Ame mas Nao Seja Trouxa

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Não basta que uma decisão seja legalmente possível; é preciso perguntar se ela permanece constitucionalmente justificável.

O contraditório não atrasa a justiça; impede que a pressa seja confundida com verdade.

Não seja o guarda-chuva de quem escolheu caminhar para a tempestade. Às vezes, sentir a chuva é parte de aprender a olhar para o céu.

Seja grato pelo que tem e pare de reclamar do que ainda não conquistou. Esse e o primeiro passo para a felicidade.

O mundo não é como eu quero, e talvez nunca seja. Cada um muda no seu tempo. É preciso respeitar e entender o tempo e a mudança de cada um. A vida dos outros não me pertence. Cada um tem a sua própria vida, suas próprias escolhas e suas consequências, sejam positivas ou negativas. O único mundo que eu posso mudar é o meu próprio mundo interno.

Aquele que não aceita que você seja como você é, está tentando controlar sua vida. E, da mesma forma, aquele que você não aceita ser do jeito que ele quer, você está tentando controlá-lo.


O controle nasce da mente, mas o único controle real que a mente pode ter é sobre o seu próprio ser. Fora disso, qualquer tentativa de controle é uma ilusão.


Vivemos em um mundo onde a mente tenta controlar tudo, mas, na realidade, ela não consegue controlar nada de verdade. O controle é apenas uma tentativa de criar uma falsa sensação de segurança, de ordem. Porém, ao tentar controlar os outros ou até mesmo a vida, a mente acaba se tornando escrava das suas próprias ilusões. O verdadeiro controle está em dominar a si mesmo, nas escolhas que fazemos com consciência e autonomia, e não nas tentativas de dominar o mundo à nossa volta.

Seja filtro, não esponja.


Pense na esponja: ela absorve a água suja e acumula tudo dentro de si, ficando cada vez mais pesada. Da mesma forma, quanto mais você absorve sem eliminar, mais pesado se torna, acumulando sentimentos, preocupações e negatividade. Já o filtro, por outro lado, não acumula nada. Ele simplesmente filtra, limpa e joga para fora o que não serve, permitindo que o fluxo continue sem interrupções. O filtro não deixa o peso se acumular; ele mantém o equilíbrio, fazendo a limpeza interna constante. Assim como o filtro, devemos aprender a liberar o que não nos serve, para que possamos continuar fluindo de maneira leve e limpa.

Amor é tudo, tudo aquilo que você quiser que seja amor, e mesmo que não queira que seja nada, é nada daquilo que você também queira que seja amor.

Faça, nem que seja "errando"; a vida não entende só de "pensamento".

Não reprima o desejo de fazer ou viver aquilo que, no fundo, você sente vontade, seja algo considerado bom ou ruim. Esses desejos não surgem por acaso, eles fazem parte de você, das suas necessidades, da sua essência.

Ignorar ou tentar controlar essas vontades não faz com que desapareçam; ao contrário, elas continuam presentes, voltando de diferentes formas, às vezes mais intensas. É importante atender a essas vontades porque somente quando você as vive elas são realmente resolvidas. Ignorá-las não elimina nada, apenas cria um acúmulo de insatisfação, de frustração, que com o tempo se transforma em arrependimento.


E o arrependimento se torna muito difícil de suportar quando a vida se aproxima do fim e você percebe quantas oportunidades deixou passar, quantas experiências deixou de viver, apenas por medo, dúvidas ou por tentar agradar os outros. Os desejos são sinais claros do que você precisa ou quer viver, parte do seu aprendizado e do seu crescimento pessoal. Viver o que sentimos vontade nos permite, no futuro, olhar para trás com tranquilidade, sem se arrepender de não ter tentado.


Portanto, não se prive de viver o que existe dentro de você. Permita-se experimentar, sentir, errar, aprender e crescer. É melhor enfrentar as consequências de seguir suas vontades do que conviver com o arrependimento de nunca ter tentado. Cada desejo atendido é um passo para ter uma vida com experiências que você realmente viveu e sentiu.

Não guarde, jogue pra fora, mesmo que seja tóxico.

Se não quer afetar ninguém com sua sujeira, escreva em uma folha de caderno todo seu ódio, tristeza, angústia, mágoa, negatividade. Depois, amassa o papel e joga fora. O importante é limpar, lavar, pôr pra fora do pensamento, pôr pra fora do sentimento. A única forma de tirar o que tá dentro de você, pra fora de você, é jogando em alguma matéria: seja uma folha de caderno, desenhando, falando ou gritando sozinho, cantando, ou até em alguém. O importante é pôr pra fora, pra limpar, lavar a alma.

E o que for bom, compartilha com os outros.

Nosso sentido aqui nesse mundo da matéria é colocar em prática, na matéria, tudo aquilo que a gente pensa e sente.

Se a morte realmente existisse, o nascimento não aconteceria… Logo, morte é nascimento, ou seja, é o começo de uma nova transformação.

De uma célula, me transformo em embrião.
De embrião, me transformo em feto.
De feto, me transformo em bebê.
De bebê, me transformo em criança.
De criança, me transformo em adolescente.
De adolescente, me transformo em adulto.
De adulto, me transformo em idoso.
De idoso, me transformo em matéria orgânica.
De matéria orgânica, me transformo em nutrientes para a terra.
Da terra, me transformo na vida que renasce.

Nada termina, tudo se transforma.

As pessoas, geralmente, só não fazem o "mal" pelo medo das consequências — seja a consequência que acreditam ter após a morte ou a consequência que recebem em vida mesmo. Já outras pessoas são naturalmente boas por natureza, não fazem o mal, mesmo se houvesse a oportunidade. Então, é sempre bom rever o próprio caráter, a própria personalidade, as próprias intenções, o próprio ser, e desenvolver em si mesmo aquilo que você de fato é ou quer ser, mas não por medo de consequências, e sim por vontade, por coração, por si mesmo.

Tem pessoas que só fazem o "bem" por interesse — interesse de ser "privilegiado", de "receber", de "ganhar", de "conseguir" dos outros. E isso não é, interpretamente falando, uma pessoa "essencialmente boa", entre aspas, quando só se faz com esse objetivo, e sim uma "pessoa interesseira", fingindo ser boa ou mostrando ser interesseira mesmo. Ou seja, não desenvolveu naturalmente o sentimento puro, leve, doce, amoroso de ser. Não percebeu que, pra isso, não precisa da expectativa de receber algo em troca ou temer as consequências se não fizer, e que basta, essencialmente, seguir o próprio sentimento, deixar fluir naturalmente as intenções, enxergar os próprios comportamentos, respeitar a própria vibração pessoal sobre qualquer situação, parar de se controlar e apenas ser, indiferente dos atos. Pois a essência de si mesmo é fluxo, natural, espontâneo, se desenvolve assim, e não se controlando pra não ser.

Por exemplo, tem pessoas que têm o ato de ajudar alguém a se levantar, mas têm a intenção de ajudar a levantar porque têm como objetivo ter algo em troca depois...

Tem pessoas que têm o ato de ajudar alguém a se levantar, mas a intenção era apenas ajudar a levantar, pois não têm como objetivo algo em troca...

Então, existe uma diferença entre uma pessoa "boa" e uma pessoa "interesseira", que só faz o "bem" por interesse.

A "boa" tem como intenção o ato do momento, e mesmo que receba algo em troca, a intenção era o ato, não a expectativa em receber.

A "interesseira" tem como intenção receber algo depois do ato, e se ela não recebe em troca, cobra, pressiona, joga na cara, abandona, larga, chantageia, diz que não fizeram por ela.

Não que eu esteja julgando ou definindo o que é "bom" ou o que é "ruim", o que é "interesseiro" ou o que "não é". Até porque, pessoas mudam. Às vezes, estão em um dia bom, às vezes, em um dia ruim. Não é uma regra, é uma análise do momento. Às vezes, a pessoa fez de coração agora e, daqui a cinco minutos, por interesse, no qual irá cobrar em seguida. Novamente repito: não é uma regra, é uma análise do momento. Apenas uma interpretação rasa de uma situação hipotética pra você discernir a diferença de quando alguém é e quando finge ser pra dizer que é. Pra você discernir a diferença de quando alguém fez por interesse e quando fez por vontade própria, por coração.

Às vezes, somos ruins; às vezes, bons; às vezes, interesseiros; às vezes, não. Porém, é bom ter o olhar aprimorado nas situações desses momentos, saber quem finge, saber quem é. Pois, quando nosso olhar é turvo, embaçado, cego, a gente acaba olhando apenas quem não era pra olhar, apenas porque a "aparência", as "miragens" vistas dos nossos olhares cegos aparentavam ser verdadeiras, boas de coração. E nisso, nos iludimos com quem não deveríamos, por ser fingimento, falso, e deixamos de ver quem era pra enxergar: os verdadeiros de bom coração.

E quem olha é o próprio sentimento, não a impressão dos olhos.

Pois os olhos têm o interesse de olhar o que aparenta ser.

O sentimento sente o que de fato é.

Quem valoriza o trabalho voluntário, ou seja, o trabalho não remunerado é um profissional altruísta. Logo, também irá valorizar o seu trabalho remunerado, por mais simples que seja.

Seja uma pessoa motivadora. Não humilhe sua equipe.

"Apenas seja você mesmo. Não deixe que ninguém te diga quem você deve ser ou como deve agir"
– Lee Felix Yongbok

"Que a minha história não seja lembrada apenas pelas mãos que plantaram, mas pelo coração que, mesmo diante do desconhecido, escolheu ser grato."

"Seja humilde sem ser submisso e confiante sem ser arrogante. Se souber, diga. Se não souber, admita. Se eu estiver errado, eu digo também — sem floreios desnecessários"

O que é a vida?
Talvez não seja resposta, mas travessia.
Não um sopro passageiro, nem um teste de perfeição,
mas a chance diária de crescer em consciência.
Nem tudo será compreendido,
e está tudo bem.
Que sejamos lúcidos, gentis e corajosos,
porque não caminhamos sozinhos .
Deus habita o processo.

No fim, talvez a vida não seja sobre precisar de alguém para ser feliz, mas sobre encontrar alguém com quem a felicidade faça ainda mais sentido.