Ameniza minha Dor
Entreguei-me a todos de forma tão intensa e verdadeira que nem percebi que havia rasgos na rede de apoio.
Rodrigo Gael
Você conseguiu fazer eu ser a garota mais feliz do mundo
Mas também conseguiu me machucar de forma inacreditável
As lágrimas não deixam de cair
Meus olhos ardem como se estivessem em chamas
A sua voz ecoa na minha cabeça repetidas vezes
Todas aquelas belas palavras eram apenas doces mentiras
Aquela promessas foram quebradas e agora os cacos de vidro perfuram meu coração
Minha mente não deixa de fazer perguntas
Quando foi que eu deixei vc ter posse do mundo?
Quando foi que eu deixei me influenciar tanto?
Quando foi que sua presença começou a ser tão significativa?
Quando foi que meu humor começou a depender de você?
Quando foi que você virou à razão do meu viver?
Eu não consigo sentir raiva
Algo me impede de te odiar
Apenas sinto um vazio imenso
Tudo que eu queria era estar ao seu lado
Poder me sentir completa novamente
Eu faria de tudo por você
Mesmo sabendo como és verdadeiramente
Eu já estava destruída e agora não sobra mais nada
Seria melhor se eu não tivesse me submetido ao amor
Por que não me disse desde do começo?
Teria me machucado menos
Agora estou aqui no meu quarto isolada
Chorando sem parar lembrando das suas carícias
Creio que eu sempre soube que não ficaria para sempre
Mas insisti em algo que não tinha sentido
Eu tinha percebido você se afastando
Mas pensei que fosse eu a errada
Nunca fez questão de saber como eu estava
Apesar de eu ver isso, eu não queria te deixar
Eu te amo tanto
custa muito te deixar ir
Ao em vez de sentir meu sangue ferver de raiva
apenas sinto minha pele se esfriar
"O choro é a liquefação das nossas dores e angústias circunstanciais.”
Livro: Opiniões e Reflexões Polêmicas de um Sexagenário
Autor: GessimarGO
"O caminho que seguimos na vida não deve ser necessariamente o mais fácil, mas é imprescindível que seja o mais digno.”
Livro: Opiniões e Reflexões Polêmicas de um Sexagenário
Autor: Gessimar GO
“A vida, diferente do futebol, não tem ‘replay’ nem ‘VAR’.
O que aconteceu não pode retornar no momento seguinte e só resta a lembrança que se tornou história.”
Livro: Opiniões e Reflexões Polêmicas de um Sexagenário
Autor: GessimarGO
“Somos tendenciosos a falar e contar os nossos problemas para amigos e parentes. É uma forma de desabafar, aliviar as tensões e ouvir conselhos, mesmo que passem a nos identificar como ‘reclamões’. Será que não seria melhor falar mais das realizações, momentos agradáveis e ser taxados de ‘arrogantes’? Ou, ainda, não contar nada, falar pouco e ser taxado de ‘excêntrico’? Sei lá! Qualquer alternativa escolhida vai ter a sua ‘taxa’.”
Livro: Opiniões e Reflexões Polêmicas de um Sexagenário
Autor: GessimarGO
“Ninguém consegue dirigir sua vida sem olhar no retrovisor do passado. Para ir para frente é preciso superar dissabores que ficaram para trás.”
Livro: Opiniões e Reflexões Polêmicas de um Sexagenário
Autor: GessimarGO
“A maioria das pessoas passa por fases difíceis que parecem não ter solução, no entanto, após estas serem superadas, se esquece das intempéries e segue me frente apenas com raros vislumbres do que ocorreu. Isso é muito bom. Ultrapassar momentos difíceis dá força, experiência, credibilidade e esperança no futuro que se mostrará mais ameno e profícuo.”
Livro: Opiniões e Reflexões Polêmicas de um Sexagenário
Autor: GessimarGO
O Verdadeiro Nome da Raiva
Há palavras que têm o poder de desarmar até as emoções mais densas. Quando li pela primeira vez que “eu sentei com minha raiva por tempo suficiente até que ela me disse que seu verdadeiro nome era dor”, senti um silêncio profundo se abrir dentro de mim. Essas palavras de C.S. Lewis não são apenas belas — são um convite à introspecção, à coragem de enfrentar aquilo que nos assombra.
Quantas vezes confundimos nossas emoções? A raiva, com seu grito e sua urgência, parece fácil de entender. Mas é uma máscara, uma armadura que cobre algo muito mais delicado: a dor. Por trás de cada explosão, de cada ressentimento, há uma ferida que clama por atenção, por cuidado.
Sentar com a raiva exige força. É um ato de coragem desacelerar o turbilhão, olhar para ela como quem olha nos olhos de uma fera, e perguntar: “Por que você está aqui?” No início, ela resiste. Berra, grita, tenta nos convencer de que está certa. Mas se permanecemos em silêncio, esperando, algo mágico acontece: ela começa a sussurrar a verdade.
E a verdade quase sempre dói. Dói porque a raiva não nasce no vazio. Ela é filha do abandono, da rejeição, da humilhação. Ela se alimenta de palavras não ditas, de abraços que não vieram, de expectativas desfeitas. Reconhecer isso não é fraqueza — é humanidade.
Lewis nos lembra que, muitas vezes, o que mais tememos não é a raiva em si, mas a vulnerabilidade que ela esconde. Afinal, é mais fácil gritar do que chorar. É mais simples culpar o mundo do que admitir que estamos feridos.
Mas, ao dar nome à nossa dor, começamos a nos libertar. Não porque ela desapareça, mas porque, ao reconhecê-la, começamos a cuidar dela. E, ao cuidar, transformamos.
Talvez a raiva, quando ouvida, possa se tornar compreensão. Talvez a dor, quando aceita, se transforme em força. E talvez, ao sentarmos com nossas emoções por tempo suficiente, possamos descobrir que seus verdadeiros nomes não são monstros, mas fragmentos de nós mesmos pedindo para serem amados.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
Pela Vida e Contra a Violência Policial
O caso de Thainara Vitória Francisco Santos que tive acesso via Instagram hoje, mas ocorreu em 14 de novembro deste ano me moveu a escrever este, ela jovem grávida de apenas 18 anos, morta durante uma abordagem da Polícia Militar em Governador Valadares, Minas Gerais, é mais um retrato cruel da escalada da violência policial no Brasil. Ao tentar proteger seu irmão autista, Thainara tornou-se vítima de um sistema que historicamente privilegia o uso da força desproporcional, muitas vezes (para não dizer sempre) contra os mais vulneráveis.
É inadmissível que agentes públicos, cuja função primordial é proteger a população, sejam responsáveis por práticas que configuram tortura, violência e, em casos extremos, o assassinato de cidadãos. A perpetuação de abordagens violentas e abusivas por parte das polícias militares é um sintoma de um modelo de segurança pública ultrapassado e autoritário antes apenas narrado hoje amplamente divulgado e documentado, que precisa ser urgentemente reformado e impedido.
A violência policial, em todas as suas formas, é uma violação dos direitos humanos e uma afronta à democracia. É imperativo que as forças de segurança sejam treinadas com base em princípios de respeito à dignidade humana, proporcionalidade e legalidade. Além disso, casos como o de Thainara devem ser rigorosamente investigados, garantindo a punição exemplar dos responsáveis e o fim da impunidade que alimenta esses abusos, bem como é fundamental levantar todas as paginas que divulgam torturas e excessos como algo bom e padrão existem hoje varios policiais que se colocam como formadores de conteúdos onde expoem pessoas e criam narratovas perigosas ao contexto da verdade.
Reiteramos a necessidade de ações concretas para combater a tortura, a violência institucional e as execuções extrajudiciais no Brasil, no Rio Grandedo Norte e principalmente Natal. A construção de uma segurança pública humanizada e comprometida com os direitos da cidadania é o único caminho para evitar que tragédias como essa se repitam.
Que a memória de Thainara como a de tantos outros, sirva de alerta e mobilize a sociedade para exigir mudanças estruturais. Sua morte não pode ser em vão.
Por uma segurança pública que respeite a vida e os direitos humanos letemos, pois até que tudo cesse nos não cessaremos.
Wesley de Lima Caetano
2024 vai ficando…
Foi um ano bom!
Deus nos abençoou e esteve sempre conosco em cada momento!
➖Vieram desafios, superamos!
➖Tivemos dores, saúde debilitada, mas vencemos!
➖Perdemos muitos amigos…
➖Conhecemos outras pessoas…
➖Tivemos alegria todos os dias…
➖Muitas máscaras caíram à nossa frente, mostrando quem merece nos acompanhar na grande jornada de 2025! Nem todas as pessoas que conhecemos (algumas recente, outras de muito tempo) se sentarão conosco na mesa de 2025…
Porque aquilo e quem não deu certo, Deus nos permite deixar no caminho e seguir em frente!
[Sem tristeza, sem dor, sem mágoas, nada de falsidade ou hipocrisia]…
Assim fechamos as portas de 2024 com a ALMA SERENA E CALMA!
Deus nos conduziu até aqui!
➖Nao fui perfeito: confesso que me esforcei, mas falhei muito;
➖Busquei a Santidade todos os dias, mas quanto mais me aproximo mais longe ela fica, me mostrando que é um caminho para a vida toda, nunca estarei pronto ou acabado!
➖Vivi plenamente cada dia, com intensidade e amor! Tomei decisões que não gostaria que fossem assim, mas foram necessárias…
➖Conheci muitas pessoas (algumas segurei para minha lista de amigos), outras foram passageiros que me ensinaram ou não…
➖Fui quase sempre muito bem atendido em Hospitais, Clínicas, Farmácias, Supermercados, Laboratórios, Correio, Transportadoras, Lojas, Igreja (na minha Igreja, pois não preciso de outras, a minha me basta), EM TANTOS LUGARES E COM TANTAS PESSOAS E PARA ESSAS PESSOAS COM QUEM CRUZEI, CONVERSEI, ESTIVEMOS AO LADO… Minha Gratidão e Benção!
Entrarei em 2025 com MEU ALICERCE: MINHA FAMÍLIA!
O que espero do novo ano?
➖Paz, Esperança e Fé, muitas alegrias e Sabedoria para superar cada adversidade do mundo com gratidão e amor a Deus e aos outros!
E tudo o que eu espero EU TE DESEJO!
É na dificuldade que percebemos quem realmente nos ama, sou azul, a vida me impôs algumas diferenças e tenho também a responsabilidade da culpa de ter deixado algumas portas abertas, hoje minha maior companhia é a dor, estou me isolando por tempo ilimitado, porque a minha vida se tornou em fardo e quem é capaz de compreender e ficar?
não existem palavras ou sentimentos,
não existem razões nem vontade,
nada existe além de um talvez,
e é tudo tão vazio que, nem a razão,
nem o sentimento serão capazes de conjugar esse verbo que não existe.
dor sem sentido, sentimento vazio,
de uma saudade que se perdeu . .
Podemos ter os pés feridos, um pouco maltratados, uma unha quebrada, ou até sentir uma dorzinha no calcanhar. Mas já imaginou o que seria negligenciar esses passos, curados com tanto esforço, privando-se das sensações por puro temor, e escolher andar de botas no mar?
Sim! Ande descalço, se for preciso, minha pérola. Sinta a liberdade nas areias que abraçam seus pés e descubra o poder de caminhar naturalmente em direção à felicidade.
Ingratidão: A Era do Vazio
Vivemos em tempos marcados pela ingratidão, onde as pessoas parecem cronicamente insatisfeitas consigo mesmas.
É uma era estranha, na qual se luta incansavelmente para conquistar algo, apenas para, ao alcançar, sentir um vazio imediato, como se o esforço não tivesse valor.
É o ciclo do “consegui… e agora?”, onde o objetivo ou pessoa se torna rapidamente irrelevante.
Estamos cercados por pessoas que não sabem o que realmente querem, e, quando finalmente conseguem, falham em reconhecer o peso e o valor de suas próprias conquistas.
Falta reflexão, falta apreciação, falta conexão com o que foi alcançado.
Que triste constatação: viver como se nada fosse suficiente, como se cada vitória fosse um fardo, e não uma celebração.
Que vazio é não valorizar os frutos do próprio esforço. Que derrota é conquistar e não reconhecer a grandeza do feito.
É um convite à vergonha, mas, acima de tudo, à mudança.
Que possamos aprender a valorizar o que temos e a ser gratos por quem nos tornamos ao longo do caminho.
Gratidão não é só virtude; é a base de uma vida mais plena.
Em cada lágrima caída, uma história a contar,
Dores que moldaram meu ser, que vieram me ensinar.
Caminhos tortuosos, pedras pelo chão,
Mas em cada desafio, encontrei a minha razão.
Houve a dor da perda, um vazio profundo,
Um eco de saudade que ressoou no mundo.
Aprendi que o amor, mesmo após a partida,
É uma força invisível que nunca se despida.
Desilusões e medos, sombras a me cercar,
Mas em meio à tempestade, eu aprendi a lutar.
Cada cicatriz é um marco, uma prova de vida,
E em cada batalha, uma nova ferida.
As dores me ensinaram a valorizar o agora,
A beleza nos pequenos momentos que a vida aflora.
E mesmo quando a dor parece não ter fim,
Encontro em mim a força, um novo começo a vir.
Hoje, olho para trás e vejo o que passei,
E em cada dor enfrentada, um pouco mais eu sei.
Sou mais forte, mais sábio, por tudo que vivi,
E em cada desafio, uma parte de mim se redescobri.
Eu não compreendia que, quando tentamos resistir a um sentimento doloroso, muitas vezes prolongamos a própria dor que nos esforçamos em evitar – uma receita para o sofrimento contínuo.
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