Amantes Apaixonados
Entre as pessoas que se amam, sempre tem um apaixonado, o pivô de muitas ruínas, e esse nunca é a gente!
Coração vivido,
Coração amado,
Coração magoado,
Coração esquecido,
Coração apaixonado,
Coração muito valente,
Coração de muita gente,
Coração mesmo maltratado,
Coração que luta desesperado,
Coração que trava batalha renhida,
Para seu dono permanecer com vida.
O entardecer no cerrado, não é possível ao apaixonado se alegrar e comemorar, se a sua paixão ao seu lado não vai estar. O som triste da cigarra a cantar, e a cantiga dos pássaros no crepúsculo a soar, parece avisar ao coração, que uma escuridão vai começar, e naquela noite escura sem luar, amargura será, sem ninguém para amar.
A poesia esta no coração do poeta, da sua boca apaixonada sai irradiação e seta contaminada, de amor e emoção, para atingir e aliviar a dor de cada coração, poetismo e romantismo também, juntos ao amor, ao coração faz bem.
No silêncio da madrugada, na cidade dos vivos, parada ou na agitação, almas apaixonadas sempre encontrarão, motivos para uma canção.
Muitos casais queridos e apaixonados, vivendo separados, machucados e feridos pelo orgulho do pecado, enquanto se separam a seu bel-prazer, as crianças são as que vivem a sofrer, por ver quem mais elas estão amando, se pagando e brigando pra valer. Amor é pra amar, perdoar e viver, não é pra bater de frente em briga quente, e se morder. Ódio é veneno e quem odeia se torna pequeno.
Numa noite enluarada,não há nada melhor e mais romântico, do que os beijos de uma Mulher apaixonada.
Nada mais previsível o apaixonado ofertar flores na primavera, o imprevisível é a pessoa amada queimá-las na lareira num dia frio de inverno
Uma mulher que se diz apaixonada jamais seria capaz de violar o ser amado, não por medo de se machucar, mas pelo amor que não merece sofrer
Um apaixonado vive mil amores num coração rompante, um verdadeiro amor vive apenas um, num coração ardente
Amo a poesia
e a poesia é apaixonada por mim,
às vezes, de madrugada
ela me acorda
e murmura no meu ouvido:
''escreve-me''
Humana novamente
"Ela o olhava com olhos apaixonados, transcendiam um brilho sibilino, olhos que imploravam para ser desvendados.
Mas ele a olhava com desejo — desejo aquele que era evanescente.
Oniricamente, algo a revelou, que em desvaneio ela permeou. De olhos alheios ela necessitaria para catarticar-se. Assim ela fez: abriu mão de seus olhos apaixonadamente sublimes e o olhou.
Entretanto, não se surpreendeu — apenas se decepcionou. Mas como poderia se decepcionar se expectativas diante do que ela verbalizava, não criou?
Ele era indelével, mas isso não a impediu de o odiar por uma fração de segundo. Como era onusto explicitamente sua raiva, o que só provava, a quem assistia a situação, quão inefável era sua paixão. Pois apesar de sua raiva, era inelutável, e ela sabia.
Não lhe sobrou alternativa, somente a aceitação da situação. E estava tudo bem.
Porque, apesar desse cisalhamento e de sua incorrespondência, ele fez — mesmo que inconscientemente — olhos desidratados e taciturnos dizerem algo e, em seu âmago, sentirem.
Ela sabia que era efêmero, mas era grata pela explosão de sentimentos que ele causou.
Era muito bom ser humana novamente."
