Amiga te Conhecer foi um Prazer
E que fique registrado que as dores do passado foram um incontestável aprendizado que possibilitaram um novo resultado!
Amor denso...
Lembro-me que houve tempos não distantes, que com um toque macio incendiava.
Despretensiosamente em ósculos repletos, onde minha boca junto a sua deleitava.
Na escura manifestação da noite, ou na claridade da visão do dia.
Com a pele delicadamente macia, meu corpo junto ao seu ardia.
Na busca afável do nosso prazer, seu corpo despido minha mão percorria.
Que perfeitas curvas as faziam perder, sentidos com a leveza e sem avaria.
Por vezes em local incerto estávamos, divã, tálamo ou frente ao polido de aço.
Podíamos olhar além dos olhos, que amávamos forte, profundo em um abraço.
Que sempre ali você acendia, abrindo-se para eu justapor seu âmago.
Permitindo contato que fazia intenso, dentro de ti breve relâmpago.
Então você o consumia todo, reto, ereto como meiga e linda mulher.
Em movimentos viciantes e densos, fazendo sentir tudo que se quer.
Fechávamos os olhos para somente sentir, fazendo trocar fluido continuo e quente.
Como um vulcão que está prestes a explodir, movimentos... repetindo-os ferozmente.
Ao explodir estávamos em grata paixão assim.
Eu tendo você toda e você tudo de mim.
Sabe aqueles dias de tempestade de areia?
Aqueles dias que seu coração parece um deserto e que sua cabeça uma ventania.
Nesses dias que você fica tão deprimindo, tão ansioso, tão irritado, aqueles dias que tem tanta coisa morando em você que você parece até que nem está ali?
Mais um daqueles dias que parece que você tem tudo que quer, mas não quer nada do que tem. Sim esses dias.
Aqueles dias que não admira a vida pois tem medo dela, toda rua, toda janela, toda passarela a cada onda, tudo e todos são perigosos pois tudo está contido num pensamento indescritível, num turbilhão de vento, em uma tempestade onde um ventinho pode mudar tudo.
Esses dias de tempestade, esses dias de deserto esses dias em que não sou desse mundo mas dentro de mim está tão inóspito que nem de lá eu sou... esses dias de tempestade...
vou me abrigar e esperar passar é só o que posso fazer, a cada vendaval sofro calado ou me calo de dor...
...Dizia que algum dia se casaria com um homem grande, desses que literalmente a fizesse ficar na ponta dos pés, mas o que realmente importava é que ele também fosse um grande Homem, alguém que ela pudesse admirar, que não almejasse ser perfeito, mas carregasse simplicidade no olhar!
Toda amizade um dia passará pelo teste de fogo, o confronto. O verdadeiro amigo em algum momento vai limpar o seu espelho já embaçado pelo orgulho, e vai te ajudar a enxergar quem você realmente é, vai puxar a sua orelha e te trazer de volta pra realidade. Vai confrontar o seu ego para te dizer que há alguma coisa de errado quando em todas as situações você sempre é a vítima. O verdadeiro amigo te amará ''apesar de você'', ainda que isso signifique não concordar com tudo aquilo que você diz e faz. A questão é, após o seu ego ser confrontado, o que restará? Uma verdadeira amizade, ou só durará ''até que o ego os separe?''
Há dores que parecem reunir todos os motivos humanos num só lugar. A dor de perder um filho é assim.
Que terno! - disse ele do poema que leu, e logo complementou: é um verdadeiro presente que se dá a quem se gosta...
E o diálogo seguiu em forma de prosa em meus pensamentos, afinal, sempre gostara de escrever:
- Seu moço, posso saber porque "tai" rindo tanto feito "tabacudo"?
- "É mode quê" eu voltei pra ca!
- "Mai comé" que tu fica feliz em voltar pra essa terra infeliz? Aqui "num" tem nada de bom.
- Eu sentia falta do gosto da água e do cheiro de barro. "Oia" pra isso: o pasto cresceu. Tem até flor, aí eu catei uma e dei pra Tôinha.
- E é por causa disso que tu tá tá sorrindo? Tu é doido! Lá na "capitá" tu tem tudo...
- Menino, meu tudo é Tôinha. "Num" adiantava muito não. "Mai" sorte que percebi isso logo e ela ainda me queria. "Num" pude trazer nada de lá... Mas essa flor, sim, essa flor ela gostou. Disse até que vai colocar num vaso. Foi lá na feira comprar.
- Tu é doido! Tu é doido João.
- Eu sou doido de amor! Só se for...
Tôinha colocou a flor no vaso e no cabelo também. Se arrumou, passou perfume que João gosta e o chamou para comer.
- Eu trouxe esse CD de "capiba" da "fêra" pra tu. Ainda gosta?
- Não precisava minha, flor!
Não restou nada do cuscuz com galinha e pão que Tôinha fez. Foi tudo tão inesperado. Mal sabia ela que depois de dois anos e sete meses iria rever João. Nunca, nenhuma vez, se falaram depois que brigaram.
Amor verdadeiro não morre, se materializa numa rosa do sertão, num pedaço de pão, num perfume lembrado, num CD que foi comprado. O amor está num sorriso estampado de quem volta feliz para casa, na certeza de encontrar sua amada.
Quando a personalidade autora se mistura com a própria poesia nascida na alma, há uma consumação, uma harmonia inabalável e uma identidade inquestionável.
Ahh!! O amor.
Quando acontece damos tudo de nós.
Vemos um ser perfeito.
Ficamos cegos, surdos, alheios as coisas ruins.
Tudo lindo, maravilhoso!
Mas quando abrimos nossos olhos, nos apaixonamos por completo, ou nos decepcionamos.
Ahh! O amor.
Quando o perdemos, acreditamos que não haverá outro maior.
E quando logo vemos, já estamos amando novamente, com tanta intensidade, que nem acreditamos que aquele que passou foi amor.
Ahh! O amor!
Gostaria de escrever um poema falando de ti e olhando para os teus olhos, mas pouco sei de ti, como irei escrever? Se você não é aberto comigo, como iras descobrir que realmente eu te amo se tu também pouco sabes de mim.
Actualmente inventam aplicativos e criam blogue para vender besteiras online, se você é um Deejay deve começar com uma batida e se for real bastante e honesto bastante e se for feita com tudo que fez você, onde você veio, quem conheceu, sua história, então tem a chance de se conectar com essas pessoas e essa pode ser sua chance para tudo.
A vida é um caminho sem volta, porém com inúmeros desvios; e um rio que a gente mesmo enche com águas passadas.
Destino
Desatino
Sai do prumo
Não tem sentido
É confuso
Não entendo
Sigo o rumo
Um fio de linha
nos é dado
Lá no início
Ainda pequenino
Não somos
costureiros
Nem bordar
sabemos direito!
A vida ensina
tal profissão
Sem remuneração
Predestinação
Usamos a intuição
E tecemos
com a própria mão
Destino
Desatino
Sai do prumo
Não tem sentido
É confuso
Não entendo
Sigo o rumo
Destino
Vai traçando
Entrelaçando
Cruzando
Marcando
A vida
Até o fim da linha
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