Amigo sem Vc Nao sei o que seria de Mim
Eu quero, certo? Não sei se devo, também não sei se posso. Se é permitido? Sei lá, acho que também não sei o que é dever ou poder, mas agora estou sabendo de um jeito muito claro o que é precisar, certo? E quando a gente precisa, não importa que seja proibido. Querer? Querer a gente inventa.
Tem hora que bate uma tristeza tão grande, que eu não sei o que fazer, e nem pra onde ir.
É tanta coisa que eu queria dizer, mas não tem ninguém pra ouvir...
Então eu choro, choro, sem ninguém ver!
A gente não escolhe de quem vai gostar, triste? Não sei. Prefiro pensar que no fundo essa pessoa sempre esteve por ali, esperando a hora certa pra aparecer e roubar nossa atenção. Roubar nosso coração. Partir nosso coração. Porque essa pessoa não é a pessoa certa, não... É alguém cheio de defeitos, que erra, que nos machuca, que nos decepciona, que nos abandona... Mas que depois volta, te pede desculpa e nos faz sentir tudo de novo. Pessoa imperfeita. Cheia de erros. Errada. Mas que sempre vai ser a certa. Pra mim.
Porque eu sei que é amor
Eu não peço nada em troca
Porque eu sei que é amor
Eu não peço nenhuma prova
Mesmo que você não esteja aqui
O amor está aqui agora
Mesmo que você tenha que partir
O amor não há de ir embora
Eu sei que é pra sempre
Enquanto durar
E eu peço somente
O que eu puder dar
Porque eu sei que é amor
Sei que cada palavra importa
Porque eu sei que é amor
Sei que só há uma resposta
Mesmo sem porquê eu te trago aqui
O amor está aqui comigo
Mesmo sem porquê eu te levo assim
O amor está em mim mais vivo
Não sei ser contida, discreta.
Brigo em voz alta, rio em voz alta, sinto em voz alta.
Sou feita de barulho e de verdade.
Murmúrio não faz parte de mim
e quem não gostar, que tape os ouvidos.
Eu nunca quis agradar às multidões: pois aquilo que eu sei, elas não aprovam; e aquilo que elas aprovam, eu não sei.
Só há um verbo
Que eu sei conjugar.
Que da minha cabeça não sai,
Que é amar, amar, amar.
E quando eu vejo você passar,
Eu fico gritando por dentro,
Não vai, por favor não vai,
Não vai que eu não agüento.
Mas você segue o seu caminho,
Me deixando tão sozinho,
Sem olhar para trás.
Sem perceber que estava te olhando,
De longe, te admirando e te amando,
Me deixando só com os meus ais…
Hi, Amy, it's mom..
Bem, quando você vir isso, não estarei mais aqui. Sei que isso é um saco para nós suas. Já que não estarei viva para te atormentar, pensei em fazer uma lista das coisas que desejo para você. Bem, há coisas óbvias: educação, família, amigos e uma vida cheia de coisas inesperadas. Cometa erros.. cometa muitos erros.. Porque não há jeito melhor de aprender e crescer, está bem? Quero que passe muito tempo no mar, porque o mar força a sonhar e eu ínsito que você, filha, seja uma sonhadora. Deus? Eu nunca acreditei em Deus. Aliás, gastei muito tempo e energia tentando provar que Deus não existe, mas eu espero que você possa acreditar em Deus, porque eu vim a perceber, meu bem, que não importa se Deus existe ou não, o importante é acreditar em algo. Porque eu prometo que esta crença lhe aquecerá a noite. E eu quero que se sinta segura sempre. E, então, há o amor. Quero que você ame de corpo e alma e quando encontrar esse amor, onde quer que o encontre, quem quer que você escolha, não fuja deste amor. Mas não precisa correr atrás também. Seja paciente e o amor virá até você, eu prometo. Quando você menos esperar, como você. Como passar o melhor ano da minha vida com a mais doce, mais esperta e mais linda menina do mundo. Não tenha medo meu bem. E lembre-se TO LOVE IS TO LIVE.
(vídeo que Jen gravou antes de morrer, pra que fosse mostrado à sua filha Amy quando ela crescesse, no episódio final de Dawson's Creek)
Confissões de um pai
Filho, sei que não mereço
Todo o seu apreço
E preocupação
Perdoa se um dia eu te faltei
Juro eu nem notei
Que vivia de ilusão
Filho, tenho que admitir
Andava por aí
Só de bar em bar
Hoje vendo como eu estou
Quase sem amor
Dá vontade de chorar
Filho, eu não estou sozinho
Você é o caminho
Que eu tenho que seguir
Sei que a esperança não morreu
Você me convenceu
A nunca desistir
Filho, nunca te dei um beijo
Mas hoje o meu desejo
É estar sempre ao teu lado
Definitivamente regressei
Não sabia, agora eu sei
Como foi triste o seu passado
Filho, a minha alegria
É ver que a cada dia
Você melhora mais
Agradeço à Deus por ter um filho assim
Não se esqueça de mim
Eu te amo demais
Eu não sei se você já notou isso, mas as primeiras impressões muitas vezes estão completamente erradas.
“Sou transparente demais. Não sei fingir algo que não sinto, ou disfarçar algo que estou sentindo.”
— Caio Fernando Abreu.
"Sei de certos pedantes malucos que tergiversaram, sustentando que educação não é instrução e que de maneira alguma se ensina com uso de autoridade. Apresentam o processo não como algo que venha de fora, do professor, mas como algo que parte completamente de dentro da criança. Educação, dizem eles, é uma palavra latina que significa sacar ou extrair as faculdades dormentes de cada um. Em algum lugar das profundezas da alma infantil moraria um desejo primordial de aprender a acentuação da língua grega ou de manter os colarinhos limpos. O professor não faria mais que libertar delicada e docilmente esse desígnio aprisionado. O recém-nascido já traria selados em si a data da batalha de Bannockburn e os segredos de como comer aspargos. O educador não faria mais que instigar a criança a pôr para fora seu imperceptível amor pelas longas divisões e extrair dela sua preferência levemente velada por pudim de leite em relação às tortas.
O educador que extrai é tão arbitrário e coercitivo quanto o instrutor que incute, pois aquele extrai o que melhor lhe parece, decide o que deve e o que não deve ser desenvolvido na criança. Suponho que não extraia a descuidada faculdade da falsificação. Não extrai –ao menos até agora –um tímido talento para a tortura. O único resultado de toda essa pomposa e precisa distinção entre o educador e o instrutor é que o instrutor empurra para onde quiser e o educador puxa de onde quiser. A violência intelectual feita à criatura empurrada é exatamente a mesma feita àquela puxada. Portanto, devemos agora aceitar a responsabilidade desta violência intelectual. A educação é violenta porque é criativa. É criativa porque é humana. É tão implacável quanto tocar violino; tão dogmática quanto fazer uma pintura; tão brutal quanto construir uma casa. Resumindo, é o que toda ação humana é, uma interferência na vida e no crescimento. Depois disso, torna-se uma questão trivial e até mesmo jocosa saber se esse tremendo atormentador que é o Homem artista insere coisas em nós, como um boticário, ou extrai coisas de nós, como um dentista.
Todos os educadores são terminantemente dogmáticos e autoritários. Não há como ter educação livre, pois, se se deixa uma criança livre, não é possível educá-la".
As últimas palavras de Thomas Edison foram: " É muito bonito lá ". Eu não sei onde isso é, mas eu acredito que é em algum lugar, e eu conto que seja bonito.
Vou continuar até conseguir ou morrer. Não pense que eu não sei como isso poderá acabar. Há anos que sei.
Não sei mais se devo confiar, já me decepcionei demais. Meu coração já não aguenta mais se machucar.
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