Amigo Dom de Deus
O dom das palavras fortes externam os ideais ou desejo de qualquer pessoa, mas somente as ações concretas revelam a sua verdadeira personalidade; por fim, palavras, são só palavras!
Existem pessoas que tem o dom de ser um espelho para você. Ja parou pra pensar como que sua energia chega para os outros? Já pensou quanta angustia existe na energia que você emana?
Pessoas assim nunca irão demonstrar sua verdadeira energia de luz para você se na mesma proporção você não vibrar.
Seus sentimentos mal gestionados são sua maior fraqueza e desequilibrio em vida.
O dom de ler
ler é a arma do aprendiz,
É o farol na busca do conhecimento,
É o caminhar nas linhas e entrelinhas
Das palavras e das frases de poder
Que levam à formação,
É o desdobrar dos pilares
Para o mais alto grau da Educação.
O dom de escrever
Escrever, ato que enobrece o ser;
Que expõe, através da escrita,
O conhecimento e o saber.
Por meio de palavras e frases,
Vem a manifestar ideias, sentidos e emoções,
Que promove o pensamento crítico e a reflexão.
Escrever, dom que até motiva mais a arte e a cultura,
fazendo cada vez mais a educação e a cidadania a se promover.
Não vejo nada mais cruel e sem sentido que tirar a liberdade de um pássaro que nasceu com o dom de voar para jogá-lo em uma gaiola triste e cruel para vê-lo chorar de tristeza pelo resto de sua vida em nome de um egoismo estupido!
Ame apenas os que merecem tal dom,
Ame só quando a reciprocidade faz som,
Pois psicopatas e canalhas, em desprezo se consomem,
A eles, ódio e desprezo são as únicas homenagens que merecem
A Criação Das Nebulosas.
Em vários lugares dessa milagrosa escuridão,com o dom de criar qualquer coisa,poeira distinta e partículas em um vazio se
transformariam.
Em momentos diferentes no universo.
Poeira distinta seguida de partículas.
Algumas criações,trariam rastros de estrelas,ainda com o brilho delas,e com muitos agradecimentos.
Partículas com lembranças de estrelas e poeira,em novas criações universais fariam elos cósmicos.
No passar do tempo,seria assim.
Com tranquilidade e paciência do mesmo,nas poeiras distintas,e partículas,nuvens transparentes foram surgindo no universo.
Transparentes com traços de luzes e formas marcantes em suas silhuetas.
Nuvens que seriam o lugar para outras formas,enquanto
cresceriam em modos bonitos,em uma escuridão.
Empoeiradas e iluminadas por luzes do passado.
Sendo levadas para as quatro dimensões,entre os anos-luz.
Em sintonia com cada nuvem transparente,ainda ardentes.
Com tons de harmonia e marcas de outras partículas,em contornos bem fortes.
E aconteceu em dedicados instantes,na demora do tempo.
Em centenas de inspirações no universo.
Ainda sem tantas nuvens transparentes, assim.
Mas,depois das voltas do tempo,isso mudaria.
Tendo em seus números,mais sensatez.
Pois já havia nuvens
transparentes em muitos lugares.
Com tons de afirmação.
Persistentes,cobriam as sombras do universo.
Nas muitas poeiras em ventanias.
Muitas com a força das estrelas.
Nos seus admiráveis momentos,algumas nuvens transparentes, refletiam com detalhes a sua própria beleza.
Belezas transparentes e adoráveis.
Outras nuvens transparentes,deixavam passar as luzes de muitas estrelas.
Estrelas próximas,ou ao longe dessas nuvens,podiam iluminar com serenidade os seus movimentos.
E outras nuvens transparentes,tinham uma cor predominante,que era capaz de deixá-las mais orgulhosas de suas vidas repentinas.
Nuvens transparentes,
misturadas com simplicidade e beleza.
Fortalecidas no universo,entre marcas invisíveis.
Ao tempo que não se esquecia de partir,havia mais nuvens transparentes,voando.
Em seus sonhos no universo.
Em anos-luz,entre estrelas e essas nuvens transparentes.
Nas dimensões escuras do universo,milhares de nuvens transparentes e gigantes em anos-luz,se admiravam.
Ano-luz que passava em cada uma.
E que sabia de suas silhuetas,e seus sentimentos.
Que era saudoso,com as lembranças de estrelas,que estavam em cada nuvem gigante.
Com aroma empoeirado,
embelezadas em muitos sentidos.
Em cada uma,um retrato do passado.
Essas nuvens transparentes,são diferentes de outras,que vivem em horizontes distantes no universo.
Com outros riscados,e cores.
Nuvens transparentes,e maiores em anos-luz.
Se abraçam em contornos distantes.
Nuvens empoeiradas e brilhantes com estrelas.
Nuvens que não precisam de um céu.
E que conseguem ter estrelas,cores e ainda serem invisíveis em suas vidas,adornadas por brilhos que não terminam.
Cada um de nós carrega dentro de si o dom para ser feliz, mas muitos buscam a felicidade em coisas ou em outras pessoas... A questão não é como desejamos ser feliz, mas sim, como conduzimos o nosso tempo de sermos felizes.
VOE COMIGO
Não consigo voar por mim mesmo, não fui agraciado com tal dom, mas é no mínimo curioso, o poder de voou, quando me permiti transcender minha próprio ignorância, e em silencio prestar atenção à vida.
Nisso, uma corujinha tyto se apresenta nos céus entre ás estrelas, seu voou, ninguém escuta, quem pode ver-la? seu canto é puro e poderoso como a fúria de um trovão. Branca como a neve, imagino seus olhos, castanhos avermelhados.
Logo atrás seu parceiro, juntos completam a dança nos céus, e por notar minha atenção, inclina sua cabeça e olha diretamente para mim, quase como que dizendo... "voe comigo".
PRESTE ATENÇÃO
Não consigo voar por mim mesmo, não fui agraciado com tal dom, mas é no mínimo curioso, o poder de voou, quando me permiti transcender minha próprio ignorância, e em silencio prestar atenção à vida.
CANTO I
Vem aí o rei Dom Afonso, primeiro!
Vem num cavalo , branco…
Vem reinar como o derradeiro!
Voltará a Guimarães e vem ao meu encontro.
Vem ele e o rei de Salém!
Sim! Vem, também! Também...
Ele vem, oh Portugal! Meu pais natal!
Por isso , alegra-te, oh Portugal!...
E vós de Castela! Voltareis para lá…
E também , vós de Leão e Navarra!
E tu Tarique, de África, não ficarás cá!
Mas o Gibaltrar, esse estreito, teu barco afundará.
Canta! Camões canta!...
Meu amigo! Teu canto, entoa!
Nessa voz de poeta! O teu eco, ecoa.
Diz a Tarique, que Portugal é terra, Santa!
CANTO II
Sim poeta! Canta feitos heróicos!
Canta Portugal e aquela história,
De Inês de Castro, que morreu,
Por amar tanto, assim aconteceu.
Nos tempos, do passado, humano.
Nos actos , sempre históricos…
Canta! Desde o grande, lusitano,
Nesta Ibéria, terra, do deus Baco.
Canta e canta por minha alma.
E por a gente lusa. Sem que esta,
Venha a perder a paz e a calma!
Também por ti, Camões!… Oh poeta!
Continuarei o teu escrito e teu alerta!
Mas agora, é outro canto e cântico.
Vou contar a história de Portugal,
Num todo universal, e sem igual.
Porque, Portugal, nasceu, um dia…
Mas quem , o imaginaria ou diria?!
Que nasceu, em longes terras e tempos.
Nasceu, antes do sol e dos ventos!
Nasceu como eu, naquele princípio,
Em que eu e Portugal, na verdade,
Não éramos Mas ele era, antes tudo.
Antes do existente , mundo…
Nasceu lá, antes do céu…
Como do pensamento, de Deus, nasci, eu!…
CANTO III
Portugal, nasceu no céu , um dia.
No tempo em que Yavé, à terra disse:
Haja, entre luz e trevas, separação, sim isso!
E Deus, viu que era bom. O fruto do se dom.
E fez Deus a terra e céu. E também, o meu eu.
E as estrelas. E tudo o fez com amor! Amor!
Esse dia foi de resplendor, sem dor!...
Porque, ela não existia, de modo algum.
Nem , em Deus dor ,esteve no coração, sentimento.
Pois Deus é bom, eternamente, eternamente!
Vou-te contar, oh real rei de Espanha,
A história de Portugal, esse pais lindo.
Esse pais, que teus reis, nem sempre.
Na história do tempo e do vento…
Lhe deram o seu amar, ou seu estimar.
Estas terras, da ibéria, eram terras…
Onde os filhos, de Noé pela paz,
Fizeram, muitas guerras!…
CANTO IV
Vou te contar, oh real majestade de Espanha,
A história de Portugal. Esse pais lindo…
Esse pais, que teus reis, nem sempre lhe deram, amar.
Oh da península, dos gregos! E dos Fenícios, rei!
Rei da Hispânica terra e de Portucalen e da Galiza… do mar
Vossa majestade, sabei que vosso reino e este cá, onde fostes vindo,
São eternos e com muito encanto, de beleza tamanha!…
Por isso eu lhe canto, este canto. Sim para ti , oh rei, das Astúrias!
Portugal e Espanha, saíram do de Deus coração.
Meu rei e minha rainha! Ilustre, senhora, dessa nação.
Senhora da Espanha. Vós sois bela e linda, da Grécia.
Eis que de lá também, fostes nascida e ainda para cá vinda.
Pois então! Cantai, comigo, em pranto, canto e fado!…
Ao Deus do céu!… e ainda em oração, nesta canção.
Pois ele é o Senhor meu e vosso!… Que nos tira o enfado!
E os reinos do mundo, vieram do nosso bom pastor!…
CANTO V
Vou pois, te contar o que aconteceu,
No dia em que o tempo, também, assim, nasceu!
Sabe oh rei da Ibéria, que antes de Portugal
E Espanha! Era somente, Deus afinal!…
Era Deus, o Verbo e o Espírito, que sempre venceu!
E antes do tempo! Perdoa oh real majestade!
Mas tenho que parar, por agora, este narrar da verdade.
Sabe pois! Que minha alma está, tão cheia
De tanta Glória! E de tanta água , ainda que também, pranteia!
E alma minha tem tanta mágoa, mais que toda do teu reino, água.
Por isso, os factos se amontoam e tantos e todos querem, sair,
Para a ti chegarem e a teu ser dar, um eterno, sorrir!…
Assim, estes… Por mim, já ao sair, não, já cabem!
Porque deste ser meu eternas verdades , ainda, saem!...
CANTO VI
Meu rei e senhor! Vou continuar, a contar!
Neste meu , tanto a vós amar e estimar
A história , destas terras do azul mar…
Sim! Ilustre rei, de Portucalen e da Galiza!
Onde Plágio, lutou contra Tarique!
Lembra-te! Então que és rei, da terra, que de Deus, desceu.
A ti , oh rei eu amo!… E teu filho ou neto, subirá ao trono.
Assim , Portugal! E Espanha, são o teu reino, que Deus te deu.
Meu rei do eterno bem!… Tu és rei, desta terra, linda…
Cuja paz, nuca dela haverá, outro, como de Deus , o dono…
Tu reinarás eternamente… Com o «Ancião, de dias», de Jerusalém.
Sabe oh rei! Que abaixo, de Jerusalém! Terra do além…!
Será Espanha e também Portucalen. Isto no tempo eterno!…
E o Egipto de Deus e nosso também, será, para sempre.
E o Deus do céu, reinará connosco eternamente. E então, haverá, sem findo, bem!
Para a pergunta que foi feita, sobre ter um dom, eu repondo. Onde você está, nesse lugar fale com Deus, como ele estando aí. Diga - lhe o que sente dizer. Ele ouve!
Portucalen
Para quem não sabe, Dom Afonso Henriques era filho do Conde Dom Henrique. Este conde veio de França com outro conde, o Dom Raimundo. Ambos vieram de França para ajudar El rei Afonso VI de Leão na reconquista da Península Ibérica aos mouros. Como recompensa dessa reconquista, o Conde Dom Henrique recebeu um território (Portucalen), que mais tarde de origem a Portugal! Estes dois condes, eram dois cavaleiros Templários ao serviço da igreja.
Este território foi herdado, por o príncipe Afonso Henriques. Em 1128 dá-se uma batalha entre o príncipe dom Afonso Henriques e as tropas de sua mãe, a regente Dom Teresa de Portucalen. Está foi a batalha de São Mamede. Assim nasceu o Portugal de Camões! O Portugal de muitos pecados, mas que ainda hoje é amado por Jesus Cristo. Este Senhor ama Portugal e quer salvar muitas pessoas!
Vi tantas pessoas que se intitulam religiosas, crentes e agraciadas com o dom da fé, praticando atrocidades terríveis para com seus semelhantes, que é um grande alívio espiritual, não acreditar em nada.
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