Amiga te Conhecer foi um Prazer

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Sou tão louco como Nietzsche! Tão pessimista quanto Schopenhauer, empírico tanto quanto Locke foi um dia! Mas acima de tudo sou humano, como todos foram, e como todos serão

Eu não sei qual a razão de viver essa vida,ou porque ela me foi dada, o que eu sei é que um homem que fez o que eu fiz, não merece sonhar,mas EU AINDA SONHO!

Já não sei dizer o que aconteceu
Se tudo que sonhei foi mesmo um sonho meu
Se meu desejo então já se realizou
O que fazer depois, pra onde é que eu vou?

Eu vi você voltar pra mim
Eu vi você voltar pra mim
Eu vi você voltar pra mim
Eu vi você voltar pra mim

(Legião Urbana)

Não é por que foi um amor mal resolvido que foi tempo perdido.

NOVEMBRO se foi DEZEMBRO chegou.
Mais um ano que está chegando ao fim.
Parece até que foi ontem que eu estava andando por aí,e pensando na vida,pensando nas coisas que fiz,pensando em coisas que não fiz. Infelizmente não deu pra fazer tudo do jeito que era pra fazer. Mas agora é outro dia,é outra história,e espero que DEZEMBRO de 2017 seja repleto de alegria,saúde e PAZ!
E que 2018 seja um ano feliz, com a LUZ DE DEUS E A PAZ DE JESUS CRISTO!
QUE O CORDEIRO DE DEUS QUE TIRA OS PECADOS DO MUNDO,POSSA NOS GUIAR PELOS CAMINHOS CERTOS...Nos livrando e nos protegendo de todo mal!
Amém!

Seus cachos, primeiro dia de aula, sorriso, olhares, um abraço e um beijo na mão. Foi o suficiente para ganhar meu coração. Manina sempre menina.

Foi um daqueles sonhos
no qual a gente se vê sem roupa e no ponto
de trocar um aperto de mão com um homem
No sonho
na vida real
Não tem graça
Não admirava que aquelas duas moças
tenham rido de mim
uma coisa pavorosa
Sai e me afundei numa rua
suja e escura

Mas eu me senti como se eu estivesse em meio à um monte de zumbis, foi uma sensação aterrorizante e sem fim. ( sobre o Carnaval)

A sincronia de uma amizade com afinidades,vem do outro lado..É um amor puro, que já foi trabalhado em vida passada.O reencontro aqui só precisa de um pouco de lapidação para transparecer o sentimento bom que vem do coração!

O caso de amor deles, pensa ela, significa alguma coisa. Ele foi um homem que se expôs diante da mulher que amava. Procurava entendê-la e tentava protegê-la até dela mesma.

Os irmãos de José o jogaram no poço e depois o venderam, tal atitude foi um instrumento de Deus para que o mesmo um dia se tornasse Governador.
A decepção de hoje é o que vai te conduzir aos milagres de Deus na sua vida.
Já pensou como seria se José não fosse vendido?
Provavelmente ele passaria fome com seus irmãos.
Não se importe com o traidor, apenas confie nas promessas de Deus.

O ato gratuito

Muitas vezes o que me salvou foi improvisar um ato gratuito. Ato gratuito, se tem causas, são desconhecidas. E se tem consequências, são imprevisíveis.
O ato gratuito é o oposto da luta pela vida e na vida. Ele é o oposto da nossa corrida pelo dinheiro, pelo trabalho, pelo amor, pelos prazeres, pelos táxis e ônibus, pela nossa vida diária enfim – que esta é toda paga, isto é, tem o seu preço.
Uma tarde dessas, de céu puramente azul e pequenas nuvens branquíssimas, estava eu escrevendo à máquina – quando alguma coisa em mim aconteceu.
Era o profundo cansaço da luta.
E percebi que estava sedenta. Uma sede de liberdade me acordaria. Eu estava simplesmente exausta de morar num apartamento. Estava exausta de tirar ideias de mim mesma. Estava exausta do barulho da máquina de escrever. Então a sede estranha e profunda me apareceu. Eu precisava – precisava com urgência – de um ato de liberdade: do ato que é por si só. Um ato que manifestasse fora de mim o que eu secretamente era. E necessitava de um ato pelo qual eu não precisava pagar. Não digo pagar com dinheiro mas sim, de um modo mais amplo, pagar o alto preço que custa viver.
Então minha própria sede guiou-me. Eram 2 horas da tarde de verão. Interrompi meu trabalho, mudei rapidamente de roupa, desci, tomei um táxi que passava e disse ao chofer: vamos ao Jardim Botânico. "Que rua?", perguntou ele. "O senhor não está entendendo", expliquei-lhe, "não quero ir ao bairro e sim ao Jardim do bairro." Não sei por que olhou-me um instante com atenção.
Deixei abertas as vidraças do carro, que corria muito, e eu já começara minha liberdade deixando que um vento fortíssimo me desalinhasse os cabelos e me batesse no rosto grato de olhos entrefechados de felicidade.
Eu ia ao Jardim Botânico para quê? Só para olhar. Só para ver. Só para sentir. Só para viver. Saltei do táxi e atravessei os largos portões. A sombra logo me acolheu. Fiquei parada. Lá a vida verde era larga. Eu não via ali nenhuma avareza: tudo se dava por inteiro ao vento, no ar, à vida, tudo se erguia em direção ao céu. E mais: dava também o seu mistério.
O mistério me rodeava. Olhei arbustos frágeis recém-plantados. Olhei uma árvores de tronco nodoso e escuro, tão largo que me seria impossível abraçá-lo. Por dentro dessa madeira de rocha, através de raízes pesadas e duras como garras - como é que corria a seiva, essa coisa quase intangível e que é vida? Havia seiva em tudo como há sangue em nosso corpo.
De propósito não vou descrever o que vi: cada pessoa tem que descobrir sozinha. Apenas lembrarei que havia sombras oscilantes, secretas. De passagem falarei de leve na liberdade dos pássaros. E na minha liberdade. Mas é só. O resto era o verde úmido subindo em mim pelas minhas raízes incógnitas. Eu andava, andava. Às vezes parava. Já me afastara muito do portão de entrada, não o via mais, pois entrara em tantas alamedas. Eu sentia um medo bom – como um estremecimento apenas perceptível de alma - um medo bom de talvez estar perdida e nunca mais, porém nunca mais! achar a porta de saída.
Havia naquela alameda um chafariz de onde a água corria sem parar. Era uma cara de pedra e de sua boca jorrava a água. Bebi. Molhei-me toda. Sem me incomodar: esse exagero estava de acordo com a abundância do Jardim.
O chão estava às vezes coberto de bolinhas de aroeira, daquelas que caem em abundância nas calçadas da nossa infância e que pisávamos, não sei por quê, com enorme prazer. Repeti então o esmagamento das bolinhas e de novo senti o misterioso gosto bom.
Estava com um cansaço benfazejo, era hora de voltar, o sol já estava mais fraco.
Voltarei num dia de muita chuva – só para ver o gotejante jardim submerso.

Nota: peço licença para pedir à pessoa que tão bondosamente traduz meus textos em braile para os cegos que não traduza este. Não quero ferir os olhos que não veem.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

O poder de um relance foi tão abusado nas histórias de amor que tem vindo a ser desacreditado. Poucas pessoas ousam agora dizer que dois seres se apaixonaram porque eles se entreolharam. No entanto, é desta forma que o amor começa, e apenas dessa forma.

Hoje não foi um dia bom para mim,mas nem por isso,deixo de acreditar que amanhã será melhor,afinal nenhum dia é igual ao outro.

Mas , esta é a verdade… um dia ,ele foi embora.
O meu coração balançou, mas não se quebrou. Não havia motivos para se quebrar.
Durante, várias vezes, vi-o junto da sua nova namorada, e o meu coração continuou sem se quebrar. Não, as lágrimas não caíam e não perdia a confiança em mim.
Nunca senti, qualquer problema, em encontrá-lo… em sorrir … em conversar…
Hoje… hoje foi diferente.
Hoje, vi-o e o meu coração balançou, a respiração acelerou e senti-me, completamente, sem jeito…
Porém, o meu coração, balançou tanto, que se despedaçou.
Despedaçou-se em pedaços, tão pequeninos, que consegui sentir, cada pedacinho cortar-me a alma…

Eterno Amor

Oculto em minha alma
Há tempos trancado
Um grande sentimento
Por ti foi libertado
Coincidência ou não, nesse exato momento
A folha brinca no vento, você no meu pensamento
Seu corpo ardente misturado ao meu
Seguimos incansáveis, rumo ao apogeu
Nesse momento, tudo é perfeito
Não existe nada que nos cause medo

Você nasceu pra mim
Eu nasci pra você
Eterno amor é sempre assim
Que deve ser

Tudo em você se encaixa perfeitamente em mim
Sua boca, sua pele, seu jeito, tudo, enfim
Me perdoa, sem licença, invadi seu camarim
Você é a minha estrela, és minha cena, és tudo, enfim
Minhas mãos percorrem soltas as estradas do teu corpo
Demonstrando estarem aflitas à procura de socorro
Os meus olhos navegam numa busca delirante
No teu corpo um oceano, lindo e deslumbrante

Você nasceu pra mim
Eu nasci pra você
Eterno amor é sempre assim
Que deve ser

Por dentro e por fora, você é muito brilhante
Inspirado em você, foi criado o diamante
Seus carinhos me alucinam, em você até me perco
Me acho em sua boca e o amor se faz perfeito
Eu pareço um poeta, poeta não sou
Sou um homem embriagado por seus goles de amor
Eu me fiz uma abelha e fui buscar numa linda flor
As mais belas palavras desses versos de amor

Você nasceu pra mim
Eu nasci pra você
Eterno amor é sempre assim
Que deve ser

Tudo que quero é te amar, te amar com perfeição
Te amar é meu destino, a minha missão
Estando com você, eu me sinto bem
Pra você não dou dez, eu dou nota cem
Vendo você, eu acredito no eterno amor
Sempre estarei com você aonde for
E que seja sempre assim, pura magia
Eu serei sempre seu, você sempre minha

Você nasceu pra mim
Eu nasci pra você
Eterno amor é sempre assim
Que deve ser

Ontem já foi um amanhã, então não deixe para amanhã o que se pode fazer hoje, afinal de contas hoje já foi um "amanhã".

É tanta gente louca dizendo que foi levada ao inferno em um suposto arrebatamento que estou quase acreditando na existência do turismo infernal!

O recomeço traz consigo um pouco do que já se foi,e muito do que há de vir,do que queremos para nossas vidas!

O educador deve lembrar que foi criança e a partir daí deixar reviver em si a criança que foi um dia e restaurar o gosto pelo fazer lúdico, resgatando as brincadeiras de sua infância, reciclando com as atuais e contribuindo, assim, para uma aprendizagem diferenciada.