Ame mas Nao Seja Trouxa
"Se o que nos une já não desperta em nós o sorriso, talvez seja necessário acolher o que nos separa, para compreender que a verdadeira união não está na presença, mas no sentido que damos à distância.”Furucuto, 2025.
Talvez seja esta a crueldade do tempo: ele não nos conduz para outro lugar; transforma lentamente o lugar onde sempre estivemos, até que um dia acordamos estrangeiros dentro da própria existência.
Queria viver intensamente, seja na alegria ou na tristeza não importa a situação sentir aquilo que eu nunca senti me arrepender e depois rir mais meu medo já me impede de usufruir do prazer que é viver de ser feliz.
O silêncio mata
Não porque seja barulhento.
Não porque seja violento à primeira vista.
Mas porque é limpo demais para incomodar quem prefere se sentir correto.
O silêncio é o álibi dos que sabem.
É o abrigo moral de quem entende exatamente o que está acontecendo, mas escolhe não tocar no assunto.
Não por dúvida.
Por conveniência.
A sociedade não falha por falta de discurso.
Ela falha por excesso de encenação.
Defende valores em público e os abandona no primeiro instante em que eles exigem atitude.
Todo mundo reconhece a injustiça quando ela acontece com os outros.
O problema começa quando reconhecê-la exige posicionamento.
Quando exige perda.
Quando exige coragem.
É nesse momento que o silêncio aparece travestido de maturidade, de equilíbrio, de bom senso.
Mas não é nada disso.
É medo.
É cálculo.
É autopreservação.
O silêncio não é ausência de opinião.
É a decisão consciente de não agir.
É a escolha de proteger a própria imagem enquanto alguém suporta o peso inteiro da violência.
Quem se cala não está fora do problema.
Está dentro dele.
Sustentando.
Normalizando.
Permitindo.
Nenhuma estrutura injusta sobrevive apenas pela força de quem oprime.
Ela sobrevive porque encontra terreno fértil em quem observa e não interfere.
Em quem percebe, mas não confronta.
Em quem prefere não se comprometer.
A verdade desconfortável é esta:
muita gente não se cala porque não sabe o que fazer.
Cala porque sabe exatamente o que deveria fazer
e decide não fazer.
O silêncio é a forma mais educada de traição moral.
Não deixa marcas visíveis.
Não compromete discursos.
Mas cobra um preço alto de quem sofre e um preço invisível de quem se omite.
Uma sociedade que se orgulha do próprio silêncio não é pacífica.
É treinada para evitar responsabilidade.
E todo mundo que lê isso sabe, no fundo,
em que momento escolheu calar.
Em que situação desviou o olhar.
Em que instante preferiu não se envolver.
Não é acusação.
É espelho.
Porque quando o silêncio é confortável demais,
é sinal de que alguém está pagando o custo no lugar de quem se cala.
E isso, cedo ou tarde, exige reflexão.
Talvez amar seja renúncia ...
Talvez amar seja liberdade...
O amor não é e nunca foi egoísta...
Amar é se sentir livre, confortável ...
Ninguém é feliz preso em gaiola ..
Ninguém é feliz sufocado ...
O amor não cobra, não dói, não entristece...
Amar é dar sem esperar receber.. aquele que ama esperando algo em troca não sabe o verdadeiro sentido do amor ...
Declare seu amor a Capoeira!
Participem das rodas, mas não seja mais um(a) vaidoso(a)! Afinal ter humildade é preciso, tanto quanto respirar. E praticando assim: é emanar filosofia, trovas e paz...
O Amor Que Não Precisa de Nome
Talvez o amor não seja aquilo que disseram que ele era.
Talvez não seja promessa,
nem posse,
nem certeza,
nem a obrigação de permanecer.
Talvez o amor seja simplesmente
quando duas almas se encontram
e alguma coisa dentro delas reconhece:
“eu conheço você.”
Mesmo sem nunca terem se procurado.
É o carinho que chega sem pedir licença,
a palavra que encontra exatamente
o lugar onde doía,
o silêncio que não constrange,
a presença que não pesa.
É poder olhar para alguém
e desejar que ela fique bem,
mesmo quando a vida não permite
que tudo seja como gostaríamos.
É admirar a existência do outro
sem querer aprisioná-la.
É respeitar sua história,
suas cicatrizes,
seus medos,
suas imperfeições...
e ainda assim enxergar beleza.
Talvez seja isso que chamamos de amor:
não o que diz “você é minha”,
mas o que sussurra:
“eu sou feliz porque você existe.”
Um amor que não precisa cobrar,
não precisa provar,
não precisa possuir.
Um amor que simplesmente sente.
E quando sente,
cuida.
Quando cuida,
liberta.
Quando liberta,
permanece.
Porque há amores que não precisam morar
na mesma casa,
na mesma cidade,
nem sequer no mesmo mundo.
Há amores que encontram
um pequeno universo para existir
e, dentro dele,
duas pessoas conseguem ser
inteiramente verdadeiras.
Sem armaduras.
Sem medo de serem vistas.
Sem precisar explicar
por que aquilo é tão bonito.
Acredito que o nosso seja isso.
Um amor que não chegou fazendo barulho.
Chegou devagar.
Sentou-se entre nossas conversas,
misturou-se às nossas risadas,
entrou nas nossas noites,
nas nossas palavras,
nas nossas descobertas...
e quando percebemos,
já havia criado morada.
Não sei que nome o tempo dará a isso.
E, pela primeira vez,
acho que nem preciso saber.
Porque há sentimentos
que diminuem quando tentamos defini-los.
E este...
eu prefiro sentir.
Puro.
Verdadeiro.
Inteiro.
Sem exigir nada além daquilo
que duas pessoas podem oferecer
quando simplesmente se fazem bem.
Talvez seja esse o amor
em seu sentido mais amplo:
não aquele que prende alguém à nossa vida,
mas aquele que agradece à vida
por ter colocado alguém nela.
Não seja perfeito nem santo e não exija isso dos outros!
Pois gente perfeita é chata e santo não mora na Terra!
O mundo não é perfeito... O rosto é dessimétrico.... O caráter não tem mérito.... Talvez Deus seja imperfeito.
Bom dia! Que nosso dia seja protegido de tudo aquilo que não enxergamos, mas que sentimos como energias densas. Amém!
Talvez seja esse o preço de ser mal interpretado: um dia você percebe que já não precisa fazer nada para ser culpado!
E talvez seja isso o que mais dói: alguns nomes das crianças que nunca tivemos não foram simplesmente escolhidos. Foram inventados por nós, quando ainda imaginávamos que estaríamos juntos quando elas chegassem. Hoje, já não somos nós. Mas os nomes continuam sendo nossos. E talvez nunca deixem de ser
!
Seja uma pessoa compreensiva o bastante para saber, inclusive, como e quando dizer 'não' — ou 'foda-se'.
Não quero estar
em nenhum lugar
que não seja em mim,
porque sou raiz
e asas ao mesmo tempo.
Porque já me exilei demais
em expectativas alheias,
em mesas onde o meu silêncio
era mais aceito que a minha voz.
Já morei em olhares
que me diminuíam,
em afetos apertados demais,
em paisagens onde minha alma
trilhava com sapatos estreitos.
Hoje, não!
Hoje eu quero a morada
do meu próprio peito.
Quero a arquitetura imperfeita
dos meus pensamentos
e a mobília sincera das minhas emoções.
Se eu estiver em mim,
inteira,
qualquer lugar será extensão.
Mas nenhum endereço
me abriga como o meu Eu.
É nele que me construo
e finco os fundamentos
do meu viver e ser.
✍©️@MiriamDaCosta
Não seja uma pessoa sorrateira
com quem é sensitiva... médium...bruxa... (bruxa no sentido de uma alma
com profunda simbiose com as Forças da Natureza )...
De um modo ou de outro...
ela receberá sinais... mensagens...
ela irá sentir, ver, sonhar, intuir ...
e até ouvir nitidamente um alerta...
Ela poderá até fazer de conta de nada...
mas, ela vai saber! ...
✍©️@MiriamDaCosta
@miriamdacostamiry
A pessoa que trai, mente, engana, não tem escrúpulos, ou seja: Pessoa egoísta, maldosa, se AUTODESTRÓI automaticamente, se afunda num mar de lama!!!
Durante toda minha vida vi isso acontecer!!!
