Ameniza minha Dor
" EU TE AMO MINHA LINDA"
É você a minha vida
É você o meu viver
Um sorriso tão gostoso
Que pra sempre quero ver...
É um fruto saboroso
Do qual eu quero provar
És a "EVA" um paraiso
O pecado é não te amar...
Se o desejo bate forte
Vou correndo te encontrar
És a "DEUSA" do meu sonho
O meu tudo é ter você...
Eu Te Amo minha Linda
Agradeço por te ter...
Sempre amor
Não consigo mais dizer
O que sinto por você
O meu verso não tem rima
Minha rima não tem vida
Minha língua ser enrola.
Não consigo te dizer.
Nem tão menos te fala
Simplesmente eu ti amo
Minha bela minha flor.
A Lexandre Pacello
23/05/2009
Minha dificuldade não é ser transparente. Minha dificuldade é pensar na reação das pessoas diante da minha transparência.
A minha Vida ficou mais Bela quando te Vi
Não rima, nem é mais do que uma frase, mas o objectivo e totalmente Poético
Sou uma estrela distante, não tenho nada a não ser minha humilde luz, luz de esperança de um amor fazer no céu duas marcas, ao brilho cativar todos os corações; vir a habilitar estrela sua e lhe dar o que a luz possa mostrar o amor que posso te devotar.
Quanto tempo se passou, e ainda sinto em meus lábios o gosto do seu beijo, e na minha pele o seu perfume.
Só de pensar que nunca mais o terei em meus braços, dispara o meu
coração, o mesmo coração que diversas vezes disparou pela tua presença, que agora dispara pela sua ausência
Não é fácil saber que o seu amor já não é mais meu, e que em teus pensamentos nem sequer há uma sombra minha.
O mundo dá voltas, e estas voltas do mundo, só têm me distanciado de você.
Mesmo assim peço a Deus pela sua vida, que você seja imensamente feliz. Que essa felicidade independa de um ser humano, mais que venha de Deus.
Passarinho
Um passarinho pousou em minha janela
Procurou flores
Procurou verde
Só encontrou solidão
Só encontrou vazio
Como para alegrar vida vazia
Cantou pianinho
Cantou bonitinho
Para alegrar e deixar uma semente
Alegrou um dia frio
Foi embora atrás de outras janelas
Alegrando outras vidas vazias
E então sua mão partiu.
Minha mão ainda ficou uns segundos no ar, perdida.
O relógio contando o tempo, as conversas continuando.
E o desconcerto, a dúvida.
De repente eu não sabia mais se precisava de uma mão segura.
Ou o que fazer com a minha sem a tua.
Das Sete Canções de Declíno
Um frenesi
hialino arrepiou
Pra sempre a minha carne e a minha vida.
Foi um barco de vela que parou
Em súbita baía adormecida...
Baía embandeirada de miragem,
Dormente de ópio, de cristal e anil.
Na ideia de um país de gaze e Abril,
Em duvidosa e tremulante imagem...
Parou ali a barca – e, ou fosse encanto,
Ou preguiça, ou delírio, ou esquecimento,
Não mais aparelhou... – ou fosse o vento
Propício que faltasse: ágil e santo...
...Frente ao porto esboçara-se a cidade,
Descendo enlanguescida e preciosa:
As cúpulas de sombra cor de rosa
As torres de platina e de saudade.
Avenidas de seda deslizando,
Praças de honra libertas sobre o mar...
Jardins onde as flores fossem luar;
Lagos – carícias de âmbar flutuando...
Os palácios a rendas e escumalha,
De filigrana e cinza as catedrais –
Sobre a cidade a luz – esquiva poalha
Tingindo-se através longos vitrais...
Vitrais de sonho a debruá-la em volta,
A isolá-la em lenda marchetada:
Uma Veneza de capricho – solta,
Instável, dúbia, pressentida, alada...
Exílio branco – a sua atmosfera,
Murmúrio de aplausos – seu brou-há-há...
E na Praça mais larga, em frágil cera,
Eu – a estátua que nunca tombará...
Nos seus olhos
Nos seus olhos dormem uma luz intensa
Que me remete ao frio de minha ilusão obscura,
Nos seus olhos a gota de sangue sempre se espalha
Em cada despedida e a cada pranto teu,
Nos seus olhos o meu vazio é o teu vazio
E a tua dor é a minha dor,
E o silêncio é escutado na mais perfeita harmonia
Pois quem escuta o silêncio, escuta o coração,
Nos seus olhos me abro e me fecho
Me solto e me amarro
Nos seus olhos eu não sou mais eu,
Pois nos seus olhos sou apenas um atheu.
UM DIA FUI CRIANÇA
Já fui criança e a minha pobreza não está no meu corpo e nem na alma, porém, nos meus olhos quando me abandonam.
Vi minha sombra no espelho
E pensei não ser eu
Parece que fugi de mim
E não sei pra onde fui
Fiquei a pensar, por que
Daquela imagem fria
Foi que então percebi
Que meu coração não estava ali
Tentei, busquei
Saber em que canto se enfiou
E descobri num pássaro que cantava em flor
Um canto de lamento e dor
Uma lagrima em meu rosto brotou
E como pedra rolou
Na flor que desabrocha em cor
A frieza de um amor
Meu coração se despedaçou
Em pedacinhos rolou
Numa praia se formou
Para eu construir castelinhos...
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