Amigo sem Vc Nao sei o que seria de Mim

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Ouça meu coração, ele é seu

Não sei o que faço com meus pensamentos, ao mesmo tempo que tenho certeza de que te amo, sou invadida por milhares e milhares de dúvidas, que não só me confundem como fazem com que eu te diga algo que venhas a te confundir também. Não sei o que se passa comigo, tampouco sei o que irei fazer com toda essa dúvida que me invade até a alma, queria tanto que, quando ficássemos com tanta confusões, viesse uma brisa suave e levasse-a para bem longe, só assim iria me sentir bem novamente.

Queria poder olhar pra ti e te dizer, que nada mudou, mas., não posso. Mesmo que meus lábios ficassem selados, meus olhos iriam falar mais que qualquer palavra dita pela minha boca . Meus olhos me entregam mais do que qualquer outra ação feita por mim, sou transparente demais ao ponto de querer fingir algo, ou até mesmo dizer outras palavras, apenas para esconder o que de real penso, sinto.

O sol foi gentil comigo está manhã, não me fez ter tantas dúvidas como ontem, hoje me sinto bem melhor, sinto-me incapaz dê tomar uma decisão, em tudo que sinto por você, como que pode isso? minha vida era tão calma antes de te conhecer, que até acho graça quando paro e penso, o tanto que era tranqüilo o meu coração. Eu amava alguém ainda, pouco, mais ainda o amava, e depois de ti conhecer, tudo aquilo que achava que fora amor, era apenas carinho, e que amor mesmo, passei a sentir por voce.

Essa chama que aquece meu coração, que me invade e percorre meu corpo, me faz diferente a cada dia. Nada se compara ao que sinto por você, nunca me senti assim, como se pudesse tocar o céu, como se cada parte de mim fosse feita para amar você, de uma maneira que voce jamais irei esquecer. Mas, da mesma forma que sei que te amo, sei que é algo complicado de se entender, por que, eu te amo, e voce me ama? As vezes penso que o amor me pegou apenas para me deixar uma pessoa fraca.

Como queria tranqüilizar meu coração. Pedi essa noite aos deuses que tenham pena de mim, e que não machuquem meu pobre e abatido coração, mas, sabe de tudo me sinto muito feliz sabe por quê? Porque sou forte apesar de tudo, mesmo já não tendo um coração por completo, ele ainda bate forte dentro de mim, ele ainda mesmo em pedaços, e ainda que lentamente, ele bate sutilmente dentro de mim, como uma doce melodia que não necessita de companhia, apenas necessita de amor, do doce e sincero toque de amor.

Mesmo que eu não tenha as respostas para minhas dúvidas, o simples fato dê olhar do lado e sentir que tu estas comigo, ou, quase comigo, já me da forças para encarar as mudanças que a vida põe em nossos caminhos, o simples fato de você me estender sua mão, me dará as respostas que tanto procuro, talvez o que necessito não seja de respostas, e sim de calma.

Calma para só assim poder acalmar meu coração, que já não agüenta mais tanta solidão . Voce se transformou dentro de mim, como um vulcão, e estou a um passo de explodir, e isso é sua culpa. Por tempos procurei alguém que me fizesse sentir o que fora esse tal amor, que tanto ouvia. E espero descobrir com voce, só assim saberei que mesmo em tempos difíceis eu encontrei não só amor, mais sim a pessoa que me fizera entender o que fora esse amor.

Dê uma coisa eu sei, nunca duvide quando eu te disser que te amo, nada nessa vida tem para mim um peso maior do que olhar para ti e te dizer "Eu Te Amo" eu não deixo estas palavras saírem de meus lábios em vão, quando te disseres que te amo, saiba que isso não só saíra de minha boca, como também acompanhadas pelas batidas do meu coração.

E nesse dia, tu entenderas que quando eu te disse: Eu Te Amo, nesse dia tu terás a certeza de que tudo não foi em vão . Não posso te dar mais nada, a não ser o meu amor, aceite-o pois ele é a única coisa que tenho de mais precioso nessa vida, e agora, ouça o meu coração. ele é seu.

Inserida por PamellaFerracini

"É nos momentos em que não tenho nada para fazer, que, precisamente, faço o melhor que sei fazer!"

Inserida por ze20

"Penso que sei, porque não tento conquistar a mulher dos meus sonhos, é que isso implicaria deixar de sonhar!

Inserida por ze20

Não estou satisfeita com a vida que levo.
Também sei que somente eu posso mudar o rumo.

Inserida por ranielesousa

"Não te sei dizer quem sou, porque penso, que ainda estou a nascer!"

Inserida por ze20

Não desejo pouco porque sei que posso muito!

Inserida por JulianaReis

Te amo, não escolhi, nem sei o motivo ao certo, so sei que te amo, mesmo sabendo que não sentes o mesmo por mim.

Inserida por ThiagoFag

Ei pequena, não chora,levanta essa cabeça,eu sei que ele te machucou,mas ele não merece nenhuma lagrima sua…o mundo da voltas e pode ter certeza que em uma dessas ele cai…

Inserida por usuario313335

Não sei se tenho forças para suportar a verdade.

Inserida por renew

Hoje estou sentindo, o que há tempos não sentia, mas sei onde vai dar, apenas um suspiro no ar

Inserida por lucasprimolemos

Não sei o que é amor, mas é ser feliz mesmo sem ele

Inserida por LordArrows

Não sei o que acontece. É tão grande o que sinto, que nem me cabe.
É a saudade, lembranças. E a vontade de te ver e estar contigo é a maior de todas!

Inserida por LaryssaPinheiro

Não sei mais o que fazer, pra onde fugir, pra onde ir...
todos os lugares que vou, lembra você. Tudo o que vejo - seja onde for, o que for - você está lá presente, para em meus pensamento te ver e em meu coração te sentir.
Não aguento essa tormenta ...

Inserida por YanaE

"Não sei fazer coisas que deveria, mas o que eu não sei, pois é, não sei fazer."

Inserida por erickramos

Anjos ? não sei se existem mas Verdadeiros amigos, me acolhem em dias ruins .
Abraçam quando é grande minha dor , se fazem presente quando estou só na multidão .

Inserida por Ronialves

Todas as faces do Amor

Tu, entre teus mil e um atrativos
Eu não sei nunca quem tu és
Tu mudas tão freqüentemente de rosto e de aspecto
Tu, qualquer que seja tua idade e teu nome
Tu és um anjo ou o demônio
Quando para mim tu tomas cada vez mais
Todas as faces do Amor

Tu, se Deus não tivesse te modelado
Seria-me necessário te criar
Para dar à minha vida a sua razão de existir
Tu, que és minha alegria e meu tormento
Ora mulher, ora criança
Tu ofereces a meu coração a cada dia
Todas as faces do Amor

Eu, eu sou o fogo que cresce ou que morre
Eu sou o vento que ruge e que chora
Eu sou a força ou a fraqueza
Eu, eu poderia desafiar o céu e o inferno
Eu poderia domar a terra e o mar
E reinventar a juventude

Tu, vem fazer de mim o que quiseres
Um homem feliz ou infeliz
Uma palavra de ti, eu sou poeira ou eu sou Deus
Tu, sejas minha esperança, sejas meu destino
Eu tenho tanto medo do amanhã
Mostra à minha alma sem socorro
Todas as faces do Amor
Tu! Todas as faces do Amor

Inserida por littletrouble

Eu não sei o que é pior...
Ser mal compreendido ou incompreendido...
Ser sozinho ou cercado de hipócritas...
Morrer ou ser doente...
Chorar ou gritar...
Ter uma palavra mal dita ou apanhar...
Não existe meio termo, ou meia felicidade! Tudo é uma coisa só.

Inserida por gisellyviana

Hoje eu durmo, amanhã não sei se acordo, mas uma coisa é certa, nunca estarei satisfeito ao pensar que curti o máximo; porém não vivi nada.....Viver não é apenas curtir mas sim ajudar aos outros para que sua Vida valha à pena.''

Inserida por RastaelShivaya

Eu Sei O Que Quero
Eu Sei O Que Estou Fazendo
Eu Sei O Que Vai Acontecer
Se Eu Não Soubesse Nada Disso
Iria Lutar Pelo Que ?!
Iria Sentir Alegria Pelo Que ?!
Iria Aprender O Que ?! ...
Não Disisto Do Que Quero
Sei Que Um Dia Ira Ter Um Final Feliz
Ou Triste...
Então Luto , Prefiro Arriscar O Final Feliz ...
Do Que Ficar Parado , Esperando O Final Triste ...

Inserida por MarcioPias

Velocidade é a bola da vez. Não sei bem se é isso, mas não tenho mais tempo para errar. Há alguns meses, numa mesa-redonda em Belo Horizonte, o professor Eugênio Trivinho (PUC-Santos) falava em "dromoaptidão". Nunca mais me esqueci. Ele fala difícil, a platéia de estudantes de graduação em Comunicação ainda não sabia o que fazer com aquelas palavras. Muita gente riu baixinho, pensou logo no dicionário. "Dromoaptidão" era um conceito que Trivinho desdobrava ali para aquela "galera". E era mais ou menos a aptidão que nós (e os próximos habitantes desta Terra) devemos ter para lidar com a velocidade.

Além do professor de Santos, capítulos de livro trazem pesquisas sobre o tal do "tempo real" e a perseguição de um intervalo cada vez menor entre os fatos, os fatos e as idéias, os fatos e os textos, os fatos e o jornalismo. Uma correria que aparece na vida de todo mundo das mais variadas formas. Gerações que se sucedem e ficam sem o que fazer cada vez mais cedo.

A geração dos meus professores universitários fazia doutorado aos 45-50 anos. A minha geração é de doutores antes dos 30 ou pouquíssimo depois. Inventou-se, para dar conta disso e manter a "linha de corte", o pós-doutorado. E deste se pode ter um, mas é pouco. Há jovens estudiosos com cartelas de dois, três ou quatro, antes dos 40 anos, uns dentro e outros fora do país.

Vou pelo mesmo caminho, mas não sem me perguntar: para quê estou correndo tanto? Onde vou parar? Para quem quero falar o que eu aprendo? Turmas cada vez menores? Poucos indivíduos que querem fazer carreira na ciência? Embora haja vasta comissão de ressentidos que vão mal na profissão ou que apenas repetem a crítica infundada àqueles que fazem da pesquisa a profissão (muitas vezes a vida), é nisso que este país se fia, com o pouco que ele é, para atravessar camadas e camadas de ignorância reverberada até por quem estuda.

Em todas as grandes universidades deste país (não estou falando de faculdades), há equipes grandes de pessoas de variado nível de formação questionando, examinando, estudando e propondo o que se faz do lado de fora daquelas cercas. Em qualquer região do Brasil, pessoas dedicadas ao conhecimento (e não apenas à informação replicada, muitas vezes mal replicada) fazem seminários para ver o que é possível para melhorar isto ou aquilo.

Fico observando aquelas equipes da Engenharia de Materiais. Eles têm de pensar em tudo, no presente e no futuro, e de fato alteram as perspectivas do que acontece dentro de nossas casas. Ou aquela turma de jaleco branco que acaba de passar por ali. São biólogos e vão almoçar. Um pouco mais cedo, estavam discutindo alguma coisa sobre meio ambiente. Os cientistas da Computação estão ali trancados resolvendo o que fazer com a pesquisa de um tal ex-aluno de doutorado que inventou algo muito importante para isto ou aquilo. E a turma da Faculdade de Educação entregou hoje cedo as matrizes que direcionarão o ensino de Matemática nos próximos anos, se os professores deixarem.

E para quê corro tanto? Para ver a banda passar. Para chegar na frente. Para que minha vida aconteça à minha revelia. Para que meu filho tenha um futuro bacana. Para ter grana. Para aprender coisas que pouca gente sabe. Para contribuir. Posso dizer tanta coisa para me justificar, mas prefiro ficar cansada. No final, estaremos todos vizinhos nas mesmas covas. Para quê correr?

Uma moça me contava, há duas semanas, a experiência de morar no exterior. Não em Londres ou em Nova York, mas em Moçambique. Antes disso, fez um estágio no interior da Amazônia e depois concorreu a uma vaga na África. Lá, não tinha quase onde morar. Pegou malária duas vezes. Depois de três anos, resolveu voltar para o Brasil porque ficou grávida. Não fosse isso e teria curtido mais a missão. Dizia ela: "Aprendi muito com esses povos. Lá você dizia ao cara para pensar no futuro, guardar a comida, conservar o peixe e ele dizia: para quê?". Quando ela argumentava: "Para você ter um dia melhor amanhã". O africano dizia: "Mas aí eu posso ter um dia melhor hoje". Caça, pesca, coleta. Isso mesmo, vida de quem está, não será. E se for, melhor.

Ela dizia isso e sugeria a alunos de Letras que concorressem a vagas oferecidas por agências nacionais de fomento para viagens ao exterior. Não para Milão ou para Lisboa, mas para Moçambique ou para qualquer outro canto do mundo onde não haja uma vida, no fundo, muito parecida com esta. Ela dizia isso e refletia: correr para quê?

Não quero viver da coleta. Não sou caçadora e nem estou preparada para o "carpe diem" dos filmes americanos ou dos poemas árcades, mas bem que eu queria um descanso. Não este descanso falso dos finais de semana que começam no sábado à noite. Não a pseudoparada dos que dormem de dia. Ou a noite exausta de quem trabalha sem parar. É isso o que se tem feito. Eu queria o descanso de viver este dia do moçambicano sertanejo. De quem não conhece, simplesmente não sabe o que é, o celular, a televisão, a caixa de e-mails ou a luz elétrica. Impossível.

Faz tempo que a velocidade vem mudando de jeito. Não por conta da internet, que esta é apenas a etapa que nos soa mais fresquinha. Desde o telégrafo, o trem a vapor, o telefone. Desde que a distância pareceu ser relativa. Desde que os burricos que atravessavam montanhas pararam de trabalhar. O tempo vem sendo manipulado. As pessoas vêm delegando suas reflexões e seus desejos a outras. Se gostam ou não, se querem ou não, se são ou não, tanto faz. Terá sido tudo uma imensa onda de práticas meio espontâneas.

Sem ler sobre o assunto, mesmo sem freqüentar aulas de "Análise do Discurso", seja de que linha for, é possível parar para ouvir os ecos de tudo o que se diz. Aqui, neste Digestivo, é possível ler uns textos que ecoam outros; tantos que expressam bonitamente a conversa do boteco, com mais elaboração, é claro; outros tantos que conversam entre si e nem sabem. O que importa é saber o quanto estamos presos a uma rede invisível de sentidos que já vêm meio prontos. Uma teia de relações que já chegam feitas. Uma onda transparente de significados que carrega os ditos e os não-ditos. Sem ter como escapar. Os dizeres estão sempre presos a outros, mesmo que não se saiba se alguém já disse aquilo antes. E principalmente por isso.

Pensar deveria ser a coisa mais importante de tudo. Da vida em família, da escola, da convivência. Saber pensar deveria ser a habilidade mais almejada de todas. Antes de saber envergar roupinha de marca ou saber inglês, antes de conhecer música ou ler Machado de Assis. Antes de ser "do contra" ou de apoiar a "situação". Pensar deveria ser obrigatório. Não sei pensar. Não aprendi direito. Antes que eu consiga (porque eu até tento, há quem nem isso...), vêm logo essas redes de sentidos me carregando. Que antídoto há para isso? Pensar de novo, ler mais, conhecer os textos (falados, inclusive) que já rolaram nesta correnteza e tentar ao menos me localizar. Saber que ecos tem minha voz. Pensar de novo e assistir aos efeitos do que eu disser.

Em 2002 eu tinha um blog. Ele era até conhecido. Fazia resenhas e entrevistas com escritores. Depois me cansei dele. Hoje tenho preguiça dos blogs, assim como de outras coisas e pessoas. Lá no meu blog era assim: eu mal pensava e já havia escrito. Muitas vezes funcionava. Mas isso não tem a menor importância para mim mais. No blog, no site, na mesa de bar, a velocidade eclipsa uma série de coisas mais importantes. Muito do que se escreve é de uma irresponsabilidade exemplar. O Digestivo já foi texto de prova de vestibular várias vezes. Imagine-se o que isso ecoa nas práticas de muitos lugares? Parece bobagem? Não é. Muito do que se toma como verdade é irrefletido, bobo, superficial, reelaborado, tolo, restrito, mas se quem escreve só faz escrever sem pensar, imagine-se o que fazem os que apenas lêem, e lêem mal?

A velocidade com que as coisas podem ser feitas e ditas tem trazido à luz o que deveria ficar guardado em tonéis de carvalho. Há produtos da cultura que jamais, esteja a tecnologia como estiver, sairão dos barris antes do tempo. Ainda bem.

Inserida por Scutasu