Amanha Sera um Lindo dia

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Sei que não sou perfeito, mais nem poderia ser. Perfeito mesmo só o amor que sinto por você. Sou um ser humano e carrego com minhas decisões, toda minha natureza instintiva. Sou a falha técnica do imperfeito. Sem desculpas e sem milongas. Sou fraco, sou forte, sou sorte ou azar... Sou variante. Refém de um desejo maior... Desejo de amar. Mais também posso ser amado, observar e ser observado. Sou imagem e reflexo... Espelho de uma espécie de gerações. Sou a necessidade do interagir e a honestidade do admitir. Admito ser como um problema em sua vida, mas o que seria da vida sem os problemas? Não existiriam as soluções.
Sou assim, indecifrável. Antes não era nada e nem ninguém, andava por ai vago e perdido, encontrando sentido por acaso. Fingindo acreditar em algo. Não era eu, apenas coexistia. Fascinava-me com o incompreensivo da vida. Procurava uma esperteza a qual seria hostil a mim mesmo. Nessa jornada, em meio a tantas descobertas fui me redescobrindo diante da existência da vida, da magnitude do universo em paralelo ao esplendido amor.
Foi então quando acordei para mundo, obtive a sensibilidade necessária para interagir com as verdades universais que atormentam a todos nós. Hoje sou o tratado da natureza humana. Continuo sem saber, mais de que? Você sabe? O que se sabe é que o saber, apenas se resume em pura relatividade. Sábio Kant. Nessa vida de relativismo, somos apenas uma interrogação relativa a cada qual, a cada sentimento, a cada emoção. Somos em partes, corações pensando e mentes agindo. Somos razão x emoção. Essa é a nossa essência. Adoramos a razão, pura e sólida como ela é. Porém, não estamos muito acostumado com a razão na prática. Hipocrisia, demagogia... Talvez seja isso, resultado de tamanha injustiça. Ainda não notamos o que nos tornamos. Mais e dai? Nem queremos notar. Vamos fingir a felicidade, vamos fingir o amor, vamos fingir a vida.
Na minha ótica singular o simples é mudar, difícil mesmo é fingir que mudou. Eu mudei. Agora sou a convicção da esperança e não mais a crença do progresso. Sou fato, sou real. Sou ferramenta fundamental, da existência do ser. Sou amor, sou feito todinho para você. Sou ponte, passagem para uma nova era. Respectivo ao sonho de existir, de viver, de ter condição de ir além. Ser mais, ser alguém. Ser notável. Uma pequenina engrenagem propulsora do tempo.
O amor é base, a reflexão é a construção da estrutura e a meditação é a consolidação. Assim procuro construir minhas meias verdades. E nessa jornada vou me completando, somando incertezas e digerindo convicções. Abstraindo ódio e rancor. Tento me equilibrar nesse terremoto de subjetividade mais parece impossível. Me refaço perante a necessidade, antes que congele no tempo e sinta o baque do futuro. Como já dizia... A flexibilidade é o meio mais curto entre o velho e o novo. Talvez me considerem louco por pensar assim, mas prefiro imaginar que loucura seja a alienação a um mundo restrito a convicções tão solidas quanto rocha. Tudo se transforma nada se perde. E nessa prática tudo se refaz. O mundo, o universo, a existência... Tudo isso se refere a uma sequencia cíclica. Isso é apenas uma filosofia, a minha filosofia. E ela remete a sua expectativa toda a minha prática. Vamos nos observar mais, julgar menos. Viver de acordo com a realidade e não com a fantasia criada por nossos desejos. Entender que o amor se remete a afeição e a receptividade. Deixar um pouco de lado essa velha concepção de que o amor é uma regra, uma norma. Afinal somos “livres”, inclusive para amar. Será tão difícil compreender que o amor é uma consequência, um bônus e não um ônus por força de direito. Porém... “Somos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos”. Por isso pense, viva, sinta, ame, reflita, abrace a vida como ela realmente é e não como você gostaria que fosse.

Cada vida tem um coração
Cada coração é uma vida
Cada vida é uma benção
Cada benção é dádiva de Deus

"Tudo aquilo que você faz com amor e dedicação,
terá com certeza um belíssimo resultado,
porque ali, você depositou um pedacinho de si mesmo."

Célia Cristina Prado

Com perdão da palavra, sou um mistério para mim.
(A descoberta do mundo)

Ouve-me, ouve o meu silêncio. O que falo nunca é o que falo e sim outra coisa. Capta essa outra coisa de que na verdade falo porque eu mesma não posso.
(Água viva)

Um garoto adolescente, excluído do colégio e sem muitos amigos, se apaixona perdidamente pela garota mais legal que ele conhecera até ali. Ela, no entanto, namora um garoto mais velho e bem babaca, e não liga muito para nosso protagonista. Ele vai até seu confessor, uma das únicas pessoas com quem tem intimidade para fazer esse tipo de pergunta, seu professor de literatura. E diz: Por que algumas pessoas se apaixonam pelas pessoas erradas? Ao que o professor responde: Charlie, nós aceitamos o amor que achamos que merecemos.

Quem viu uma das pequenas pérolas do cinema do ano passado, As Vantagens de Ser Invisível, reconheceu o diálogo acima na cena entre Logan Lerman e Paul Rudd. É uma das frases que valem o filme (e o livro no qual ele foi inspirado). Aqueles momentos em que você para e pensa: não é que é assim mesmo?

Quantas vezes você já não saiu de um namoro que, seis meses depois, soava deslocado, fora de sentido? Como eu pude me apaixonar por esse cara? Jura que eu passei tanto tempo com uma mulher assim? Pois é, passou. Às vezes foi por conformismo mesmo. Por não conseguir olhar para fora de si e imaginar novas aventuras que valessem a pena, por fechar uma janela para o resto do mundo por preguiça (ou medo, muito medo) de ter que se esforçar mais do que o confortável para buscar a felicidade em outra pessoa.

Mas às vezes o problema está mais a fundo. Porque medo a gente reconhece e, munido de uma boa lanterna contra o escuro e o desconhecido, a gente eventualmente enfrenta. Mas auto-estima é um problema daqueles que cola e não desgruda mais. Que está tão colado, tão fundo, que a gente nem percebe que a maior parte das nossas ações é decidida não apenas por nosso poder de escolha, mas pela imagem que fazemos de nós mesmos. Matricular-se na academia, voltar a estudar, mudar de emprego estão sempre condicionados ao “eu me acho capaz disso?”.

E no amor não é diferente. Eu me acho capaz de amar mais do que isso? De viver um amor de verdade, arrebatador, gigantesco, fundo e completo? É o famoso “Ela conseguia coisa melhor” que um amigo fala pro outro quando conhece o novo namorado da fulana. Ela até poderia conseguir alguém que a tratasse melhor, que a amasse mais, que fizesse a abraçasse bem forte ao invés de virar pro lado na hora de dormir, que a respeitasse mais, que, quem sabe, vai saber, até a admirasse. Que ficasse sorrindo de bobeira na hora em que ela trocasse de roupa. Que repetisse, de vez em quando só pra lembrar, que ela é a mulher mais incrível que ele já conheceu na vida. Mas nós aceitamos o amor que achamos que merecemos. E quem acha que merece tudo isso, né? Alguém mais feliz.

"Tem dias que acordo assim... Com vontade de um abraço apertado, daqueles que fazem bem a alma. Sinto saudade de algo que na verdade não tem definição. Sinto vontade de receber um beijo, talvez andar de mãos dadas, vontade de receber um afago, sentir que sou amada. Tem dias que não tem jeito, nem consigo definir o que estou sentindo. Tem dias que estou assim... Hoje é um desses dias."

Conhecer alguém de forma inesperada, sendo surpreendido por um momento de um encontro informal, sem ter sido programado, acontecido em lugar incerto, sem hora apropriada ou mesmo em uma data festiva, nos faz parar e pensar: Será cruzamento de um destino incerto?
Possibilita-nos a fertilização de nossa imaginação em várias direções... Será uma pessoa ideal para mim? Como será sua personalidade? Devo investir de cara? E o objetivos na vida, será que são os mesmos que os meus? Em? Hum!!! Hã? Rsrsrs...
Sua mente está confusa ou será que despertou algum sentimento que você ainda não sabe identificar o que está acontecendo? Você fica pensando: eu não deveria estar com esse comportamento, será que me senti atraído?
Esse alguém que invadiu as barreiras de sua imaginação, fez seu pensamento flutuar, não te conhece, porém você sabe que tem um valor imenso, que sua companhia é importante, que é tão grandiosa e significante. Pessoas que costumam não te tratar bem, não valorizando ou que não mostrando respeito e que não oferecem a você o amor devido, serão surpreendidos e quando se derem por conta de sua magnitude, sua personalidade já vai ser tarde...
O relógio da vida não para, avança constantemente, onde um novo tempo reinicia a cada volta do ponteiro. O amanhã sempre será um novo dia! Arrependimento não significa que você terá outra oportunidade para ser amável, cortês, humilde ou sentimental... Nos resta uma certeza! Tenho que fazer no presente, para que no futuro eu não venha me arrepender de meu passado, por desprezar um sentimento que não valorizei...

O mundo como vontade e representação, propõe um sistema metafisico em que a vontade é vista como essência do universo e da existência. O prazer, assim, não seria mais do que a satisfação passageira do desejo,ou seja, a breve negação da vontade, que logo se recomporia e imporia de novo a dor da insatisfação. Por isso, a filosofia de Schopenhauer é considerada um modelo de pessimismo.

Dor de um coração

Está canção eu criei por causa de um amor não correspondido.
Suas marcas e feridas ainda bate a porta do meu coração,e está dor que nunca some fica rondando minha mente dia após dia.
Mas como você deixou em mim essa marca de dor,fiz está canção pra deixar marcado em você o quanto ti amei de puro coração.
E quando a escuta-lá vou estar ti lembrando que ouve um tempo que você teve uma pessoa disposto a ti amar por toda a vida.
Ainda a um pouco desse amor em mim,mas nunca deixarei que ele mim tome novamente .

Quando repetimos um erro, ele não é mais um erro, é uma decisão.

Toda vez que sinto desejo de um beijo é tua boca que passeia em mim.

Não basta saber ler. É preciso fazer da leitura um hábito, um vício.

Um abraço forte, daqueles que tirem o ar, arranquem uma dor e acalme um coração. Um beijo na testa, daqueles que demonstram carinho, arranca um sorriso e te faz sentir protegido. Quem não precisa?

A união de dois corpos é um encontro poético, e no lúdico de um poema toda sacanagem permitida é sagrada.

Os nossos corpos se completam
Mesmo estando longe
Em pensamento eu vou te buscar
Há calafrio, um arrepio ao lembrar seu cheiro
Pela porta do quarto entrar

Sinto um silêncio e um vazio, bate o desespero
Não vejo a hora de você voltar
E no espelho ainda tem escrito em vermelho
Dentro de um coração tô indo embora

Pra nunca mais voltar, foi tão difícil suportar
A dor de ouvir o seu adeus, seu adeus
Eu não vou mais chorar, eu sei você quer me amar
Eu vou deixar o tempo te mostrar
Que o seu amor sou eu

Eu não vou mais chorar, eu sei você quer me amar
Eu vou deixar o tempo te mostrar
Que o seu amor sou eu

A assembleia dos ratos

Um gato de nome Faro-Fino deu de fazer tal destroço na rataria duma casa velha que os sobreviventes, sem ânimo de sair das tocas, estavam a ponto de morrer de fome.
Tornando-se muito sério o caso, resolveram reunir-se em assembleia para o estudo da questão. Aguardaram para isso certa noite em que Faro-Fino andava aos miados pelo telhado, fazendo sonetos à lua.
– Acho – disse um deles – que o meio de nos defendermos de Faro-Fino é lhe atarmos um guizo ao pescoço. Assim que ele se aproxime, o guizo o denuncia e pomo-nos ao fresco a tempo.
Palmas e bravos saudaram a luminosa ideia. O projeto foi aprovado com delírio. Só votou contra, um rato casmurro, que pediu a palavra e disse:
– Está tudo muito direito. Mas quem vai amarrar o guizo no pescoço de Faro-Fino?
Silêncio geral. Um desculpou-se por não saber dar nó. Outro, porque não era tolo. Todos, porque não tinham coragem. E a assembleia dissolveu-se no meio de geral consternação.
Dizer é fácil; fazer é que são elas!

Monteiro Lobato
Fábulas. São Paulo: Universo dos Livros, 2019.

Tem dias que à única coisa que eu preciso é ficar sozinha,ficar calada em um mundo de solidão. Chama-se solidão , o nome de minha companhia.

O tempo faz florescer paixões que fenecem logo adiante; ou transfigura um amor intenso na generosa árvore de uma longa boa relação. Mais uma vez, as contradições do tempo são as nossas: ele mata, ou eterniza, e para sempre estará conosco aquele cheiro, aquele toque, aquele vazio, aquela plenitude, aquele segredo.

Um político não deve visitar o povo com hipocrisias, mas com bons propósitos, procurando as soluções para os problemas da comunidade.

Às vezes você adota um cão ou um gato, achando que vai cuidar deles e são eles que cuidam de você.