Amigas Juntas Novamente
Estamos nos a viver vida separadas mas juntas? No mesmo momento? Mas em realidades diferentes? Será que vivemos mesmo? Ou será tudo uma ilusão? Não passa nada de sonhos e realidades falsas? Existirá mesmo uma realidade verdadeira? Assim como o bem está relacionado com o verdadeiro e o mau com o falso? Porque não ao contrario? Será que existem as recordações? Os sentimentos aconteceram numa dada ocasião no passado? Terá este momento ocorrido? Existirá passado? Presente? Futuro? Qual será o nosso sentido de vida? Se a vida não tiver fim? Não chegará uma instante em que a definição de vida deixará de existir? Talvez sim talvez não mas... Será que nos, também existimos mesmo? Possivelmente não e no entanto aqui estamos nos. A viver momentos, sentimentos, passados, recordações, presente, alegrias, dores, sofrimentos e o futuro, ilusões, expectativas, sonhos?
JÁ REPAROU QUE ÁS CRIANÇAS QUANDO BRIGAM, SEMPRE VOLTAM A BRINCAR JUNTAS?
Isso acontece porquê vale mais a felicidade de ter um amigo do que ficar com um orgulho bobo, que não ajuda em nada e só nos serve para nos ferir!
É encaixe
de almas ...
Que juntas
se acalmam ...
É perfume no ar...
Que faz bem respirar...
Eu & Você . Um belo par ...
__Sophia Vargas
09/12/14 (21:25 )
O que pensar da Felicidade e a Tristeza
Ambas são irmãs, certamente andam juntas pois não se pode desejar felicidade se antes ter provado angústia.
As pessoas não sabem mais amar..ficam juntas uma semana...um mês...um ano...dois anos..décadas..mas amam sem conhecer o verdadeiro amor. E por não o conhecerem, terminam esquecem as pessoas com quem estavam e vão procurar outro amor...e aí amam por uma semana....um mês...um ano...dois anos...e terminam por ainda não encontrarem e não conhecerem o amor...e o ciclo continua..
Tantos momentos juntas
Tanta alegria, tantas briguinhas bobas
Vivemos tudo com intensidade quando crianças
O tempo foi passando... Crescemos
E cada uma tomou seu rumo
Hoje somos adultas e vivemos
Cada uma sua vida, cada uma seu
Momento, cada uma sua história
Cada uma em seu lugar
Mas nossa amizade resiste a isso tudo
Porque somos mais que primas... Somos
'prirmãs'!
Te Amo!
A oportunidade e a sorte são irmãs e andam juntas, mas, uma é para aquele tem conhecimento e a outra para quem tem sabedoria.
Palavras
Em palavras um sentimento é descrito
Juntas com notas são escudo
Tocar não é a única forma de ser sentido
E sentir não é a única forma de estar junto
As rimas surgem de momentos
E do mesmo jeito que vieram se vão aos ventos
Como uma folha seca que sai voando
Ou como um coração que se apaixona mil vezes ao ano.
O que vivemos
juntas na favela
me impulsiona
para o
Saber mais;
Querer mais;
Viver mais;
Somar mais;
Amar demais.
"Que tempo é este? Tempo de tantas coisas: juntas, somadas, interconectadas, novas, conhecidas, em transformação... Tempo também de coisas fúteis super valorizadas, idiotices, banalizações, e ainda, crendices! Mas, o pensar e o conhecer podem libertar!"
caminho pelo vales das sombras
te amo com para sempre,
virtudes desejos caminham juntas...
a tristeza e a frieza
são espíritos zombeteiros...
pois bem aceito muito bem
as coisas com são mesmo assim...
vejo muito tantas banalidades,
que custo acreditar bem a verdade
sempre leva dois caminhos.
nos traços da solidão
já fui marcado e selado
tantas feridas, sofrências
nunca se calam apenas deixam
lembranças frias e geladas,
de gente sem sentimento...
magoa tanto que nem palavras
dão conta de tal sentimento.
Pessoas são como paredes: frias, duras, impenetráveis e inflexíveis, juntas, formam labirintos caóticos e sem escapatória, a única maneira de derrubar uma parede sem quebrar seus tijolos é a de removê-los, um a um.
Cada corda do violão é um conjunto harmônico que tocadas juntas, criam uma perfeita harmonia, porém, se apenas uma desafinar, some-se a perfeição. Assim também é a vida...
Pelegrino
Pelegrino, juntas no no alforge,
muitos grãos, para sua passagem.
Fizestes muitos pousos em montanhas.
Também em ciprestes. E a beira do mar.
As vezes, ficastes presos, em umbrais
desconhecidos. Onde não enxergando o
clarão do céu. Gritou por misericórdia.
Quando sentia força. Lutava por justiça.
Tentando achar a luz, para poder seguir
seu vôos. Muitas vezes questionou.
Se o caminho escolhido estava certo.
E se a rota que traçara para a vida.
Fosse aquela, que o levaria a liberdade do céu.
Ao mesmo tempo. Não acreditava em céu.
Apenas das forças de suas asas, e dos grãos,
que juntara, durante a vida. E que fazia,
ser objeto de desejo de outras aves,
que plainavam pelo horizonte.
Quantos enganos e acertos.
Por períodos em que, por densas paredes.
Impediram seus voos. Paredes de lamentações.
E suplicas, uma nova chance. Para continuar
seu voo. Muito embora, não entendesse, porque
tornara-se prisioneiro da própria viagem.
Suas penas, já não era capazes, de realizarem,
o voo sonhado. E não sabia. Quando poderia,
voar novamente. Estava pagando um preço,
por uma injustiça, que não compreendia.
Teria sido vítima. De um destino que nunca acreditara.
De um processo. Que achava saber. E de sementes,
que o alimentaria, por toda a passagem.
Cego, pelos grandes voos. Cada vez mais alto,
sonhava voar, e bolsões de ar quentes, o levaria,
ao infinito eterno. Ou breve. Acreditaria na eterna
viagem. Ou precipitaria por sua própria lei.
Os voos sonhados. E o prazer momentâneo;
de largar-se ao vento, na face enquanto aterrizava,
em direção ao solo. Para depois subir em direção,
ao céu infinito. Várias e várias vezes.
Grande era a antítese. Que em seu caminho,
se formava. Qual seria a trajetória de seu voo,
quando. Libertado do umbral, em que, o manteve
preso. Em noites negras de sua consciência.
Que o faria mudar de rota. Em direção a verdadeira
liberdade. Porque não podia ignorar a Vida.
Não poderia ignorar o engano. Não poderia,
ignorar o sentimento do desejo de voar.
Porque; nascera para isso.
Sequestrado pelo alto engano. Até quando,
deixaria de sentir-se diferente. E superior
a outras aves. Que avistava, batendo suas azas,
com seus próprios grãos. Atravessando
o mesmo no céu. Que antes, achava, pertence-lhe.
Até quando, ficaria naquele umbral?
Secreto Eterno.
marcos fereS
Provando sabores, acumulando amores. Levanto o tapete e lá estão elas...juntas, as mágoas somadas às cartas rascunhadas, com destino, mas nunca enviadas.
E se você voltar? Mas se meu sentimento acabar? Bem, ainda pode encontrar...
Lá embaixo do tapete.
Sem acasos...
No exato momento de quando nascemos o firmamento parou, as divindades juntas se aquietaram, prestando-nos delicada atenção.
Somos os registros de toda a sequência de eventos iniciada antes mesmo de nossa concepção, numa fabulosa mobilização das forças universais que, a partir de então, já em movimento, cuidavam e planejavam dos mínimos detalhes para quando chegasse a hora certa, agradeçamos aos inúmeros partícipes do milagre da vida.
Para cada nascimento, tal e qual uma impressão digital, há uma mobilização perfeita, os corpos celestes, as marés, as pessoas certas em volta, jamais haverá igual sensação, pois que, para cada novo ser, a orquestra cósmica prepara e executa uma música inédita, com um arranjo de notas que não mais se repetirá.
Nessa sincronia universal, saudando quem aqui aporta, não restam dúvidas, somos únicos e, ao longo dos séculos tem sido assim, não há repetição, é uma nova vida, sem igual, entrelaçando-se com outras para a construção de novos caminhos com as partilhas possíveis, sem acasos.
