me sacrifica e me edifica.
​Mãe, você é a raiz que mergulha no fundo da terra
Para que eu possa tocar as estrelas e o céu.
É a paz absoluta no meio da guerra,
O rosto do sagrado sob o mais humano véu.
​Se hoje sou luz, é porque você foi o farol,
Se hoje caminho, é porque você me ensinou o chão.
Teu nome é o meu mantra, meu norte, meu sol,
Gravado pra sempre no centro do meu coração.

Ó verme de sangue frio…


O raiar do dia se aproxima,
teu fim não tarda em chegar


Mas não me abandones nesta noite fria,
pois sem ti também não consigo respirar


Por favor, não me abandones,
por favor, não te esqueças de mim,
apenas lembra que sempre fui fiel a ti


Zela-me,
protege-me,
do meu próprio sangue
banha-me


E toma de mim
tudo quanto tu
precisas para existir


Se possível, leva-me às estrelas,
faz-me sobrevoar outro mundo,
onde eu possa te glorificar e amar
sem a obrigação de justificar-me


Permite-me vibrar
ao ritmo de tua voz,
sentir teu beijo gélido
perder-se entre minhas curvas,
e contemplar teu olhar sedento
pelo pouco que de mim ainda resta


Meu amigo…
Meu amor…
Ó meu verme de sangue frio…


Não tenhas piedade de mim —
teu amor é razão bastante
para que eu me deixe consumir


Nunca me acordes,
nunca me cures,
porque de mim já nada resta
senão a carniça do que foi meu lar
Ó verme de sangue frio…


O raiar do dia se aproxima,
teu fim não tarda em chegar


Mas não me abandones nesta noite fria,
pois sem ti também não consigo respirar


Por favor, não me abandones,
por favor, não te esqueças de mim,
apenas lembra que sempre fui fiel a ti


Zela-me,
protege-me,
do meu próprio sangue
banha-me


E toma de mim
tudo quanto tu
precisas para existir


Se possível, leva-me às estrelas,
faz-me sobrevoar outro mundo,
onde eu possa te glorificar e amar
sem a obrigação de justificar-me


Permite-me vibrar
ao ritmo de tua voz,
sentir teu beijo gélido
perder-se entre minhas curvas,
e contemplar teu olhar sedento
pelo pouco que de mim ainda resta


Meu amigo…
Meu amor…
Ó meu verme de sangue frio…


Não tenhas piedade de mim —
teu amor é razão bastante
para que eu me deixe consumir


Nunca me acordes,
nunca me cures,
porque de mim já nada resta
senão a carniça do que foi meu lar

Hoje não estou nada bem


Hoje não estou nada bem
Nada me distrai
Algumas notícias de sangue nos jornais
A desilusão tomou conta , é assim
Por favor , não tenha pena de mim
Um café forte e perceber
Algo de novo renascer
Acho que vou escrever
Sobre aquilo que mais me encanta
O sorriso daquela mulher
Ela é adorável
Hoje não estou nada bem
E você como se sente ?
Amanhã é outro dia
Volta a alegria
Sai pra passear
No meu carro a música " o reggae " ouvir
Talvez me faça distrair
Meu amigo compositor que o a fez
Hoje não estou nada bem
Mas sigo em frente
O Sol amanhã me fará despertar
O sorriso no rosto estar
Hoje não estou nada bem
Quero ficar sozinho
A paz virá novamente
Assim sigo em frente.

⁠Eu já morri uma vez.
Mas ninguém sabe pois não havia sangue,apenas lágrimas

⁠Quando não conseguirem te convencer com palavras, tentarão te convencer com sangue.

Colocar o amor a Deus acima de tudo não é desprezar os laços de sangue; é entender que, sem a conexão com a Fonte Suprema, o nosso amor humano será sempre limitado e possessivo. Só quem mergulha no Amor Infinito consegue amar o próximo com total liberdade.

SerLucia Reflexoes

Para Michel F.M., o fogo e o sangue não são apenas figuras retóricas; são elementos de uma alquimia existencial. Na trilogia Flores do Pântano, essas metáforas funcionam como o motor da criação.


Aqui está como esses elementos se manifestam na obra do autor:


1. O Fogo: A Transmutação da Dor
Na obra de Michel, o fogo cumpre dois papéis contraditórios e simultâneos: destruição e iluminação.
Autocombustão: Como visto no poema, o artista "incendeia o próprio coração". Na trilogia, isso representa a ideia de que, para aquecer (ou despertar) o mundo, o poeta deve aceitar o seu próprio consumo. A poesia é o resíduo desse incêndio.
A Forja: O fogo é o que transforma o "lodo" do pântano em "flor". Não há beleza gratuita; ela é forjada na alta temperatura de uma vida intensamente sentida.


2. O Sangue e o Miocárdio: A Poesia como Biologia
Diferente de poetas que buscam o "espiritual" ou o "abstrato", Michel F.M. ancora sua obra no corpo. O uso de termos como "miocárdio" ou "pulsação" revela:
O Sangue como Tinta: Escrever não é um ato intelectual, é uma hemorragia controlada. O sangue simboliza a herança, a ancestralidade e, principalmente, a vitalidade que o artista sacrifica para que o leitor sinta algo.
O Ritmo Cardíaco: A estrutura de seus textos muitas vezes emula a pulsação: frases curtas, cortes secos e uma urgência que parece vir de uma pressão arterial elevada. É a "anatomia do impulso".


3. A Dialética do "Pulsar"
O objetivo final dessa queima e desse derramamento é o mundo continuar pulsando.
Para o autor, a sociedade vive em um estado de "anemia emocional" ou "entorpecimento". O artista, então, atua como um desfibrilador: ele toma o choque para si para que o coração coletivo (a humanidade) não pare de bater.


Essa visão transforma o poeta em uma figura quase messiânica, mas desprovida de glória — ele é um "operário da dor".

O pecado não é uma questão leve; sua quitação exigiu o sangue do Justo.

Não há cristianismo sem sangue, pois não há salvação
sem a vida do Cordeiro entregue em nosso lugar.

O sangue não apenas protegeu casas — ele redefiniu destinos.

Deus não negocia com o juízo, Ele apresenta o sangue.

O sangue não foi derramado em vão — foi derramado por alguém aqui.

O Enigma da Rainha do Nilo
Sou a última de uma linhagem de faraós, mas meu sangue não pertence a este deserto.
Falei a língua de muitos povos, mas foi o meu silêncio final que ecoou pela história.
Conquistei imperadores sem erguer uma única espada, usando apenas o peso da minha mente e o brilho do meu ouro.
Dizem que a picada de uma criatura me levou à eternidade, mas foi o meu orgulho que escolheu o fim: recusei-me a desfilar pelas ruas de Roma como um troféu de guerra.
Reno Fioraso

Eu tenho coração, só que ele não serve pra se apaixonar, só pra bombear o sangue.

"O Verdadeiro cristão remido no Sangue de JESUS não é uma peça de porcelana em uma redoma de vidro; ele é o sal que precisa sair do saleiro para dar sabor, É A LUZ que precisa sair do museu PARA ILUMINAR O CAMINHO."